Rolou no último sábado (11/09) o show do cantor italiano _e auto-intitulado disco queen_ Hard Ton, no Clube Glória, em São Paulo. Convidado por Johnny Luxo e Marcelona para a festa Luxo Pop Show, Ton tocou para casa em lotação máxima e público eclético: club kids e fashionistas, gente montada e desmontada.
A apresentação começou tarde_ pouco antes das 3h da manhã _mas valeu a espera. A primeira observação é obvia: Hard Ton, com seus cento e tantos quilos, é uma visão impressionante. Em um macacão de tiras de couro total fetiche leather e um colar em formato de pênis pendurado no pescoço (que depois deu lugar a um outro modelo com o logo da Chanel) ele subiu no palco improvisado confiante.
Sua voz é impressionante: Ton cantou ao vivo sobre bases pré-gravadas de ítalo-disco _gênero que deu origem à disco music americana_ dançou e interagiu com o público nas canções de “Selfish”, seu LP mais recente: “Earthquake”, “Forever No More” e “Flawless”, sempre com a base sincopada, repetiviva e hipnótica, e roupagem cintilante de electro. Foi o tipo de show que quem viu, viu; quem não viu vai ter que esperar algum tempo para encontrar figura semelhante na música.
Marina And The Diamonds é mais uma cantora pop a encarnar “Thriller” em seu novo videoclipe, “Shampain”. O vídeo, dirigido por Kim Gheri, seria bacana se não fosse a referência já (forçada e) desgastada. Vamos dar um tempo para o Michael, meninas? La Roux, Lady GaGa e Karen O, dos Yeah Yeah Yeahs, já apostaram…
O rapper Big Boi, colaborador de Beyoncé, Rihanna e cara-metade do Outkast, também lançou videoclipe. Desta vez é para “You Ain’t No DJ”, com participação de Yelawolf e um perfume de (quem diria) Missy Elliot. Dirigido por Parris, o single tem cachorros, dançarinos de break, DJs, uniformes da adidas e tudo que um bom rapper tem direito. “You Ain’t No DJ” faz parte do disco “Sir Luscious Left Foot: The Son Of Chico Dusty”.
O cantor e violinista canadense Owen Pallet _antes conhecido pelo codinome roubado do game Final Fantasy_ que lançou em janeiro o elogiado álbum “Heartland”, teve um ano produtivo: colaborou com o The Arcade Fire, saiu em turnê solo, lançou alguns videoclipes e aparece com mais um EP, “A Swedish Love Story”. Em comemoração ao seu aniversário (07/09), ele soltou a faixa “A Man With No Ankles”. Baixe aqui. O EP será lançado oficialmente, pela gravadora Domino, no dia 28 de setembro.
Rihanna quer dominar as pistas de dança do mundo. Com seu novo single, “Only Girl”, ela deve dar algum trabalho a Katy Perry e Ke$ha. Electro-gelado e com produção do Stargate, o hit mistura o vozeirão forçado de Rihanna a batidas intensas. O novo álbum, “Loud”, ainda não tem data de lançamento.
E Rihanna poderia dormir tranquilamente se não fosse por Willow Smith. Com apenas 9 anos, a filha do ator Will Smith lançou seu primeiro single, “Whip My Hair”, um r&b poderoso, voltado para baladas e bem produzida. Willow já chamou atenção dos fashionistas por se vestir como uma adulta.
O filme Machete estreou nos EUA e já garantiu o terceiro lugar nas bilheterias, arrecadando 11,3 milhões de dólares num fim de semana. Dirigido por Robert Rodriguez e com Lindsay Lohan no papel de uma freira sexy sanguinária, o longa-metragem conta uma história de vingança temperada com muito sexo, violência, sangue, mulheres impossivelmente gostosas (e perigosas!) e um anti-herói como protagonista (Danny Trejo) _a fórmula Tarantinoanesca tem tudo pra dar certo por aqui. Como bônus para os amantes do gênero, o canastrão (e one-man-army) Steven Seagal também faz parte do elenco. Chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 15 de outubro.
Nos anos 1970 e 1980, Bryan Ferry redefiniu o que era sexy na música. Líder do Roxy Music, ele volta em 2010 com o disco “Olympia” e ninguém menos que a supermodelo Kate Moss na capa. Além de Kate, o álbum é cheio de colaborações quentes: membros do CHIC, Radiohead e Red Hot Chili Peppers contribuem.
“”Kate é a femme fatale de nossa época, tão controversa quanto linda, ícone mais glamouroso do sexo feminino desde Marilyn Monroe”, analisa Ferry. Assinada pelo designer Gideon Ponte e clicada pelo fotógrafo Adam Whitehead, a imagem é inspirada no (então) controverso quadro “Olympia”, de Édouard Manet.
“A pintura é uma espécie de precursora do estilo pin-up, em certo sentido, precursora também de algumas obras da Pop Art do século 20, com a qual tenho forte ligação”, completa.
Quem tem menos de 30 anos pode não lembrar da banda, que é autora dos hits “More Than This” (que tem cover dos 1,000 Maniacs) e “Ladytron”. Formados em 1971, eles sempre foram conhecidos pela sua sonoridade eletrônica, sexy, e pelas modelos que apareciam nas capas dos seus discos, sempre cheios de informação de moda e senso de humor.
Um certo constrangimento atingiu as cerca de 30 pessoas que foram ao Comitê _casa de shows com capacidade para 700, em São Paulo_ assistir ao rapper americano Theophilus London tocar. Comparado a Kanye West, apadrinhado por A-Trak e Mark Ronson, colaborador de Damon Albarn (Gorillaz), Solange Knowles, TV On The Radio e Simian Mobile Disco, London despontou na cena musical em 2009.
Nativo do epicentro indie americano, o bairro de Williamsburg, no Brooklyn, Nova York, ele mistura influências de diversos gêneros, plataformas e públicos, em uma abordagem fresca do hip-hop.
Acompanhado apenas por um DJ, um copo de uísque e seus óculos escuros, ele enfrentou a pista vazia e cantou sobre bases em “Humdrum Town”, “Ultra Violet”, e outras faixas dos discos “This Charming Mixtape” e “I Want You By”. Após quarenta minutos de um bom show, ele desencanou, desligou o microfone, e chamou ao palco JOYA.
Jamaicana, JOYA é cantora, rapper, violinista e compositora. Um mix de Rihanna com garota da laje, dona de uma voz potente e repertório bacana _um r&b eletrônico cheio de letras confessionais_ ela desceu até o público e tocou violino ao vivo. Theophilus voltou, ligou seu laptop e começou a dublar suas músicas favoritas, transformando a apresentação em uma discotecagem improvisada. Já sem nenhum mal-estar, o público acompanhou a vibe: teve concurso de dança, sorteio do CD e fãs subindo no palco até mais de cinco da manhã.
Ser macabro está na moda. A começar pelo Fever Ray, banda sueca de Karin Dreijer (metade da dupla eletrônica The Knife) que sempre explora sons e visuais dark em seus shows e videoclipes. Na última semana, o grupo liberou imagens do figurino e maquiagem da nova turnê pelos Estados Unidos, criados pelo diretor e cenógrafo Andreas Nilsson (que já dirigiu clipes de MGMT e Yeasayer).
O diretor falou sobre o conceito por trás das criações em um inspirado _e assustador_ depoimento:
“Os tempos têm sido medievais. A Nasdq tem sofrido. Os bancos, os investidores. O Fever Ray tem sofrido também. As coisas têm sido ruins. Mas no dia 9, o Fever Ray se ergue como zumbis de Wall Street, que agora voltam para sugar as últimas gotas da humanidade. Liderados por Karin, os guerreiros da selva monetária estão prontos para te dar o último pedaço de alegria burguesa antes que o mundo inteiro ao seu redor imploda”.
Rolou na noite desta quarta-feira (01/09) no bairro do Piqueri, em São Paulo, e promovido pela marca de automovéis Ford, um show da banda canadense Chromeo. “Viemos de Montreal só pra isso”, exclamou o vocalista David Macklovitch ao lado do P-Thugg, que cuida das percussões e bases.
Tocando para um público (pequeno demais) de cerca de 200 pessoas, eles abriram a noite com “Tenderoni” e divertiram com vocoders e talkbox, instrumentos que distorcem a voz e dão personalidade à banda por seu exagero. Por baixo dos efeitos, tanto David quanto P tem vozes competentes. Do novo disco, “Business Casual” _que deve ser lançado no dia 14 de setembro_ eles tocaram “Night Work” e “Don’t Turn The Lights On”, mais suingadas e animadas que o material dos discos anteriores.
Durante o show, que teve pouco mais de uma hora, a sonoridade plástica, que mistura electro, funk e pop, foi garantida por bases; só guitarra, percussões e teclados eram ao vivo. Já na metade da apresentação, a balada “Momma’s Boy” se transformou numa versão acappela, com o público já rendido. E se você não foi convidado para o show, o Chromeo se apresenta novamente em São Paulo nesta quinta-feira (02) no Bar Secreto (Rua Álvaro Anes, 91 – Pinheiros – São Paulo). Fica a dica: a casa é pequena e já tem um público frequentador preferencial, então vá por sua conta e risco.
Não deve demorar muito para que a hashtag #ShakirALOCA (e suas variações “#ShakirALAKA, #ShakirALOCKA e por aí vai) vire TT no Twitter Brasil. O motivo? A cantora colombiana mais bem sucedida da história musical de seu país revelou o single “Loca”, que faz parte do seu novo álbum “Sale El Sol”, com previsão de lançamento para novembro deste ano. “Loca” terá duas versões: uma em inglês e outra em espanhol. Na versão americana, a música terá participação de Dizzee Rascal e na versão latina quem canta com Shakira é El Cata. Ouça acima e prepare-se: a música foi feita para grudar.
Outro hit que ganhou a web essa semana foi o remix tribal do bordão “eu sou rica”, da personagem Norma, vivida por Carolina Ferraz na novela “Beleza Pura”, que foi ao ar em 2008. Os autores são as Las Bibas From Vizcaya (@lasbibas), famosas no mundinho por suas dublagens hilárias de novelas e memes no canal do You Tube.
Ouça Las Bibas From Vizcaya feat. Norma – “EU SOU RICA!” (Rich Radio Edit):
Lady Gaga pode até ser a rainha do Twitter, mas Michael Jackson permanece no trono do pop. De acordo com a loja virtual de músicas Nokia Ovi, o cantor, que morreu em junho de 2009, está acima de Elvis Presley, Rihanna e Black Eyed Peas. O país de sua maior popularidade é a Índia, onde hits de MJ representam 26% de todos os downloads. Vida longa ao rei!
Dois gigantes do hip-hop vão se unir: Kanye West deve colaborar no novo disco de Jay-Z, ainda sem nome. A primeira faixa, “Monster”, foi lançada na última semana _cada faixa do disco será disponibilizada gratuitamente na internet até o lançamento em dezembro.
Björk foi a homenageda na última edição do Polar Music Prize, que aconteceu na Suécia na semana passada. Já a cantora sueca Robyn ganhou uma missão ingrata: cantar “Hyperballad” a poucos metros de distância de sua autora. A medida que o sorriso de Björk se transformava em indiferença, Robyn perdia o controle _e errava uma nota atrás da outra. Hashtag #vergonhaalheia.
“Escaldante Banda”, o aguardo disco de estreia dos Garotas Suecas, pode ser ouvido na íntegra, em streaming, pelo site americano NPR. Misturando sons do soul, funk, psicodelia e jovem-guarda, eles lançam o álbum oficialmente no dia 06 de setembro.
Você viu no FFW o vídeo-teaser de “F**k You”, single que faz parte do novo disco de Cee-Lo Green (Gnarls Barkley). Agora, assista ao delicioso videoclipe que mistura a estética Motown com toques de “Grease” e “Glee”.
Há pouco mais de dois anos, Katheryn “Katy Perry” Elizabeth Hudson era mais uma garota americana tentando um contrato com uma gravadora. Hoje, é uma das estrelas pop mais bem sucedidas de uma indústria musical em colapso _e lança em setembro, no Brasil, o seu segundo disco de estúdio, “Teenage Dream” (em tempo, o título é “emprestado” do Beach House, que lançou o álbum “Teen Dream” em janeiro).
Katy nasceu em uma família de pastores evangélicos nos EUA, e a controvérsia sexual é sua maior munição (alô, Madonna?): seu primeiro EP continha a faixa “Ur So Gay”, sobre um namorado “delicado”; pouco depois, explodiu com “I Kissed A Girl (And I Liked)”, em uma experiência lésbica infantilizada; e agora retorna com “California Gurls” e o single “Teenage Dream”, um pop de refrão viciante e ensolarado.
A cantora tem um vocal aparentemente potente, mas corrigido em estúdio _em canções como “Circle The Drain” ou “E.T.” é difícil saber se é Ke$ha ou Gwen Stefani cantando. No videoclipe mais recente _marcado pelo product placement da Diesel_ Katy fala repetidamente sobre o ‘skin-tight jeans‘ e aparece, de jeans e top, com amigos e um namorado, o modelo Josh Kloss.
Assista no player:
Entre os bons momentos, estão as faixas de verão como “Last Friday Night” e a engraçada “Peacock” (em inglês, “peacock” quer dizer “pavão”, e “cock” significa “pênis”). Se você busca profundidade, procurou no lugar errado: na balada “Firework”, sob violinos, ela canta suas dúvidas existenciais. “Você já se sentiu/ Como uma sacola plástica?“. Katy Perry quer ser famosa. Muito famosa. Sua ambição é genuína, e ela faz de tudo _apelo sexual, controvérsia religiosa, publicidade estratégica, auto-tune_ pra chegar lá.
Qual o problema nisso? Nenhum.
Álbum: Teenage Dream Artista: Katy Perry Avaliação: Regular Gravadora: EMI
A chuva não chegou, mas o #FFWsetlist sim! Com as indicações musicais da equipe do @portalffw e dos nossos followers no Twitter, nesta semana você ouve Olivia Newton-John no clima do FFW Vitrine, David Bowie, Gorillaz e muito mais.
Aperte o play!
“Come Undone” – Mark Lanegan & Isobel Campbell via @gab_marchi
“Let’s Get Physical” – Olivia Newton-John via @luigi_torre
A dupla de dream-pop Beach House, que lançou em janeiro de 2010 o elogiado disco “Teen Dream” (leia resenha), já tem material novo para mostrar. Depois de entrar na trilha do filme “Crepúsculo”, eles lançam a faixa “White Moon”, dentro do EP “iTunes Sessions”. O som dá continuidade à estética etérea da dupla formada por Victoria Legrand e Alex Scally.
Falamos aqui no FFW que a capa do novo disco do Weezer terá o ator Jorge Garcia _o Hurley, do seriado “Lost”_ em portrait. Boatos davam conta de que o nome do disco seria o do personagem. Até aí, tudo bem. Mas agora a verdade veio à tona: “Hurley”, é, na verdade, uma marca de roupas americana que patrocinou as gravações do disco. Tudo uma grande coincidência, de acordo com o vocalista Rivers Cuomo. Ahãm Cláudia, senta lá.
Vazou mais uma faixa do primeiro disco do Marcelo Jeneci, “Feito Para Acabar”, cujo lançamento é esperado para novembro. “Quarto de Dormir” é uma balada radiofônica, dramática, com cara de trilha sonora de novela _e levanta comparações inevitáveis com Roberto Carlos. Marcelo, que é acordeonista, foi descoberto após suas colaborações com Arnaldo Antunes e Chico César. Baixe aqui.
O Vampire Weekend foi processado por Ann Kirsten Kennis, que estrela (involuntariamente) a capa do disco “Contra”, o mais recente da banda de afro-pop. A ação pede US$ 2 milhões a gravadora XL Recordings e ao fotógrafo Tod Brody. Ela reclama que não autorizou o uso da imagem em shows, publicidade, divulgação em internet e, claro, na capa.
Angelina Jolie, que está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros em “Salt”, vai escrever e dirigir um longa metragem passado durante a guerra na Bósnia. O romance, afirma a atriz, “é uma história de amor e não um statement político”. Jolie, que é mãe de seis e casada com Brad Pitt, volta às telonas em dezembro ao lado de Johnny Depp no filme “The Tourist”.
A megagravadora EMI, que faz parte das quatro gigantes da música no mundo (ao lado da Warner, Sony e Universal), vai precisar de mais recursos se quiser quitar uma dívida bilionária que mantém com o CitiGroup desde 2006, publicou o site Hollywood Reporter. Após ser comprada parcialmente pela empresa Terra Firma, em 2009, e com o sucesso de artistas como Katy Perry, Lady Antebellum e a reedição da discografia dos Beatles, eles conseguiram cortar em um terço seus prejuízos (que em fevereiro estavam estimados em 1,75 bilhão de euros).
No Brasil e na América Latina, a EMI _que, de acordo com o comunicado mais recente, é rentável e tem a lucratividade aumentando há três anos consecutivos, mesmo em meio à crise no mercado fonográfico_ distribui artistas como Marisa Monte e Marcelo D2.
Inclusive no Twitter, o perfil da gravadora no Brasil (@EMIMUSICBR) possui mais seguidores do que o seu perfil internacional (@emimusic).
Começou a rodar na MTV Brasil o videoclipe de “Mapa-Múndi”, segundo single do cantor paulistano Thiago Pethit (lembra da FFW sessions?).
Estreando na direção, a café-com-leite Renata Chebel reúne gravações feitas na Europa, passando por locações na França, Holanda, Itália, Bélgica, Brasil e Reino Unido. Em São Paulo, Thiago gravou na casa do top cenógrafo Frank Dezeuxis.
“Mapa-Múndi” faz parte do primeiro disco de estúdio de Thiago, “Berlim Texas”, lançado em março deste ano (leia resenha). “A faixa foi gravada na última primavera, e foi uma das últimas a entrar no disco”, explicou Pethit ao FFW. “Foi a primeira faixa a pegar no público, ser cantada em coro nos shows”.
Às vésperas de lançar seu primeiro disco, o Holger_ banda cultuada por indies paulistanos_ liberou o videoclipe para “Let’Em Shine Below”. No vídeo, muito bem dirigido por Chico Pedreira e Marcelo Vogelaar, da Geral Filmes, o quinteto aparece se divertindo no litoral e no meio do mar. “Sunga”, o primeiro álbum de estúdio do grupo, tem lançamento programado para setembro através do projeto Álbum Virtual, da gravadora Trama _mesmo que já distribuiu no passado (e gratuitamente) discos de artistas como CSS, Tom Zé e Móveis Coloniais De Acaju.
A história dos Klaxons é bem parecida com a de outra banda alternativa, o MGMT. Ambas surgiram em 2005 e representaram de alguma forma um movimento colorido, pop e dançante. Se nos EUA o MGMT era psicodélico, do outro lado do oceano os Klaxons levantavam a bandeira do movimento new rave com figurinos extravagantes, glow-sticks e punk dançante.
Com “Surfing The Void” (Polydor Records), Jamie Reynolds, James Righton e Simon Taylor passam pelo teste do segundo álbum: alcançar as expectativas de sua gravadora, resgatar seus fãs _cuja memória é curta e só dura até a próxima “banda da semana” indicada pela NME_ e agradar aos críticos.
“Echoes”, o primeiro single remete à sonoridade de “Myths Of The Near Future”, uma variação do mesmo tema _só que em outro formato. A busca por novas fórmulas é perceptível ao longo das 10 faixas _uma nuvem de rock industrial, crédito do produtor Ross Robinson, que trabalhou com bandas de nu-metal como Korn, Limp Bizkit e Linkin Park. Destaque para a explosão dance-punk em “Surfing The Void” e a pesada “Flashover”. Já “Venusia” e “Extra Astronomical” misturam space-rock com um perfume psicodélico.
Fato: ao longo de 38 minutos, “Surfing The Void” não causa o mesmo espanto do disco anterior. Mas não foi a qualidade da música que mudou, e sim o ineditismo dela. O mérito _e obrigação_ da banda é buscar novos horizontes. Nesse quesito, eles podem voltar para casa de consciência tranquila.
Lady Gaga é a nova rainha do Twitter. Ela deixou para trás Britney Spears, que até o final de semana passado carregava o título, com mais de 5,6 milhões de seguidores. Em comemoração, Gaga postou em seu canal do You Tube uma mensagem. “Obrigado e bem vindos ao meu reino no Twitter”, ironizou. “Juro que nunca entrarei em truques online e continuarei twittando”. Veja:
Dois shows nacionais confirmados no festival SWU, que acontece em Itu, SP, e, 09/10. CSS e Cidadão Instigado _uma das melhores bandas do cenário nacional _se apresentam, em palco ainda não confirmado.
O rapper e ex-Fugee Wyclef Jean não foi aprovado pelo governo do Haiti para se candidatar às eleições do país devastado por um terremoto em 2009. Ele declarou nesta segunda-feira (23/08) que vai recorrer da decisão.
O novo single do Cee-Lo Green, mais popular como o poderoso vocalista do Gnarls Barkley, lançou na última sexta-feira (23) “Fuck You”, que fará parte do seu novo álbum solo. A faixa é a nova favorita na redação do @portalffw.
O anúncio de um show dos Stone Temple Pilots no Brasil levantou suspeitas de um novo festival de música no Brasil em dezembro. A dica é do Lúcio Ribeiro, do blog POPLOAD. Ele ainda afirma que Arcade Fire e Faith No More podem fazer parte do line-up.
Björk está aposentada do cinema desde (o traumático) “Dançando no Escuro”. Mas a cantora não teve problemas em participar da animação finlandesa “Moonin”, desta vez na trilha-sonora. Ouça um trecho no player e a faixa na íntegra aqui.