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    “O que é fácil não tem graça”, diz Cíntia Dicker sobre novos projetos e estreia como atriz
    “O que é fácil não tem graça”, diz Cíntia Dicker sobre novos projetos e estreia como atriz
    POR Augusto Mariotti

    Por Raisa Carlos de Andrade, em colaboração para o FFW

    Cíntia Dicker no SPFW Inverno 2014 ©Felipe Abe

    A expressão forte e a beleza singular alavancaram mais uma vez a carreira de Cíntia Dicker. No último domingo (27.10), a modelo deu seus primeiros passos como atriz no quadro “Correio Feminino”, baseado em textos de Clarice Lispector e exibido em oito episódios no Fantástico. Na série, ela surge no auge da adolescência, mostrando um ritmo que não fez parte de sua vida por conta da profissão. “Foi ótimo, porque comecei a trabalhar aos 14 anos. Agora vivi aos 26. Pude agir como moleca. Como modelo sempre tenho que aparecer na pose. Lá eu até andei descalça”, diverte-se.

    Luiz Fernando de Carvalho, diretor do quadro, se encantou pela imagem da modelo após vê-la caracterizada com fortes referências à década de 60, período em que Clarice escrevia a dramaticidade do universo feminino para jornais sob o pseudônimo Helen Palmer. Sem nunca ter estudado interpretação, Cíntia chegou a acreditar que um personagem mudo fosse facilitar o processo, mas logo se deu conta de que a ausência de texto exigiria ainda mais. Para dar vida à adolescente, ela se preparou com aulas de sensibilização, balé clássico e rock. “Fiquei nervosa, mas amei. Já rolou outras propostas, mas estou analisando as possibilidades com minha agência por enquanto”, conta.

    O convite trouxe à modelo um novo caminho, mas não é o único. “Fiquei muito feliz porque já estou ficando velha, nossa carreira é curta. Mas quando a gente pensa que não tem saída, aparece algo que pode ser bacana”. Além de novas propostas para atuar, Cíntia está desenvolvendo uma linha de biquínis, a Dicker Swinwear. “Eu que desenho, escolho as estampas e cuido de tudo. Devo fazer um site para vendas online em janeiro de 2014”.

    O projeto, assim como a série inspirada na obra de Clarice, foi encarado por ela como um “sinal”. “Um dia sonhei que fazia biquínis e eu nunca tinha pensado em desenhar nada, mas acredito em sonhos. Achei que fosse um sinal e resolvi tentar, para ver no que vai dar”.

    Arriscando em zonas pouco confortáveis, Cíntia garante estar aberta às críticas. “Tenho um certo medo, mas gosto do que tenho medo. O que é fácil não tem graça. Ainda não ouvi críticas, mas estou aberta à elas”.

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