A febre dos calçados nada convencionais ganhou mais um capítulo de peso. Depois que a Chanel causou burburinho com seu sapato transparente no desfile Cruise 2027, a Celine decidiu entrar no radar das controvérsias. Isso porque a grife francesa dividiu opiniões nas redes sociais ao revelar a mais nova criação do diretor criativo Michael Rider. Um tênis híbrido e ultra-fino, construído com tiras de couro que deixam os dedos dos pés à mostra.
Batizado oficialmente como uma sapatilha de amarrar em couro de cabra no tom vermelho vibrante, o modelo ostenta uma silhueta extremamente justa e fina. Assim, encaixando-se perfeitamente no conceito de sneakerina que vem moldando o mercado. Ademais, a estrutura traz dois conjuntos de ilhós dourados para uma amarração minimalista, mas o grande ponto focal fica mesmo por conta do cabedal.
A parte frontal do design é recortada em tiras finas de couro finalizadas com nós delicados nas pontas. Embora não seja categorizado exatamente como um sapato de bico aberto, o efeito das tiras vazadas cumpre essa função na prática. Como o pé não fica totalmente coberto ou protegido, o modelo acaba sendo uma escolha mais adequada para ocasiões específicas do que para o uso diário despretensioso.
Como era de se esperar, o visual polêmico despertou reações imediatas e acaloradas no feed da Celine. Isso porque a exposição dos dedos gerou incômodo em grande parte do público, embora o sapato também tenha conquistado seus defensores.
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Michael Rider na Celine
Mesmo sob o manto da controvérsia, esse modelo de ballet com cadarço conversa diretamente com a assinatura que Michael Rider vem desenhando na sua breve trajetória na Celine. Em sua coleção de estreia para a grife, apresentada em julho de 2025, o estilista já havia incluído sapatos de jazz bem finos e com amarrações. Uma aposta sutil que promete ditar os rumos das próximas tendências.