A aparição de Sabrina Carpenter no Met Gala 2026 foi uma das mais comentadas da noite, e não apenas pela estética impecável, mas pelo conceito por trás do look. Em sintonia com o tema “Fashion Is Art”, a artista apostou em uma interpretação literal e sofisticada da moda como expressão artística.

Para o evento, a cantora surgiu com um vestido sob medida da Dior, criado por Jonathan Anderson. A peça, confeccionada em tule com fenda, tinha como base uma silhueta clássica e feminina, inspirada no glamour do cinema dos anos 1950. O grande diferencial, no entanto, estava na construção: o vestido era envolto por tiras de filme com aplicações brilhantes, criando textura e profundidade visual.
O look presta homenagem direta ao filme “Sabrina”, estrelado por Audrey Hepburn, uma das maiores referências de estilo da história. Detalhes das cenas originais foram incorporados ao design, transformando o vestido em uma verdadeira peça narrativa. Assim, conectando moda e cinema de forma simbólica e inovadora.

A escolha estética reforça a proposta do evento, que convida os convidados a enxergar a moda como arte viva. Ao utilizar elementos cinematográficos reais, Carpenter eleva o look a um novo nível conceitual, onde o corpo funciona como tela e o vestido como obra, de acordo com a Vogue US.
Beleza dourada
Além disso, o styling seguiu a mesma linha: cabelo com ondas suaves, maquiagem clássica e uma presença que remete às grandes estrelas da era dourada de Hollywood.
Outro ponto relevante é o momento da carreira da artista. Integrante do comitê anfitrião deste ano, Sabrina mostra maturidade fashion ao apostar em um visual que une identidade pessoal e narrativa estética.