Décadas depois de conquistar o público em “Sex and the City”, Carrie Bradshaw continua sendo uma das personagens mais influentes da moda na televisão.
Em “And Just Like That” ela apenas confirma seu papel como referência de estilo ao misturar peças icônicas do passado com novas propostas, sempre guiada por personalidade e criatividade.
Por isso, separamos algumas lições fashion que tiramos da trajetória da icônica personagem que sempre foi muito mais do que apenas uma colunista. Veja algumas!
Autenticidade é a chave
Um dos maiores ensinamentos de Carrie é que autenticidade vem antes de qualquer tendência. Mesmo cercada por novidades do universo fashion, ela mantém sua assinatura pessoal, provando que estilo verdadeiro nasce da confiança e da coerência com a própria identidade. A personagem mostra que seguir modismos nunca foi tão importante quanto se vestir de forma que represente quem você é.

Sem medo de exagerar
Carrie também reforça que exagerar faz parte do jogo. Ou seja, volumes dramáticos, cores vibrantes e brilho aparecem em produções do dia a dia. Quebrando a ideia de que ousadia deve ser reservada apenas a eventos especiais. Para ela, moda é expressão, e se divertir com o que se veste é parte essencial do processo.

Amadurecimento e identidade
Entretanto, outro ponto marcante é a forma como seu estilo amadureceu sem perder a essência. Em vez de abandonar referências do passado, Carrie adapta tendências à sua fase de vida atual, demonstrando que estilo não tem prazo de validade, ele evolui junto com a pessoa.
Sapatos, simplesmente
Os sapatos continuam tendo papel central em suas produções. Assim como os famosos Manolos marcaram época, novos pares seguem contando histórias e dando personalidade aos looks, segundo a Elle. Muitas vezes roubando a cena mais do que a própria roupa.

Acessórios roubam a cena
Por fim, os acessórios seguem como protagonistas. Flores exageradas, chapéus inusitados e detalhes marcantes transformam combinações simples em produções memoráveis. Provando que, para Carrie Bradshaw, a moda sempre será uma forma de contar histórias sem precisar dizer uma palavra.
