Entre os muitos elementos que definiram o estilo de Carolyn Bessette‑Kennedy, um acessório em particular chamava atenção por sua discrição e elegância: um relógio clássico da Cartier. O modelo escolhido por ela, o icônico Cartier Tank Louis, também apareceu no pulso de seu marido, John F. Kennedy Jr. Tornando-se um detalhe simbólico que refletia o gosto compartilhado do casal por peças atemporais.

Conhecida por seu estilo minimalista e sofisticado, Carolyn raramente usava joias chamativas. Em fotografias captadas pelas ruas de Tribeca, em Nova York, a ex-executiva de relações públicas da Calvin Klein aparecia frequentemente com acessórios reduzidos ao essencial. Pequenos brincos de diamante, seu anel de noivado e o relógio Cartier de caixa retangular com pulseira de couro preta.
O design do relógio faz parte de uma das linhas mais emblemáticas da relojoaria. Criado em 1917 por Louis Cartier, o modelo Tank foi inspirado na forma geométrica dos tanques militares Renault FT-17 usados na Primeira Guerra Mundial. Desde então, tornou-se uma referência de elegância discreta. Ademais, figuras icônicas como Andy Warhol, Ingrid Bergman e a Princesa Diana usaram o modelo, segundo a Vogue US.

Significado aos Kennedy
Aliás, a peça também tinha um significado especial dentro da família Kennedy. O mesmo modelo era um favorito de Jacqueline Kennedy Onassis, sogra de Carolyn e uma das maiores referências de estilo do século 20.
Embora existam versões diferentes da história sobre a origem exata do relógio de Carolyn, algumas sugerem até que teria pertencido à própria Jackie, o que permanece claro é o papel do acessório como parte fundamental do guarda-roupa da socialite.