
Os boatos da chegada da gigante sueca de varejo H&M ao Brasil já foram vários. O primeiro foi em 2009, quando se previa a abertura do primeiro escritório da marca em São Paulo até o final do mesmo ano. Dois anos depois, em 2011, surgiu o novo boato de que a H&M iria entrar no Brasil, por meio da compra das operações da holandesa C&A. Novamente, não passava de um boato que foi desmentido em comunicado oficial da C&A.
Mas como se costuma dizer, “onde há fumaça, há fogo”, e a notícia da abertura da loja volta a surgir. Segundo o site do jornal “Brasil Econômico”, a varejista pretende chegar ao país em 2013, não com uma, mas com 30 lojas espalhadas pelas principais capitais e a contratação de nomes de peso das lojas de varejo já estabelecidas no país.
Ao contrário do que vai acontecer no México, que terá as primeiras lojas da H&M de portas abertas até ao final deste ano, a H&M brasileira teria um presidente local que reportará diretamente a sua sede principal, na Suécia. Apesar de tudo, a (possível) entrada da loja no país não assusta os concorrentes. “A chegada da H&M serve para ampliar o bom ambiente competitivo e inibir a sonegação de impostos, prática comum neste segmento”, disse, também ao “Brasil Econômico”, Flávio Rocha, presidente da Riachuelo.
Ainda não existem informações sobre o local onde as lojas vão abrir, nem sobre os preços que estarão marcados nas roupas das araras. O que podemos garantir é que ainda vai dar o que falar.