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    “Jovem à janela”, de Gustave Caillebotte – Museu J. Paul Getty, Los Angeles

    Loja temporária da Louis Vuitton apresenta obras do pintor Caillebotte em Nova York

    Duas obras do pintor francês Gustave Caillebotte serão expostas em Nova York após iniciativa da Fundação de Arte Louis Vuitton

    Loja temporária da Louis Vuitton apresenta obras do pintor Caillebotte em Nova York

    Duas obras do pintor francês Gustave Caillebotte serão expostas em Nova York após iniciativa da Fundação de Arte Louis Vuitton

    POR Luisa Scavone

    A Fundação de Arte Louis Vuitton fez uma parceria com o Musée d’Orsay em Paris e o Museu J. Paul Getty em Los Angeles para uma exposição especial. A loja temporária da Louis Vuitton na 57th Street, em Nova York, apresentará algumas pinturas do impressionista francês Gustave Caillebotte.

    A ideia é destacar as sinergias entre moda e arte. A exposição ficará em cartaz de terça-feira até 16 de novembro, no espaço temporário da galeria Espace Louis Vuitton, localizado no quinto andar da megastore Vuitton. As informações são do WWD. Ela acontece na esteira da exposição “Caillebotte: Painting Men”, que estreou no Musée d’Orsay em 2024, segue para o museu Getty e, em seguida, para o Art Institute of Chicago.

    Segundo Jean-Paul Claverie, consultor do presidente e CEO da LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton, Bernard Arnault, a intenção era apresentar as pinturas de Caillebotte em Nova York. Isso porque o pintor não tem grande presença em museus.

    “É um presente para o povo de Nova York e para qualquer pessoa que visite a cidade”, disse ele ao WWD. Aliás, a exposição destaca o papel da LVMH como importante player no mundo da arte. “A aquisição da Caillebotte foi um marco importante. É o ‘tesouro nacional’ mais valioso já adquirido para as coleções de museus públicos da França”, continuou Claverie.

    Obra “Festa de Barco”, de Gustave Caillebotte – Reprodução / Museu d’Orsay

    Moda e arte

    Paul Perrin, diretor de conservação e coleções do Museu d’Orsay, revelou que os recursos disponíveis à LVMH superam o orçamento anual de 3 milhões de euros do museu para aquisições. “O relacionamento é bilateral: para as marcas de luxo, aumenta seu prestígio cultural, enquanto para os museus, é uma oportunidade de se conectar com públicos mais amplos e destacar a relevância duradoura da arte histórica”, disse.

    “O setor da moda recebe enorme atenção da mídia e é acompanhado de perto, em particular, pelas gerações mais jovens. Apresentar uma pintura de Chardin em um desfile de moda é uma forma de reafirmar a importância da arte e dos museus”, acrescentou.

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