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    Aniversário
    Aniversário
    POR Redação

    colaborou Stephanie Noelle

    Salão onde fica exposta a coleção completa da estação da Farm ©Juliana Knobel

    A Farm completa 15 anos em setembro e, para comemorar, realiza a partir da quarta-feira (12.09) uma série de ações em suas lojas espalhadas pelo Brasil — acompanhe as atualizações no site e no Facebook da marca. Abaixo, você pode (re)ler a reportagem do FFW que fala da história e do sucesso da Farm, originalmente publicada em junho de 2011:

    A cara do Rio de Janeiro. Assim pode ser definida a Farm, marca carioca que dispensa apresentações, mas que, vale dizer, começou pequenininha, com um stand na Babilônia Feira Hype, e hoje conta com 40 lojas espalhadas pelo Brasil (todas próprias).

    A história da grife começa humilde, com um investimento inicial de R$ 1.200 feito pelos sócios Marcello Bastos e Kátia Barros para começar os negócios na feira. Mas logo a partir daí, a Farm passou a se sustentar sozinha. A dupla, que já chegou a perder apartamentos e carros enquanto investia em outras empreitadas, não precisou mais tirar nenhum centavo do bolso. Hoje, o faturamento da empresa passa dos R$ 100 milhões anuais e a Farm é sempre uma das cinco lojas que mais faturam nos shoppings paulistanos.

    Parte da equipe de criação ©Juliana Knobel

    O sucesso da marca fez com que grandes shoppings passassem a convidá-la para fazer parte de seu time de lojas, sem sequer cobrar pelo ponto, com o intuito de atrair mais clientes para os locais. No Iguatemi de São Paulo, por exemplo, o espaço separado para receber a grife carioca em 2006 precisou rapidamente ser alterado para um maior, já que a loja quebrou um recorde: com um mês de funcionamento, teve a maior venda por metro quadrado de moda jovem feminina da história do shopping.

    Mesmo com todo esse sucesso, Kátia e Marcello não têm planos de levar as criações da Farm para as passarelas. “A Farm é comercial, a gente pode até lançar tendência, mas sempre a partir do mercado consumidor. As semanas de moda oficiais são pra grandes criadores, a gente não se enquadra nas coisas que existem”, explica Marcello. Segundo ele, as clientes não sentem falta porque eles se posicionaram com esta postura desde o início. “Fomos convidados pela primeira vez há uns sete anos, mas a marca tem uma pegada de comportamento, é moda, claro, mas com um forte viés de estilo de vida. A gente prefere investir, por exemplo, em um e-commerce incrível”.

    Marcello Bastos, um dos sócios da Farm ©Juliana Knobel

    Falando em vendas online, o e-Farm, comércio virtual da loja carioca, com um mês de funcionamento superou o faturamento em vendas de todas as outras lojas físicas. Detalhe: o site é apenas para clientes que já eram cadastradas no “Eu quero Farm”, uma espécie de programa de fidelização das compradoras, e para as amigas das “fiéis”. “Foi um presente que a gente resolveu dar para quem já era cliente da marca e elas podem repassar para as amigas, que repassam para as amigas e assim vai crescendo”, conta Flavia Miranda, coordenadora de marketing da marca.

    Onde a magia acontece

    O FFW foi visitar a fábrica onde acontece tudo (tudo mesmo!), desde a criação das estampas até o recebimento e despacho dos pedidos do  e-Farm. Por lá, as salas são decoradas com estampas e cores que têm tudo a ver com a grife, e cada canto mostra um pouco da essência que a coordenadora de estilo (e sócia) Kátia Barros tenta imprimir nas roupas.

    Sala de reunião Pantone ©Divulgação

    Cada sala de reunião tem um tema, como a sala Pantone, que exibe nas paredes tons vibrantes do conhecido sistema de cores. Tem também sala para reuniões ao ar livre, refeitório, cantina e uma biblioteca recheada de referências de moda, arte e design. É nessa sede que ficam os espaços onde trabalham as equipes de cada setor (que vai da criação das coleções de roupa ao design das embalagens), totalizando  cerca de 300 funcionários só na fábrica.

    No terreno em São Cristóvão, bairro da Zona Norte do Rio que funciona como um pólo de fábrica de roupas, também está toda a parte operacional da Animale (que se associou à Farm no ano passado) e da Ausländer, que entrou para o grupo em janeiro deste ano. “A Farm não comprou a Animale nem vice-versa, elas se associaram e agora trabalham juntas na parte de fornecedores, financeiro, organização, estoque. É questão de infraestrutura, cada marca continua sendo o que era”, esclarece Flavia. “É uma dúvida que aparece muito, mas o que o cliente vê, a gente faz separado, o que não vê, a gente faz junto”, comenta.

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