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    FFW Sounds: A força criativa de Zé Ibarra, da MPB à experimentação sonora contemporânea

    Do violão ao jazz eletrônico: o cantor carioca que transforma a tradição em liberdade artística

    FFW Sounds: A força criativa de Zé Ibarra, da MPB à experimentação sonora contemporânea

    Do violão ao jazz eletrônico: o cantor carioca que transforma a tradição em liberdade artística

    POR Guilherme Rocha

    Cantor, compositor, produtor e artista multifacetado, Zé Ibarra é um dos nomes mais instigantes da nova geração da música brasileira. Carioca nascido em 1996, ele constrói uma trajetória marcada pela mistura entre tradição e vanguarda, unindo elementos da MPB a influências do jazz, pop, música clássica e sonoridades contemporâneas.

     

    No FFW Sounds, mergulhamos em sua história, suas referências e no álbum AFIM  um trabalho que desafia rótulos ao explorar temas como desejo, imagem, identidade e intimidade. Com uma estética sonora e visual ousada, Zé Ibarra propõe uma reinvenção da canção brasileira, onde a experimentação deixa de ser exceção e vira caminho natural.

     

    QUEM É ZÉ IBARRA?

    Cantor, compositor e produtor carioca, nascido em 1996. Desde a infância, a música é sua grande paixão, o que o levou a trilhar uma carreira artística marcada pela sensibilidade e experimentação. Conhecido também pelo trabalho no grupo Bala Desejo, ele mistura MPB com influências do jazz, da música clássica e do pop contemporâneo.

    UMA MÚSICA PARA COMEÇAR: “TRANSE”

    Essa faixa representa a essência do artista em sua fase atual e marca uma virada em sua carreira, tanto na sonoridade quanto na temática. Misturando elementos de MPB, jazz, rock progressivo e música clássica. A música nasceu de um momento pessoal difícil. É considerada por críticos e pelo próprio artista como o coração do disco “AFIM”.

    ÁLBUM PARA CONHECER: “AFIM”

    O álbum marca uma nova fase em sua carreira, mais livre, íntima e experimental. Lançado em 2025, o disco reúne oito faixas que transitam por temas como amor, desejo, identidade e vulnerabilidade. Zé mistura MPB com influências de jazz, rock progressivo, música clássica e pop, criando uma sonoridade densa, sofisticada e instintiva.

    Ao longo do álbum, o artista apresenta versões de músicas de nomes como Maria Beraldo, Sophia Chablau e Ítallo França. A produção, feita em parceria com Lucas Nunes, é marcada por arranjos complexos e uma atmosfera cinematográfica.

     

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