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    Oliver Stone + PETA
    Oliver Stone + PETA
    POR Redação

    Oliver Stone em vídeo para a PETA ©Reprodução

    “Salvador – O Martírio de um Povo”, “Platoon”, “Nascido em 4 de Julho”, “Heaven & Earth” e “Assassinos por Natureza” têm mais em comum do que apenas a direção de Oliver Stone. Ao longo destes mais de 40 anos de carreira, a violência e a abundância de sangue tornaram-se elementos indispensáveis à obra do americano, reflexo da experiência como soldado na Guerra do Vietnã (1955-1975). A brutalidade explícita presente nos filmes de Stone, no entanto, é utilizada com o propósito de expor à sociedade sua natureza mais hedionda, finalidade que em inúmeros momentos transpõe às telas, convertendo-se em ações reais na vida do diretor. No dia 31 de maio, a PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) divulgou um vídeo, narrado por Stone, em que uma espécie de treinamento de trauma, em que cabras são mutiladas e ridicularizadas, sem anestesia ou compaixão, é executado por membros da Guarda Costeira do exército dos Estados Unidos.

    – Assista abaixo ao vídeo de Oliver Stone para a PETA (ATENÇÃO: imagens fortes!):

    A organização é conhecida por suas impactantes iniciativas, bem como pela colaboração frequente de nomes respeitados da indústria do entretenimento e da moda. Em fevereiro deste ano, a estilista Stella McCartney foi responsável pela narração de um vídeo que expunha a crueldade contra animais e o malefício que o mercado do couro causa ao meio ambiente. Já no caso da gravação atual, Stone relata, com base em sua experiência militar – e humana –, como a crueldade adotada pelo exército americano é desnecessária. De acordo com o diretor, a cada ano são mortos cruelmente cerca de 10 mil animais em treinamentos de trauma que não se assemelham em nada às condições reais de um campo de batalha e, desse modo, não ajudam no crescimento técnico dos soldados.

    No vídeo narrado por Stone, aparentemente gravado sem o conhecimento dos integrantes da Guarda Costeira, os soldados e seus instrutores são mostrados arrancando membros e órgãos de cabras vivas e, enquanto os animais chutam e gemem (sinal da falta de anestesia), tais membros proferem comentários jocosos sobre a mutilação. Segundo regulamentações militares dos Estados Unidos, quando houver outros métodos que não sejam a utilização arcaica dos animais, aqueles devem ser usados – e já o são em diversos centros de treinamento. Uma medida simples, assumida por 22 dos 28 países da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), mas que pode poupar milhares de vidas.

    Por meio do choque das imagens e da percepção da inutilidade de treinamentos em que a crueldade supera a eficácia prática, Oliver Stone e a PETA propõem que os americanos ajam frente ao Departamento de Defesa e da Segurança Nacional para requerer a substituição dos animais por métodos que se adequem à dita evolução do século 21. No Brasil, a legislação que diz respeito à proteção aos animais e à punição a quem os maltrata é considerada branda. No entanto, independentemente da rigidez da regulação pátria, o principal problema é a sua aplicação e fiscalização. É indispensável, além de vontade política, a atenção severa da população.

    + Saiba mais no site da PETA 

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