Meryl Streep trouxe à tona um dos pontos mais comentados sobre a aguardada sequência de “O Diabo Veste Prada”. Em uma entrevista recente à Vogue US, a atriz revelou que Anne Hathaway teve papel fundamental para garantir que o novo filme não reproduza padrões corporais considerados prejudiciais. Como a valorização de corpos extremamente magros.
Segundo Streep, a continuação busca refletir uma indústria da moda mais consciente e alinhada às discussões atuais sobre diversidade e saúde. A mudança marca um contraste importante em relação ao longa original, lançado em 2006, que, embora icônico, também foi criticado por reforçar ideais estéticos restritivos.
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Anne Hathaway, que retorna ao papel de Andy Sachs, teria defendido ativamente uma abordagem mais responsável na representação dos corpos dentro da narrativa. A atriz, que ao longo dos anos tem se posicionado sobre padrões irreais de beleza em Hollywood, contribuiu para que a produção adotasse uma visão mais inclusiva.
Expectativas do mundo fashion
A fala de Meryl Streep também indica uma evolução no próprio universo retratado pelo filme. A indústria fashion, conhecida por décadas por exaltar um padrão corporal específico, vem passando por transformações significativas. Impulsionadas por movimentos que promovem diversidade e bem-estar.
Nesse contexto, “O Diabo Veste Prada 2” surge com a proposta de atualizar não apenas sua história, mas também seus valores. A expectativa é que a sequência dialogue com uma nova geração de espectadores, mais crítica em relação às mensagens transmitidas pela cultura pop.