WGSN: a evolução do 3D e o futuro da tecnologia no mundo da moda

04/04/2012

por | Techno

“Avatar” (2009) foi a grande obra do cinema que revitalizou o uso da tecnologia 3D ©Reprodução

Em 2009, o mundo conheceu o filme “Avatar”, projeto ambicioso de James Cameron, que demorou quase 14 anos tirá-lo do papel. Apesar de que falar sobre a ambição e grandiosidade de filmes deste diretor é quase uma redundância, “Avatar” está no topo das bilheterias de todos os tempos principalmente por outro fator: a popularização do cinema 3D. Desde então praticamente não há um filme hollywoodiano de ação ou aventura que não tenha sido produzido usando tecnologia 3D, seja nas filmagens ou na pós-produção.

O WGSN fez uma matéria sobre o assunto, intitulada “O futuro do 3D na publicidade”, onde ressalta a importância de Hollywood para a popularização do 3D, que se tornou uma espécie de artimanha infalível para conseguir uma alta bilheteria. Assim, as pessoas começaram a pagar mais caro para assistir a filmes 3D que não acrescentavam em nada. Mas há esperanças. Jeffrey Katzenberg, CEO da DreamWorks Animation, diz acreditar no futuro do 3D: “Se você coloca ferramentas nas mãos de visionários, talentos verdadeiros, elas conseguem ser incríveis”.

Mas e quando isso irá sair de Hollywood? Já saiu e aos poucos está incorporando outros setores, principalmente o da moda. Não existe marca melhor para começar a falar de inovação do que a Burberry: já conhecida como a marca mais eficiente nas redes sociais, ela também foi pioneira no uso da tecnologia quando passou o vídeo do desfile de sua coleção Inverno 2010 ao vivo em 3D para fashionistas em Tóquio, Nova York, Paris e outras capitais. Pouco depois, a Armani Exchange soltou a sua campanha em 3D para a mesma temporada. Já em setembro de 2011, Nicola Formichetti realizou um vídeo para a Mugler em sua loja pop-up em Nova York, além de permitir que as pessoas interagissem com seus iPads.

Campanha 3D da Armani Exchange Inverno 2010:

Interação e realidade. É nestes fatores que Robin Harvey da Atelier, parte da agência de publicidade Leo Burnett, acredita que reside o verdadeiro futuro na moda. “A indústria de moda tem usado muito bem o 3D em projeções por mapping e hologramas”. A Ralph Lauren demonstrou isto em 2010, com projeções nas fachadas de suas lojas em Nova York e Londres. Já em abril de 2011, a Burberry realizou um evento para celebrar a abertura de sua nova loja em Pequim com mistura de projeção 3D com hologramas e modelos reais:


Para além do espetáculo

Para Norma Kamali, a tecnologia 3D pode e deve ir além do espetáculo. No final de 2011, Ermenegildo Zegna lançou sua loja online 3D, onde a atriz Milla Jovovich aparece como hostess de um ambiente onde o usuário pode navegar pelas prateleiras e vestir modelos com suas roupas. Até um novo nome está sendo promovido pelo criador do conceito, James Lima, que também trabalhou em “Avatar”. Em vez do website, temos o webplace.

As marcas Brooks Brothers e a Selfridges também pensam da mesma maneira e criaram um sistema onde um leitor faz uma leitura do corpo do cliente para que este possa “experimentar” roupas em suas lojas virtuais. Apesar de ser uma ideia genial, a tecnologia ainda é cara demais para ser encontrada em qualquer lugar.

Loja virtual 3D da Ermenegildo Zegna para o iPad:

O que o futuro nos reserva?

Apesar de parecer perfeitamente engatilhado, Robin Harvey da Atelier diz que tudo irá depender do sucesso da tecnologia, ou seja, se as televisões 3D começarem a ser vendidas, o mercado irá atrás, mas não é o que está acontecendo agora. O cinema parece estar bem consolidado quanto a isso, mas não se vê ou ouve falar de muitas pessoas que compraram um aparelho 3D para suas casas.

É claro que o otimismo prevalece. No mundo da moda, o 3D ainda está em fase de experimentos, mas o que todos ressaltam é a importância de se ter em mente que o seu uso deve ter um sentido, uma utilidade, e não somente ser usado para encantar o público. Nas palavras de Chris Spencer, diretor da Brand Transparency: “Atualmente me parece que o 3D é um brinquedo. Com o tempo nós vamos ver um firmamento entre o entretenimento, info-entretenimento, brand utility e brand experience”, com os dois últimos termos se referindo a elementos em produtos que deem sentido e agreguem um valor às vidas de quem os consome.

+ No Blog: ainda não viu “Pina”? Filme é bela experiência visual

Web 2.0 e a geração que, além de consumir, quer criar

08/03/2012

por | Cultura Pop, Techno

A série “The Peripatetic Paraphernalia” de Maaike Fransen, que dá nova utilização a objetos domésticos ©Reprodução

A “Web 2.0” é sinônimo de interatividade. O conceito, criado em 2004 pela empresa americana O’Reilley Media, e perpetuado pelos meios de comunicação e usuários da rede, consiste não em uma mudança de caráter técnico, mas na transformação de como o espaço virtual é utilizado. O termo não tem aceitação unânime, no entanto, a reestruturação ocorrida nos últimos oito anos nos hábitos ligados ao uso das plataformas e aplicativos digitais é um fato incontestável. Os jovens nascidos a partir da metade da década de 1980, chamados pelo portal WGSN de “Geração Hack-tivate”, não se satisfazem mais em apenas adquirir smartphones, gadgets e tablets; a necessidade de expressão converteu-se em desejo de colaborar criativamente com o processo evolutivo da rede.

Para acompanhar o desenvolvimento acelerado desta “tendência”, o mercado precisa se atualizar constantemente e criar ferramentas de interação com seu consumidor. Os ávidos usuários das plataformas de comunicação digital – redes sociais, blogs, softwares colaborativos – anseiam por inovação e atuação ativa no universo das marcas. Abandonar o “casulo” corporativo e encorajar criações “DIY” (“do-it-yourself”), além de oferecer oportunidades para que os próprios clientes criem novas ferramentas, é condição quase que essencial para continuar existindo comercialmente.

A forma caseira de criar o nome e interagir com a tecnologia da “Geração Hack-tivate” ©Reprodução

Esta recente interatividade tem introduzido grandes mudanças comportamentais e culturais. O WGSN adicionou o conceito de “Geração Hack-tivate” as suas macrotendências do Outono/Inverno 2013/14 e elencou algumas ideias sobre o assunto, que tem na colaboração, dinamicidade e busca por novidades seus pilares. Utilizar e consumir tecnologia não são mais o bastante para boa parte dos jovens digitalmente engajados: desenvolver elementos focados em funcionalidade, dinamismo e até criar novas soluções para consertar bens danificados são iniciativas cada vez mais constantes. Por que ser apenas consumidor se é possível ser também inventor e deixar sua marca em como a tecnologia evolui?

“DIY” kits desenvolvidos pela “Technology Will Save Us” ©Reprodução

O que começou como prática individual ou de pequenos grupos isolados está crescendo e ganhando escala global. Na Inglaterra, foi fundando o “Technology Will Save Us” (TWSU), um espaço para desenvolver experimentos e educar as pessoas em questões de tecnologia. Lá são produzidos pelos frequentadores inúmeros kits que permitem a criação e o reparo de aparelhos, além de serem oferecidos cursos pouco usuais como: “Construa seu próprio cartão eletrônico”, que ensina como confeccionar cartões com LED, baterias e todo o tipo de recursos; “Crie o seu próprio instrumento musical” ou, mais pitoresco ainda: “Faça um detector para saber quando suas plantas estão com sede”. O fundamento do TWSU é que, ao mesmo tempo que os smartphones, computadores e gadgets se tornaram fundamentais para o nosso dia-a-dia, pouco sabemos como eles são feitos.

“The Chromatic Typewriter”: a máquina de datilografar de 1937 foi transformada pelo americano Tyree Callahan em meio para criar arte contemporânea  ©Reprodução

O descobrimento de novas funções e a questão da sustentabilidade também fazem parte do núcleo deste processo de “customização” e aprimoramento da “Geração Hack-tivate”. Quantas vezes já não nos deparamos com objetos jogados no lixo apenas porque seus donos não sabiam como consertá-los ou porque se tornaram, para eles, obsoletos? A questão da “Web 2.0” vai além da própria tecnologia: a ideia de dar novo propósito e utilização a “velhos” objetos deve ser levada a distintos aspectos da vida humana. E as marcas, além da aproximação com os clientes, podem lucrar e descobrir novos talentos: a Microsoft, por exemplo, está encorajando ativamente as novas formas de utilização de seus programas.

A partir de uma câmera “Kinect”, um computador e conhecimento avançado de programação, jovens em diferentes países estão descobrindo novas funcionalidades para programas da Microsoft, além da tecnologia do vídeo game Xbox 360. A “Kinect”, lançada em novembro de 2010, captura os movimentos do corpo humano através de sensores e tem permitido aos usuários mais imaginativos até fotografar em 3D. As experiências e as descobertas efetuadas por essa “comunidade” é, claro, são convertidas em um extenso número de pesquisas dentro das próprias empresas. E aí, em pouco tempo, como já tem acontecido, novos sistemas operacionais, jogos, plataformas virtuais e até itens analógicos encontrados nas prateleiras das lojas vão possuir um pedacinho de cada um de nós. Se o mundo não conseguiu atingir a equidade por meio da política, quem sabe a “Geração Hack-tivate” não tenha uma chance via “Web 2.0”?

A nova geração de produtos de beleza tecnológicos e inteligentes

10/02/2012

por | Beleza

©Reprodução

Já se foi o tempo em que procurar um produto de beleza que fosse “compatível” com um tipo de pele era uma cruzada. Hoje em dia, os produtos de beleza são desenvolvidos com tecnologia de ponta que não só se adaptam facilmente a todos os tipos de pele, como são desenvolvidos também para atuar nela. Ou seja, a performance do produto prevalece ao seu efeito.

Uma das ações pioneiras da aliança beleza + tecnologia aconteceu em 1989, à epoca do derrame de óleo da Exxon Valdez no Alasca, quando alguns cientistas notaram que existiam pedaços de água limpa no meio do óleo. A razão? As algas tinham comido parte do óleo. Janet Pardo, a cientista vice-presidente sênior de desenvolvimento de produto na Clinique, pensou nas suas clientes e em como isso poderia ser aplicado aos produtos que desenvolvia. Segundo os estudos da época, 75% a 80% das mulheres tinham pele mista, com áreas secas que necessitavam de hidratação e partes mais oleosas que, pelo contrário, requeriam um produto matificante. E assim, em 1997, depois de alguns anos de pesquisa, nasceu a base Superbalanced Makeup, campeã de vendas até hoje.

Desde então, as pesquisas só aumentam e passaram a pautar o mercado de beleza. A procura por produtos especializados já não é feita com base no seu efeito final, mas em sua capacidade de servir a cada usuário de uma maneira única. Os tipos de pele são diferentes e os produtos têm que se adaptar ao maior número de pessoas possível.

Superbalanced Makeup da Clinique, Hydra Beauty Serum da Chanel, Visionnaire da Lancôme e Advanced Night Repair da Estée Lauder ©Reprodução

As  marcas, por sua vez, cada vez mais apostam em estudos de desenvolvimento de produto e contratam especialistas para usar a ciência a favor da beleza. Não faz nem um ano que a Chanel contratou uma dermatologista de Manhattan, Amy Wechsler, que ficará encarregada de fazer a ponte entre a grife e o seu centro de desenvolvimento e ainda de criar tratamentos com produtos da marca. A sua contribuição estreante foi o Hydra Beauty Serum, que oferece proteção antioxidante contra influências externas e estresse fisiológico, e tem na sua formulação a flor da camélia, que além de ser um símbolo da Chanel, é também um ingrediente ativo.

Outra marca que aposta na biologia – mais propriamente na glicobiologia, ciência que estuda os componentes moleculares ativos dos seres vivos –, é a Yves Saint Laurent, com o lançamento da linha Forever Youth Liberator, que promete, de acordo com a sua formulação, melhorar a comunicação entre as células da pele para a reestruturar e regenerar.

A linha Forever Youth Liberator, formulada com estudos de glicobiologia ©Reprodução

A Estée Lauder, por exemplo, usa a técnica de “enganar a pele” com o seu Advanced Night Repair. A fórmula, que contém colágeno e ácido hialurônico, ingrediente natural da pele que a mantém jovem, foi desenvolvida para a pele acreditar que está ficando sem esses ingredientes e começar a produzi-los naturalmente. Um truque que conta com a capacidade regeneradora da própria pele, à semelhança do Lancôme Visionnaire, um creme que contém LR 2412, uma molécula que reconhece os danos na pele e ativa o seu processo regenerador natural.

E quem não conhece os BB Creams? Os famosos bálsamos para imperfeições, de formulação alemã, são uma espécie de tudo-em-um originalmente utilizados para tratar a pele do rosto após procedimentos cirúrgicos, mas que começaram a fazer sucesso na Coreia e rapidamente foram difundidos mundialmente com a promessa de proteger a pele e acabar com  a vermelhidão, manchas e marcas.

Alguns cremes com formulação base no BB Cream: a mousse da Maybelline, o creme da marca coreana Missha e a base da Clinique ©Reprodução

O objetivo de todas estas pesquisas? Utilizar menos ingredientes nas formulações, aproveitar a complexidade regeneradora das plantas e de moléculas e entender e confiar cada vez mais nas reações e na capacidade da própria pele, para criar produtos adaptáveis. Que aliás, são o novo luxo.

Virtual ou Real? O debate sobre os desfiles online volta com força

07/02/2012

por | Moda, Techno

Imagem de desfile feita a partir da tela do computador ©Rogério Cavalcanti

A discussão sobre a utilização da internet como ferramenta para a promoção de desfiles não é exatamente nova, mas a cada notícia a respeito de designers que abdicam das passarelas físicas para investir em plataformas virtuais a temática retorna às manchetes. Recentemente a KCD, agência internacional de relações públicas vinculada à moda, anunciou a organização de um novo tipo de apresentação online que acontecerá na próxima temporada francesa, quando os convidados receberão uma senha e os estilistas que optarem por esta forma de apresentação exibirão todos os itens da coleção, incluindo as peças que ficaram de fora do show virtual. Os participantes dessa iniciativa da KCD em Paris ainda não foram anunciados, no entanto, a estreia do estilista Prabal Gurung a frente da marca ICB será feita digitalmente em Nova York.

Pre-Fall 2012 de Prabal Gurung, que estreará como designer da ICB em desfile online ©Reprodução

O anúncio da KCD reavivou os ânimos dos mais diversos profissionais que integram a indústria da moda, alguns dos quais não conseguem conceber tal mercado sem os desfiles “reais”. Para o presidente da KCD, Ed Filipowski, a proposta da agência é “oferecer uma terapia fashion”: “Eu tive seriamente que bancar o terapeuta para muitos editores ao longo dos anos porque há muito para ver, muitos lugares para ir e muitos compromissos. Existia uma necessidade de algum alívio e, espero, isso será o resultado criativo da questão”.

Os estilistas, que teoricamente formam o grupo mais interessado na questão, pouco se manifestam já que parece lugar comum o fato de dificilmente os desfiles online substituírem as clássicas apresentações físicas. O designer inglês Paul Smith mostrou-se favorável à iniciativa virtual, mas simultaneamente acredita que essa não eliminará a tradição: “Outro dia eu estava conversando com um ator e sua esposa – eles tinham ido ao Louvre e estavam horrorizados com o fato de que eram os únicos a realmente estar apreciando as obras de arte. Todos os demais estavam tirando fotografias. É o mesmo com os shows de rock: todos estão gravando e fotografando com seus celulares em vez de assistir e escutar”.

Irrefutavelmente os desfiles online constituem uma forma vantajosa e mais barata, o que beneficiaria estilistas iniciantes e marcas com espírito mais jovem, além de possibilitar uma maior interação com os entusiastas da moda que não têm acesso às grandes apresentações e backstages internacionais. A provável aproximação com o consumidor, no entanto, não significa a necessidade de optar-se por apenas uma das plataformas. É algo quase óbvio que as marcas com maior poder aquisitivo seguirão os dois caminhos, como já acontece com a Burberry, eleita a grife que melhor se comunica através das redes sociais. Já para os designers em ascensão, ou mesmo aqueles que ainda estão no plano das ideias, a internet é um veículo precioso de mostrar-se ao mundo. Por que é tão difícil aceitar que os dois caminhos são convergentes?

#Consumo: conheça os principais sites de e-commerce de moda no Brasil

06/12/2011

por | Moda

Se alguém ainda tinha dúvidas da força do mercado de moda na internet, dados recentes da Empresa de Inteligência e Comércio Eletrônico (e-bit) confirmam o potencial do segmento: enquanto há apenas quatro anos os produtos de moda ocupavam a 26ª posição no ranking de mais vendidos no Brasil por meio de e-commerce, em 2011, eles saltaram para o 6º lugar. Para quem quiser conhecer mais do universo do e-commerce de moda, o FFW preparou um guia prático com cinco dos principais sites multi-marcas que operam no Brasil, com ficha técnica e comentários de seus diretores; confira as informações abaixo e boas compras!

E-CLOSET

Página inicial do e-closet ©Reprodução

Quando foi criado? Em junho de 2008.

Quem faz? Giovanna Lemes Motta e Camila Espinosa Diniz.

O que vende? Mais de 60 marcas no e-closet e outras 60 no e-closet kids. Entre os destaques, estão Cris Barros, Talie NK, Issa, 7 for all Mankind, Alexandre Birman, Thelure e Butler & Wilson.

Quais os principais serviços? O próprio site destaca “o atendimento personalizado e a rapidez. Temos a entrega mais rápida do mercado de e-commerces de moda, com pedidos aprovados até as 13h enviados no mesmo dia (em SP capital a entrega é expressa no mesmo dia; demais cidades atendidas de acordo com o prazo do Sedex e Sedex 10”.

Observações: A ideia para o e-closet surgiu quando Giovanna Lemes Motta morava em Londres e era cliente assídua do Net-a-Porter. “Sempre pensei em ter um e-commerce de moda com o melhor mix de produtos e atender minha cliente da forma que eu gostaria de ser atendida. Todas as expectativas se concretizaram”, afirmou Giovanna em entrevista ao FFW.

Comportamento do cliente: “Inicialmente imaginávamos que haveria uma maior resistência à compra de roupas – e a consequente maior participação dos acessórios nas vendas. No e-closet, as duas categorias sempre estiveram bastante equilibradas. Até pelo fato de facilitarmos ao máximo a troca, nossa cliente não tem medo de comprar nenhum tipo de peça”, declarou Alessandra Garattoni, diretora de marketing e comunicação da e-closet.

Faturamento: A e-closet não divulga valores, mas afirma que neste ano foi registrado um crescimento médio de 56% em relação a 2010.

Planos futuros: Segundo a diretora de marketing e comunicação Alessandra Garattoni, o plano é “aumentar a base de clientes mantendo o mesmo padrão de qualidade, atendimento personalizado e logística sem falhas”.

FARFETCH BRASIL

Página inicial da Farfetch Brasil ©Reprodução

Quando foi criado? Originalmente londrino, opera no Brasil desde 2009.

Quem faz? Daniel Funis é o diretor da Farfetch Brasil.

O que vende? Mais de 500 marcas, entre elas Gucci, Alexander McQueen, Balenciaga, Comme des Garçons, Marc Jacobs, Paul Smith, Yves Saint Laurent, Reinaldo Lourenço, Raphael Falci e Emannuelle Junqueira.

Quais os principais serviços? A empresa adota o conceito de marketplace, operando como um shopping online que cria uma ponte entre os consumidores e as marcas. Os mais de 25 mil itens de moda de luxo têm os preços apresentados em real, já com as taxas de importação e possibilidade de pagamento em até três vezes sem juros. O prazo médio de entrega de produtos internacionais é de sete dias.

Observações: Daniel Funis, diretor geral da Farfetch Brasil, afirmou ao FFW que o site, originalmente londrino, teve de ser adaptado ao mercado brasileiro: “Eu destacaria o fato de que adicionamos mais de 60 marcas nacionais ao mix total de marcas, que ultrapassam mil no total. Temos um time editorial que gera conteúdo especifico para o consumidor brasileiro. E finalmente, facilitamos o pagamento em até 3x sem juros, coisa que não é feita em nenhum país do mundo”. Ele declarou também que as expectativas relacionadas à inauguração do site no Brasil foram superadas, “pois o Brasil é o mercado que apresentou o maior crescimento em 2011 dentre os mercados em que a Farfetch atua. Esta é uma das razões pelas quais a empresa definiu que o Brasil será a prioridade de investimento em 2012”.

Comportamento do cliente: “Houve uma grande surpresa em relação à receptividade do brasileiro em relação aos produtos que vendemos. Vimos que o brasileiro está interessado em comprar os produtos que são novidade na Europa, e que não tem receio de comprar vestuário online. Apesar de ainda ser a sexta categoria em vendas no e-commerce, a venda de vestuário online no Brasil é uma das categorias que mais cresce. E estamos vendo isto nos nossos resultados”, afirmou o diretor Daniel Funis.

Faturamento: A Farfetch não divulga valores por país, mas declarou que no mundo está faturando mais de 28 milhões de dólares e que a expectativa é dobrar este faturamento para 2012.

Planos futuros: De acordo com Daniel Funis, é “gerar cada vez mais conteúdo nacional, reforçar o time de atendimento ao consumidor e formar mais parcerias com empresas de moda e luxo”.

OQVESTIR

Página inicial da OQVestir ©Reprodução

Quando foi criado? Em 2009.

Quem faz? As advogadas Mariana Medeiros e Isabel Humberg e a ex-editora de moda Rosana Sperandeo.

O que vende? Mais de 70 marcas, entre elas Gloria Coelho, Jo de Mer, Studio TMLS, Adriana Degreas, Hector Albertazzi, Andrea Marques, Fernanda Kujaswski, 7 for all Mankind, além das fast-fashions Pop Up Store e 284, vendidas com exclusividade online.

Quais os principais serviços? De acordo com as informações oficiais, as sócias “se dedicam integralmente a um serviço de qualidade que preza pela excelência desde a seleção das peças, logística e estoque próprio, até a entrega que é feita em 48hs para Grande Sã Paulo, até três dias para o Sul e Sudeste e até cinco dias para demais regiões do Brasil. Hoje, além do portfólio de marcas, oferece diferenciais como a troca em domicílio (para valores acima de R$ 200), revista online, blog e vitrines divididas por temas (Noite, Deluxe, Casual etc.) que facilitam a navegação, chat online para dicas de estilo e modelagem, compatibilidade total para iPads e tablets, editoria de moda na composição de looks up to date e super inspiradores e mantém um blog repleto de novidades”.

Observações: Mariana Medeiros, CEO da OQVestir, afirmou que sentia “falta de um serviço que agregasse conceito fashion e moda para o dia-a-dia na internet. Em 2009, fiz muitas compras online, não encontrei opções no segmento fashion e percebi a oportunidade de negócio, um e-commerce de moda. Desde então, conversamos com especialistas de diversas áreas, estudamos muito sobre o assunto e nos dedicamos integralmente ao projeto. Ao longo do primeiro ano, fizemos alguns ajustes, focamos o nosso serviço em moda feminina de luxo e os resultados foram além do esperado”.

Comportamento do cliente: “O mercado cresceu muito e ainda está só no começo, os brasileiros estão comprando cada vez mais pela internet e diversificando suas compras que antes limitavam-se a livros e eletrônicos. Artigos de moda começaram a fazer parte desse roll de compras online e hoje já está em 6º lugar no ranking de produtos mais vendidos pela internet. Não foi fácil e ainda temos muito trabalho pela frente, mas recebemos aporte de um dos maiores fundos de investimento do mundo e já somos o maior e-commerce de moda do país e referência no setor”, afirmou Isabel Humberg, diretora comercial da OQVestir.

Faturamento: A OQVestir não divulga dados financeiros.

Planos futuros: “Temos como meta para os próximos cinco anos ser o maior e-commerce de moda da América Latina”, declarou a diretora comercial Isabel Humberg.

PRIVALIA BRASIL

Página inicial da Privalia Brasil ©Reprodução

Quando foi criado? Foi fundado em 2006 na Espanha, chegou à Itália no ano seguinte, ao Brasil em 2009 e no México em 2010. Em 2011, adquiriu a Dress for Less, na Alemanha.

Quem faz? José Manuel Villanueva e Lucas Carné.

O que vende? Roupas, acessórios, utilidades domésticas e mais, com até 70% de desconto. Funciona como um clube de compras e disponibiliza aos seus mais de 3,5 milhões de sócios 500 marcas como Le Lis Blanc, Puma, Carmen Steffens, Reebok, Guess, Tommy Hilfiger e Timberland.

Quais os principais serviços? A Privalia mantém uma equipe local em todos os mercados em que atua; no Brasil, o site informa que quase 200 funcionários cuidam de toda a operação, desde a negociação com as marcas oficiais no país, campanhas de marketing, todas as etapas do processo logístico e o atendimento aos sócios.

Observações: “Desde o início, o Brasil se mostrou como um mercado promissor e com grandes chances de crescimento. Os números comprovam isso: em 2010 crescemos 15x em relação ao ano anterior e devemos fechar 2011 em torno de R$ 300 milhões”, afirmou ao FFW André Shinohara, CEO Brasil da empresa.

Comportamento do cliente: “O brasileiro teve uma receptividade muito boa com nosso modelo de negócios. Culturalmente, gostamos de fazer bons negócios, comprar produtos de qualidade com descontos e isso facilitou a aceitação. A predominância das mulheres também é um ponto de destaque, embora 25% de nossos sócios sejam homens”, afirmou André Shinohara.

Faturamento: A Privalia vai fechar 2011 com faturamento na casa dos R$ 300 milhões.

Planos futuros: “Com presença na Espanha, Itália, Brasil, México e Alemanha (com Dress for Less), nosso foco agora é continuar consolidando a liderança em todos os mercados em que atuamos”, declarou o CEO André Shinohara.

THE BOUTIQUE

Página inicial da The Boutique ©Reprodução

Quando foi criado? Em setembro de 2011.

Quem faz? Maria Beatriz Rezek é a sócia majoritária e CEO da empresa.

O que vende? Marcas nacionais e importadas voltadas para o mercado de luxo, entre elas Carina Duek, Lilly Sarti, Pedro Lourenço, Adriana Degreas, Amir Slama, Polo Ralph Lauren, M Missoni, Missoni, Juicy Couture e Elizabeth and James.

Principais serviços: Vende algumas marcas importadas com exclusividade no Brasil, como a Elizabeth and James, e afirma ter uma plataforma de vendas única, desenvolvida internamente.

Observações: “A inspiração para o The Boutique foi um mix de todos os cases de sucesso mundial, principalmente o Net-a-Porter pelo pioneirismo e lojas de departamento como a Harrods e Saks Fifith Avenue pela tradição e qualidade. As principais adaptações foram as condições de pagamento (parcelamento em até 12x), as ferramentas de busca e do menu que fazem com que o consumidor chegue ao produto com menos cliques. Houve uma grande preocupação com o frete, para que a mercadoria chegasse com rapidez e segurança ao consumidor”, afirmou ao FFW Maria Beatriz Rezek, CEO do The Boutique.

Comportamento do cliente: “O público brasileiro sabe o que quer comprar e de quem quer comprar. O parcelamento em até 12x também está sendo um sucesso muito maior do que imaginávamos, as pessoas dividem o pagamento de compras de todos os valores”, disse Maria Beatriz Rezek.

Faturamento: A The Boutique não divulga dados financeiros.

Planos futuros: De acordo com a CEO Maria Beatriz Rezek, é “se tornar o principal canal de venda das marcas importadas no Brasil, tendo o melhor e mais atual mix de produtos” e, “em um futuro próximo, abrir a primeira loja física que também servirá como ponto de troca para o consumidor online”.

Controlador de apetite, medidor de calorias e outros japonismos digitais

04/11/2011

por | Techno

Tokyo-Japão, símbolo mundial da inovação tecnológica ©Reprodução

Se existe uma nação que nunca nos decepcionou em relação a lançamentos tecnológicos, esta é o Japão. No mês passado, aconteceu no país a CEATEC 2011, uma feira de produtos com tecnologia de ponta, como conta o portal WGSN. Caso não fosse feita esta introdução, alguns dos itens abaixo poderiam facilmente ser confundidos como parte da sinopse de algum filme de ficção científica. Vejamos o que nossos irmãos nipônicos têm para nos maravilhar pelo resto da década.

Controle de apetite e saúde digital

O que achariam se fosse possível calcular as calorias de uma refeição apenas apontando seu smartphone para ela? A Docomo pensou nisto e criou um aplicativo que, ao receber a imagem, a leva diretamente para seus servidores, que realizam uma análise identificando os alimentos e sua quantidade e assim calculam o seu coeficiente calórico.

Medidor de calorias em alimentos ©Reprodução

Não bastasse isso, eles também criaram um medidor de fome, porque de acordo com a empresa, o cérebro humano é incapaz de entender se estamos com fome ou gula. Para resolver o problema, basta um assopro no bafômetro que mede a quantidade de acetona no hálito e diz se você realmente está precisando comer; ou seja, não haverá mais desculpas para aquela pizza às 2h da manhã.

Medidor de fome através do hálito ©Reprodução

Outra criação da empresa é uma jaqueta que mede pressão sanguínea, temperatura, umidade e outros fatores do corpo humano, transmitindo estas informações para um smartphone, assim como também para um médico, para que possa ficar a par do status do paciente. O mesmo objetivo também pode ser conseguido com outros objetos, como um colar ou brincos. Ainda no campo da saúde, eles desenvolveram o Cyberdyne HAL, um andador cibernético inicialmente projetado para pacientes com debilidades motoras, que lê os sinais nervosos correspondentes ao movimento humano e assim o replica na máquina. O aparelho também pode ser usado na indústria, já que um funcionário normal conseguiria carregar objetos mais pesados sem precisar fazer muito esforço. Também não é preciso dizer que ressaltaram uma possível aplicação do produto em videogames. Veja o vídeo abaixo.

A Panasonic desenvolveu uma máquina que escaneia o formato da cabeça do usuário para então lavar, massagear e secar os seus cabelo. Mais uma vez, o projeto foi concebido para auxiliar pessoas idosas que não dispõem de todo o cuidado necessário que precisam. Veja abaixo o funcionamento do aparelho.

Casa e cidades autossustentáveis

Aero House, da Nissan, é uma casa que consegue ficar até dois dias sem energia ©Reprodução

Diante das recentes tragédias no Japão, a Nissan pensou em uma maneira de tornar uma casa mais independente de energia externa. É a Aero House, em que, combinando energia solar com células de combustível, troca energia com carro elétrico Nissan LEAF e vice-versa. Além disso, em caso de uma queda de energia, a casa tem a capacidade de se manter funcionando por até dois dias, sendo que este tempo pode ser supervisionado diretamente de um smartphone. A casa também funciona como um ar-condicionado automático, já que durante o inverno ela absorve toda a energia solar, transformando-a em calor. No verão, o sistema absorve o ar frio debaixo da residência, transmitindo-o para dentro.

A Solar Tree da Nissan ©Reprodução

Ainda dentro do espírito da sustentabilidade, a empresa criou a árvore solar. Um dispositivo que pode ser implementado em cidades e que capta a energia solar, ajudando na redução de custos e, é claro, os índices de poluição.

Energia Wireless

Uma dos carregadores sem fio apresentados na feira ©Reprodução

Desde o surgimento dos celulares e laptops, a energia sem fio tornou-se um dos maiores objetivos da tecnologia. Longe de permitir que carreguemos a bateria do celular enquanto andamos no shopping, as novas invenções pelo menos vêm resolvendo o grande problema dos fios, além de outro talvez ainda maior, o da incompatibilidade dos carregadores de marcas diferentes. Com a criação de um padrão na emissão de energia, qualquer aparelho carregador wireless irá funcionar com smartphones, laptops e tablets, independente do fabricante.

Câmeras 3D para todos

Lentes da Panasonic para fotografia e filmagem 3D ©Reprodução

A Panasonic e a Sharp deram o primeiro passo na popularização de câmeras que fotografam e filmam em 3D. A primeira desenvolveu uma lente para ser usada na reflex Lumix G Micro System, enquanto que a segunda já até incorporou a invenção nos seus smartphones SH12-C e SH80F. As imagens podem ser vistas em qualquer televisão compatível com tecnologia 3D.

Itouch – dispositivos para leitura de movimento

Provador de roupas virtual da Intel ©Reprodução

Aparentemente, a palavra-chave do século XXI é falta de contato. Indo além das touchscreens, a Fraunhofer desenvolveu o iPoint Control, um sistema que lê os gestos do usuário e realiza tarefas pré-programadas, como por exemplo desligar o fogão, acender a luz do quarto ou ligar o chuveiro. Usando o mesmo princípio, a Intel criou um dispositivo que lê o corpo da pessoa, para que esta possa experimentar uma roupa durante uma compra virtual, por exemplo.

Select: nova revista chega com proposta ousada e original

capa-selectCapa da edição #1 ©Reprodução

Já ouviu falar da “Select”? A revista é nova e dedicada ao segmento de arte, design, cultura e tecnologia. A primeira edição da publicação – que terá periodicidade bimestral – já está nas bancas de todo o país. A tiragem é de 20 mil exemplares e custa R$ 14,90. Junto com a edição impressa, a revista chegou com um site e aplicativos para celulares e tablets gratuitos. O primeiro número vem com uma ótima capa, em que a principal chamada é Abaixo a Originalidade, e temas como as Clonebridades e a apropriação da cópia.

A edição piloto do projeto teve uma tiragem limitada de 3 mil exemplares, distribuídos para profissionais do mercado cultural e para possíveis clientes publicitários. O FFW bateu um papo com Paula Alzugaray, diretora de redação da revista, que contou detalhes sobre a publicação.

O que a revista tem de diferente diante das publicações que temos hoje em dia?

A diferença da “Select” é que ela vai observar a cultura, todo o espectro cultural, pela lente da tecnologia, ou seja, observar o impacto da tecnologia na cultura contemporânea. Nosso objetivo não é cobrir cultura digital, mas os campos convencionais e especialmente as áreas culturais voltadas às artes visuais, arquitetura e a moda. Observar todas essas áreas culturais pelo espectro da tecnologia, que tipo de modificação, que novas ferramentas e resultados são atingidos nessas áreas culturais com os novos meios. Esse é um dos diferenciais, olhar cultura pela lente da tecnologia. Outro é ampliar o espectro da cultura para áreas que geralmente não são consideradas culturais, como games, softwares e aplicativos, além de ver a moda, a arquitetura e o design como cultura.

select2Páginas da revista ©Reprodução

Por que, apesar de falar de tecnologia, vocês ainda optaram por fazer a revista impressa?

Eu acho que a nossa meta não é cultura digital, como eu falei, é pensar as relações entre essas culturas analógicas e digitais, então a gente não vai desprezar o papel. No fim, dobra o trabalho, temos que ter duas maneiras de pensar os assuntos, há assuntos que cabem ser tratados na mídia impressa e outros na digital. Precisamos pensar os fluxos entre os dois âmbitos, o real e o digital.

Por que optaram pela estratégia do mailing limitado na primeira edição?

A número zero foi uma edição para apresentar para o mercado publicitário, para anunciantes, pra potenciais patrocinadores, uma edição de trabalho. É um projeto novo, original, que não tem similar, que a gente realmente não dava pra dizer ‘é parecida com a revista x ou y’, a gente precisava ter a revista na mão. Quem recebeu a revista foi gente do mercado publicitário, de marketing de empresa, foi um mailing de formadores de opinião, profissionais chaves das áreas ligadas à revista, especialmente da cultura ligada à visualidade.

Vocês estão contentes com o resultado?

Muito, estamos satisfeitíssimos. A revista é exatamente o que a gente queria. O produto é esse, o que está na banca é exatamente o que a gente queria. Ainda não dá para ter um resultado do público, mas já estamos recebendo um número bom de pedidos de assinatura.

select1Páginas da revista ©Reprodução

Vocês se posicionam como “uma publicação de jornalismo cultural comprometida com o século 21 que aposta na convergência entre as artes visuais, a tecnologia, o design e o comportamento, ativando um olhar abrangente sobre a contemporaneidade”. O que isso significa?

Significa observar a tecnologia como linguagem comum entre todas as áreas culturais, uma língua capaz de permear, é uma língua, um idioma de comunicação. Uma língua que as pessoas precisam saber falar.

Quais os planos futuros para a revista?

É que ela exista por muito tempo, o plano é esse. A revista existir e ser saudável, tanto no meio impresso, quanto no digital.

Como é o trabalho e a equipe da “Select”?

As pessoas envolvidas na fabricação da revista são pessoas que têm atividades múltiplas. Eles fazem parte de uma nova categoria profissional, o profissional multifacetário. É a história do artista multimídia se aplicando ao profissional. Artistas, jornalistas, curadores, documentaristas, pesquisadores, tudo ao mesmo tempo. Pessoas que têm capacidades múltiplas. Essa é uma característica muito contemporânea porque as habilidades se multiplicam e se misturam. Temos menos especialistas e mais profissionais múltiplos. É uma característica importante e que dá qualidade e atualidade ao conteúdo.

A “Select” está à venda na revistaria da Fnac, entre outros lugares selecionados.

Veja como foi a festa de lançamento da revista

Ilustrador cria pôsteres retrô da guerra das redes sociais

08/08/2011

por | Cultura Pop

victory-is-tweetPôster de Aaron Wood para a vitória do Twitter sobre as outras redes sociais ©Reprodução

Não há dúvida de que as redes sociais estão em guerra; e o designer norte-americano Aaron Wood resolveu brincar com isso, criando pôsteres similares aos da Segunda Guerra Mundial, só que em vez das nações, temos as três grandes redes sociais mais populares do momento: Facebook, Twitter e o recém-nascido Google+.

facebook-aaron-woodDo alistamento para a guerra até a vitória do Facebook ©Reprodução

Pouco se sabe a respeito do autor destas imagens, mas com certeza a popularidade que as mesmas lhe renderam fará com que continue trabalhando na arte digital das redes sociais, já que muitos estão comprando os pôsteres em seu site, onde também aparecem outras imagens do artista.

googleplusA versão para o Google+, com um quê de comunismo ©Reprodução

Tendo basicamente como agente de publicidade seu perfil do Google+, Aaron conseguiu que suas imagens fossem compartilhadas em diversos perfis, tweets e posts do Facebook, além de notas em diversos blogs e sites. Que sirva de inspiração para os leitores designers no ócio criativo. Então se alguém sentiu falta do Orkut neste meio, não perca tempo!

twitter-aaron-woodVictory is sweet tweet ©Reprodução

Mas essa brincadeira retrô com as redes sociais não é nova. A Moma Propaganda, agência paulistana, criou uma série de imagens que também tomou proporções internacionais, rendendo até um leão de bronze em Cannes. A publicidade foi para o MaxiMidia 2010, um dos mais importantes eventos de mídia e comunicação no país. Confira abaixo:

Inspiração: veja os tumblrs mais legais do mundo da moda

22/06/2011

por | Techno

abre-tumblr-de-moda©FFW

De um lado, o público que demanda de suas grifes preferidas um relacionamento além do compromisso comercial. Do outro, as marcas que procuram fidelizar seus clientes e alcançar novos possíveis consumidores. Entre os dois, as redes sociais. Depois das páginas no facebook e das contas no twitter, os grandes nomes da moda têm enxergado o potencial do tumblr e seu alcance virtualmente infinito no que diz respeito à disseminação (instantânea!) de imagens — e, na moda, imagem é desejo, e desejo é consumo.

O FFW fez uma seleção de grifes que já mantém seus espaços no tumblr, e ainda dá um bônus de insiders da moda, fotógrafos e modelos, cada um com o seu estilo. Confira a lista abaixo e escolha os seus preferidos!

GRIFES

giambattista-valli©Reprodução / giambattistavalli.tumblr.com

Quem? Giambattista Valli

O quê? Na ativa desde março de 2010, o tumblr da grife italiana mostra de detalhes das novas coleções a paisagens a imagens inspiracionais a fotos de celebridades — como no casamento da designer de sapatos Charlotte Dellal, que usou um vestido assinado, é claro, por Giambattista Valli.

Onde? giambattistavalli.tumblr.com

mcq©Reprodução / m-c-q.com

Quem? McQ

O quê? O tumblr da marca-irmã de Alexander McQueen é mais focado em auto-clipping, com imagens de editoriais e campanhas. O legal é que os posts são sempre acompanhados de alguma informação, como uma declaração do fotógrafo a respeito de como foi o shooting.

Onde? m-c-q.com

oscar-de-la-renta©Reprodução / oscarprgirl.tumblr.com

Quem? Oscar de la Renta

O quê? Alimentado pela relações-públicas da marca, o tumblr da Oscar de la Renta traz muitas imagens inspiracionais e cenas de bastidores; ótimo para quem quer ter o gostinho de ver o que acontece por trás das cortinas de uma grande grife de moda.

Onde? oscarprgirl.tumblr.com

farm-rio©Reprodução / farmrio.com.br/galeria

Quem? Farm Rio

O quê? Um dos pioneiros entre as marcas brasileiras, o tumblr da Farm Rio é cheio de imagens de inspiração: ilustrações, paisagens, bichinhos fotos, fotografias… ele fica dentro do site da marca, e é descrito como um espaço para dividir “com você o universo de imagens que motiva a nossa criatividade a cada dia”.

Onde? farmrio.com.br/galeria

kate-spade©Reprodução / katespadeny.tumblr.com

Quem? Kate Spade

O quê? Como não poderia deixar de ser, o tumblr da marca Kate Spade é recheado de coisas coloridas e fofas. Criado em fevereiro de 2011, é um dos tumblrs mais ativos desta lista: todo dia há posts novos, não necessariamente relacionados à grife.

Onde? katespadeny.tumblr.com

INSIDERS

nina-garcia©Reprodução / ninagarcia.com

Quem? Nina Garcia, diretora de moda da “Marie Claire” norte-americana e jurada do “Project Runway”

O quê? Tumblr / site oficial, a página de Nina Garcia é cheia de imagens de moda, detalhes de looks das passarelas – especialmente de sapatos — e frases de pessoas famosas da indústria fashion.

Onde? ninagarcia.com

nicola-formichetti©Reprodução / nicolaformichetti.tumblr.com

Quem? Nicola Formichetti, diretor de moda da Lady Gaga e diretor criativo da Mugler

O quê? Se tivéssemos que resumir o tumblr de Nicola Formichetti em três palavras, diríamos: P&B; Lady Gaga; e pandas.

Onde? nicolaformichetti.tumblr.com

thais-losso©Reprodução / thaislosso.tumblr.com

Quem? Thais Losso, estilista e consultora de criação de moda

O quê? Descrito como “coisas bacanas que vão aparecendo na vida de uma pessoa que ama à moda antiga : )”, o espaço de Thais Losso é mais pessoal, mostrando imagens referentes ao dia-a-dia da estilista.

Onde? thaislosso.tumblr.com

eva-chen©Reprodução / evachen212.tumblr.com

Quem? Eva Chen, editora da “Teen Vogue”

O quê? O termo-chave aqui é “desejo de consumo”; auto-intitulada uma “compradora compulsiva”, Eva Chen apresenta diariamente suas vontades, aquisições e looks do dia.

Onde? evachen212.tumblr.com

stefano-gabbana©Reprodução / stefanogabbana.tumblr.com

Quem? Stefano Gabbana, estilista da Dolce & Gabbana

O quê? Criado em março de 2011, o espaço do estilista italiano abriga muitas fotos clicadas pelo próprio em viagens, festas e restaurantes — há também imagens com celebridades como Monica Bellucci, além de muitos, muitos modelos.

Onde? stefanogabbana.tumblr.com

FOTÓGRAFOS + MODELOS

inez-e-vinoodh©Reprodução / inezandvinoodh.tumblr.com

Quem? Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin

O quê? “Faço do meu tumblr a minha própria revista. Vejo a internet como uma grande beneficiadora do trabalho do fotógrafo” foi o que a própria Inez van Lamsweerde afirmou em entrevista ao FFW.

Onde? inezandvinoodh.tumblr.com

steven-klein©Reprodução / kleinstudio.us

Quem? Steven Klein

O quê? Quase um portfolio online, o tumblr de Steven Klein reúne trabalhos recentes do fotógrafo em alta-resolução para quem quiser salvar no seu computador.

Onde? kleinstudio.us

terry-richardson©Reprodução / terrysdiary.com

Quem? Terry Richardson

O quê? Registro diário de Terry Richardson, este tumblr reúne cenas das andanças do fotógrafo e de todas as pessoas interessantes que ele encontra pelo caminho.

Onde? terrysdiary.com

coco-rocha©Reprodução / oh-so-coco.tumblr.com

Quem? Coco Rocha

O quê? Um dos poucos tumblrs desta lista a postar textos além de imagens, o espaço da canadense Coco Rocha é quase um blog. Entre os posts, há relatos e fotos de shootings, além de informações mais pessoais, como os clipes do seu casamento com o decorador de interiores James Conran.

Onde? oh-so-coco.tumblr.com

emanuela-de-paula©Reprodução / edpstudio.tumblr.com

Quem? Emanuela de Paula

O quê? O edpstudio de Emanuela de Paula funciona como um arquivão dos cliques feitos pela própria modelo (e aprendiz de fotógrafa) em sua Leica M9.

Onde? edpstudio.tumblr.com

Keane + Burberry na China: FFW transmite ao vivo AGORA

12/04/2011

por | Moda

Transmissão ao vivo – Keane + Burberry na China – 9h30




Parece que as grandes marcas da moda têm entrado na tendência de misturar arte e tecnologia, pelo menos no oriente. Lembra que falamos da arte em vídeo nas vitrines _e dentro das lojas_ da Chanel em Shangai e Tóquio? Agora é a vez a britânica Burberry fazer algo semelhante. Na próxima quarta-feira (13), a marca promove um evento para celebrar a inauguração da loja mais high-tech da marca, em Pequim, na China. O diretor criativo da grife, Christopher Bailey, será o anfitrião da festa e afirmou estar muito animado.

burberry-store-beijingFachada da Burberry em Pequim ©Reprodução

O evento mistura moda, tecnologia e música, com direito a combinação de modelos ao vivo com imagens animadas e hologramas realistas. A parte musical fica por conta do show da banda inglesa Keane. É a primeira vez do vocalista Tom Chaplin e seus parceiros na China, e ele contou que o grupo espera “surpreender e encantar o público nesse fascinante país”. Veja o vídeo-convite que os meninos do Keane gravaram para convidar os fãs para o show:

Ficou triste porque não vai poder acompanhar a superinauguração da Burberry chinesa? Não precisa se preocupar, quem não tiver acesso à tela gigante de LED no espaço em Pequim vai poder assistir ao evento sem sair de casa, ao vivo, aqui no FFW.

Pré-evento (com a chegada dos convidados), o desfile high-tech e o show do Keane estão marcados para começar às 9h30 da manhã (será noite lá na China, o fuso horário é de 11 horas). Para ver tudo, é só clicar nessa matéria, que estará na home do site, na quarta-feira (13.04),  a partir das 9h30.

Expogram, a mostra: por mais poesia nos registros do dia-a-dia

05/04/2011

por | Cultura Pop

expogram-exposição-de-fotos-instagram-em-sao-paulo©Divulgação

Fotos digitais, com tratamento de analógicas, compartilhadas em redes sociais e impressas em uma exposição – esta é mais ou menos a ideia da Expogram, organizada pelas amigas Renata Chebel, Luciana Obniski e Érika Garrido, que segue de 9 a 23 de abril na loja e galeria Tag & Juice, na Vila Madalena, em São Paulo.

O ponto comum de todas as imagens selecionadas para a mostra é o uso do instagram, aplicativo gratuito para iPhone lançado em outubro de 2010 e que alcançou popularidade meteórica entre os fotógrafos de plantão, muito em parte graças às suas opções de filtros que garantem um visual vintage aos cliques. “Acho que uma parte desse sucesso é porque estamos começando a nos cansar da estética da perfeição digital, do hiper-realismo, do photoshop, da cara de plástico das imagens publicitárias: elas não nos emocionam mais”, opina a jornalista e fotógrafa Renata Chebel. “Estamos indo buscar na estética do analógico, com toda a imprevisibilidade dos filmes vencidos, dos processos cruzados de revelação, dos vazamentos de luz no corpo das câmeras, das distorções das lentes… estamos buscando aí, nesses “erros”, as imagens que nos emocionam, que nos trazem sensações. Nossas fotos de famílias, de nossa infância, pais e avós eram assim, têm toda essa carga nostálgica”, continua.

Outro atrativo do instagram – e que o diferencia de outros apps de tratamento de imagem, como por exemplo o hipstamatic – é a possibilidade de imediato compartilhamento e interação com outros usuários do aplicativo. “O legal não é o filtro que parece antigo, é retratar a poesia do seu dia-a-dia e poder acompanhar isso dos outros”, explica a jornalista Luciana Obniski, que completa: “E eu, pessoalmente, acho que rede social, como o instagram, só é válida se te acrescenta algo no real. Por isso organizamos a exposição. A gente quer que todo mundo se conheça e troque experiências”.

Renata conclui: “E nós somos a geração da transição entre analógico e digital, que sofre de nostalgia precoce, que aos vinte já tinha saudade da infância, que aos trinta fala da adolescência como se ela fosse um passado muito remoto. Então faz muito sentido, se você pensar nisso, organizar uma exposição impressa dessas imagens. Uma última coisa ainda, que vale a pena lembrar: as imagens digitais quase sempre se perdem, seja no tempo, na evolução da tecnologia, nos labirintos do armazenamento digital ou simplesmente no excesso. Trazê-las para o mundo físico é uma forma de preservá-las”.

A Expogram foi organizada pelo trio, que selecionou 200 imagens do instragram com a hashtag #expogram – foram mais de 4 mil fotos taggeadas! Quem quiser conferir o resultado da curadoria pode visitar a Tag & Juice de 9 a 23 de abril.

Tag & Juice
Rua Gonçalo Afonso, 99
Vila Madalena, São Paulo
(11) 2362-6888 / 2368-9361

Björk retorna com apps, projeto de arte, música e tecnologia

17/03/2011

por | Cultura Pop

Entre junho e julho, a cantora Björk (que esteve reclusa e sem gravar desde 2007) volta aos palcos para uma residência de três semanas no Manchester International Festival. Ela vai levar o projeto ‘Biophilia’, “que junta música, apps, internet, instalações e shows ao vivo” e trata de como o som existe na natureza — tema já explorado por ela em discos como “Medulla”.

A performance incorpora seis shows onde ela canta faixas do novo álbum de estúdio, acompanhada de músicos, intrumentos e colaboradores; e segundo rumores, também um pêndulo de nove metros de altura que faz sons com a força gravitacional do planeta. O jornal “The Guardian” publicou nesta quinta-feira (17.03) uma matéria onde questiona se a islandesa não estaria quebrando novos paradigmas da música ao misturar apps de celular _que estarão disponíveis na iTunes Store em breve_ com um show ao vivo.

Não se sabe ainda que funções os aplicativos terão, ou se realmente vão abrir um novo espaço para a arte. Mas definitivamente, deve ser um caminho cada vez mais comum para a indústria fonográfica.

Para os fãs, vale relembrar que esta não é a primeira vez que Björk aposta em novas tecnologias: na sua turnê mais recente, ela integrou uma “Reactable” à sua banda ao vivo. Conheça o instrumento no vídeo:

App maníaco? Vejas as indicações de stylists, DJs e editores

fubiz 2Imagem do aplicativo do site de design Fubiz

A chegada da segunda geração do iPad já despertou o desejo de consumo de quem é ligado nos gadgets criados pela turma de Steve Jobs. O novo modelo _que ainda não chegou ao Brasil_ está 33% mais fino e 15% mais leve, além disso, tem processador mais rápido e conta com câmera em HD. Enquanto o iPad 2 não chega por aqui, é outro lançamento _não tão novo assim_ que forma filas de espera e esgota assim que as lojas repõem o estoque: o iPhone 4.

Para quem já conseguiu garantir seu novo brinquedo hight tech _ou é adepto a versões anteriores_ uma das grandes atrações, além do pacote básico falar, trocar SMS e tirar fotos _e ler e-mails, e twittar, e postar no Facebook_ é a infinita AppStore, que permite que o usuário adquira aplicativos dos mais variados. O FFW conversou com alguns maníacos e eles contam seus apps favoritos. De espantador de mosquito a troca de dados “brindando” os iphones, confira seus eleitos:

Vitor Santos, diretor do Estúdio Árvore

fubizUma das imagens da matéria Where Children Sleeps, no Fubiz

1) Instagram, no iPhone – “É febre, todo mundo tem”

2) ToonPaint, no iPhone – “É tipo um Instagram, mas faz efeitos de desenho na foto, fica lindo”

3) Bump, no iPhone – “Ele transfere arquivos por Bluetooth, quando você ‘brinda’ em outro iPhone. É só o dono do aparelho esbarrado aceitar que dá para começar a transferir arquivos”

4) Unlike, no iPhone – “É um guia de várias cidades, tem até São Paulo. Paris, Berlim e Londres também aparecem na lista do aplicativo”

5) Fubiz, no iPhone – “Tem todas as atualizações do site, que é sobre design”

6) Buscapé, no iPhone – “É bom não precisar entrar no site, é só clicar no aplicativo que dá para saber onde comprar mais barato, bem rápido”

7) Tunein Radio, no iPhone – “Tem rádios web e analógicas do mundo todo e dá para escutar tudo direto do iPhone, em tempo real”

cassius4-550x317[1]Aplicativo da banda Cassius

8) Cassius – I <3 u so, no iPhone – “É um aplicativo interativo que a banda Cassius criou, para ‘continuar’ o clipe da música. Dá para recriar a linguagem do vídeo no celular”

9) WhatsApp, no iPhone – “O BBM do iPhone, para trocar mensagens de graça”

10) Viber, no iPhone  - “Um serviço parecido com o Skype, mas só dá para usar entre iPhones, o sinal da ligação é ótimo e não paga nada”

11) Labirinto, jogo da memória e dominó, no iPhone – “Gosto de joguinhos que não precisam pensar muito”

12) Leitor de código barra, no iPhone – “Não usei ainda, mas promete ser útil”.

Susana Barbosa, editora de moda da ELLE

style

1) Echofon para Twitter, no iPhone – “Prefiro usar no iPhone. É mais rápido e prático. Me adaptei rapidamente a ele”

2) Style.com, no iPhone – “Para ter sempre a mão os desfiles internacionais. Às vezes estou em foto e quero ver um look ou uma beleza de algum desfile e é muito útil”

3) Shazam, no iPhone – “Para descobrir qual a música que está tocando no ambiente. Basta acioná-lo que ele identifica”

4) WhatsApp – “Serve para me comunicar por mensagens de texto com os amigos que têm iPhone e também BlackBerry. É tipo o BBM (serviço de troca de mensagens de texto sem custo do BlackBerry)”

5) Guia Comer e Beber da Veja, no iPhone – “Para achar restaurantes rapidamente”

6) Anti Mosquito, no iPhone – “Acabei de baixar. Como odeio pernilongos e sou alérgica, esse aplicativo emite ondas sonoras que repelem os pernilongos. Ainda não testei, mas tenho muita esperança que funcione”

animalO aplicativo infantil My Animal Sounds

7) Pet the Zoo, Pet the Animals, My animal sounds, no iPhone – “São ótimos para distrair meu filho quando ele está impossível… rs.  Ele brinca sozinho. Com apenas dois anos já sabe usar tudo”
8) Folha de S.Paulo, no iPad – “Estou adorando ler jornal no iPad”

9) ELLE, no iPad – “Baixo todas as edições para ter acesso aos vídeos e ao conteúdo extra que produzimos. Sem contar que a revista fica mais linda no iPad”

10) Revista LOVE, no iPad – “Tem vídeos bacanas”

Paulo Martinez, editor de moda da Mag!

capa-mag-21-coleções-primavera-verao-2010-2011

1) Twitter e Facebook, no iPhone – “É o básico”

2) Style.com, no iPad – “É um dos únicos aplicativos que baixei”

3) Mag!, no iPad – “Só baixo as revistas que são de graça”

Flavia Lafer, stylist

zinioZinio

1) Zinio, no iPad – “Uma banca de revistas que publica, por exemplo, a “Vogue” japonesa, só que por um décimo do preço de banca no Brasil”. (Não é necessário ter um iPad para assinar às revistas digitais, é possível ler tudo no computador)

2) “Vogue” francesa, no iPad – “Consigo ler a revista assim que ela é publicada em Paris e depois compro a edição impressa”

Felipe Venâncio, DJ e produtor

discoballScreenshot do Discoball

1) Discoball, no iPad – “Para horas de tédio, um pouco de hedonismo”

2) BeatMe, no iPad – “Para ver se dá pra remixar”

3) iBrainstorm, no iPad – “Um post it”

4) Touch Me, no iPad – “Idéias de temas musicais a qualquer hora”

5) LogMeIn, no iPad – “Você deixa o computador no estúdio ligado e acessa pelo iPad em qualquer lugar”

beatScreenshot do Beatport

6) Beatport, no iPad – “Para encontrar novos hits de pista”

7) Just Light, no iPad – “Para ver as músicas no breu da cabine”
8) ParisBouge, no iPad – “Uma passadinha por Paris”

9) Soundhound, no iPad – “Para pesquisas musicais”

Bia Granja, organizadora do YouPix e colunista do FFW

8mmImagem do aplicativo 8mm

1) Instagram: “é uma dose de inspiração rápida e fácil pro dia e uma maneira
de dar uma olhadinha na vida das pessoas (stalker mode on)”

2) 8mm: “um app que faz vídeos em formato antiguinho, é tipo o instagram dos
vídeos, mas não tem a parte de rede social, é só camera”

3) Vôos mobile: “é um app conectado com as infos de vôo dos principais
aeroportos do Brasil, pra checar horários, atrasos. Tem também um guia do
viajante, com dicas do que fazer em caso de vôo cancelado, overbooking,
bagagem extraviada e afins”

Felipe Morozini, fotógrafo

pocPocketBooth

1) PocketBooth – são aquelas cabines de fotografia de aeroporto da Europa

2) Chimps – sons de 18 espécies de chimpanzés

3) SleekBerlim – é o melhor guia de arte da cidade

4) Pollock – para fazer arte com os dedos

5) Relax and Sleep – app com sons da natureza

6) Astrology da Suzana Miller – porque eu sou de gêmeos

FFW pop digest: Mark Ronson versus Amy Winehouse, Cee-Lo e muito mais!

23/09/2010

por | Cultura Pop

- Saiu o novo clipe do Animal Collective. A banda experimental-psicodélica, que se apresentou no Brasil em 2008 no festival Planeta Terra, dá vídeo à faixa Bluish, de seu último disco, “Merriweather Post Pavillion” (2009).

Assista no player:

myspace.com/animalcollective

- O lançamento do novo disco de Cee-Lo Green, “The LadyKilla”, vai acontecer mais cedo em função da “grande demanda popular”. Na prática, o álbum chega às lojas no dia 09 de Novembro, e não 7 de dezembro. Clique aqui para ver o clipe de “Fuck You”.

- Você aceitaria divulgação no lugar de dinheiro? A nova ferramenta “Pague com um Tweet”, ou Pay With a Tweet, tem feito barulho entre entusiastas de mídias sociais. Ao invés de pedir seu email na hora de liberar um download de mp3 (ou qualquer outra operação) o site permite que se troque o arquivo por divulgação no Twitter, através de uma mensagem e um link. A banda francesa The Teenagers já aderiu, e muita gente deve fazer o mesmo nos próximos meses…

+ Pay With a Tweet

- Amy Winehouse gosta de Mark Ronson. Amy odeia Ronson. Amy curte Mark novamente. A problemática cantora britânica causou controvérsia no Twitter na última semana, ao mandar um recado ao produtor de seu disco “Black To Black”. “Ronson, você morreu para mim. Eu escrevo o disco e você leva  metade do crédito? E ainda faz uma carreira com isso?”.

No dia seguinte, o músico – que está lançando seu segundo álbum solo, “Record Collection” – à Radio 1, da BBC: “Fiquei confuso. Ela é minha amiga e acho que devemos resolver isso pessoalmente”. No dia seguinte, Winehouse voltou atrás.  “Ronson, te amo. Melhor assim? É uma coisa entre judeus x whup rya“.

+ twitter.com/iammarkronson

+ twitter.com/amyjademermaid

- Depois de fazer acontecer um show do Miike Snow, os cariocas conquistaram uma apresentação do Belle And Sebastian no Circo Voador, casa de shows no Rio de Janeiro. A ação é assim: 280 pessoas compraram uma cota de 200 reais (reembolsáveis se acaso 840 pessoas comprarem o ingresso a R$ 100), e a casa de shows_ com a garantia de fechar o negócio no azul_ deve fechar a data com a banda. O grupo escocês, que lança neste mês seu oitavo álbum, “Write About Love”, também deve tocar em São Paulo.

+ queremosbasnorio.com.br

Enfant terrible: adolescente cria app para iTunes e vira aposta-tech

20/09/2010

por | Techno

itunesinstantAplicativo para iTunes criado por adolescente americano de apenas quinze anos ©Reprodução

Um adolescente de 15 anos na Califórnia criou um aplicativo chamado iTunes Instant, que agiliza a busca pelos servidores iTunes, entrando na onda do Google Instant (seguido por Youtube Instant, Google Maps Instant e Google Images Instant) e utilizando usando a mesmoa lógica API da busca da Apple.

Stephen Ou disse que criou o aplicativo pois a lentidão do serviço o irritava. Desenvolvido em apenas três horas de tempo livre (entre uma lição de casa e outra), ele ganhou elogios de críticos consagrados na imprensa de tecnologia. “Se você usa iTunes no iPhone, sabe o que eu quero dizer”, declarou Stephen. “A velocidade da busca é nada se comparada à velocidade da internet”.

Disponível desde o último dia 13 para download (pago),  o sucesso foi tanto que o blog Techriot.net lançou uma previsão. “Acabamos de testar o iTunes Instant e ele parece funcionar muito bem. Me pergunto se a Apple irá oferecer um emprego a Stephen”. Por enquanto, ele só leva 5% do valor de cada compra do app na loja online.

+ Site oficial do gênio-mirim: labs.stephenou.com

+ Perfil no Twitter: twitter.com/stephenou