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    A linguagem divertida da Studio Trela: “A sensualidade pode (e deve) ser leve”

    Entre o sexy e o lúdico, a marca aposta na liberdade criativa e no slow fashion como formas de resistência.

    A linguagem divertida da Studio Trela: “A sensualidade pode (e deve) ser leve”

    Entre o sexy e o lúdico, a marca aposta na liberdade criativa e no slow fashion como formas de resistência.

    POR Guilherme Rocha

    Criada em Brasília por Dagah e Brina, a Studio Trela nasceu de um encontro de ideias, memórias e vontades criativas que ultrapassam as fronteiras da moda tradicional. O projeto começou quase sem querer, com uma experiência caseira de fazer bolsas de miçanga em 2019. O Instagram veio logo depois e, quando perceberam, já estavam construindo uma marca com identidade própria.

    Mesmo com formações em Geografia e História da Arte, a moda apareceu como meio natural de expressão para a dupla. “Sempre tivemos a vontade de nos expressar criativamente. A Trela foi só um passo inevitável disso tudo”, contam. A cidade natal, as vivências compartilhadas, referências da infância, filmes, músicas e pessoas queridas formam o pano de fundo de tudo que criam.

    Hoje baseada em São Paulo, a Trela é sinônimo de uma estética sexy, irônica, leve e completamente aberta à experimentação. Rendas, lantejoulas, transparências e brilhos não são apenas materiais, mas instrumentos de liberdade e expressão. O objetivo? “Criar um espaço onde as pessoas possam se sentir livres para serem quem são — sem medo de errar, de ousar ou de ser julgadas”.

     Seus colares, feitos com peças únicas e materiais garimpados, também traduzem o DNA criativo da marca: liberdade estética com um toque de nostalgia e afeto.

    A criação, aliás, não segue o calendário da moda tradicional. Inspiradas pelo cotidiano, as sócias seguem o que chamam de “processo orgânico”, em que uma ideia pode surgir de uma conversa, um passeio, uma lembrança — e só tomar forma meses depois. “A Trela tem uma personalidade própria. Hoje, ela já não é só a gente. Ela é uma terceira coisa que guia a gente também”.

    Além da estética, há o propósito: a Trela tem um compromisso com o slow fashion, com a criação feita sob demanda, e com a valorização de artistas mulheres e LGBTQIA+. Em um mercado ainda dominado por perspectivas masculinas, a marca ocupa seu espaço com sensibilidade e discurso, apostando na autonomia criativa e na construção de comunidade.

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