Drops de balada: as novas (ou repaginadas) casas da cena paulistana

16/03/2012

por | Cultura Pop

Fotos do Projeto Luxúria ©Le Fetiche Produções

Os empresários Gé Rodrigues e Igor Calmona, do DJ Club Bar e da Nova NostroMondo, se uniram a Heitor Werneck, criador do Projeto Luxúria, para abrir o MiniClub, casa noturna com temática fetichista. Heitor pretende levar o Projeto Luxúria, festa de fetiche que acontece há seis anos na cidade de forma itinerante, à nova casa, que terá, em ambientes separados, um restaurante com estética fetichista e uma balada com ambientes cuja estrutura é preparada para a prática de diversos fetiches, como S&M, shibari, podolatria, e até mesmo suspensão corporal. Vale observar o dresscode da casa: jeans e camiseta são proibidos, e o valor da entrada varia de acordo com o que a pessoa está usando. Quem decide isso é a hostess Pink, que tem autonomia para julgar os figurinos dos convidados – ou seja, capriche na montação!

Mini Club
Rua da Consolação 2641
Jardins
(11) 3294-3131

Horários: sex. e sáb., a partir das 23h.
Ingressos: de R$ 40 a R$ 150, dependendo do dresscode da pessoa.

+ Página do Projeto Luxúria

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O Madame Satã, referência na noite underground paulistana que ficou fechado durante cinco anos, foi re-inaugurado no fim de fevereiro com o nome simplificado para “Madame” e sob nova direção (o vídeo acima mostra o processo de reforma da casa). O comando agora é dos empresários Gé Rodrigues e Igor Calmona, a mesma dupla do Mini Club. A programação de festas é variada, com rock, punk, new wave, indie, house e eletrônico.

Madame
R. Conselheiro Ramalho, 873
Bela Vista
(11) 2592-4474

Horários: qui. 22h; sex. 23h; sáb. 23h30; dom. das 17h às 23h.
Ingressos: de R$ 20 a R$ 60. Estacionamento: R. Conselheiro Ramalho, 853, R$ 20.

+ Página do Madame no Facebook

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©Divulgação

O Dry, bar conhecido por seu premiado Dry Martini, reabre com pista de dança e ares de clubinho intimista com programação musical de pegada indie rock e eletrônica. O Dry Bar & Club, como passa a ser conhecido agora, tem direção do empresário Chico Lowndes, sócio do grupo Lowndes Hospitality Business, que controla o Estudio Emme, Puma Social Club e Tutto Bar & Cucina, entre outros. No lugar das mesas, há agora sofás e pufes; e há também uma nova pista de dança subterrânea, com capacidade para sessenta pessoas.

Dry Bar & Club
Rua Padre João Manuel, 700
Jardim Paulista
(11) 3081-4431 / 3063-1892

Horários: das 20h até o último cliente (fecha domingo e segunda).
Ingressos: consumação mínima de qua. a sáb., após 0h: R$ 30 (mulheres) e R$ 60 (homens).

+ Página do Dry Bar & Club no Facebook

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©Carol Quintanilha

Inaugurado em janeiro, o Club Yacht é a nova casa dos modernos de São Paulo. Criada pelos empresários Facundo Guerra, Cacá Ribeiro e Bob Yang, ela mistura decoração e ambientação que remetem ao universo náutico + uma pista de dança que reproduz o clima das discotecas dos anos 1970/80 — pense Studio 54 e Paradise Garage. A programação varia conforme a noite, navegando do indie rock à black music, ao house, ao pop.

Club Yacht
R. Treze de Maio, 701
Bela Vista
(11) 3104-7157

Horários: qui. e sex. das 0h às 5h; sáb. das 0h às 9h.
Ingressos: a partir de R$ 40.

+ Página do Club Yacht no Facebook

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©Divulgação

Depois de quase um ano desde que a casa da rua Matias Aires foi fechada por problemas com alvará, o Astronete reabriu em novo endereço, numa casinha na rua Augusta. O novo espaço é ainda menor, com capacidade para apenas 250 pessoas, mas isso não deve espantar os fieis frequentadores da balada. Continuam as tradicionais noites Shakesville SP, com rock das antigas, e a Discotexxx, com hits moderninhos, além de novas festas.

Astronete
Rua Augusta, 335
Consolação
(11) 3151-4568

Horários: qua. a sáb., 21h às 5h.
Ingressos: das 22 às 23hs não é cobrada entrada. Após 23hs, R$ 20.

+ página do Astronete no Facebook

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Musa da noite londrina, Jeanette fala ao FFW sobre festas e montação

23/05/2011

por | Gente

jeanetteJeanette em foto de Patrick Wolf ©Reprodução

Quem, mesmo de longe, acompanha o animado circuito de festas de Londres, já ouviu falar em Jeanette (ou James Main), super promoter, meio homem, meio mulher, meio drag, meio musa, que está por trás das festas mais bafo da cidade. Ficou conhecida fazendo a porta da Boombox e agora está com uma nova noite chamada Vagabond, que acontece uma vez por mês no Eastbloc, em Hoxton.

Além disso, JJ trabalha como stylist, ator e modelo e tem uma lojinha em Shoreditch, a Jeanette´s, em que vende peças únicas de designers como Richard Nicholl, Louise Gray, Giles Deacon, Christopher Kane e Judy Blame. Ela já foi cabelereira de Grace Jones, fez styling para matérias da “Dazed & Confused” e “i-D” e modelou para Gareth Pugh.

Na sexta passada, quem foi à festa Buati que rolou no clube Lions, em São Paulo (veja galeria da seção Festas), pôde também conferir seu gosto musical, já que ela tocou ao lado do MC Kinky.

Desde criança Jeanette tinha gosto pela montação. Usava as roupas da mãe e Bowie como inspiração. Hoje, James Janette é uma personagem que traduz a efervescência da noite londrina: ícone dos alternativos, musa(o) dos estilistas de vanguarda e uma das agitadoras mais influentes da cena hoje.

Ela falou rapidamente ao FFW sobre… festas e looks, claro!

jeanette 2Jeanette em dois momentos ©Divulgação

Quais as lembranças que você tem da sua primeira noite de festa?

Poucas! Hahaha! Eu tinha 13 anos e foi uma rave no início dos anos 90 na Escócia. Eu lembro de ter amado a música, as luzes e os meninos!

O que há de melhor na cena da noite hoje em dia?

As melhores noites para mim são sempre as que eu tenho meu grupo de amigos comigo. A gente pode ir juntos para qualquer lugar no mundo… As noites que mais amo em Londres são Hotboydancing Spot, que é organizada por meu amigo Jonjo. Também adoro a Horsemeat Disco, a música é ótima para dançar. Já o George & Dragon é bom para um drink rápido e o Bistrotheque para jantar e coquetel.

Como a Jeannette apareceu?

Não posso dizer que foi uma decisão consciente criar a Jeannete. Eu sou Jeannete, eu sou James. Acho que pode ser um alter ego, mas sou a mesma pessoa, não importa como você me chamar, darling.

Você demora muito para se montar?

Depende da noite. Eu sou um pouco impaciente, então gosto de ficar pronto rápido. Agora, se é um evento muito especial, peço para alguém vir fazer minha maquiagem. Mas posso te dizer que leva de 10 minutos a uma hora.

E você repete looks?

Sim, muitas vezes! Tenho minhas peças favoritas que não consigo deixar de usar até elas se arrebentarem! Mas se é um look extremo, como por exemplo, algo de Gareth Pugh, daí eu só usarei uma vez.

Quando você diz não para convite para sair à noite?

Hahaha! Muito mais hoje em dia! Eu só vou a uma vernissage ou festa fashion se é algo em que eu tenha interesse ou tenha amigos envolvidos. E mesmo assim, eu acabo saindo cinco vezes por semana…

Depois da meditação, David Lynch assina conceito e decoração de clube em Paris

19/05/2011

por | Cultura Pop

29_MHG_cult_lynchDavid Lynch criará conceito de novo clube em Paris ©Divulgação

Já pensou em andar em um dos mundos surreais, estranhos e cinematográficos criados pelo cineasta David Lynch? A partir de setembro, essa experiência será possível para quem estiver em Paris. O dono de uma boate hypada da cidade, o Social Club, abrirá um novo espaço chamado Silencio, que ficará no porão do Social Club e será todo concebido e desenhado por Lynch.

O espaço contará com bar, restaurante, cinema, espaço para shows e uma biblioteca de arte. O diretor tem mantido segredo sobre como será o design do local, mas quem assistiu a “Mulholland Drive” (2001) lembra que Club Silencio é o nome do teatro do filme e onde se passa parte da trama.

O silêncio, inclusive, parece ser algo prezado pelo diretor, afinal, Lynch é apaixonado por meditação transcendental. Em 2008, ele esteve no Brasil para lançar seu livro “Em Águas Profundas – Criatividade e Meditação” e conversou com seus fãs sobre o tema. Lynch chegou até a fazer piada, dizendo que a meditação ajudaria a compreender seus filmes complexos e surrealistas. A mania de Lynch por meditação – que parece destoar tanto com o Lynch que cria imagens perturbadoras e misteriosas em seus trabalhos no cinema — virou até filme aqui no Brasil, pelas mãos do diretor Marcos Andrade. O documentário “Transcendendo Lynch” estreia na sexta-feira (20.05) em São Paulo. A meditação é tão importante para Lynch que uma fundação com seu nome tem a missão de difundí-la.

Transcendendo Lynch

Estreia 20 de maio
Unibanco Arteplex

Festa de Halloween exibe filme de terror inédito em São Paulo

29/10/2010

por | Cultura Pop

Já escolheu a sua festa de Halloween? Neste sábado (30/01) uma das paradas obrigatórias é o  clube Alberta #3, onde Gabriel Finotti organiza a festa Decadance. Nas pickups, Dago Donato, da Neu Club _reduto indie paulistano e proveniente do Milo Garage_, toca novidades e a boa música de sempre.

Mas o grande destaque que abre e dá o clima da noite é a estreia _que acontece simultaneamente em 15 baladas no mundo todo_ do filme de terror-lisérgico-surrealista “Uniferno”, produzido pelo coletivo artístico europeu Mater Suspiria Vision. Eles misturam visual art, performance, moda, maquiagem e música _explorando o gótico e misturando aí linguagens de games de horror, cinema de terror, zumbis e afins.

Um novo gênero parece estar sendo criado, o que criou um buzz em blogs de música, identificando o som como “haunted disco trance”. Suspiria, o nome do meio do coletivo, é um filme de terror de 1977 dirigido pelo italiano Dario Argento, onde uma bailarina descobre que o conservatório de dança onde estuda é, na verdade, uma seita de bruxas.

Ouça no player uma mixtape do grupo:

Fica a dica: quem for pintado ou de máscara macabra paga menos na entrada. Confira mais infos.

+ Myspace: myspace.com/matersuspiriavision

Radar FFW: nova turma de club kids resgata montação em SP

22/10/2010

por | Cultura Pop

clubkidsgrande_049Da esquerda para a direita: Alexandre Brito, Caio Tavares, Laís Pattak, Boss In Drama, Adler David, Felipe Abe _os headliners da nova geração club kid ©Juliana Knobel/FFW

Do inglês, clubkid: termo originado no começo dos anos 80, para festas e seus frequentadores que ouviam música eletrônica e dançavam como se não houvesse amanhã. No Brasil, a onda chegou um pouco mais tarde para representar uma geração que atravessou os anos 1990 em clubes como Nation, Kravitz, Massivo e muitos outros. Desta fase saíram nomes como Erika Palomino, Johnny Luxo, Marcelona, Robert Estevão, Alisson Gothz, Michael Love, Bianca Exótica, Marcia Pantera, Cacá Ribeiro, só pra mencionar algumas das lendas vivas.

Se durante os anos 2000 esse movimento organizado na vida noturna se dissipou, neste final de década _especialmente de dois anos para cá_ uma nova turma invadiu certos points de São Paulo, principalmente o Clube Glória, de André Hidalgo. É o tipo de lugar onde não é preciso marcar com ninguém: essas pessoas estarão lá, fervendo. Figuras da noite, sempre montadas, são mais populares que os baladeiros comuns e muitas vezes acabam produzindo algumas festas, atacam de DJs ou trabalham como host, hostess ou na porta controlando as disputadas listas.

A editora de moda Erika Palomimo e autora do livro “Babado Forte”, que registrou o nascimento da cena eletrônica/gay nos anos 1990, avalia essa nova geração: “Vejo mais o Facebook como QG dessa nova geração, que vive em festa. Aliás, para eles, a vida é que é um Facebook! Tem nichos que se misturam, claro, mas em geral os novos clãs somente se auto-frequentam. Realmente, meio fechado de entrar. Como todos são muito jovens, melhores amigos são feitos quase que imediatamente”, analisa.

“Outro aspecto é que sinto a nova geração algo ‘samambaia’, meio assexuada. Há poucos casais nos grupos e não acho que se pratique tanto sexo _quanto nos anos 90, quando todo mundo experimentava de tudo”, relembra. “O que acho legal hoje, por outro lado, é que rótulos sexuais caíram por terra, e eles transitam entre diferentes interesses com bastante tranquilidade, sem ninguém precisar se afirmar nada: nem gay, nem hétero, muito pelo contrário”.

Sobre a moda, que tem relação intrínseca com a noite, Erika exalta a “montação”. “Me interessa neles o modo de vestir, com ênfase na personalidade e na criação de estilos de edição diferenciados, com um olho no brechó e outro na customização”.

O FFW conversou com 7 desses novos clubkids. Confira:

PÉRICLES MARTINS a.k.a. BOSS IN DRAMA

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É fácil reconhecer o Boss in Drama na balada: procure por bombas de fumaça ninja, instrumentos musicais que soltam fogo, roupas brilhantes e seu topete e make sempre _leia bem: s-e-m-p-r-e!_ impecáveis.

Twitter: @BossInDrama

Facebook: facebook.com/pages/BOSS-IN-DRAMA/27377153497

Onde nasceu: Paraná.

Idade: 23 anos.

O que faz da vida: Produtor Musical / Boss In Drama.

Signo: Escorpião.

Apelido: Pepa.

Boate favorita: Aquela com amigos e música boa.

No iPod: Michael Jackson.

Primeira balada da vida: Baile de formatura.

Primeiro porre: 1999, em casa ouvindo Marilyn Manson.

Mais tarde que já saiu de uma festa: Quando toquei até a ultima pessoa sair da pista.

Maior perrengue: Quando derrubam drinks no meu equipamento.

Melhor música de pista: Essa semana? Meu remix pro N.E.R.D.!

Figurino ideal pra sair: Muito brilho e exagero! Mais é MAIS!

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ADLER DAVID

adlerdavid

Integrante dos Underaged Heartbreakers, Adler David é figura-chave entre a galera muito jovem da noite de São Paulo. Adler é tímido, tem visual vampiresco, fala pouco, mas se joga muito _principalmente se estiver tocando Lady GaGa, porque ele sabe as coreografias de cabeça.

Twitter: @AdlerDavid

Facebook: facebook.com/adlerd

Onde nasceu: São Bernardo do Campo, São Paulo.

Idade: 18.

O que faz da vida: Blogueiro, promoter e web-designer.

Signo: Peixes.

Apelido: Não tenho.

Boate favorita: Glória.

No iPod: Metric.

Primeira balada que foi: Glória

Primeiro porre: Velho Barreiro HAHAHAHA.

Mais tarde que já saiu de uma festa: Meio dia.

Perrengue histórico: Perder a comanda.

Melhor música de pista: Eletro, 90s e pop chiclete.

Montação: Depende da festa e do meu humor mas procuro sempre usar algo que chame atenção e me possibilite dançar.

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ALEXANDRE BRITTO

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Esse você vê logo de cara. Pelo look, sempre de pegada rocker _skinny jeans, jaqueta de couro, tachas e muito preto. Alexandre é door do clube Glória, cuidando de infinitas listas e filas imensas. Não se engane pela cara de mau_ ele é fofo com todo mundo (que merece).

Twitter: não possui.

Facebook: facebook.com/alexandre.brito2

Onde nasceu: São Paulo.

Idade: 24.

O que faz da vida: Estilista e door do Clube Glória.

Signo: Libra.

Apelido: Alê.

Boate favorita: Clube Glória.

No iPod: Sex Pistols.

Primeira balada que foi: Muitas coisas… Não me lembro.

Primeiro porre: Aos 9 anos, no casamento da minha prima.

Mais tarde que saiu de uma festa: Não saberia responder.

Melhor música para pista: “Spellbound”, da Siouxsie And The Banshees.

Montação: Um look que te faça se sentir bem.

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FELIPE ABE

felipeabe

Dono dos modelos mais incríveis _e invejados_ de qualquer balada, Felipe Abe fotografa, abusa da androginia que a natureza lhe deu (inclusive vestidos fazem parte do seu dresscode que beira o crossdressing) e, o mais importante para um club kid, tem carisma de sobra.

Twitter: @FelipeAbe

Facebook: facebook.com/felipeabe

Onde nasceu: em São Paulo, no bairro de Perdizes, numa clínica homeopática e de parto normal.

Quantos anos tem: 25.

O que faz da vida: Sou fotógrafo, mas fiz arquitetura por muitos anos e sou grato à toda base teórica e estética que o curso me deu. Eu faço da vida o que ela tem de melhor a me oferecer _desde que eu acredite e veja um futuro num projeto ou ideia, eu estou dentro! Ja fui de trabalhador de fábrica no Japão à assistente do Jum Nakao na Holanda. No momento me ocupo fotografando clubs, produções de arquitetura e moda.

Signo: Capricórnio com ascendente em Câncer e lua também em Câncer.

Apelido: Já tive alguns, mas nenhum pega! Um muito fofo foi Pet! Alguns amigos íntimos me chamam de Felícia, uns mais antigos, de Evil. Nem tente me arranjar mais um, no fim sou mesmo chamado de Fê (ou Abe!)

Boate favorita: Tenho 3 preferidas: Glória, D-Edge e o Luxúria (que não é uma boate, e sim uma festa).

No iPod: Vou escolher a que mais me marcou na adolescência: Marilyn Manson!

Primeira balada que foi: Tunnel, quando adolescente, kkkkk! Fiquei apavorado, acharam que eu era do interior, tamanho meu horror!

Primeiro porre: Foi na faculdade, comecei a beber tarde e… como lembrar?

Mais tarde que já saiu de uma festa: Muitas never-ending-parties, mas sou preguiçoso pra chill-outs, quando o sol raia eu voo pra catacumba!

Maior perrengue: Vou contar 2: em 2005, voltando de um after party, um amigo nosso vomitou e tossiu pro alto em um trem lotado voltando de Santo André e me senti em um filme de zumbis sendo atacado pela multidão louca. Outra foi há uns dois anos saindo de uma On the Rocks: fiz a cagada de entrar num carro dirigido por uma pessoa bêbada com uma semana de carteira e 2 quarteirões depois estávamos grudados no poste _eu ganhei de brinde a quinta vértebra do pescoço quebrada e 6 meses de pescoceira. Tenso. Nunca mais!

Melhor música de pista: Aquela que faz sentido no momento, te tira do chão e te faz voar!

Montação: Qualquer um que imprima minha personalidade e meu humor no momento!

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LAÍS PATTAK

laispattack

Laís Pattak é a clubkid mais empreendedora desta lista: capitalizou seu hype, viralizou-se pela internet, e hoje é DJ e produtora de festas _com animação linear, não importa o dia da semana.

Twitter: @LaisPattak

Facebook: facebook.com/lpattak

Onde nasceu: Curitiba, mas sempre morei em São Paulo.

Idade: 23.

Signo: Gêmeos.

Apelido: Ou eu não tenho, ou não me avisaram.

Boate favorita: Clube Glória em São Paulo, James em Curitiba.

No iPod: Atualmente, Queens Of The Stone Age.

O que faz da vida: Como formação sou Radialista, mas meu alter ego é DJ e promoter do Clube Glória.

Primeira balada que foi: Matinê Krypton em São Paulo [risos].

Primeiro porre: Em 2001, após a missa de formatura.

Mais tarde que já saiu de uma festa: Depende se tarde é cedo, ou se o cedo é tarde, mas vamos colocar umas 9 da manhã aí, vai…

Perrengue histórico: Alguns momentos na minha jornada de três dias pelo [festival] SWU, como sair de um show para o outro.

Melhor música de pista: “I Love Rock n’ Roll”, de Joan Jett & The Blackhearts.

Montação: Vestido preto, meia calça preta ou colorida com sapatos e casacos dramáticos. E make impecável!

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CAIO TAVARES

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Caio Tavares é mais conhecido por seu apelido “global” (veja no perfil abaixo). Magééééérrimo, quase sempre de clutchbag na mão e desfilando com seu nonchalance digno de uma esfinge, Caio é também uma das figuras mais fofas da noite paulistana: ou seja, presença indispensável.

Twitter: @TavaresCaio

Facebook: facebook.com/caiotavares

Onde nasceu: Em São Paulo.

Quantos anos tem: 20 anos, nasci em 1990.

O que faz da vida: Já fiz várias coisas, já trabalhei com figurino, assistente geral das Gêmeas, fui assistente de produção de moda, estagiário em semanas de moda, e às vezes finjo que sou DJ, mas agora sou estudante de moda!

Signo: Gêmeos.

Apelido: Apesar de acharem que é Glória Maria [pela semelhança física com a ex-apresentadora do Fantástico], não é não, meus amigos mais íntimos me chamam de Preta! (risos).

Boate favorita: Sinceramente sempre foi a Torre, mas como ela fechou passou a ser o Glória!

No iPod: É difícil falar só uma, podia falar Radiohead, mas ia faltar She Wants Revenge, Interpol, The Killers e Britney Spears (é meu maior gosto por música até hoje!)

Primeira balada que foi: Foi no extinto Atari quando eu tinha 14 anos.

Primeiro porre: Não lembro do 1º, mas lembro de um que tive recentemente que foi bem trash, perda de memória e tudo mais.

Mais tarde que já saiu de uma festa: 11:30 da manhã de um Domingo, quando ainda tinha o Hells no Vegas, eu adorava, e sempre ia embora muito tarde.

Perrengue histórico: Já passei por vários. Tinha um fofo aí que sempre oferecia uns chillouts bafo, mas era na “pqp”, uma vez eu queria ir embora e não conseguia, e ninguém queria ir comigo!

Melhor música da pista: Qualquer uma da Britney!

Montação: Gosto muito de jeans e alguma camisetinha ou uma blusa com uma modelagem mais elaborada, que completo com  jaqueta, blazer, cardigã, acessórios dourados que eu amo, e agora estou amando usar as cabeças do Walério Araujo, que deixam qualquer look rico!

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GABRIELLA WANDERLEY

gabiwan

O ar blasé de Gabriella Wanderley, misturado ao je ne sais quoi carioca, faz sucesso tanto no Rio _onde é vista entre o clã da BUATI_ ou em São Paulo, batendo cartão no Bar Secreto.

Twitter: não possui

Facebook: facebook.com/gabriella.wanderley

Onde nasceu: Rio de Janeiro.

Idade: 18 anos.

Profissão: Sou stylist e desenho para a Marcella Virzi.

Signo: Capricórnio.

Balada favorita: Bar Secreto, em São Paulo.

Banda favorita: Queen.

Primeira balada que foi: Na The Week, ver Anja Shneider e Booka Shade [risos].

Maior porre: Não bebo.

Mais tarde que já saiu da balada: A hora que fechou?

Perrengue histórico: Acho que nenhum para recordar.

Melhor música de pista: Gustavo Tata faz a melhor música de pista.

Montação? Relativo. Depende de tanta coisa….

Agradecimentos: Clube Glória

Onde Nasceu: São Paulo, SP.

Idade: 24

Profissão: estilista e door do Clube Gloria.

Signo: libra.

Apelido: ale.

Primeira balada que foi: Clube Glória.

Banda favorita: Sex Pistols.

Mais tarde que saiu de festa: muitas coisas… Não me lembro.

9 anos, casamento de minha prima

vou saber rs

Melhor música para pista: Siouxsie and the Banshees Spellbound.

Looks ideais para sair: um que te faça se sentir bem.

Hard Ton estremece Clube Glória com show de fetiche-ítalo-disco

13/09/2010

por | Cultura Pop

hardton_011Hard Ton ©Juliana Knobel/FFW

Rolou no último sábado (11/09) o show do cantor italiano _e auto-intitulado disco queen_ Hard Ton, no Clube Glória, em São Paulo. Convidado por Johnny Luxo e Marcelona para a festa Luxo Pop Show, Ton tocou para  casa em lotação máxima e público eclético: club kids e fashionistas, gente montada e desmontada.

A apresentação começou tarde_ pouco antes das 3h da manhã _mas valeu a espera. A primeira observação é obvia: Hard Ton, com seus cento e tantos quilos, é uma visão impressionante. Em um macacão de tiras de couro total fetiche leather e um colar em formato de pênis pendurado no pescoço (que depois deu lugar a um outro modelo com o logo da Chanel) ele subiu no palco improvisado confiante.

hardton_010Bem solto, Hard Ton e seu figurino-fetiche durante show em São Paulo ©Juliana Knobel/FFW

Sua voz é impressionante: Ton cantou ao vivo sobre bases pré-gravadas de ítalo-disco _gênero que deu origem à disco music americana_ dançou e interagiu com o público nas canções de “Selfish”, seu LP mais recente: “Earthquake”, “Forever No More” e “Flawless”, sempre com a base sincopada, repetiviva e hipnótica, e roupagem cintilante de electro. Foi o tipo de show que quem viu, viu; quem não viu vai ter que esperar algum tempo para encontrar figura semelhante na música.

+ Myspace: myspace.com/hardtondiscoqueen

Atacando de DJ: clima de festa entre amigos domina a noite em SP

03/09/2010

por | Cultura Pop

danielpedroDaniel Carvalho, a Katylene, e Pedro Beck ©Reprodução/UHB

Se nos anos 1990 o culto ao DJ era o que norteava a cena noturna em São Paulo (e em outras capitais do país), e nos anos 2000 a cultura clube foi orientada pelo indie rock e suas estrelas, agora vivemos uma movimento diferente. Um constante clima de “festa na casa de amigos” _e não DJs contratados_ comandando as pickups de boates e festas mais importantes da cidade. Lions Nightclub, Funhouse, Emme, Alberta e Glória são alguns dos lugares onde você ouve jornalistas, chefs de cozinha e outras “personalidades atacando de DJ”.

4763563853_16728dda71_bGabriel Finotti, da Decadance, festa que acontece aos sábados no Alberta #3 ©Divulgação

Para Gabriel Finotti (@GabrielFinotti), produtor da Decadance, que acontece aos sábados no #Alberta 3, chamar os amigos depende da intenção do dono. “É despretensão, o iPod rola de mão em mão”, explica.  Pedro Beck (@PedroBeck), que organiza a Balada Mixta (sábados mensais no Estúdio Emme), defende a presença dos amigos. “Acabo chamando amigos para tocar nos meus projetos porque às vezes você tem um cara tecnicamente perfeito, mas que não tem o feeling de uma pista, o famoso ‘DJ Moisés’: quando ele entra pra tocar, a pista abre e esvazia”.

Será uma questão de popularidade? Personagens mais “reais” trazem mais público para a balada?

Maria Prata (@Maria_Prata), que é jornalista e diretora da Fashion TV, usa redes sociais como Twitter para chamar seus amigos e seguidores. “Aviso no twitter e tem muita gente vai por isso. Algumas pessoas que eu não conhecia vão falar comigo”, conta. Para Pedro, não necessariamente. “O Sany Pitbull (@SanyPitbull) coloca quatro mil pessoas onde for tocar. Chame um twitteiro com 100 mil followers para tocar na sua festa. Nem mil aparecem”.

Sergio Amaral (@SergioAmaral), jornalista, defende o clima mais descontraído de ter amigos tocando. “Agora é moda, né? Tava faltando uma boa dose de diversão, que é o que todo mundo de uma forma ou de outra busca na noite e nas festas que freqüenta”.  Jana Rosa (@JanessaCamargo), repórter do programa de moda It MTV, concorda. “[Toco] o que eu gosto de dançar. Hits dos anos 90, pop bate-cabelo e clássicos do rock”. Mesma vibe de Daniel Carvalho, Katylene (@Katylene), que além da Balada Mixta toca em várias noites em SP.

“Comecei muito mais pela brincadeira e pela vontade de querer dançar na pista a música que eu ouvia em casa do que por qualquer outra coisa”, conta. Com mais de 50 mil fiéis seguidores no twitter, Katylene garante que a divulgação através das redes é importante. “Hoje em dia a divulgação das festas é basicamente através dessas mídias. Acabou essa história de flyer”.

CARTEIRA ASSINADA

johnny-luxoJohnny Luxo, o club kid mais famoso do Brasil, saiu do fervo das pistas para incendiar as pickups e defende: “Gosto muito de convidar os não-DJs para tocar” ©Reprodução

Atividade que há muito tempo busca mais respeito e meios de se profissionalizar (como um sindicato), o que pensam os DJs sobre essa onda de sets amadores? Johnny Luxo (@RealJohnnyLuxo), que fez a transição de club kid para DJ profissional e hoje comanda a maior parte das noites no Clube Glória, além de tocar na A Lôca e outras casas, opina: “Eu gosto muito de convidar os não-DJs para tocar, por vários motivos, como flexibilidade de setlist (é fundamental) e carisma. Até algum tempo atrás, eu só convidava DJs profissionais, mas nos últimos anos notei que depois de um certo momento da noite a pista despencava e a festa terminava, e isso acaba sendo prejudicial para a festa/clube. Afinal de contas, festas em clubes são negócios, não é à toa que vários lugares modificaram suas programações, pode reparar”.

ad-ferreraAd Ferrera, que fez a transição de DJ ocasional para DJ profissional: “Acho que há espaço para as duas coisas” ©Reprodução

Ad Ferrera (@AdFerrera), que foi residente do Bar Secreto por dois anos, e também fez a transição de amador para profissional, conclui: “Geralmente um DJ profissional quer impressionar a audiência com sua técnica apurada, seu repertório novidadeiro e sua trip autoral, coisa que nem sempre funciona, já que numa pista o povo paga caro pra dançar e muitas vezes esses sets profissionais são muito chatos pro público. Acho que tem espaço pras duas coisas. O mercado é competitivo mesmo”.

As 5 top hostesses que mandam e desmandam na noite paulistana

02/09/2010

por | Cultura Pop

Há quem diga que uma hostess (feminino do inglês “host”, que significa “anfitrião”) é apenas uma garota bonita na porta da balada. Mas elas _que sim, são lindas_ fazem muito mais do que isso. Sempre montadas e alertas, as hostesses recebem os convidados de festas, eventos e clubes, selecionam quem tem prioridade de entrada, quem é convidado VIP, quem vai ganhar qual tipo de desconto, quem vai ter uma pulseira para acessar as áreas restritas da festa e, em alguns casos, quem vai ficar da porta pra fora.

O FFW fez um raio-x de 5 top hostesses de São Paulo. Em ordem alfabética, as meninas que comandam as entradas das festas mais disputadas de SP:

ALESSANDRA ROSA

alerosa_005Alessandra Rosa cuida da porta do Hot Hot todas as quintas, na festa Danceteria ©Juliana Knobel/FFW

Como começou: Comecei como bartender. Em meados de 2007, a Gisa Gabriel me chamou para fazer door da Fetish a Go-go, que acontecia no Clube Glória. Passei a ser hostess do projeto de sexta do Loveland e de algumas festas no lov.e também.

Onde encontrar: Hot Hot (Rua Santo Antônio, 570 – Consolação – SP).

Uniforme de trabalho: Tudo depende da ocasião, do público, se terá uma atração ou algum evento especial. Em eventos mais formais, uso sempre roupa preta (saia lápis e camisa, por exemplo) . Numa noite especial ou em eventos tipo Fashion Rio e carnaval da “Vogue”, sempre vou mais montada, vestidos mais chamativos, casquetes e alguns outros detalhes que valorizem a produção. Na The Week, onde trabalho aos sábados, vou montadíssima. Sempre de Walério Araujo e Fernando Pires. Apesar da minha altura ( 1,82 m), abuso dos saltos.

Maior saia-justa: Quando fiz um evento sem lista porque a impressora não funcionou.

Ser Hostess é: Ter responsabilidade e eficácia, pois, antes de tudo, você está trabalhando e não se divertindo (a não ser pelo lado lúdico da montação). Tem que mostrar educação, simpatia e paciência. Afinal, você é o primeiro contato com os convidados e clientes.

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COCO VALADARES

cocovaladares_002Vestindo Walério Araújo, Coco Valadares, do Hot Hot ©Juliana Knobel/FFW

Como começou: Comecei no Hot Hot, convidada pela Claudia Riston e Daniela Caporalli.

Onde encontrar: Hot Hot (Rua Santo Antôno, 570 – Consolação – SP).

Uniforme de trabalho: Minhas produções quase sempre são assinadas pelo Walério Araújo e às vezes incluo peças do meu acervo pessoal. Normalmente uso vestidos impactantes junto a peças elaboradas para criar uma produção moderna, sexy e luxuosa, de acordo com cada ocasião.

Maior saia justa: Uma menina já tentou me agredir por não conseguir furar fila.

Ser Hostess é: Ser a cara da festa! (pelo fato de ser a primeira pessoa que os convidados veem quando chegam ao evento).

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GOKULA STOFFEL

meninassecreto_010Gokula Stoffel é ex-modelo e hostess  nas festas SaturnDay e Francamente, do Bar Secreto ©Juliana Knobel/FFW

Como começou: Comecei saindo e fazendo amigos à noite, já fui modelo e conheci muita gente. Comecei realmente quando fui indicada pela Melissa Depeyre a ficar no lugar dela por um tempo no Clube Glória. Mais tarde, a Karina Mota me convidou pra fazer uma festa, a SaturnDay no Bar Secreto junto com o Marcelo Elídio.

Onde encontrar: Bar Secreto (Rua Álvaro Anes, 97 – Pinheiros – SP)

Uniforme de trabalho: Sou apaixonada por roupas e gosto de bons tecidos, não tenho problemas com comprimentos, vou do longo ao curto, uso muito preto e também muita cor. Me sinto incrível usando as sedas e as cores da Neon e da Amapô.

Maior saia justa: Saia justa costumam passar as pessoas quando ouvem que não podem ser recebidas em nossa casa. É um lugar pequeno e, por motivos óbvios de lotação, damos preferência aos nomes que estão na lista, sempre! Uma saia justa pode ser ouvir essas pessoas gritarem que podem pagar o quanto for para entrar. Desculpem, mas isso não faz diferença nenhuma.

Ser Hostess é: Ser anfitrião.

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MARIANA SIMON

meninassecreto_005Mari Simon, que trabalha na Surface to Air e é hostess no Bar Secreto ©Juliana Knobel/FFW

Como começou: Comecei a trabalhar como hostess no Bar Secreto meio por acaso, quando ainda não tinha nem sido inaugurado (e nem tinha nome!). Como trabalho na Surface to Air e os sócios são amigos, fui indicada para receber os convidados de uma festa de aniversário lá. Tudo foi acontecendo naturalmente, sem nenhuma pretensão e a partir daí surgiram alguns convites para trabalhar em eventos como coquetéis de lançamentos e outras festas.

Onde encontrar: Bar Secreto (Rua Álvaro Anes, 97 – Pinheiros – SP)

Uniforme de trabalho: Geralmente visto roupas da Surface to Air por me identificar e pelo fácil acesso com os estilistas das marcas. Uso muitas coisas da Amapô, Neon, Rober Dognani, Juliana Jabour, e costumo garimpar peças em brechós, como brilhos, paetês e couro.

Maior saia-justa: Não vou citar uma situação específica, mas é comum algumas pessoas se sentirem mais importantes do que realmente são e cobrarem atenção desnecessária, muitas vezes com arrogância. Ouvi diversas vezes a frase “você sabe quem sou eu?” e acho muito desagradável ter que contornar a situação de maneira elegante, já que procuro tratar todos os clientes da mesma maneira.

Ser hostess é: Receber bem os convidados, independente de quem sejam.

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MELISSA DEPEYRE

melissaTodo-poderosa do Lions, Melissa Depeyre é uma das hostesses mais queridas e importantes de São Paulo ©Juliana Knobel/FFW

Como começou: Comecei como hostess há sete anos. O pontapé inicial partiu de um grande amigo e, hoje meu chefe, Cacá Ribeiro _um dos sócios do clube Lions_, que não só acreditou em mim desde o começo, como descolou meu primeiro trabalho como hostess. Logo, comecei a trabalhar no Pix, onde fiquei por dois anos, depois mudei para oClube  Glória (4 anos), SPFW (4 anos) e, atualmente, no Lions Nightclub.

Onde encontrar: Lions Nightclub (Avenida Brigasdeiro Luiz Antonio, 277 – Centro – SP)

Uniforme de trabalho: Amo vestidos curtos, preto e muita meia calça. Uso grifes como Gloria Coelho, Reinaldo lourenço, Neon, Forun, Triton, Ellus, Elisa Chanan.

Maior saia-justa: Não tive.

Ser hostess é: Representar muito bem e com profissionalismo o lugar em que você trabalha.

Tudo sobre o Estúdio Emme, a casa de shows que promete agitar SP

26/05/2010

por | Cultura Pop

Clipboard02Fachada e pista do antigo Avenida Club, em São Paulo: o local foi a casa do espetáculo de teatro “Terça Insana” ©Divulgação

No final de junho, São Paulo ganha uma nova casa de shows. E o que isso tem a ver com moda? Aparentemente, tudo. A marca de fast-fashion Emme (que pertence ao grupo GEP, donos da Cori, que desfila no SPFW, e da varejista Luigi Bertolli), é quem está por trás do Estúdio Emme, novo espaço para shows que ocupa o lugar do antigo Avenida Club, em Pinheiros, São Paulo.

O estúdio fica sob o comando de Chico Lowndes (revistas “Simples” e “Vice Brasil”), e também articula a aproximação da marca com música e vida noturna. Por enquanto, o espaço, que tem capacidade de cerca de 1.500 pessoas, vai passar por uma extensa reforma.

De acordo com o marketing do grupo GEP, o endereço em Pinheiros abrigará também uma flagship da Emme, com projeto arquitetônico assinado pelo Estúdio Marton. Nessa loja serão vendidas, além da moda feminina, produtos de decoração, gadgets e livros. Outro destaque é o formato fast-fashion da marca, tipo as europeias Zara, H&M e TopShop, em que as peças novas chegam semanalmente nas araras, ao invés de em coleções completas a cada estação.

O local já tem até uma atração confirmada: a festa Balada Mixta, atualmente na Funhouse e organizada pelo jornalista Pedro Beck e por Daniel Carvalho, que passa a ser mensal e aos sábados.

Quem ficou curioso, dá pra ver a localização exata do Estúdio Emme neste link do Google Maps.

“Não estou nadando em dinheiro”, diz empresário Facundo Guerra

24/02/2010

por | Gente

Facundo Guerra é bem mais que um dono de boate. Aos 36 anos, o argentino radicado em São Paulo, capricorniano, acadêmico convicto e ex-jornalista é proprietário do clube Vegas e dos bares Z Carniceria e Volt. Mais importante que tudo isso, ele é uma das cabeças responsáveis pela revitalização do Baixo Augusta. “Essa região da Augusta representa São Paulo. Do Cadoro à loja da Ferrari, os cinemas, os teatros, a Oscar Freire. Com o passar dos anos esse pedaço vai acabar se transformando no nosso cartão postal, mais do que a avenida Paulista”, afirma.

Hoje, cinco anos após a abertura do Vegas, a rua Augusta – antes considerada boca do lixo – se tornou um pólo de fermentação cultural reconhecido pelo NY Times e abraçado por todos os paulistanos.

facundo-guerra-bar-voltO empresário Facundo Guerra em retrato no Volt: o bar é uma das casas que integram seu megaplex na noite paulistana © Divulgação

Ao lado dos sócios Cacá Ribeiro, José Tibiriçá e Augusto Arruda, Facundo abre nesta quarta-feira (24/02) o Lions Nightclub, que habita um prédio dos anos 1960 projetado por Guilherme Malfatti, irmão da artista plástica modernista Anita Malfatti. Restaurado, o espaço ainda conta com um mural de azulejos original de Anita e 350 m² de decoração suntuosa assinada por Fabrizio Rollo (“Casa Vogue” e “Vogue Brasil”).

O empresário recebeu o portal FFW em sua casa no bairro residencial do Pacaembu, em São Paulo. Entre uma pergunta e outra, ele falou sobre o futuro do clube Vegas e também dos seus planos distantes de aposentadoria, um mix de casa noturna + ONG: “Onde os drinks sejam baratos, os DJs tenham cotas e a entrada seja gratuita, como um centro cultural. Boa ideia, né?”.

Confira:

Antes de ser um dos maiores empresários da noite brasileira, quem era Facundo Guerra?
Na ordem cronológica: comecei como office boy, depois fui atendente de consultório médico. Fui marinheiro, estoquista, caixa, vendedor de loja, vendedor de máquinas de envasar leite, trabalhei no marketing da Tetrapak, no RH da American Express, fui gerente de conteúdo do portal de uma empresa especializada em softwares de gestão, gerente de novos negócios e de novos conteúdos do portal AOL no Brasil, dei aula de redação e cursinho pré-vestibular de alfabetização de adultos, estudei Engenharia de Alimentos, fiz Jornalismo com ênfase em cobertura internacional e mestrado em política pela PUC-SP.

Quanta coisa!
É mesmo. Uma vida longa. Trinta e seis anos e nunca parei. Depois que eu saí da AOL fui sócio da [estilista] Rita Wainer na Theodora. Entrei bem no comecinho. Depois abri o Vegas, na sequência o Z Carniceria, o Volt e agora o Lions.

E por que, depois de tudo isso, abrir uma casa noturna?
Tinha começado na Theodora, e como a moda sempre foi muito ligada à noite, não dá pra separar uma coisa da outra. Mas o negócio [Theodora] não ia bem, não fazia grana suficiente para sustentar duas pessoas. Nunca tinha escrito um currículo. Foi quando percebi que a minha vida estava completamente difusa, saltando de pedra em pedra com quase trinta anos. A minha família não tem recursos. Então pensei que deveria montar o meu próprio negócio. Conheci o Tibiriçá, que hoje é meu sócio e me falou que conhecia um ponto incrível na rua Augusta. Quando visitei pensei: ‘Fodeu, é muito grande, as pessoas não vão vir aqui’. Não sou um cara que consegue criar coisas a partir do nada. Mas se você me der uma fagulha eu entro em combustão. Essa fagulha inicial sempre veio do Tibiriçá.

0,,16201174,00A pista lotada do clube Vegas © Reprodução

Hoje você se considera uma pessoa/profissional realizado?
Estou super realizado. O Vegas começou o movimento de cristalização de uma estética paulistana, que hoje está representada pelo Baixo Augusta. A paulistano sempre foi muito extrativista: ele tem uma relação de ódio com a cidade pelo trânsito, pela chuva, pela insegurança. Mas agora, por conta de um movimento de renovação econômica, e por São Paulo ser o motor dessa renovação, estamos despertando o orgulho de ser paulistano. [O Vegas] não foi o primeiro projeto, e talvez nem seja o mais importante, mas foi o que aconteceu na hora certa, no período histórico correto.

Dá pra ser dono de boate sem fazer política? A prefeitura mais ajuda ou atrapalha?
A prefeitura não ajuda, mas também não atrapalha. Você tem que se adaptar às regras, que podem ser complicadas. Mas é mais fácil ser empresário no Brasil do que nos EUA ou na Europa, onde você tem que pagar taxas altíssimas para abrir um clube. Em Nova York, a noite é dominada por conglomerados financeiros. Gente que esta conectada com a cultura local nao consegue abrir um bar ou um clube porque é impraticável do ponto de vista financeiro. Os clubes de Londres funcionam como franquias. Já aqui você pode ter o Bar do Netão, por exemplo. Um dono de botequim que criou a primeira boate pública. É uma coisa que tem legitimidade dentro do underground.

volt-e-z-carniceria-facundo-guerra-ffwÀ esquerda, mesas e neons no bar Volt; à direita, o balcão do Z Carniceria © Divulgação

Quanto vale um clube como o Vegas hoje? Já teve propostas de compra?
Já tivemos propostas, mas nunca sérias o bastante para sentarmos e conversarmos sobre valores. Nunca pensamos em vender. Se chegassem pra mim com um caminhão de dinheiro eu não venderia. O Vegas nos custou R$ 80 mil. Hoje em dia você não monta nem um boteco de esquina na Augusta com esse montante. Na época me lembro que o dinheiro acabou e eu comecei a levantar parede junto com os pedreiros. Não sei se é um pouco romântico da minha parte, mas acredito que o Vegas ficou impregnado com o nosso suor – literalmente! Quando você participa na construção de um projeto dessa forma, a sua alma fica impregnada ali.

Você ficou rico?
Nossa meta nunca foi financeira. Isso sempre foi um mote. A gente se preocupa com o resultado financeiro na segunda ou terceira linha de prioridades. A nossa primeira preocupação é com o baile. Se o baile der certo, o dinheiro vai fluir. Não deixamos de investir em atrações gringas, pagar bem os DJs e o staff da casa. Isso tudo acaba contribuindo para o baile e, como consequência, para o nosso bolso. Se eu fosse fazer pra ganhar dinheiro faria festa de axé, de psy trance. Disso eu posso me orgulhar muito: só fiz projetos em que realmente acreditei. Tenho um padrão de classe média, levo uma vida confortável. Não tenho dinheiro sobrando, não sou milionário. As pessoas acham que fiquei rico porque eu sou dono do Vegas, do Volt e do Z. Não estou nadando em dinheiro. Materialmente, não preciso de nada – tenho as minhas motos, os meus quadrinhos. Por exemplo, adoraria viajar para Tóquio, mas eu trabalho tanto que não teria tempo para isso.

E de coisas imateriais, tem algo que você deseja? Tempo? Sossego?
[pensa] Não. Eu gosto de trabalhar!

E o Lions?
Temos a síndrome do segundo, do terceiro e quarto disco, e criamos uma reputação com os projetos anteriores, então não podemos abrir uma casa meia boca porque vão cair de pau na gente. Você sabe como paulistano é crítico. Estamos preocupados com detalhes que ninguém vai perceber. Quero que o Lions seja absolutamente perfeito. A falta de recursos financeiros acabou nos forçando a criar soluções criativas. Usamos um sistema de luz de 7.000 pixels usando espelhos, um truque óptico criado no século 19, uma forma inteligente de economizar recursos sem comprometer o resultado final. O projeto do Lions foi inteiro barato.

lions-nightclub-©priscilla-vilarinho-ffw2O grande ilusionista: Facundo Guerra usou um truque de espelhos do século 19 para economizar no sistema de luz sem comprometer o efeito visual © Priscilla Vilariño/FFW

Qual é a sua relação com música? E com música eletrônica?
Eu só passei a ouvir música depois dos vinte anos. Quando era criança, morava em um apartamento no bairro de Santa Cecília de dois quartos. Eu dividia o quarto. Na sala, a TV ficava ligada o tempo todo, todo mundo disputava. Não tinha privacidade para ouvir música. De música eletrônica não conhecia nada – até abrir o Vegas eu só ouvia Jazz. Usei a internet pra me atualizar. Sempre fui muito nerd, e como não sabia diferenciar house de techno, fui descobrindo gêneros, coisas dos anos 1950 como Stockhausen, depois as experimentações do Krautrock, disco, electro, trance, o house de Chicago, o techno de Detroit, o tech house. Hoje em dia eu gosto de sets que não se preocupem muito com o gênero. Gosto da estética do [selo francês] DFA, como James Murphy, Pat Mahoney. Esse tipo de set mais amplo, mais generoso, mais autoral. Esses caras têm a capacidade de criar uma narrativa musical.

Qual é a vocação de uma casa noturna?
Levar um pouco de escapismo para as pessoas. Trabalhar na noite é lidar com vida e morte, acho isso muito forte. Talvez  o mais importante do meu trabalho. Serve para as pessoas descarregarem as suas frustrações, esquecerem a vida que levam. Os clubes e os bares têm essa função, que é quase de controle social. Se ele está no clube dançando, ou tomando pinga no bar, provavelmente não está chutando o cachorro ou batendo na mulher. É uma borracha de amortecimento social. Sem o circo, o que seria do povo?

lions-nightclub-©priscilla-vilarinho-ffwInterior do Lions Nightclub, o mais novo picadeiro do empresário Facundo Guerra. O ambiente tem painel de azulejos de Anita Malfat e o décor vem com lustres clássicos, cabeças de animais e faisões empalhados: obra do editor de estilo Fabrizio Rollo © Priscilla Vilariño/FFW

Qual é a pergunta que você não aguenta mais responder?
“O Vegas vai fechar?” [risos]

E vai?
Hoje, que eu sei fazer boates, enxergo no Vegas várias falhas de estrutura que não via antes. E é mais fácil construir uma nova casa noturna do zero do que reformar a que já existe. Um clube é como um site, você pode mudar de layout mas o importante é o conteúdo.

Perfil no Twitter: twitter.com/facundoguerra

Página no Facebook: pt-br.facebook.com/facundo.guerra

Lions Nightclub
ONDE Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277 – República – SP
COMO CHEGAR Veja o mapa
+ lionsnightclub.com.br

Vegas
ONDE Rua Augusta, 765 – Consolação – SP
COMO CHEGAR Veja o mapa
+ vegasclub.com.br

Volt
ONDE Rua Haddock Lobo, 40 – Consolação – SP
COMO CHEGAR Veja o mapa
+ barvolt.com.br

Z Carniceria
ONDE Rua Augusta, 934 – Consolação – SP
COMO CHEGAR Veja o mapa
+ zcarniceria.com.br

Festa do portal FFW abre o calendário do SPFW na The Week

14/01/2010

por | Gente

O clube The Week (do empresário André Almada) fecha nesta sexta-feira (15/01) para a festa de lançamento oficial do portal FFW e abertura do São Paulo Fashion Week – o evento começa pra valer no domingo (17/01).

foto-convite-festa-portal-ffw

A equipe de redação do portal FFW vai estar lá pra receber os convidados e fazer live tweet da festa (acompanhe no @portalffw). No line up de atrações tem o DJ Luca Lauri, Daniel Hunt (Ladytron), live set dos meninos do The Twelves e, pra fechar a noite com pick up de ouro, Felipe Venâncio. Na porta, a hostess Maria Eugênia vai dividir as listas de convidados com Fábio Queiroz.

Sabia que você pode ganhar um convite válido pra duas pessoas na promoção que estamos fazendo (até às 15h do dia 15/01) no Twitter?

A festa começa às 22h e vai até o último convidado.

Lançamento portal FFW e abertura oficial do SPFW
QUANDO sexta-feira, dia 15/01, a partir das 22h
ONDE The Week – Rua Guaicurus, 324 – Lapa – São Paulo / SP
COMO CHEGAR Veja o mapa

Patrocínio:
Coca-Cola Light Plus
Smirnoff Black

Pra esquentar, ouça as músicas dos DJs que vão tocar na nossa festa:

+ myspace.com/djlucalauri

+ myspace.com/ladytron

+ myspace.com/thetwelves

+ felipevenancio.com.br

De volta ao Brasil, Johnny Luxo revela 10 coisas que não vive sem!

Depois da deliciosa overdose de Rio de Janeiro (clique aqui para ver todos os desfiles do Fashion Rio), a equipe do portal FFW está de volta a São Paulo, onde fica o nosso QG.

Pra comemorar o retorno à megalópole, elegemos Johnny Luxo, figura emblemática da noite paulistana, para retomar os trabalhos na urbe. DJ performático, ele comanda as festas “Flash” e “Luxo Pop Show!” (ambas no Clube Glória), e também assina as trilhas sonoras ao vivo do programa “Toda Sexta”, de Adriane Galisteu.

Headliner do movimento clubber no Brasil no início dos Anos 90 (ele foi um dos primeiros a ganhar fama nacional), João Marcelo Rolim virou Johnny e ganhou o apelido “Luxo” de tanto usar a palavra no seu vocabulário. De volta de uma mega-viagem que fez ao Velho Continente, ele abre o jogo e revela as 10 coisas essenciais no seu roteiro que começou em Amsterdã e terminou em Praga, passando por Berlim e Viena. Luxo!

axo“Andar de bicicleta (de preferência uma com cestinha na frente para colocar as compras)”

carruagem“Andar de carruagem (o ‘totô’ do cavalinho polui menos que um carro)”

peles“Liquidação de peles!”

frank-Gehry“Dancing House do Frank Gehry, podia ter uma aqui no Brasil”

segurança-da-johnny“Guarda costas: gentil e discreto!”

lixo“Serviço de limpeza pública mais eficiente”

playmobil-da-johnny“Playmobil para passar o tempo”

mona-market“Um supermercado que seja a minha cara”

neve“O meu casaquinho do Jeremy Scott para dias mais frios: a Gwen Stefani (em colagem na foto acima) tem um igual!”

momento-de-reflexão“E pra finalizar, não vivo sem meus momentos de reflexão!”

Página do Johnny Luxo no Facebook: facebook.com

Hot Hot invade noite paulistana. Novo clube de Flavia Ceccato abre as portas nesta quinta-feira (12/11) com a festa “Danceteria”

11/11/2009

por | Cultura Pop

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Baladeiros, atenção: inaugura nesta semana o Hot Hot, novo clube de Flavia Ceccato (nome por trás do legendário Lov.e), em parceria com Joel Dibbo. Depois de dois anos de mistério, o clube será apresentado em uma festa fechada para convidados.

A casa de dois andares fica na Bela Vista e tem projeto arquitetônico assinado por Guto Requena e Alexandre Nino, com um túnel de 20 metros (!) separando o clube da rua. A iluminação – que, segundo rumores, é espetacular: feita de LEDs e espelhos – é de Lonardi Doná, conhecido pelo trabalho “cenográfico” nos clubes D-Edge e Hells. A decoração é um mix de vintage com design contemporâneo. Outra notícia boa para os amantes de música: o Hot Hot terá um sistema de som chamado Funktion-One, que promete uma sonoridade cristalina inédita na América Latina.

“Danceteria”
A primeira festa do clube, a Danceteria, estreia nesta quinta-feira (12/11) sob comando do prometer Rodrigo Fernandes, com inspirações na música Disco, na house music e em tendências musicais. Os DJs Marcio Vermelho e Ricardo Gonzales são os residentes do projeto, com a DJ cross-dresser Leiloca Pantoja como convidada especial da primeira noite.

“Danceteria” @ Hot Hot
Rua Santo Antonio, 570, Bela Vista – São Paulo
tel.: (11)) 2985 8685

+ www.hothotsite.com.br