A presença de Jade Picon no gramado do Hard Rock Stadium, em Miami, pegou os torcedores de surpresa durante a disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo de 2026, entre França e Inglaterra.
A atriz e influenciadora brasileira foi a responsável por conduzir a bola oficial do jogo até o pedestal da cerimônia oficial da FIFA. No entanto, além do momento marcante, o que realmente gerou forte repercussão na internet foi o seu figurino e a ausência da tradicional camisa verde e amarela.

Muitos torcedores questionaram nas redes sociais por que uma das maiores influenciadoras do país não estava vestindo o uniforme da Seleção Brasileira em um evento global de tamanha magnitude. A resposta para o mistério envolve uma grande disputa de bastidores no mercado esportivo: um conflito de patrocínios.
Rivalidade fashion
Jade Picon entrou em campo em uma ação direta como embaixadora global da Adidas, fornecedora oficial da Copa do Mundo. Por outro lado, a camiseta oficial da Seleção Brasileira é fabricada e assinada pela Nike, a principal rival de mercado da sua patrocinadora. Para cumprir o contrato de exclusividade e evitar promover a concorrência, a influenciadora não pôde usar as roupas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
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Para contornar a restrição sem deixar o patriotismo de lado, Jade apostou em uma estratégia criativa. Ela utilizou peças exclusivas criadas pelo estilista brasileiro Lucas Leão para a Adidas. O visual apostou em uma releitura moderna e conceitual de sportswear, trazendo cores alternativas que remetem ao Brasil. Porém, sem exibir nenhuma estampa de marca concorrente ou o escudo da CBF.