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    Nações 2025 – Reprodução/Instagram (@fif.ci)

    Copa Africana de Nações 2025 transforma o futebol e leva a moda africana para o centro do jogo

    No Marrocos, o evento vira palco para moda autoral e colaborações que misturam cultura, luxo e identidade

    Copa Africana de Nações 2025 transforma o futebol e leva a moda africana para o centro do jogo

    No Marrocos, o evento vira palco para moda autoral e colaborações que misturam cultura, luxo e identidade

    POR Redação

    A moda africana na Copa Africana de Nações 2025 ganhou um espaço que vai muito além das arquibancadas. Desde a chegada das seleções ao Marrocos, o torneio mostrou que o futebol também pode ser um grande aliado da cultura, do artesanato e do mercado de luxo africano. Afinal, os jogadores trocaram o básico pelo simbólico, transformando cada aparição em uma declaração de estilo.

    Logo de início, as seleções chamaram atenção ao apostar em trajes tradicionais para compromissos oficiais. A Nigéria surgiu com caftãs verdes bordados, acompanhados de chapéus coordenados. O Mali escolheu bogolans em tons de preto e dourado, além de versões em azul e branco. Já o Zimbábue apostou em ternos clássicos com detalhes coloridos, criando um visual elegante e contemporâneo.

    Mesmo sem a identificação de todos os estilistas envolvidos, a repercussão foi imediata. Entretanto, nas redes sociais, os looks viralizaram e reforçaram como a Copa Africana de Nações 2025 funciona como uma vitrine poderosa para a moda africana contemporânea.

    Entre todos os destaques, a Costa do Marfim se destacou com força. Atual campeã africana, a seleção chegou vestindo trench coats feitos em tecido Kita, decorados com símbolos Adinkra bordados em branco e dourado. As peças, usadas sobre looks totalmente brancos, carregam referências diretas à cultura Akan.

    O responsável pela criação é Elie Kuame, estilista marfinense-libanês baseado em Abidjan. Sua marca de prêt-à-couture reforça que a moda africana pode, sim, ocupar um lugar sólido no segmento de luxo global.

    Criação local e novas narrativas

    Outro nome que merece atenção é Alvin Junior Mak, designer dos uniformes da República Democrática do Congo. Mesmo vivendo em Paris, ele produziu todas as peças na RDC, ao lado de artesãos locais. Dessa forma, as jaquetas estruturadas com estampa de leopardo unem identidade nacional, sustentabilidade e design contemporâneo.

    Burkina Faso seguiu o mesmo caminho ao convidar a marca local Free Design. O estilista Ahmed Ouedraogo apresentou túnicas brancas com listras verdes e vermelhas, criando um visual forte, simbólico e atual.

    Segundo o Fashion Network USA, além dos designers africanos, marcas internacionais também aproveitaram o momento. A Daily Paper se uniu ao artista marroquino Hassan Hajjaj no projeto cultural Kech United, que mistura futebol, moda, arte e música em Marrakech.

    A Adidas, em parceria com a Arte Antwerp, lançou uma coleção inspirada nos Leões do Atlas. Por fim, a Puma apresentou a bola oficial Itri, com referências ao zellige marroquino, além de camisas que celebram diásporas africanas em colaboração com o Olympique de Marseille.

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