“Aprender a reconhecer a abundância, mesmo nos momentos mais incertos da vida. Encontrar propósito nos desafios e possibilidade nas mudanças. Criar como um ato de gratidão é a minha forma mais verdadeira de expressão.” Foi com essas palavras que Marc Jacobs apresentou sua coleção de verão 2027, desfilada ontem (29.06), na Biblioteca Pública de Nova York.
A declaração chega em um momento delicado para o estilista. Como contamos em maio, depois de quase três décadas sob o guarda-chuva da LVMH, a Marc Jacobs foi vendida para a holding nova-iorquina WHP Global, responsável por marcas como Vera Wang e Rag & Bone. É uma mudança significativa na trajetória de uma das grifes mais influentes da moda americana.
Talvez por isso o desfile tenha soado ainda mais pessoal. Marc Jacobs continua sendo um dos últimos grandes românticos da moda: um criador que parece sempre deslocado em um mundo cada vez mais acelerado, algorítmico e impaciente. Em vez de responder a esse cenário com pragmatismo, escolhe sonhar.
Vestidos de lamê transparentes, minissaias de efeito croco em rosa vibrante, blazers inteiramente bordados com paetês e meias-calças em praticamente todas as cores do arco-íris (alô color blocking!) compõem uma coleção que celebra o exagero, a fantasia e a emoção. Em tempos de tanta racionalidade e cálculo, Marc continua acreditando que a moda também pode ser um gesto de esperança – ou, no seu caso, de rebeldia.
“Aprender a reconhecer a abundância, mesmo nos momentos mais incertos da vida. Encontrar propósito nos desafios e possibilidade nas mudanças. Criar como um ato de gratidão é a minha forma mais verdadeira de expressão.” Foi com essas palavras que Marc Jacobs apresentou sua coleção de verão 2027, desfilada ontem (29.06), na Biblioteca Pública de Nova York.
A declaração chega em um momento delicado para o estilista. Como contamos em maio, depois de quase três décadas sob o guarda-chuva da LVMH, a Marc Jacobs foi vendida para a holding nova-iorquina WHP Global, responsável por marcas como Vera Wang e Rag & Bone. É uma mudança significativa na trajetória de uma das grifes mais influentes da moda americana.
Talvez por isso o desfile tenha soado ainda mais pessoal. Marc Jacobs continua sendo um dos últimos grandes românticos da moda: um criador que parece sempre deslocado em um mundo cada vez mais acelerado, algorítmico e impaciente. Em vez de responder a esse cenário com pragmatismo, escolhe sonhar.
Vestidos de lamê transparentes, minissaias de efeito croco em rosa vibrante, blazers inteiramente bordados com paetês e meias-calças em praticamente todas as cores do arco-íris (alô color blocking!) compõem uma coleção que celebra o exagero, a fantasia e a emoção. Em tempos de tanta racionalidade e cálculo, Marc continua acreditando que a moda também pode ser um gesto de esperança – ou, no seu caso, de rebeldia.