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    FFW resenha: “127 Horas” aflige, mas não recompensa espectador
    FFW resenha: “127 Horas” aflige, mas não recompensa espectador
    POR Redação

    francoJames Franco em “127 Horas” ©Divulgação

    Durante uma das primeiras sessões de “127” horas, que estreia nesta sexta-feira nos cinemas brasileiros, várias pessoas desmaiaram e deixaram a sala de exibição. Não à toa: o filme estrelado por James Franco _o cara da vez em Hollywood_ e dirigido por Danny Boyle, (o mesmo de “Trainspotting, que marcou uma geração nos anos 1990) é mesmo pesado em seu conteúdo.

    “127” conta a história real de Aron Ralston, um alpinista que ficou preso em um Canyon em Utah, EUA, após o desabamento de uma rocha sobre o seu braço.

    Assista ao trailer:

    Uma vez que Aron fica preso, o filme é construído através de flashbacks e alucinações. Equilibrando, são mostrados os momentos de desespero e provação física. Fotografia, trilha-sonora, iluminação — todos os aspectos técnicos trabalham a favor da claustrofobia do espectador.

    “A história de Ralston criou uma estrutura única para o nosso filme. E um desafio. Existe apenas um personagem em uma única locação em quase todo o filme. E isso não quer dizer que o trabalho será mais atraente ou mais divertido para o público. Foi esse desafio que me atraiu para o projeto”, declarou James.

    Estrutura parecida, no entanto, foi vista nos cinemas em “Enterrado Vivo”, que estreou em dezembro. A diferença é que a proposta de roteiro do segundo filme era mais contemporânea que a do primeiro, _se em “Enterrado|” um celular dava dimensão ao vivo do acontecido, em “127” o personagem tinha uma câmera, que usou para registrar, sozinho, recados para a sua família.

    O ápice _para bem ou para mal_ é o aflitivo momento em que o protagonista mutila o próprio corpo para se salvar. O roteiro é de Simon Beaufoy, do premiado “Quem Quer Ser Um Milionário”, mas não “recompensa” o espectador por tanta aflição no desenrolar do filme. Infelizmente, também não há momentos memoráveis de atuação; a performance de Franco, que apesar de queridinho, ainda é jovem, não suporta tal carga emocional. Aos fãs do diretor, vale o ingresso — principalmente por seu estilo “sem concessões” de trabalhar.

    + Site oficial: foxsearchlight.com/127hours

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