O mercado da moda e da alta relojoaria foi sacudido por um lançamento inesperado que rapidamente se transformou em um fenômeno de histeria coletiva. A Swatch, conhecida por suas inovações e parcerias de sucesso, apresentou ao público o seu novo relógio de bolso, batizado de Royal Pop.
No entanto, o que deveria ser apenas um dia de celebração fashionista acabou resultando em tumultos, brigas e intervenção policia. Isso em grandes metrópoles globais como Nova York, Paris, Milão e Dubai.
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O pivô de toda essa comoção é uma colaboração exclusiva entre a Swatch e a icônica marca de luxo Audemars Piguet. O modelo Royal Pop mistura de forma ousada o design clássico e a famosa luneta octogonal do tradicional modelo Royal Oak (da Audemars Piguet) com a estética vibrante, colorida e descontraída da linha POP, febre lançada pela Swatch nos anos 1980.
O grande diferencial, contudo, é o seu formato: um relógio de bolso moderno, colorido, que se tornou o novo queridinho dos fashionistas.
Tudo sobre a polêmica
A grande polêmica e o consequente caos nas lojas tiveram causas pelo fator preço aliado ao poder das redes sociais. Enquanto um relógio original da Audemars Piguet custa dezenas de milhares de dólares, o Royal Pop chegou com valores que variam entre US$ 400 e US$ 420. Essa acessibilidade a um design de alta grife gerou uma corrida frenética.
O desejo de consumo foi amplificado por uma campanha agressiva na internet, que acumulou mais de 11 bilhões de visualizações. Assim, com a alta demanda e a escassez de estoque, o desespero tomou conta dos compradores, segundo o G1.
Filas quilométricas se formaram na porta das lojas, culminando em empurra-empurra e brigas físicas. A situação forçou a Swatch a fechar temporariamente diversos estabelecimentos e emitir comunicados pedindo segurança. Tudo isso em um cenário que relembrou o sucesso estrondoso do MoonSwatch em 2022.