Andre Courrèges olhava para o futuro, de lá ele trazia uma estética da space age idealizada, retro futurista, roupas que diziam: o futuro é agora. Nicolas Di Felice parece compreender isso, mas se apega menos ao amanhã e mais ao hoje. No agora. Tamanho agora que as primeiras modelos entravam na passarela mexendo no celular – não há tempo para perder.
Elogiado especialmente entre insiders por ser protegido de Ghesquiere, Nicolas arquitetou uma coleção que reúne street com silhuetas clássicas, que prezam pela construção. As telas refletiam o rosto das modelos e as placas de metal em tamanho máxi davam um toque sci-fi. Diferentes décadas, muitos desejos.