O cenário da moda em 2026 consolida um movimento nostálgico e estratégico: o retorno das bolsas que definiram o início do milênio. O mercado agora foca no revival dos anos 2000 (Y2K), trazendo de volta modelos clássicos, estruturados e funcionais que marcaram época. Aliás, essas “it-bags” ressurgem com uma proposta que equilibra o charme retrô com as necessidades práticas do guarda-roupa contemporâneo.
It-bags em 2026
Entre os modelos que protagonizam esse retorno, destacam-se ícones como a Mulberry Bayswater, a Marc Jacobs Blake e a Proenza Schouler PS1. Outras peças fundamentais que voltam ao topo do desejo incluem a Chloé Paddington, a Fendi Spy e a Chanel Executive. Assim, reafirmam a força das silhuetas que dominaram as passarelas e as ruas há duas décadas.
Mas, além do retorno desses clássicos, 2026 introduz novas variações de design. A tendência “East-West” — bolsas com formato retangular e horizontal — ganha força em modelos como a compacta Alaïa Le Teckel e novas versões da Fendi e Kate Spade.

Em contrapartida ao rigor das formas estruturadas e das bolsas estilo “vanity case”, surge a estética “slouchy”, que valoriza bolsas maleáveis e com formatos orgânicos, como os modelos em formato de gota da Sophie Buhai e a aposta La Cigale, da Dior.
Tendências
Por fim, no campo dos materiais e detalhes, o artesanato mantém seu prestígio. Bolsas de palha, ráfia e itens feitos à mão deixam de ser exclusivos do verão para serem usados o ano todo. O visual é complementado por detalhes marcantes, como franjas longas, correntes pesadas, tachas e ilhós, que conferem uma atitude urbana e utilitária às peças. Seja através de bolsas saco ou formatos horizontais, o foco de 2026 é claro: resgatar a história da moda através de acessórios que entreguem funcionalidade e estilo duradouro.