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    Amir Slama
    N43
    Foto: Zé Takahashi / FOTOSITE
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    Foto: Zé Takahashi / FOTOSITE
    Por Camila Yahn 16.mar.17
    Amir Slama pensou em corpos e o que vemos na passarela são corpos. Em geral minimamente desenhados por traços agudos de tecidos metalizados, justos, ríspidos. Algo nos lembra a época de “Flashdance”, filme que foi sucesso nos anos 80 e no qual a protagonista desafiava seus próprios limites físicos trabalhando pesado durante o dia como soldadora e à noite dançando e malhando exaustivamente. Um momento da moda onde o corpo deveria ser perfeito, poderoso, sem limites e o cuidado era externo, plástico, pensando numa embalagem impecável. As mulheres de Slama sustentam looks que servem para essa plasticidade pura. Leggings justérrimas, vestidos que envolvem as curvas, biquínis minúsculos em desenho asa-delta. O corpo não escapa do olhar ainda que as cores sejam vivas e os tecidos metalizados, reluzentes. (JULIANA LOPES)
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