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    Grupo Prada e Amazon se juntam para combater falsificações da marca na plataforma

    A ação judiciária que havia começado em 2021 deu multa de 25 mil dólares e pena de 3 anos a um fornecedor chinês.

    Grupo Prada e Amazon se juntam para combater falsificações da marca na plataforma

    A ação judiciária que havia começado em 2021 deu multa de 25 mil dólares e pena de 3 anos a um fornecedor chinês.

    POR Redação

    Nunca foi tão fácil ter acesso a produtos copiados de grandes marcas e nunca, as mesmas marcas, tiveram tanto trabalho para coibir as falsificações que se espalham pela internet e são mostradas em vídeos postados diariamente no TikTok. Há três anos, a Prada vem trabalhando junto à Amazon para combater a revenda de produtos falsificados dentro do e-commerce. A ação foi iniciada em 2021 por meio de uma suspeita que logo foi repassada ao Departamento de Segurança Pública da China.

    Mais de seis milhões de produtos falsificados circulavam pela Amazon e suas lojas, em mais de 800 mil contas ilícitas. A empresa de Jeff Bezos enfrenta uma enorme dificuldade de combater os vendedores de falsificados.

    Na última segunda-feira (23/10), o tribunal chinês condenou um dos falsificadores com uma multa de 25 mil dólares e uma pena de três anos, além da perda dos pagamentos feitos pela receita ilícita dos produtos falsos.

    “Estamos firmemente empenhados em erradicar a venda de produtos falsificados para proteger as nossas marcas e garantir que os nossos produtos cumprem o nível de qualidade, artesanato e cuidado que as pessoas esperam de nós. Através da colaboração com a Amazon, estamos fazendo grandes progressos na luta contra aqueles que tentam infringir a lei e impactar negativamente nossos clientes”, disse Francesca Secondari, consultora geral e diretora jurídica do Grupo Prada.

    A Amazon, ao longo dos anos, já abriu diversas ações judiciais contra vendedores que se passam como parceiros oficiais de marcas de luxo. As falsificações que aconteceram com o Grupo Prada, também já foram feitas com marcas como Valentino, KF Beauty, JL Childress e Yeti, assim como relatado em 2022 com a apreensão de cintos Salvatore Ferragamo falsificados em um armazém chinês. Desde 2020, a plataforma já investiu mais de 700 milhões de dólares para combater as infrações e lançou o CCU para proteger o mercado contra fraudes, levando os responsáveis aos tribunais.

    Kebharu Smith, diretor da CCU da Amazon também enfatiza que a parceria entre as duas empresa multibilionárias pretende acabar com todas as falsificações na plataforma futuramente: “Este resultado bem-sucedido não teria sido possível sem a colaboração com autoridades policiais e players de luxo como o Grupo Prada. Estamos gratos pelo seu apoio e esperamos continuar a lutar contra os falsificadores”

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