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#Beleza #FashionRio #inverno2011_dia 4: tudo e um pouco mais!

CANTÃO

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“Eu quis fazer uma coisa bem com a cara da marca, jovem e natural”, explicou o beauty artist Daniel Hernandez no backstage do desfile da Cantão.

Para isso, o make é leve, com blush rosado cremoso para dar um ar saudável e só um pouco de rímel nos cílios superiores e inferiores. Só o batom que é um dourado metálico, “pra ir com a coleção que tem uma pegada de anos 1980, sem ficar muito literal”, ele afirma. O cabelo também tem um visual bem natural, com o ondulado feito com babyliss _o segredo é não enrolar a pontas!

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COCA COLA CLOTHING

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A maquiagem em tons terrosos da Coca Cola Clothing foi pensada pelo beauty artist Max Weber para combinar com a ideia do desfile, que remetia a andarilhos, à caminhada, à busca pelo novo.

Ele revela que a pele é preparada com corretivo, e uma base um pouco mais escura que o tom natural da modelo é espalhada nas partes do rosto, do colo e dos ombros que mais pegam sol; olhos e boca também ganham tons terrosos. O cabelo é feito com aplicação de pomada para dar forma, e então é preso em dois coques altos, um em cada lado da cabeça; quando os coques são desfeitos, os fios estão levemente ondulados. “É uma beleza que parece descuidada, mas não é”, ensina Max.

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R. GROOVE

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Para o desfile da R. GROOVE, de moda masculina, o maquiador Lavoisier deixou a beleza bem natural: “Acho que pra homem tem que ser bem pouquinho, só uma correção da pele e um cabelo bem natural. A ideia é corrigir e valorizar”, ele explicou.

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REDLEY

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Daniel Hernandez criou uma beleza com foco no cabelo, que vem solto e meio em onda, jogado todo para um lado só das costas. Para conseguir esse visual, o cabelo seco recebe mousse na raiz, é escovado para o lado e então é finalizado com xampu seco e spray nas pontas. A maquiagem é descomplicada; a pele é tratada com correção e base, e ganha blush cremoso e uma boca hidratada, sem batom.

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ESPAÇO FASHION

vídeo via @juknobel

O beauty artist Robert Estêvão quis fazer uma beleza “muito natural, fluida, iluminada”, e ensinou todos os passos para conseguí-la!

Os olhos têm uma sombra marrom esfumaçada e ficam sem rímel, com sobrancelha penteada e levemente delineada. A boca é coberta com base e o  blush é “super suave e cremoso, porque dá uma textura iluminada”, ele revela. O cabelo é escovado na raiz e enrolado bem de leve com um babyliss grosso, para não ficar muito marcado.

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NEW ORDER

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Para a última beleza do 4º dia de Fashion Rio Inverno 2011, Daniel Hernandez começou com uma pele bem feita, sobrancelha marcada, só um pouquinho de rímel e nada de sombra nem de blush, só um batom rosado. O cabelo acompanha o minimalismo e é preparado com escova e chapinha antes de ser preso em um rabo de cavalo baixo com divisão lateral bem marcada e receber uma boa dose de spray.

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#Beleza #FashionRio #inverno2011_dia 4: tudo e um pouco mais!

“Não me interessa julgar”, diz novo diretor criativo da Redley

sandy-dalal-é-o-novo-diretor-criativo-da-redleySandy Dalal no backstage do desfile da Redley no Fashion Rio inverno 2011 ©Juliana Knobel

Novo diretor criativo da Redley, o nova-iorquino descendente de indianos Sandy Dalal é praticamente desconhecido no Brasil, mas tem um histórico respeitável que começou quando, em 1997, aos 21 anos, se tornou o estilista mais jovem a receber o prêmio Perry Ellis do Council of Fashion Designers of America, concedido a novos talentos. Sua marca homônima, criada em 1996, evoluiu para a Chatav Ectabit em 2004, e virou favorita de butiques de luxo em Paris, Londres e Japão.

No Brasil desde setembro de 2010,  o estilista ocupa o posto que foi do alemão Juergen Oeltjenbruns e já deixa sua marca na concepção geral da coleção Inverno 2011 (o estilo já estava finalizado). Atencioso e surpreendentemente sereno pouco antes do desfile da Redley no Fashion Rio, Sandy conversou com o FFW sobre criação, estilo pessoal e moda brasileira.

Confira:

Com suas próprias grifes, você tinha liberdade para criar um visual muito pessoal, autoral; como você se sente trabalhando em uma marca estabelecida e que tem seu próprio look e história?

Já fiz projetos como o meu trabalho atual na Redley. Eu acho interessante porque há 2 lados, como em uma moeda; sempre há 2 lados. É bem interessante porque acabo trabalhando fora do que me é usual, mas obviamente há elementos que são importantes para mim, que são pessoais, que vão aparecer na coleção de qualquer maneira, seja para mim ou para outra pessoa. Mas é ótimo porque coisas assim ajudam a refinar sua linha de pensamento criativo, como “isso é apropriado para essa situação”, “isso é apropriado para mim”. Ao mesmo tempo, te ajuda a entender o que acontece na sua cabeça. No geral, isso ajuda a realmente destilar o que é importante para você, o que é importante para a marca; faz você se envolver de uma maneira muito mais ampla, e estou colaborando com pessoas incrivelmente talentosas na Redley.

E quais são alguns dos seus elementos pessoais que poderão ser vistos nas coleções da Redley?

Algumas peças que temos nessa coleção e na próxima, em que já começamos a trabalhar, são unisex. Também há uma simplificação do estilo, a peça não precisa necessariamente ter muitos elementos. Geralmente eu uso texturas, e no geral, há um grau de simplicidade na silhueta que é característica do meu trabalho.

Como você cria suas coleções? Costuma trabalhar com temas?

Eu trabalho de muitas formas, não há bem uma fórmula; nesta temporada e na próxima eu tenho sido muito inspirado pela cidade. Mas pode ser qualquer coisa que eu vivencie em um dia. Às vezes é um material, às vezes é uma textura. Pode ser qualquer coisa mesmo, não precisa vir de uma área ou espaço específico, então geralmente não há um tema, mas há um mood, uma ideia que caracteriza a coleção.

E esta é a sua primeira vez no Rio?

Esta vez específica não, eu tenho ido e voltado bastante, (para Nova York, onde moram sua esposa e os 2 filhos) não sei quantas vezes; mas esta é a minha primeira experiência trabalhando no Brasil.

E você tem gostado daqui? O país corresponde ao que você imaginava?

Em parte; a energia é mais ou menos como eu esperava. Há energias diferentes em capitais como Nova York, Londres, etc, mas há algo diferente aqui na forma como as pessoas mudam seus gostos, seu estilo, as experimentações com comida; isso permeia tudo que mexe com criatividade, o que é incrível! Gosto porque o establishment sempre precisa estar em guarda, porque há tantas coisas novas acontecendo, novos lugares, e há uma vontade em descobrir novas idéias; sendo uma pessoa criativa, isso é algo que eu valorizo, que eu acho inspiracional.

Durante esse período que você está no Brasil, você aprendeu algo sobre outras marcas daqui, ou da moda brasileira em geral? Tem uma opinião a respeito?

Ainda estou aprendendo. Se tenho uma opinião? – não. Vi coisas muito inesperadas e coisas normais. Para mim, o mais importante é me focar no projeto, na evolução da Redley. Eu acho que aprender sobre moda brasileira _ou moda em geral, em qualquer lugar do mundo_ é fascinante, e fazer parte disso é mais fascinante ainda, mas tentar julgar isso não é interessante para mim.

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“Não me interessa julgar”, diz novo diretor criativo da Redley

A inovação está no fio: menswear avança com novas tecnologias

rafkremerosklender©Romeuuu

Na moda masculina, existem os obcecados pela reinvenção do terno. E existem os que enxergam um futuro muito mais promissor e libertário.

Raf Simons, Italo Zucchelli para Calvin Klein e Nicolas Ghesquière para Balenciaga há muitas temporadas estão imersos no que há de mais avançado na tecnologia têxtil. Se como disse Suzy Menkes, crítica de moda do “International Herald Tribune”, “a inovação está no fio”, estes estilistas encontram-se na ponta mais vanguardista da moda.

Para o inverno 2010, contudo, suas mensagens acabaram se infiltrando mais profundamente no trabalho de diferentes estilistas da moda masculina. Na Emporio Armani com seu skiwear fluo e gráfico, na Versace com o trabalho de couro modelando o corpo, nas jaquetas esportivas da Bottega Veneta: o futurismo se vez presente das mais variadas formas, muitas vezes através de um sportswear extremamente sofisticado e 100% forward.

Para o verão 2011, a mensagem se propagou com mais força. Jil Sander deu o pontapé inicial com sua cartela de cores ácidas em ternos que parecem ligados no 220V. Ítalo Zucchelli para Calvin Klein ajustou suas camisetas, encurtou-as e falou de um activewear feito sob medida para uma academia do futuro. Rick Owens com seus alteltas monásticos engrossou o coro junto com a nomeação do sempre vanguardista Romain Kremer como estilista masculino da Thierry Mugler sob comando do super stylist Nicola Formichetti.

Em solo nacional, a Redley e a Osklen não ficam atrás com seu sportswear inteligente e a constante pesquisa de novos materiais. Mais recente, temos também a Der Metropol, de Mario Francisco, despontando com uma das grifes masculinas mais desejáveis do momento: sem renunciar a alfaiataria por completo, a grife a coloca a serviço do streetwear.

Com uma postura quase modernista, negando o passado em detrimento do futuro, esses estilistas trazem uma visão otimista sobre os tempos que estão por vir. Assim como André Courréges, Pierre Cardin e Paco Rabanne fizeram na onda Space Age dos anos 1960, essa atual geração usa também novos materiais para criar imagens impactantes, que bebem na fone do estilo de rua aliado ao mais eficiente e sofisticado sportswear.

A inovação está no fio: menswear avança com novas tecnologias

Mochilas voltam como acessórios essenciais do “novo homem”

lavin-e-marni-verão-2011As mochilas da Lanvin e Marni para o verão 2011 ©firstVIEW

Os bureaus de pesquisas de tendências já haviam avisado, e as passarelas confirmaram: as mochilas voltaram como um dos acessórios mais importantes nos desfiles masculinos para o verão 2011.

gucci-e-dries-verão-2011Mochilas / Sacolas da Gucci e Dries Van Noten verão 2011 © firstVIEW

Na Lanvin, por exemplo, o estilista Lucas Ossendrijver disse que escolheu assessorar seus looks com mochilas pois elas “conjugam funcionalidade, versatilidade, depojamento urbano e são adaptáveis as mais diversas situações”.

Originalmente desenhadas para serem carregadas nas costas, as mochilas agora vêm com truques de styling que fazem toda a diferença: podem ser penduradas num ombro só, carregadas como se fossem sacolas de compras ou até mesmo amarrotadas na mão, como se fossem carteiras gigantes.

Os modelos também mudaram _veja detalhes nas coleções da Gucci, Dries Van Noten, Lanvin e Emporio Armani_e agora misturam casual com formal, esportivo com urbano. É como se o homem de hoje fosse um aventureiro deslocado na grande cidade, um híbrido de elementos vintage com atuais.

osklen-e-redley-verão-2011Os modelos de mochilas da Osklen e Redley verão 2011 ©Agência Fotosite

Aqui no Brasil, as mochilas _que aliás são escolha número um de muitos homens_ não tiveram muito espaço nas coleções de verão. Os principais responsáveis por injetar novidade nessa área foram as cariocas Redley e Osklen, como já vinham fazendo há algum tempo. Embora diferentes daquilo que foi mostrado no Hemisfério Norte, as mochilas desfiladas na temporada brasileira são boas opções pra quem quer fugir do lugar comum.

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Mochilas voltam como acessórios essenciais do “novo homem”

Leveza, praticidade e altas tecnologias na passarela da Redley

Clique aqui para ver fotos da coleção completa da Redley no Fashion Rio Verão 2011.

Leveza, praticidade e altas tecnologias na passarela da Redley

Tecidos tecnológicos dominaram o desfile da Redley

“A inovação está no fio”, disse a editora de moda do “International Herald Tribune”, a poderosa Suzy Menkes, lá em 2007 sobre o futuro (ou presente?) da moda. E para Redley essa máxima sempre foi levada muito a sério. Tanto que para o verão 2011 a equipe de estilo mega jovem não mediu esforços nesse sentido e colocou na passarela uma linha  exclusiva que fez toda a diferença ao lado dos outros tecidos naturais super leves.

Ultra finos, translúcidos, brilhantes, com aparência empapelada e até com cara de vinil, os náilons da nova coleção da marca vem num híbrido de esportivo com elegância, muitas vezes com acabamento selado (colado e não costurado). Isso sem falar no neoprene elástico super fino que retira aquele aspecto pesado e rígido do material.

Tecidos tecnológicos dominaram o desfile da Redley

Redley: sem diretor criativo, mas com equipe alinhada

Redley - Fashion Rio Inverno 2010©Agência Fotosite

No desfile de inverno 2010 da Redley, que aconteceu em janeiro deste ano, a pergunta que não queria calar momentos antes da marca apresentar sua coleção foi: onde estaria o então diretor criativo Jurgen Oeltjenbruns? O FFW apurou que o estilista estava bem longe do Píer Mauá, em Nova York, cuidando da marca que leva seu nome. Foi devido às crescentes demandas desta que Jurgen acabou optando por deixar a direção da Redley que agora vai apresentar sua primeira coleção sem a batuta do estilista.

Contrariando boatos sobre possíveis novos diretores de criação (falou-se em Marcelo Sommer, por exemplo) a marca achou melhor manter a estrutura que já vinha dando certo e colocou a própria equipe de estilo no comando da criação. “Temos uma equipe alinhada ao nosso lifestyle e que está a frente desta coleção”, contou ao presidente da Redley, Léo Ferreira. “O Jurgen contribuiu para a evolução estética da marca, e continuamos neste mesmo processo de busca por inovações dentro da nossa identidade.”

A nova coleção, que abre o segundo dia de desfiles do Fashion Rio Verão 2011, vem toda trabalhada em cima da simplicidade estética, dando atenção aos pequenos detalhes e sutilezas. Com formas amplas, misturando o esportivo com a alfaiataria, a grife pretende manter seu estilo já bem definido, enquanto flerta com o equilíbrio entre os opostos.

Para finalizar, Léo contou ao FFW que “a equipe pode ou não mudar no futuro, mas o que prevalece é o DNA da Redley inserido no produto”.

EQUIPE DE ESTILO DA REDLEY:
Emilene Galende
Julia Valle
Karola Baptista
Lisandro Landell
Renata Carvalho

Redley: sem diretor criativo, mas com equipe alinhada

Gente jovem reunida: novo selo promove roupas em série limitada

layana por vaváLayana Thomaz, diretora e curadora do Cópia, em foto de Vavá Ribeiro © Reprodução

Por conta de um mundo cada vez mais rápido e conectado, hoje em dia não basta apenas ser uma marca de roupas. A Redley, em parceria com a estilista Layana Thomaz, lança na próxima quarta-feira (10/03), o Redley x Cópia, com produtos assinados por artistas em séries limitadas e numeradas. A primeira edição vem assinada pelo fotógrafo carioca Vavá Ribeiro (colaborador de revistas como “Purple”, “MAG!”, “Dazed & Confused”, “New York Times Magazine” e outras) que transportou suas imagens para shapes, pôsteres e camisetas com grande potencial comercial.

RIBEIRO_Purple_IMG_0156_home_portfolioAcima, foto de Vava Ribeiro para a Purple que virou estampa de camiseta © Reprodução

A Cópia tem como objetivo identificar indivíduos com novas propostas de linguagem, desenvolver projetos e certificar sua originalidade.  Para a criação de todo esse conceito, a temporada de Layana em Paris foi essencial.“Me mudei para Paris para estudar novas plataformas e possibilidades para expandir meu trabalho de moda, o que me ajudou a colocar esse projeto em prática. Meu grande desafio foi unir dois potenciais distintos, o de uma grande marca com visibilidade e credibilidade como a Redley, com o de um selo independente, com todo seu frescor e singularidade” diz a estilista.

As peças serão vendidas exclusivamente no Rio de Janeiro e em São Paulo, nas lojas da Redley de Ipanema e do Shopping Iguatemi.

Redley Iguatemi SP
ONDE Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232, piso 2, loja R 04 – Pinheiros – SP
CONTATO (11) 3031-8344 / (11) 3031-8409

Redley Ipanema
ONDE Rua Maria Quitéria, 99 – Ipanema – RJ
CONTATO (21) 2287-4843 / (21) 2287-7398

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Gente jovem reunida: novo selo promove roupas em série limitada

Do militar ao artesanato: as tendências do inverno 2010

A temporada de inverno 2010 chegou ao fim (no Brasil, já que ela continua a partir de 11 de fevereiro em Nova York), mas o nosso trabalho está apenas começando. Para esquentar os motores preparamos uma lista que aponta os rumos do próximo inverno.

Vale lembrar que nenhuma das tendências a seguir é imutável, nem deve ser interpretada de forma literal– elas são as  vontades que guiam as principais grifes do Brasil nesta temporada, sendo assim devem aparecer nas araras da sua loja favorita.

Mas o importante, só pra reforçar, é que você mantenha seu estilo e tenha bom auto-conhecimento na hora de decidir o que usar ou não.

MILITARISMO

militarismo-inverno-2010 2nd Floor, Redley, Reinaldo Lourenço e Coven © Agência Fotosite

O pior da crise global pode ter passado, mas a insegurança continua no ar. E isso se reflete na criação de muitas grifes. Para se proteger de novas quedas, as referências militares aparecem fortes neste inverno – muitas vezes mixadas à alfaiataria que tem blazeres e trenchcoats contemporâneos.

TEXTURAS

texturas-inverno-2010Detalhes de looks de Huis Clos, 2nd Floor, Lucas Nascimento e Carlota Joakina © Agência Fotosite

Para agregar valor e informação aos looks do próximo inverno, um grande mix de texturas entra em cena. O liso contracena com o áspero em vários momentos através de tricôs, aplicações, matelassados. Em alguns casos, os brilhos são usados em contraste aos opacos, num jogo de texturas que vai além do tato. Elas traduzem os avanços das tecnologias têxteis e também a atual vontade de miscigenação da moda.

BRILHO

brilhos-inverno-2010Cantão, Alexandre Herchcovitch, Lucas Nascimento e Printing © Agência Fotosite

Lurex, paetês, lamês, medalhas, correntes e superfícies metalizadas trazem brilho ao inverno 2010. Do mini ao maxi: prepare-se para brilhar na estação mais fria do ano.

ARTESANATO

tricos-inverno-2010Maria Garcia, 2nd Floor, Fabia Bercsek, Osklen © Agência Fotosite

A mesma incerteza que turbina o militarismo no inverno também fez necessária a presença de roupas confortáveis e humanizadas. Neste contexto, os tricôs (de pontos largos, para ficar evidente que foram feitos à mão) ganham relevância.

ÉTNICO

etnico-inverno-2010Alexandre Herchcovitch, Triton, Isabela Capeto e Cantão © Agência Fotosite

Elementos étnicos, às vezes em releituras conemporâneas, ressurgem para resgatar valores históricos que parecem perdidos nos dias de hoje. Bordados, estampas e técnicas de tecelagem são os principais elementos que traduzem essa tendência.

CORRENTES

correntes-inverno-2010Cantão, Alexandre Herchcovitch e Fabia Bercsek © Agência Fotosite

A temporada de inverno no Brasil teve seus momentos altamente decorativos. Nestes desfiles as correntes aparecem com força total, substituindo as tachas que dominaram as duas últimas estações.

ZÍPERES

ziperes-inverno-2010Redley, Amapô e Carlota Joakina © Agência Fotosite

Para o inverno 2010 o zíper deixa de ser mero item funiconal e assume papel importante na decoração dos looks. Seja de forma evidente, seja como adorno – ele vem para dar forma e criar fendas sensuais nas roupas.

MUDANÇA DE FOCO

quadril-inverno-2010Andrea Marques, Maria Bonita Extra, Têca e Cori © Agência Fotosite

Os ombros marcados começam a perder relevância, dando lugar ao foco nos quadris. Calças com pregas e saias tulipa trazem volume à região, evidenciando a feminilidade da silhueta.

+ Veja todos os desfiles do SPFW inverno 2010

+ Veja todos os desfiles do Fashion Rio inverno 2010

Do militar ao artesanato: as tendências do inverno 2010

Top 5 Fashion Rio: FFW elege os melhores da semana carioca

1 > Andrea Marques (veja as fotos do desfile aqui)

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Uma estreia de sucesso para a estilista Andrea Marques no Fashion Rio. Com paixão e voz própria na criação, deu aparência mais viva e autoral às vontades do momento, numa das melhores coleções de todo o evento. Com modelagem atualizada, formas ousadas e cheia de sensualidade, ela aposta numa cartela de cores sofisticadas, mostrando imensa evolução ao trabalhar com maestria tecidos de texturas e pesos variados.

2 > Redley (veja as fotos do desfile aqui)

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Reforçando sua identidade, a Redley une o utilitarismo ao surfwear num ótimo exercício de construção e modelagem. Mega bolsos, ajustes elásticos e cordões aparecem num verdadeiro equilíbrio entre o conforto e a funcionalidade do streetwear com design primoroso em peças mais limpas, explorando ao máximo a tecnologia têxtil.

3  > Lucas Nascimento (veja as fotos do desfile aqui)

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Com imagem de moda poderosa, o estilista natural de Bonito (MS), radicado em Londres, foi uma das melhores estreias no line up do Fashion Rio. Com ótimo trabalho de tricô, Lucas não mediu esforços no uso de tecnologias na sua coleção, manipulando todos os processos de produção, da composição do fio ao look final.

4 > Coven (veja as fotos do desfile aqui)

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Tricôs extraordinários também são o ponto forte da grife mineira Coven. De olho na tendência do militar, a estilista Liliane Queiroz adiciona Lurex à trama de seus vestidos, casacos e blusas, adicionando brilho às estampas inspiradas no universo circense.

5 > Melk Z-Da (veja as fotos do desfile aqui)

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Mais afinado do que nunca, o estilista pernambucano mostra bons sinais de evolução com seu Inverno 2010. Olhando para a carpintaria, ele busca representar nas roupas a textura da madeira em seus mais variados estados. O resultado é uma coleção rica em detalhes, com construções elaboradas e um manuseio de tecidos que merece destaque.

Surpresa  >> TNG (veja as fotos do desfile aqui)

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Com direção criativa de Maurício Ianês, a TNG deu um salto em comparação a última coleção (Verão 2010). Bem mais jovem, em perfeita sintonia com o clima da moda no mundo, trouxe tudo que há de mais relevante para o momento numa coleção inspirada nos esquimós caçadores do Alasca, onde referências rústicas se mixam às modelagens e materiais contemporâneos.

Todas as imagens © Agência Fotosite

Top 5 Fashion Rio: FFW elege os melhores da semana carioca