A Alaïa acaba de lançar sua linha de denim, apresentando seis modelagens distintas: bootcut, flare, wide leg, skinny, straight leg e a barrel — que a grife descreve como um corte “arredondado”. Produzidas no Japão, as peças utilizam índigo tingido em corda e passam por processos artesanais de texturização.
Além disso, a paleta de cores transita entre um azul vintage extremamente desbotado e um tom “azul profundo do mar”, próximo ao marinho. Ademais, para o lançamento, a casa parisiense escalou a modelo holandesa Mona Tougaard e o fotógrafo Sam Rock. A campanha foca tanto na precisão dos cortes quanto nas variações naturais e artesanais esperadas de um jeans de alta qualidade, mesmo em peças novas.
De acordo com a ELLE US, a Alaïa não está sozinha nessa aposta pelo denim no segmento de luxo. Isso porque Matthieu Blazy, na Chanel, transformou o tecido em um item essencial em suas coleções recentes, vestindo celebridades como Margot Robbie e Nicole Kidman. Inclusive, a marca chegou a lançar até uma linha de maquiagem inspirada no material. Já em Londres, a Erdem apresentou jeans de cintura baixa no estilo skater combinados com tops de seda. Enquanto em Nova York, Maria McManus colaborou com a Agolde em uma cápsula de algodão regenerado.
A nova coleção de jeans da Alaïa já está disponível para o público, trazendo a estética sofisticada de uma das marcas mais influentes da moda global para o universo do denim.
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Último ato de Pieter Mulier para Alaïa
Em fevereiro a casa de moda francesa Alaïa lançou a campanha para o período Winter/Spring 2026, um projeto que marca o desfecho do ciclo criativo de Pieter Mulier como diretor artístico da maison. Também chega com imagens assinadas por ninguém menos que Steven Meisel, um dos fotógrafos mais influentes da moda contemporânea.
Na tradição da própria história da marca, que sempre privilegiou o estudo da forma e da silhueta como elementos fundamentais do design, a campanha não se resume a mostrar roupas: ela coloca os corpos como verdadeira arquitetura visual. Meisel foi escolhido por Mulier para traduzir essa linguagem minimalista e rigorosa em imagens que evocam uma estética quase escultural. Onde a simplicidade é, por si só, radical.