Conectado

Topshop se une ao Google para criar uma nova experiência de desfile

14/02/2013

por | Techno

Topshop fecha parceria com Google para a semana de moda londrina ©Reprodução

Para a semana de moda de Londres, que começa nesta sexta-feira (15.02), a Topshop se juntou ao Google para transformar a sua apresentação do dia 17.02 em um grande evento, unindo moda à inovação e tecnologia. A campanha, intitulada “The Future of the Fashion Show”, vai permitir aos usuários assistir ao desfile da marca (que nesta temporada será no espaço The Tanks, na Tate Modern) sob várias perspectivas. Como? Modelos como Cara Delevingne, Jourdan Dunn e Rosie Tapner serão equipadas com câmeras e permitirão aos espectadores assistir todo o evento a partir da sua visão. A filmagem das “Model Cams” será projetada durante o desfile em todas as plataformas digitais, como o site da Topshop e o perfil da marca no Google+ e no Youtube.

“Estamos maravilhados em poder trabalhar com a Topshop para juntar os fãs da marca e permitir que eles vivenciem o desfile desta temporada através de todas as perspectivas possíveis. A Topshop fez um trabalho incrível em criar uma experiência sem precedentes por meio de uma série de tecnologias do Google para conectar os fãs às modelos, designers e pessoas influentes do mundo da moda”, disse à “Vogue” britânica o diretor global de marketing do Google+, Marvin Chow.

A ação conta ainda com um diário digital, “Road to the Runway”, que mostra como é o dia de uma modelo durante uma semana de moda, e ainda com o aplicativo “Be the Buyer”, que dá dicas sobre o que comprar da coleção nova, com a ajuda dos conselhos de blogueiras internacionais. O usuário pode ainda conversar com a equipe de design da Topshop, que estará ao vivo na sede da marca respondendo a perguntas após o desfile.

Veja abaixo o vídeo da ação:

Online

Pinterest: marcas agora também cobram sucesso comercial da rede

07/02/2013

por | Techno

©Reprodução

De acordo com o “Adweek”, quanto mais o Pinterest cresce, mais é possível perceber que as marcas de moda não conseguem acompanhar seu consumidor, ao menos não virtualmente. Apesar de a página da franquia americana da H&M ser bastante popular na plataforma – alguns de seus produtos têm mais de 145 mil interações, entre pins, repins, likes e comentários –, a rede varejista sueca lucra menos do que poderia, já que suas imagens mais compartilhadas levam a links inativos.

A Curalate, empresa que monitora o Pinterest, afirma que parte do problema se deve à divisão que as empresas geralmente fazem entre o departamento de mídias sociais e marketing digital e a seção que mantém seus respectivos e-commerces. A falta de sincronia entre as duas áreas faz com que peças populares em redes sociais esgotem nos sites de compras online com rapidez e assim saiam do ar, ou seja, em vez do consumidor ser redirecionado para o site da marca, onde poderia achar um produto semelhante, cai em uma página “morta”.

A solução, segundo o CEO da Curalate, Apu Gupta, é simples: aumentar a comunicação entre os responsáveis pelo marketing digital da marca e seu e-commerce, criar páginas que informem que o produto está sem estoque e redirecionar o consumidor. A lição, na verdade, vale para todas as empresas que se disponham a vender online, sejam elas de moda, beleza ou tecnologia.

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Strike a pose!

Conheça o aplicativo “Pose”, chamado de o Instagram da moda

05/02/2013

por | Techno

Página inicial do Pose ©Reprodução

Se você gosta de moda, beleza e looks do dia e sente falta de um aplicativo que reúna tudo, esta matéria é para você. O Pose, ou Instagram da moda, como já é conhecido, tem fotos e vídeos de looks do dia, tutoriais e tem tudo para se tornar o novo app preferido da turma fashionista. O aplicativo foi fundado em fevereiro de 2010 por Dustin Rosen, em Los Angeles, aproveitando a oportunidade de mercado do crescimento dos blogs de moda e do sucesso de aplicativos de fotos, como o Instagram. Para entrar, é igual a qualquer outra rede social – você cria uma conta, que pode estar linkada com o seu Facebook, e começa a postar as suas “poses” e a seguir as “poses” dos seus amigos. Em comparação com o Instagram, para os amantes de moda, o Pose apresenta algumas vantagens. Como só tem conteúdo de moda, nenhum dos usuários posta fotos que não se enquadrem no tema.

Imagem postada pela stylist das celebridades, Rachel Zoe ©Reprodução

Os usuários podem separar os seus looks preferidos, mais ou menos ao estilo Pinterest, dividindo e organizando nos quadros “Collections” – Roupa de noite, Manicure, Cabelo, etc. Além de tudo isso, o Pose está disponível para iPhone e Android. E claro, tem a vertente comercial: peças de roupa postadas são “tagueadas” com a marca e com o preço que, desde setembro passado, está linkado com o e-commerce da marca. O usuário que postou a foto ganha uma pequena participação e o aplicativo também. “Somos uma revista de moda no celular, uma ótima forma de as mulheres gastarem cinco minutos na troca de informações”, diz o CEO e fundador do aplicativo, Dustin Rosen. Além disso, o Pose está explorando formas de ganhar mais dinheiro com anunciantes. “Estamos procurando oportunidades para as marcas, mas não queremos entrar no negócio vendendo banners no fundo do aplicativo, queremos estar integrados de forma mais inovadora”, acrescenta.

Foto de Coco Rocha no Pose ©Reprodução

Entre os usuários do Pose, está a top Coco Rocha, conhecida pela sua forte atividade nas redes sociais. Depois de um ano com perfil no aplicativo, Rocha tem o dobro do número de seguidores que tem no Instagram, 610 mil por oposição aos 314 mil do aplicativo de fotos. “A ideia é um ótimo modelo de negócio para fashionistas jovens e é uma forma inovadora e legítima de monetizar redes sociais”, diz a modelo. Rachel Zoe e o seu marido, Rodger Berman, são os maiores investidores da marca.

Read Them Here First

Apple e Hearst lançam projeto que disponibiliza revistas antes que elas cheguem às bancas

22/01/2013

por | Techno

Read Them Here First, na Apple Store ©Reprodução

A Apple e a Hearst realizaram um acordo que prevê a disponibilização de 20 das revistas da editora em iOS (sistema operacional usado em iPhones, iPads e iPods Touch) antes mesmo de sua chegada às bancas ou às casas dos assinantes. A iniciativa é possível através da nova seção Read Them Here First, inaugurada no iTunes e na Apple Store na última quarta-feira (17.01).

Print Screen da seção Read Them Here First, no iTunes ©Reprodução

Entre as revistas já disponíveis estão as edições americanas da “Elle”, “Harper’s Bazaar”, “Cosmopolitan” e “Marie Claire”. De acordo com o site “The Next Web”, os títulos são liberados dois dias antes de serem comercializados em quaisquer outros lugares.

A Hearst é a primeira editora a promover a iniciativa. Se der certo, é possível que, muito em breve, tenhamos outras companhias fazendo o mesmo.

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Aquisição na web: Pinterest compra rede social de receitas de culinária Punchfork

08/01/2013

por | Techno

©Reprodução

A rede social Pinterest começa o ano com uma aquisição importante – o site agregador de receitas de culinária Punchfork, que apesar de não ser ainda muito conhecido, podia ser visto como competição. A rede social de apenas dois anos também estava disponível para iPhone e iPad. Em breve ela sai do ar como rede independente, passando a operar dentro do site anfitrião. O Punchfork possuía um layout muito semelhante ao do Pinterest, mas com o objetivo totalmente voltado para o compartilhamento de receitas de amigos e família. Com a aquisição, o Pinterest espera alavancar os seus já famosos “pins” de culinária e eliminar uma possível concorrência.

“Acreditamos que esta união beneficia os usuários. O foco do time Punchfork agora será o Pinterest para torná-lo a melhor plataforma de compartilhamento, descoberta de receitas e outros interesses na web”, afirma Jeff Miller, CEO e fundador do Punchfork, na mensagem oficial que enviou aos usuários do seu site no dia 3 de janeiro.

Redes sociais

Usuários reclamam e Instagram responde: “não iremos vender suas fotos”

19/12/2012

por | Techno

Resposta do Instagr.am sobre as reclamações em cima dos novos termos de uso ©Reprodução

“Desde o começo, o Instagram foi criado para se tornar um negócio”. É assim que se inicia o parágrafo sobre propagandas do post de Kevin Systrom no blog do Instagram, nesta terça-feira (18.12) à noite. Para contextualizar o leitor, ontem o Instagram divulgou suas novas diretrizes de publicidade e termos de uso da popular rede social dos smartphones. Em um dos parágrafos, uma das interpretações dá a entender que o Instagram se reserva o direito de vender suas informações e fotos para realização de publicidade de terceiros, sem que o usuário-fotógrafo receba qualquer pagamento ou mesmo aviso. Apesar de deixar claro que isso só poderá ser feito com fotos e perfis definidos como públicos (o usuário pode sempre tornar suas imagens privadas), isto causou uma revolução com muitas reclamações sobre o Instagram nas redes sociais, principalmente no Twitter e no Facebook, a mãe do Instagram (e Mark Zuckeberg o pai, de certa forma, desde que comprou o aplicativo em 2012). 

Michelli Provensi também participou das reclamações ao Instagram ©Reprodução

O problema em questão é ver seus momentos íntimos com amigos e familiares usados em publicidades genéricas internet afora. Usando a hashtag #SellThisZuckerberg, internautas do mundo inteiro postaram fotos mostrando o dedo do meio, representando uma foto para Mark Zuckerberg vender. “Obrigado, nós estamos te ouvindo”, foi a resposta dada pelo Instagram. No post publicado no blog do aplicativo, Kevin Systrom informa que “documentos jurídicos são fáceis de serem interpretados erroneamente”. A intenção teria sido comunicar que eles vão experimentar novas maneiras de realizar publicidade na rede, mas o que ficou subentendido é que eles iriam vender as fotos dos usuários. “Isto não é verdade e é nossa culpa que a escrita está confusa”, diz Kevin.

A Wikipedia é um dos poucos produtos que não usa publicidades para manter seus serviços ©Reprodução

No entanto, novamente, “desde o começo, o Instagram foi criado para se tornar um negócio”, afinal de contas, o dinheiro para pagar desenvolvedores, programadores, analistas, servidores, equipes de teste e até um espaço físico para o escritório precisa vir de algum lugar. Não existe altruísmo na internet. A maneira mais comum para se obter um retorno sobre um investimento na web é através de anúncios. Há exemplos como o da Wikipedia, que é o sexto website mais acessado no mundo e não possui nenhuma forma de obter dinheiro para infraestrutura senão os pedidos de doação do fundador Jimmy Whales. Salvo raros exemplos, as redes sociais são grandes plataformas construídas em cima de investimentos financeiros pessoais — e espera-se um retorno em algum momento. Quanto ao uso de informações pessoais e imagens em publicidades, basta ver como já funcionam – e bem – os anúncios no Facebook, para não ter medo de novas experiências do Instagram. Afinal de contas, essas publicidades segmentadas são o que impedem spams e coisas como anúncios de caminhões aparecendo para uma estudante do terceiro ano do colegial.

Imagens dos usuários já são usadas em publicidades segmentadas no Facebook há muito tempo ©Reprodução

As informações dos usuários do Facebook já são usadas para vender anúncios e campanhas segmentadas ©Reprodução

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Ronaldo Fraga

Com tecnologia de ponta, estilista é diretor criativo da Olimpíada do Conhecimento

14/11/2012

por | Techno

Espaço criado por Ronaldo para a Olimpíada do Conhecimento que simula sensações das geleiras ©Divulgação

Nesta quarta (14.11), o estilista Ronaldo Fraga apresenta a 7ª edição da Olimpíada do Conhecimento, da qual ele participou como diretor criativo e conceitual. O convite partiu de Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria.

Ronaldo criou um espaço sensorial e tecnológico onde o público poderá experimentar sensações de lugares como o deserto do Atacama, as geleiras e vulcões da Islândia e o centro nervoso de Shibuya, em Tóquio. Na foto abaixo é possível ver um link com a coleção de Verão 2013 do estilista, em que ele usa elementos de luz limpa incorporados a algumas peças.

Um dos espaços criados por Ronaldo para a Olimpíada do Conhecimento ©Divulgação

A Olimpíada do Conhecimento é a maior competição de educação profissional das Américas. O torneio, realizado a cada dois anos, reúne estudantes de cursos técnicos e de formação profissional do SENAI e do Senac. Na competição, os jovens são desafiados a executar tarefas do dia a dia das empresas, dentro de prazos e padrões internacionais de qualidade. Vencem aqueles que alcançarem as melhores notas nos quatro dias de prova. Os melhores estudantes representam o Brasil no WorldSkills, torneio mundial de competência profissional. Na última edição, em 2011, realizada em Londres, o Brasil ficou em segundo lugar, atrás da Coreia do Sul e a frente de países como Estados Unidos, Japão e Suíça.

O evento deve reunir cerca de quatro mil pessoas entre competidores, técnicos e avaliadores, além de mais de 250 mil visitantes ao longo da semana. Nesta quarta (14.11), o estilista fez uma apresentação do local à presidente Dilma Rousseff. 

Outro espaço criado pelo estilista para esta Olimpíada do Conhecimento ©Divulgação

OLIMPÍADA DO CONHECIMENTO
Até 18.11
Local: Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209, São Paulo – SP)
(11) 2226-0400

Podium

Burberry conquista 1º lugar na lista das marcas de luxo com maior eficiência digital

08/10/2012

por | Techno

Burberry encabeça de novo lista de marcas de luxo com maior eficiência digital ©Reprodução

De acordo com a pesquisa do departamento de Luxo da universidade de Nova York, Luxury Lab, a Burberry conquistou pela segunda vez consecutiva o primeiro lugar na tabela de moda que lista as marcas de acordo com a sua eficiência digital. A grife, que dedica 60% do seu budget de marketing anual para estratégias digitais (três vezes mais do que a média das marcas), foi a melhor avaliada, na frente de outras 63 marcas de luxo, em quatro categorias principais: site, marketing digital, mídias sociais e celular.

Entre as várias ações digitais da marca, o estudo destaca a customização digital do seu produto por meio do site “Burberry Bespoke”, onde os usuários podem desenhar o seu próprio trenchcoat e compartilhá-lo no Twitter e Facebook. O compromisso digital da Burberry em todas as plataformas é tão forte que a marca faz o movimento inverso da maioria, trazendo o digital para o off-line. O melhor exemplo disso é a sua recém inaugurada loja em Regent Street, que estabelece novos padrões para futuras marcas que desejem integrar a sua vida digital nas lojas físicas.

À Burberry seguem-se marcas como Ralph Lauren, Kate Spade, Tory Burch, Gucci, Coach e Louis Vuitton. Embora as empresas ainda corram atrás de curtidas no Facebook e seguidores no Twitter, Instagram e Pinterest, a parcela de mercado que o e-commerce ocupa é a batalha da vez, segundo o mesmo estudo.

Para quem quiser entender melhor e contextualizar a pesquisa, o vídeo abaixo explica tudo:

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Tumblr mania: conheça o Fashgif, que cria situações de moda divertidas em gif

17/09/2012

por | Techno

Tommy Hilfiger Verão 2013 ©Reprodução

Segundo a Wikipédia, GIF (Graphics Interchange Format, que pode ser traduzido como “formato para intercâmbio de gráficos”) é um formato de imagem de mapa de bits muito usado na internet, quer para imagens fixas ou para animações.

Uma versão mais simples desta definição é a do Tumblr FashGif, especializado em criar gifs com imagens de moda: “Onde as imagens paradas ganham vida”. O nome da sua criadora é Greta Larkins, fashionista de 27 anos que trabalha com tendências na Austrália. Eleito há dois meses Tumblr of the Week pela Dazed Digital, Larkins já subiu no seu site mais de 500 Gifs, transformando alguns dos seus designs favoritos em animações criativas e bem humoradas.

Veja abaixo algumas delas, feitas com looks da semana de moda de Nova York:

Marc Jacobs Verão 2013 ©Reprodução

Ralph Lauren Verão 2013 ©Reprodução

Rag & Bone Verão 2013 ©Reprodução

Rodarte Verão 2013 ©Reprodução

Jason Wu Verão 2013 ©Reprodução

Diane Von Furstenberg Verão 2013 ©Reprodução

Alexander Wang Verão 2013 ©Reprodução

Oscar de la Renta Verão 2013 ©Reprodução

Lacoste Verão 2013 ©Reprodução

+ Acompanhe nosso Tumblr!

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Conheça cinco bons (e úteis) aplicativos de moda para iPhone

20/08/2012

por | Techno

Apresentação do aplicativo StyleBook ©Reprodução

Quantas vezes não desejou ter uma amiga com você durante as compras ou quando você veste uma roupa de manhã e tem dúvidas se realmente lhe fica bem?  E assistir a um desfile como se estivesse na primeira fila? Ou ver os melhores looks direto das ruas de Milão, onde quer que você esteja? Felizmente hoje em dia, tudo isto é possível através de um simples download de um aplicativo para o seu celular – uma amiga virtual para lhe dizer o que vestir, um olho na passarela ou dicas de estilo para o seu guarda-roupa são só algumas das possibilidades que você pode ter na ponta dos dedos.

Mas em um mundo tão complexo como o dos aplicativos de celular, é sempre bom ter uma curadoria, e foi pensando nisso que o site Refinery29 fez uma seleção dos cinco melhores aplicativos de moda (só para iPhone, infelizmente) do momento e ainda explica o que torna cada um tão especial e viciante.

Veja abaixo os aplicativos recomendados. E quais os apps que vocês mais gostam e usam?

1. Go Try It On

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O Go Try it On é perfeito para quando você precisa desesperadamente de uma segunda opinião. A ideia é ter alguém que lhe dê uma opinião sincera sobre a sua roupa, de acordo com a situação ou evento a que você vai. É só tirar uma foto do seu look, explicar qual a ocasião e esperar as opiniões de quem também usa o aplicativo.  (Gratuito aqui)

2. Stylebook

©Reprodução

O Stylebook é um aplicativo que ajuda você a organizar o seu guarda-roupa e ainda lhe dá dicas de como usar as suas peças. Desde criar looks com as peças que você tem, até ajudar a fazer as malas para uma viagem, fazer pesquisas de peças em lojas virtuais e ainda adicionar itens de catálogos, o Stylebook é o arquivo virtual de suas roupas e acessórios. Existe também a versão masculina. (US$ 3,99/R$ 8 aqui)

3. The Outnet StyleCred

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O The Outnet StyleCred é o aplicativo do site The Outnet, uma espécie de bazar do Net-à-Porter. No aplicativo você pode ganhar créditos para comprar no site, se compartilhar o look criado por você com os seus amigos. Os looks criados podem ser divididos por ocasião. (Gratuito aqui)

4. Style.com

©Reprodução

O Style.com é o aplicativo do site com o mesmo nome, ideal para quem não quer perder nada do que acontece no mundo da moda. Desde as principais notícias, entrevistas com designers até a cobertura completa (e da primeira fila!) das semanas de moda internacionais, o Style.com traz diretamente para o seu celular as principais novidades. (Gratuito aqui)

5. Swaag.it

©Reprodução

O Swaag.it é um aplicativo para declarar amor a algumas marcas e descobrir marcas novas. Você pode tirar uma foto do seu look ou do dos seus amigos e associar cada peça de roupa a uma marca da base de dados do aplicativo, ou ainda acrescentar uma marca nova e apresentá-la à comunidade Swaag. Saiba também o que os seus amigos acham do seu look e desafie-os para batalhas de estilo. (Gratuito aqui)

Instagram

A presença crescente das marcas de luxo na rede social

15/08/2012

por | Techno

Imagem do skyline de Londres postada no Instagram da Burberry que gerou 24 mil likes e 650 comentários ©Reprodução

As marcas estão construindo uma relação cada vez mais estreita com as redes sociais. Quando surge uma ferramenta nova, não demora muito até que as marcas garantam a sua presença. A Burberry, por exemplo, é uma das grifes mais ativas do mundo digital, e já foi várias vezes premiada pela sua atuação ou pelo seu elevado número de fãs – mais de 13 milhões no Facebook. A blogueira Jane Aldridge, de certa forma uma especialista em redes sociais, confessou em entrevista ao FFW que desabilitou a opção de comentários no seu blog porque na sua opinião, eles eram desnecessários. “A interação vai dar-se muito mais por meio de outras redes sociais, como o Twitter, o Facebook e o Instagram, que permitem interações mais ricas”, acrescenta.

Na verdade, as redes sociais permitem uma relação de ganha-ganha entre a marca e o consumidor (ou fã) – seja com foco comercial como o recente The Fancy, ou apenas para estreitar relações, como o Facebook e agora o Instagram.  Não deixa de ser uma ação de marketing inteligente por parte das empresas. Ninguém mais quer uma marca impositiva que escancare os seus produtos. As pessoas procuram interagir com a grife e criar uma relação de confiança e amizade. Desta forma, fotos inspiradoras e outras ações que mostrem a marca mais como uma pessoa do que como uma instituição, nos fazem sentir mais próximos dela do que fotos de bolsas com um preço. Influencia diretamente na compra a Burberry postar uma foto de um anoitecer em Londres? Talvez não, mas por alguma razão a foto consegue no Instagram quase 24 mil curtidas e 650 comentários e cria uma relação direta com seus seguidores.

Da esquerda para a direita: fotos postadas nos perfis de Instagram da Ladurée (@maison_laduree), Burberry (@burberry), Tiffany & Co. (@tiffanyandco) e Hermès (@hermes_paris) ©Reprodução

As pessoas já não querem saber o que as outras sentem, elas querem ver o que elas sentem. E por isso mesmo, a rede social do momento é o próprio Instagram. O aplicativo foi criado para ser utilizado somente em celulares, originalmente para iPhone e posteriormente estendido ao sistema operacional Android, o que não só causou várias polêmicas como também lhe rendeu mais uns milhões de usuários. De acordo com a “Forbes”, nos últimos sete meses, a rede de compartilhamento de fotos cresceu de 15 milhões para 80 milhões de usuários. E uma rede assim não deve ser ignorada, principalmente pelas grandes marcas que desejam criar laços de proximidade com os seus consumidores. Hermès, Gucci (@gucci), Marc Jacobs (@marcjacobsintl), Tiffany & Co. e a “premiada” Burberry já estão presentes na rede, informando e inspirando com imagens de looks, cidades e backstages.

Fotos publicadas no perfil de Instagram da Gucci e da Marc Jacobs ©Reprodução

O Instagram pertence ao Facebook desde abril deste ano, quando foi comprado por US$ 1 bilhão, de acordo com o “The New York Times”, e permite partilhar as fotos na rede de Zuckerberg, mas também no Twitter e no Foursquare, o que deixa a interação ainda mais interessante e abrangente. A “Forbes” aconselha inclusive os brand managers das marcas que ainda não têm perfil na rede a criarem imediatamente uma conta. “Como se o futuro do mundo livre dependesse disso”, acrescenta a publicação, em tom irônico. “Enquanto algumas marcas continuam esperando e vendo como as suas concorrentes estão engajando usuários e medindo resultados, 80 milhões de potenciais consumidores estão sendo ignorados”, finaliza.

Concorrência

The Fancy, rival do Pinterest, é o novo objeto de desejo da Apple

09/08/2012

por | Techno

Blusa de tricô disponível para gostar, compartilhar e comprar no site The Fancy ©Reprodução

O site Business Insider divulgou esta semana que é possível que a Apple esteja interessada em comprar o rival do Pinterest, o The Fancy. De acordo com o site, o objetivo da Apple é assegurar o seu papel no crescente comércio online colocando os seus mais de 400 milhões de cartões de crédito ligados à iTunes Store funcionando em compras de outros itens. O trabalho da rede social seria organizar isso para eles.

Ao contrário do Pinterest que só permite dar “pin” naquilo que você gosta e no máximo ser direcionado para o site para efetuar a compra, o The Fancy está mais interessado em colocar os consumidores diretamente ligados à transação. Portanto, o The Fancy é um site de compras online mas que não obriga você a comprar, podendo só dar um “Fancy isto” e compartilhar com os seus amigos.

Ainda que o site receba 10% por cada compra, de acordo novamente com o Business Insider, as vendas estão explodindo. O The Fancy, hoje uma empresa com 20 pessoas, foi criado há dois anos pelos co-fundadores do Twitter, Jack Dorsey, e do Facebook, Chris Hughes, e pelo seu agora CEO Joe Einhorn, nova-iorquino de 30 anos, mas no negócio de start-ups de tecnologia há 15 anos.

A Apple não é conhecida por fazer compras de empresas muito grandes, mas analisando a sua estratégia de compras, o The Fancy está na fase em que normalmente a empresa fundada por Steve Jobs se interessa. Ainda não existe nenhum contrato assinado entre as duas partes e também não há informações sobre o valor que a Apple teria proposto. O que sabemos é que Tim Cook, CEO da Apple, que normalmente não está presente em nenhuma rede social, abriu uma conta (atualmente desativada) no site.

Social Rehab

Grupo em Singapura cria um kit de reabilitação para viciados em smartphones

01/08/2012

por | Techno

Você sofre do vício pelos smartphones e redes sociais? Talvez isso tenha cura ©Reprodução

Se você checa o seu smartphone mais de cem vezes por dia, conversa com amigos em uma mesa de bar enquanto espia as redes sociais e se empolga mais ao tirar fotos de comidas para compartilhá-las do que ao comê-las, você pode precisar passar por uma reabilitação social. Parece brincadeira, é encarada como tal, mas é levada bem a sério por um grupo de jovens em Singapura. Rhys Hillman, Sarah Chan e Scarlett Montanaro criaram o Social Rehab Kit; e não, não é um app. O dependente pode enviar um email e solicitar o pacote, que chegará gratuitamente no endereço desejado (dentro de Singapura) com os seguintes itens:

Acompanhar as atualizações dos feeds no twitter está fazendo você se esquecer dos amigos? Tente trocar notas escritas para atingir uma intimidade maior ©Divulgação

Não se preocupe com qual filtro do Instagram deve usar. Coloque estes óculos e veja o mundo em sépia com seus amigos ©Divulgação

Não faça desenhos para os seus amigos online, faça-os para quem está ao seu lado, para que possam ser guardados para a vida toda. Também, em vez de apertar um botão na tela, cole adesivos de “Like” em qualquer coisa ou pessoa que goste. Mostre sinceridade ao fazer isto cara a cara ©Divulgação

Caso o “viciado” não more em Singapura, basta baixar o Kit e imprimi-lo. Mas nada adianta se a iniciativa continuar online. Pensando nisso, os criadores começaram a organizar festas em bares e boates que oferecem descontos cumulativos para cada hora que o cliente conseguir ficar sem seu smartphone. Também, como todo bom grupo de apoio, há uma série de dicas como o “evite o primeiro gole”. No caso, as regras são na verdade a etiqueta básica para um bom convívio social no século 21:

- Sempre saia da sala se você precisa atender ou fazer uma ligação;
- Não deixe celulares em cima das mesas;
- Deixe seu celular no modo silencioso;
- Mantenha contato visual com as pessoas, não com o celular;
- Não utilize excessivamente as redes sociais quando estiver por aí;
- Caso não consiga cumprir nenhuma das regras, apenas deixe o celular na bolsa.

Twitter

Rede está com planos de criar, produzir e filmar reality shows interativos

30/07/2012

por | Techno

Twitter pretende criar reality show próprio em site paralelo ©Reprodução

Estão preparados para mais um reality show? Pois bem, este vem de uma fonte um tanto inesperada. Com o minimalismo como marca registrada, o Twitter aparentemente está planejando criar não um, mas vários reality shows. A história veio dos rumores no site AdWeek na semana passada, em que fontes dizem que a empresa está realizando constantes reuniões com produtores e executivos conhecidos de Hollywood. Ao que tudo indica, a plataforma será um website à parte, mas que usuários do Twitter poderão participar dos programas em tempo real, provavelmente com o uso de hashtags especiais, algo que já acontece com a rede e diversos programas, eventos e outras mídias; o Twitter apenas resolveu usar o recurso em um conteúdo próprio. Quanto ao conteúdo, será algo similar aos reality shows abertos da MTV, como Na Real e The Hills. Um dos produtores do último parece estar por trás do projeto.

Um dos produtores de “The Hills” está por trás do projeto de reality show do Twitter ©Reprodução

E os planos não acabam por aí. Uma das fontes “espiãs” soltou que “estão conversando sobre construir todo um conteúdo novo em cima do Twitter, para mudar a maneira como as pessoas usam e descobrem as mídias”; comentário tão grandioso quanto vago. O propósito, além de ganhar milhões com propagandas e patrocínios, pode ser entendido como um despertar da rede social frente ao crescimento e as constantes inovações apresentadas pelo Facebook. Ao deixar a postura passiva de plataforma de usuários para assumir também a produção de conteúdo próprio em vídeo, o Twitter poderá refazer completamente sua imagem e marca; isto é, se os rumores forem verdade.

Escola de pirataria

Ética, legislação e liberdade na internet são discutidos em curso na Espanha

12/07/2012

por | Techno

Movimento social a favor da pirataria ©Reprodução

Você já baixou arquivos de música, filmes ou séries sem pagar? Já comprou algum CD ou DVD em camelôs? Já tirou xerox de um livro? Fez uma festa com música e não pagou à gravadora? Convidou amigos para assistir a filmes em casa? Então você é um pirata, mas não se desespere, pois não está sozinho, como aponta a Associação Cultural da Terceira Onda e o Partido Pirata da Espanha, que farão nos dia 20 e 21 de julho em Madri o “Primeiro Curso de Pirataria”. No blog Escuela de Pirateria, os criadores dizem ter escolhido o nome “escola” porque querem difundir informações sobre a questão da pirataria, que eles descrevem como sendo “um dos esforços mais interessantes e emocionantes que podem ser feitos nos tempos modernos para o desenvolvimento e promoção da cultura, educação e ciência”. Para participar do curso basta enviar um e-mail com nome e sobrenome. Nada mais. Por enquanto o curso é exclusivamente presencial, mas há, por parte dos grupos envolvidos, um desejo em criar uma versão online para que mais pessoas possam participar. Os tópicos abordados vão desde explicações sobre o que é pirataria, no que diz respeito à ética, legislação e direitos autorais, à censura, liberdade na internet e Creative Commons;  e também da pirataria como movimento político e social. O que para o governo e entidades financeiras é considerado crime, para estas pessoas é um avanço para a cultura. Cópia de softwares, falsificação de produtos, direito de expressão, censura e liberdade de informação; enquanto os assuntos se misturam, o movimento da pirataria parece abranger a voz de uma geração.

Pôster de 1906: “Direitos autorais vão proteger você dos piratas… e te darão uma fortuna” ©Reprodução

No topo da lista de preocupações das empresas está a cópia de programas de computador. Em uma pesquisa da BSA (Business Software Alliance), estima-se que 57% dos usuários de PCs possuam programas piratas, o que equivale a US$ 63,4 bilhões em prejuízo para as empresas somente em 2011. De acordo com Robert Holleyman, CEO da BSA, “a pirataria de software persiste drenando a economia global, a inovação tecnológica e a criação de empregos”. Já para os usuários, o grande impedimento está no alto custo, o que gera uma elitização dos consumidores não só de softwares, mas como também de DVDs, CDs, roupas, perfumes, relógios, óculos e outros produtos da lista dos mais pirateados. Enquanto a falsificação ou cópia de qualquer produto é considerada crime na grande maioria dos países, alguns outros são menos rigorosos. No Canadá, por exemplo, é permitido fazer o download de músicas, contanto que seja para uso sem fins lucrativos.