O legado fashion das piriguetes mais julgadas das novelas brasileiras
Sucesso na primeira década dos anos 2000 e 2010, essas personagens influenciaram a moda de uma nova geração de garotas poderosas e sensuais.
Sucesso na primeira década dos anos 2000 e 2010, essas personagens influenciaram a moda de uma nova geração de garotas poderosas e sensuais.
O legado fashion das piriguetes mais julgadas das novelas brasileiras
Sucesso na primeira década dos anos 2000 e 2010, essas personagens influenciaram a moda de uma nova geração de garotas poderosas e sensuais.
Sucesso na primeira década dos anos 2000 e 2010, essas personagens influenciaram a moda de uma nova geração de garotas poderosas e sensuais.
Muito antes da rede vizinha redescobrir a cintura baixa e o animal print, as piriguetes das novelas brasileiras já estavam fazendo história, ainda que fora do radar da moda internacional. Na primeira década dos anos 2000, ser ‘‘piriguete’’ era ocupar um lugar específico no imaginário popular: mulheres jovens, sensuais, ambiciosas, muitas vezes julgadas por desejarem visibilidade, consumo e ascensão social. Personagens como Bebel, Fatinha, Valdirene, Maria Vanúbia, Suellen e Lurdinha traduziram, à sua maneira, essa estética que hoje chamamos de Y2K: vestidos colados ao corpo, brilho sem moderação, estampas, salto alto e uma sensualidade sem pedido de desculpas. Eram looks exagerados, populares e cheios de personalidade, que refletiam desejo num Brasil que consumia moda pela TV aberta.
Hoje, a FFW revisita essas figuras como ícones de uma expressão legítima de um Y2K brasileiro, tropical e sem filtro, que antecedeu o revival global. No fim das contas, fica a pergunta: quem vestiu melhor esse legado antes dele virar tendência?