Se houve uma peça que definiu a silhueta feminina com uma mistura audaciosa de inocência e rebeldia, foi o babydoll. Originalmente criado pela designer americana Sylvia Pedlar em 1942, em resposta à escassez de tecidos durante a Segunda Guerra Mundial, o vestido curto e volumoso ganhou este nome icônico após o lançamento do filme “Baby Doll” (1956).
Décadas depois, o modelo deixou de ser apenas um traje de dormir para conquistar o street style e os palcos globais, tornando-se uma das tendências mais fortes de 2026. O ressurgimento do babydoll está ligado à ascensão da estética coquette e ao revival do estilo Y2K.

Atualmente, pop stars como Olivia Rodrigo e Sabrina Carpenter têm sido as principais embaixadoras da peça. Olivia Rodrigo e Sabrina Carpenter apostam em versões que flertam com o punk e o vintage, em seus álbuns e também em aparições na TV. Assim, mostrando que a peça é versátil o suficiente para transitar entre o romântico e o moderno, segundo a Vogue US.
Como usar a peça trend?
Para quem deseja adotar a tendência, o segredo está no equilíbrio das proporções. Como o babydoll possui um corte império (ajustado logo abaixo do busto) e uma saia ampla em formato de “A”, ele tende a dar volume à silhueta.
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Uma dica de styling infalível é contrastar a delicadeza do tecido, como seda, tule ou algodão, com acessórios pesados. Botas de cano alto ou coturnos ajudam a quebrar o excesso de feminilidade, conferindo um ar contemporâneo ao visual.
Outra forma de atualizar o look é através das sobreposições. No dia a dia, o vestido babydoll pode ser usado com uma camiseta básica por baixo ou um blazer oversized por cima. Desta forma, criando um contraste interessante de texturas.
Aliás, para eventos noturnos, apostar em transparências e rendas, seguindo a tendência boudoir, garante um visual elegante e alinhado com as passarelas internacionais.