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    #SWU 2010: guitarras, vaias e hits
    #SWU 2010: guitarras, vaias e hits
    POR Redação

    Gabriel Marchi, de Itu

    Segunda-feira, Itu, interior de São Paulo. O terceiro e último dia do SWU Music And Arts Festival foi o da programação mais estrelada e fauna mais diversificada na fazenda Maeda: fãs raivosos de nu metal ansiosos para Linkin Park e Avenged Sevenfold; indies veteranos para ver Pixies e Yo La Tengo; roqueiros para ver Queens Of The Stone Age; e perdidos para fritar na tenda eletrônica.

    Na porta_ sem distinção de banda favorita _todos pegaram filas de quase uma hora para entrar e passar pela revista policial, intensificada após boatos de assaltos à mão armada dentro do festival.

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    Yo La Tengo ©Juliana Knobel

    – Sob o pôr-do-sol, o Yo La Tengo, (banda formada em 1984 que é lenda do rock alternativo) se apresentou no palco Ar. Intercalando momentos de muito barulho com outros de extrema leveza, eles contemplaram suas várias fases, e como de praxe, sem apelar para melodias fáceis.

    Para o final, reservaram sua canção mais conhecida, “Sugarcube”, e fecharam com “Pass The Hatchet, I Think I’m Godkind”,  que se divide entre duas notas de baixo sob um solo de guitarra raivoso de Ira Kaplan. O único porém foram os fãs do Avenged Sevenfold, que, ansiosos pelo show seguinte, gritavam para o trio deixar o palco.

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    Bnegão ©Juliana Knobel

    – Pouco depois, tocaram o paulistano Bnegão e Os Seletores de Frequência no palco Oi Novo Som. Ex-Planet Hemp, Bnegão mistura hip-hop, soul, evoca Tim Maia (da fase racional) em alguns momentos e trabalha o repertório do disco “Enxugando o Gelo”, lançado em 2002. Raro ver um músico com tanto controle do público quanto ele: a plateia ensadecida cantava junto nos refrões. Estrondo puro na tenda, embalado pela banda de metais que o acompanhava.

    – Em coletiva de imprensa, Eduardo Fischer_ o homem por trás do SWU _declarou que foram “pequenas” as ocorrências dadas as proporções do evento. Questionado, voltou atrás e assumiu que a situação dos ônibus no primeiro dia, e os 76 delitos dentro do festival foram “sérios”. E que pretende continuar na fazenda Maeda em 2011.

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    Lovefoxxx e Ana, do CSS ©Juliana Knobel

    – “Já passamos mais frio do que aqui. Mas foi na Islândia!”, contou Luísa Lovefoxxx, vocalista do CSS, ao portal FFW no backstage horas antes do show. “Esse é o nosso primeiro show desde 2008, estamos muito felizes”, completa. Sobre o novo disco, cujo nome ela não quis revelar e que deve ser lançado até março de 2011, as expectativas são altas. “Esse disco reflete o nosso momento traquilo. Podíamos parar, tomar um sorvete, gravar. E é um disco diferente dos dois primeiros, o que é bom”.

    – O Incubus tocou no palco Água e foi ovacionado por seu público fiel. Na ativa desde 1991, a banda assimila sons de várias vertentes do rock, e apesar de serem tecnicamente competentes, o som é genérico: é difícil identificar um som que não pareça com alguma outra banda. O quinteto abriu o show com o hit “Megalomaniac, de 2004, e seguiu com singles como “Wish You Were Here”e “Oil And Water”.

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    Josh Homme, do Queens Of The Stone Age ©Juliana Knobel

    – Com um atraso de 40 minutos, o Queens Of The Stone Age fez uma apresentação antológica, quente, barulhenta e sensual. De guitarra em punho, o frontman Josh Homme parecia contente. “Esperamos muito tempo por isso”, exclamou ao entrar no palco. Eles revisitaram os melhores momentos da carreira, quebrando tudo em “The Lost Art Of Keeping A Secret”, “No One Knows”, e “Go With The Flow”, entre outras faixas do disco “Rated R”, que completou 10 anos em 2010. Pra ficar na memória.

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    Frank Black, do Pixies ©Juliana Knobel

    – O Pixies fez o show que todo fã sonha em assistir. Pedra fundamental do rock moderno, a banda é cultuada em todo o mundo, e influência direta para o grunge. No gargarejo, os fãs fervorosos tinham todas as letras na ponta da língua. Só sorrisos, a baixista Kim Deal (que tocou com a sua banda solo, The Breeders, no festival Planeta Terra em 2008) foi a porta-voz da apresentação.

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    A baixista Kim Deal, do Pixies ©Juliana Knobel

    Já Frank Black entoou com sua voz rouca quase todo clássico: de “Where Is My Mind”, à “Debaser”, passando por “Here Comes Your Man” e “Caribou”, só para citar alguns. Após o bis, Kim Deal brincou. “Daqui nós vamos direto para a cama, certo, Frank?”. Ele sorriu de volta e acenou que não, para alegria da plateia_ que não quer ver a banda descansar tão cedo.

    + Leia mais sobre o SWU no portal FFW

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