TER CABELO CURTO AINDA É SINAL DE REBELDIA?
Ícones de beleza, Bruna Marquezine e Margot Robbie trocam as longas madeixas por bobs e nos fazem pensar nas mensagens por trás dos cabelos.
TER CABELO CURTO AINDA É SINAL DE REBELDIA?
Ícones de beleza, Bruna Marquezine e Margot Robbie trocam as longas madeixas por bobs e nos fazem pensar nas mensagens por trás dos cabelos.
Num intervalo de menos de uma semana, duas grandes celebridades ícones de beleza transformaram suas longas madeixas de Rapunzel em cabelos curtos. A primeira foi Bruna Marquezine, com um bob curtinho, na altura do queixo. Depois, Margot Robbie surgiu no desfile da Chanel com de franja assimétrica e bob ondulado. Poderia ser apenas uma coincidência, uma mudança de duas jovens beldades por meio de um corte. Mas em tempos de tendências tipo tradwife, o cabelo curto, numa mulher, pode querer dizer mais.
Historicamente, o cabelo comprido sempre foi associado à fertilidade, à feminilidade e à beleza clássica. Também, por muitos séculos, era atributo de riqueza e de higiene – se pensarmos que a água encanada começou a chegar às casas no século 19, antes disso dava um trabalhão manter um cabelo longo. Poucas eram as que ousavam ter um cabelo curto intencionalmente: Joana D’Arc é um bom exemplo dessa empáfia, no fim da Idade Média.
Com uma ou outra exceção, foi nos anos de 1920 que o cabelo curto se firmou como símbolo de modernidade e de rebelião contra as regras de beleza e comportamento impostas às mulheres. Desde então, ele vai e volta, geralmente ligado à quebra de padrões. Por isso, os cabelos de Margot e Bruna podem ser considerados simbólicos.
E você, acha que o cabelo curto ainda passa essa mensagem de rebeldia contra uma feminilidade do padrão?