Midnight Juggernauts faz show competente e psicodélico no Hot Hot

26/04/2010

por | Cultura Pop

Rolou no sábado (24/04), no clube Hot Hot, em São Paulo, o primeiro show do Midnight Juggernauts no Brasil. A banda australiana, formada por Vincenzi Vendetta, Andrew Szekeres e Daniel Stricker e que já fez turnê ao lado do Justice, tocou para cerca de 400 pessoas (em informação divulgada pela assessoria de imprensa; a sensação era de bem menos), resultado dos ingressos a R$ 120, sem meia-entrada, e do horário: a apresentação começou às 3h da manhã.

2010-04-24_FFW-MdJug_Fui-PriV_606Midnight Juggernauts tocando no Hot Hot, em São Paulo, neste sábado © Priscilla Vilariño/FFW

Nada que incomodasse o vocalista. “Esse é a nossa primeira vez no Brasil, e é uma noite muito especial pra gente”, confessou Vicenzi logo após a primeiro música. O repertório misturou faixas do primeiro disco, “Dystopia” (2007) e do ainda inédito “The Crystal Axis”, que tem lançamento marcado para o dia 28 de maio (via Siberia Records, selo independente criado pela banda).

Ao vivo, as faixas ganharam versões encorpadas: as introduções ficaram mais longas, (“Worls Converged”) os refrões ganharam improvisações de bateria (“This New Technology”), baixo e guitarra ficam mais pesados (“Tombstone”). Na parte eletrônica, inúmeras camadas de samplers pré-gravados e sintetizadores tocados ao vivo (“Shadows”).

2010-04-24_FFW-MdJug_Fui-PriV_244Cenário imponente contribuiu para o show do Midnight Juggernauts © Priscilla Vilariño/FFW

O cenário imponente do clube – com uma estrutura de luzes feita com LEDs e espelhos – emprestou intensidade à música, transformando o show numa experiência sensorial, imersiva, e realçando a roupagem space-disco da música (“Vital Signs”) e sonoridade de filme de ficção científica do trio. Beirando as quatro da matina, com a plateia totalmente rendida, eles fecharam a apresentação numa versão pesada de “Into The Galaxy”.

+ Site oficial: midnightjuggernauts.com

+ Myspace: myspace.com/midnightjuggernauts

+ Twitter: twitter.com/mjuggernauts

#FFWsetlist: Madonna, Glee, M.I.A., Marina Lima e mais!

23/04/2010

por | Cultura Pop

No #FFWsetlist desta semana, a redação elege Madonna (que inspira o episódio mais recente do seriado-musical “Glee”); o novíssimo single da cantora M.I.A., “Born Free”; a nostalgia 80s com Marina Lima e Tears For Fears, e também as sugestões dos nossos seguidores no Twitter.

Aperte o play!

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Velvet Underground – “Pale Blue Eyes”

Madonna – “Vogue”

Bruce Springsteen – “I’m On Fire”

Marina Lima – “Não Sei Dançar”

Tears For Fears – “Everybody Wants To Rule The World”

Katie Lee – “It Must Be Something Psycological”

M.I.A. – “Born Free”

Aretha Franklin ft. Annie Lennox – “Sisters Are Doin It For Themselves”

Whigfield – “Saturday Night”

She And Him – “Riding My Car” via @humbertoslowik

Com show lotado no Coachella, The Temper Trap é o novo hype indie

23/04/2010

por | Cultura Pop

Não existe fórmula para o sucesso de uma banda indie: algumas acontecem depois de anos de estrada, outras geram hype instantâneo assim que lançam suas primeiras demos. O Temper Trap, grupo australiano surgido em 2006 com o EP “The Temper Trap”, só começou a fazer barulho ao lançar seu primeiro disco, “Conditions”, no final de 2009.

Recentemente, ainda sem muito destaque, o quarteto ganhou um presente vindo dos céus: o single “Sweet Dispostion” na trilha do longa-metragem “500 Dias Com Ela”, filme de verão com Zooey Deschanel no elenco. Bingo. Com uma turnê que vai até setembro, shows lotados em festivais como o Coachella e inúmeros remixes tocando nas pistas do mundo inteiro, eles já são banda obrigatória no repertório musical de 2010.

Assista o vídeo de “Sweet Disposition”, dirigido por Barnaby Rope:

+ Site oficial: thetempertrap.net

+ Twitter: twitter.com/thetempertrap

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+ Myspace: myspace.com/thetempertrap

FFW resenha: Rufus Wainwright, Erykah Badu e Apanhador Só

22/04/2010

por | Cultura Pop

92870970Rufus Wainwright
Avaliação: Ótimo
Universal

Em “All Days Are Nights: Songs For Lulu”, o canadense Rufus Wainwright chega num dos mais coesos discos da sua carreira. Conhecido por seu barítono operesco, orquestras extravagantes e arranjos barrocos, ele agora senta sozinho ao piano. “All Days” é um álbum reflexivo, que fala sobre o tempo, a mortalidade e a sua família – refletindo a doença e falecimento recentes de sua mãe, a também cantora Kate McGarrigle. Sua relação com Martha Wainwright, sua irmã, aparece na sombria “Martha”: “É o seu irmão ligando/Por favor ligue de volta”. Mas o ápice musical e intelectual chega no trio de sonetos “43″, “20″, e “10″, de Shakespeare, musicados por Rufus.

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return-ankhErykah Badu
Avaliação: Bom
Universal


Sexto álbum de estúdio da americana, que gerou polêmica e um inquérito policial ao aparecer nua no videoclipe mais recente. Musicalmente, o soul, dub, reggae e hip-hop servem de norte, mas ganham um aspecto intencionalmente arrastado, como num filme em câmera-lenta. Destaque para “Turn Me Away”, com suas guitarras suingadas, “Umm Hmm” com seus samples e a contemplativa e off-beat “Out Of Mind, Just In Time”. É um bom disco, com maior vocação para ambient music do que para uma audição mais concentrada.

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Clipboard01Apanhador Só
Avaliação: Bom
Independente

O primeiro disco do quinteto de Porto Alegre aprimora um rock ensolarado, que flerta sem medo com a MPB (“O Porta-retrato”) e o samba-rock carioca de bandas como Do Amor e Los Hermanos (em “Maria Rock” e “Prédio”). Bons riffs de guitarra e letras inspiradas se destacam pontuando todo o disco, mas o grupo tem dificuldede em se distanciar do lugar comum nos arranjos, o que torna a audição mais arrastada do que poderia ser. Na contramão, destacam-se “Balão-de-vira-mundo” e “Nescafé”.

Sharon Jones revira os baús da Motown com novo disco

20/04/2010

por | Cultura Pop

Desde a infância, Sharon Jones fez parte de coros gospel na Georgia, EUA. Trabalhou como segurança de presídio e guardadora de carros, e só depois de adulta conseguiu assinar um contrato com um pequeno selo musical – que lhe era negado até então por ser “muito feia” ou “muito velha”.

Hoje, depois de quatro discos lançados, é atribuído a ela o revival recente do estilo musical da Motown, além de ser musa (não declarada) de Amy Winehouse e cantoras pop como Duffy e VV Brown.

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“I Learnead the Hard Way” tem uma grande diferença estilística em relação aos seus antecessores: a presença de backing vocals. Não que a vocalista precise deles: seu alcance e afinação vocais são espetaculares, e as cantoras de apoio servem de mera decoração. Em “The Game Gets Old”, os Dap Kings (super afinados) apontam para o soul com metais, que orientam toda a primeira parte do disco.

Sem muito fôlego, entra o single “I Learned The Hard Way”,  e então “Better Things To Do” e “Give It Back”. Após a instrumental “The Reason”, Sharon e os Kings começam a mostrar a que vieram com “Window Shopping”, canção sobre uma mulher traída em pensamento.

Gravado com instrumentos analógicos e cassetes, o som é extremamente fiel aos registros da Motown, gravadora dos Jackson Five, Supremes e  carro-chefe da popularização da música negra nos anos 60 – a semelhança entre Sharon Jones & The Dap Kings e o quarteto Gladys Knight & the Pips é inegável.

Sharon mostra toda a sua voz em “She Ain’t A Child No More” (que poderia ser trilha de um filme do James Bond na fase Sean Connery) e na jazzy “I Still Be True”. A faixa “Whitout A Heart” é um hino aos brothers e sisters, enquanto “If You Call” retoma a temática da mulher abandonada, indispensável no gênero.

No quesito emoção, ela perde tanto para suas influências quanto para as influenciadas. Sua voz de alcance raro não passa perto do sofrimento latente de Nina Simone, da solidão de Billie Holiday ou da energia de Tina Turner. Mas nada que atrapalhe a audição ou tire o posto de Sharon Jones como ícone de uma música que, se depender dela e dos Dap Kings, continuará viva por muito tempo.

+ Twitter: twitter.com/SharonLJones

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‘Se ganhasse 10 pares de Manolos, eu os venderia no eBay’, diz La Roux

20/04/2010

por | Gente

A cantora inglesa Elly Jackson não é muito conhecida. Já La Roux, o nome da dupla Elly e Ben Langmaid, é mais fácil: é raro, em qualquer festa moderninha, não ouvir “Bulletproof” ou “In for the Kill”, hits de 2009.

Em entrevista ao “WWD”, a neo-ícone de estilo e beleza (as sobrancelhas e o topete são o forte de Elly!), a cantora disse que não liga para roupas femininas.

“Não quero ser um homem. Gosto muito de ser uma mulher, mas gosto de roupas masculinas”, explicou. Entre seus ícones de estilo – Michael Jackson, Prince, David Bowie – estão duas mulheres igualmente elegantes e andróginas: Tilda Swinton e Annie Lennox.

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Ela prefere tanto o armário do sexo oposto que chegou a dizer que vestidos “são feios”. Também não liga para saltos, e diz que se ganhasse 10 cobiçados pares de Manolo Blahnik, “os venderia no eBay” – espertinha, porque eles são muito caros. E “Sex & The City 2″ vem aí.

Mas isso não quer dizer que Jackson (e sua stylist, Nova Dando) não liguem para moda: em uma recente produção, estava vestindo Alexander McQueen “dos pés à cabeça” e, no clipe de “Bulletproof”, ela veste House of Holland direto das passarelas:

#FFWsetlist: Sharon Jones, Cibelle, Mondo 77, Caribou e mais!

19/04/2010

por | Cultura Pop

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No #FFWsetlist dessa semana (que vem com um feriado no meio!) você ouve os sons da Motown de Sharon Jones, o novo disco da cantora Cibelle, novas do recém-vazado-e-muito-aguardado LCD Soundsystem,  e o os 1980s revisitados do Goldfrapp. E, claro, Lady Gaga.

Aperte o play:

Sharon Jones & The Dap Kings – “I’ll Still be True”

 

Cibelle – “Lightworks”

 

LCD Soundsystem – “All I Want”

LCD Soundsystem – “Drunk Girls”

Lady Gaga – “Telephone”

John Wesley Harding – “I’m Wrong About Everything”

Caribou – “Yeti”

Goldfrapp – “Alive”

Mondo 77 – “Looper”

John Lennon – “Beautiful Boy”

Envie suas dicas de música @portalFFW no Twitter com a hashtag #FFWsetlist!

‘Foda-se o novo’, diz James Murphy em entrevista ao FFW

19/04/2010

por | Cultura Pop

Depois de dois anos sem lançar um álbum de inéditas, o LCD Soundsystem promete para o dia 17 de maio, mundialmente, o seu aguardado terceiro disco de estúdio, “This Is Happening”.

O projeto de disco punk é capitaneado pelo americano James Murphy, um dos cofundadores do selo musical DFA – que também abriga bandas como Justice e Hot Chip em seu catálogo.

Na sequência, o videoclipe de “Drunk Girls”, primeiro single do novo álbum:

Acompanhado de Pat Mahoney, seu companheiro de banda, Murphy esteve no Brasil no final de 2009, quando conversou rapidamente com o portal FFW sobre as preferências musicais das suas infâncias, o novo disco e uma turnê pelo Brasil ainda em 2010. “Queremos passar por São Paulo, Rio e Belo Horizonte”, confirmou Murphy.

O que podemos esperar de “This Is Happening”?
[Pat e James se entreolham]

James: Vai ser uma delícia. Várias coisas. Mas, de verdade, tem muito disco music e house.

Vocês buscaram algo de novo em termos de sonoridade?

James: Não, foda-se o novo. Não estamos interessados em criar coisas novas. Eu gosto da minha banda como ela é, não quero mudá-la. Quer dizer, eu acho que temos novas maneiras de fazer as coisas, mas só ficamos melhores. Sabe a diferença entre o primeiro disco e o segundo, “Sound Of Silver”? É a mesma coisa, só que melhor. Nós continuamos na mesma subida.

Pat: Como uma rampa.

James: Como uma rampa.

O que vocês ouviam quando eram crianças e adolescentes?
James: Eu era nerd e só ouvia coisas de bicha. Era uma new wave kid, ouvia Smiths, Seagulls, B52s, The Clash. O Pat era do metal!

Pat: E eu era do metal, adorava Viollent Femmes, tinha cabelo comprido [risos].

Já é possível ouvir o novo álbum, “This Is Happening”, no site oficial da banda: lcdsoundsystem.com

+ Twitter: twitter.com/lcdsoundsystem

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+ Myspace: myspace.com/lcdsoundsystem

Scissor Sisters anuncia disco com participação de Sir Ian McKellen

15/04/2010

por | Cultura Pop

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Com uma capa feita por Robert Mapplethorpe que traz um belo, digamos, statement, o Scissor Sisters anunciou nesta semana o lançamento de “Night Work”, seu primeiro disco após um hiato de quatro anos. O single “Fire With Fire” deve ser lançado ainda em abril.

O grupo americano, formado em 2001, ajudou a levar uma versão glitterizada da disco music para as pistas de dança nos anos 2000, com os CDs “Ta-Dah” (2006) e “Scissor Sisters” (2004).

De acordo com o jornal “The Guardian”, o novo álbum vem com participação de Sir Ian Mckellen (ele mesmo, o Gandalf da trilogia “O Senhor Dos Anéis”, ou, se preferir, o Magneto da saga “X-Men”) em um trecho da faixa “Invisible Light”. Também colabora o produtor Stuart Price, amigo e parceiro de longa data de Madonna. O álbum começa a ser vendido no dia 28 de junho.

Ouça um preview de “Invisible Light” e confira o tracklist completo de “Night Work”.

01.Night Work
02.Whole New Way
03.Fire With Fire
04.Any Which Way
05.Harder You Get
06.Running Out
07.Something Like This
08.Skin This Cat
09.Skin Tight
10.Sex And Violence
11.Night Life
12.Invisible Light

+ Site oficial: scissorsisters.com

+ Facebook: facebook.com/scissorsisters

+ Twitter: twitter.com/ScissorSisters

+ Myspace: myspace.com/scissorsisters

+ You Tube: youtube.com/scissorsisterstv

Com identidade ainda secreta, IAMWHOIAM lança mais um videoclipe

14/04/2010

por | Cultura Pop

O sentido por trás das imagens de IAMWHOIAM – cantora que desde o final de 2009 intriga o público por não revelar sua identidade – é subjetivo e depende da interpretação de cada um. Mas o seu poder de viralização é incontestável e aparece em um novo vídeo, divulgado nesta semana no You Tube.

Com seis minutos, o videoclipe mostra uma mulher presa dentro de um saco plástico, em um ambiente dark que aos poucos se transforma em um jardim de inverno. A sonoridade, um electro pop melancólico, relembra grupos como Fever Ray ou Royksopp. Apesar de mostrar o rosto no vídeo, intitulado “O”, o nome da artista permanece em segredo. E talvez seja até melhor assim.

Assista:

Canal no You Tube: youtube.com/user/IAMAMIWHOAMI

Na Era da informação, banda sueca faz sucesso com anonimato

13/04/2010

por | Cultura Pop

Eles não gostam de dar entrevistas, revelar as suas identidades ou divulgar seu trabalho em páginas como Facebook ou Myspace. Mesmo assim, ou talvez exatamente por esse mistério, a dupla sueca JJ ganhou destaque na blogosfera musical entre 2009 e 2010. Para entender melhor o som, assista ao vídeo de “Let Go” (acima), dirigido por Marcus Söderlund.

O duo (formado por Elin Kastlander e Joakim Benon) faz um electro rock sombrio, transparente, com guitarras cheias de reverb e um sopro de soul music e hip-hop. A primeira música do “JJ 3″, novo álbum da dupla, é uma versão adocicada e bluesy de “My Life By The Game”, do rapper americano Lil’ Wayne – com a diferença que na versão dos suecos os palavrões estão todos censurados.

Apesar de todo o hype, JJ continua à sombra dos seus primos-irmãos de Londres, The XX – para quem, curiosamente ou não,  estão abrindo os shows numa turnê pelos Estados Unidos.

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Hot Chip grava remix de ‘She Wolf’ da Shakira; ouça aqui!

12/04/2010

por | Cultura Pop

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Improvável (ou não?), vazou nesta segunda-feira (12/04) um cover do Hot Chip para a música “She Wolf”, da Shakira. O grupo, que lançou em 2010 o seu quarto disco de estúdio, dá a sua versão da faixa com direito até a um uivo do vocalista Alexis Taylor. No remix, “Wolf” ganha mais camadas de sintetizadores sofisticados, pegada mais vintage e muitos vocoders: ou seja, muito legal.

Já a cantora colombiana – que assumiu seu lado “popozuda do electro” em seu último disco – está atualmente engajada na construção de uma escola no Haiti.

Ouça “She Wolf” na versão dos meninos do Hot Chip:

#FFWsetlist: Sleigh Bells, Malcolm McLaren, Lucas Santtana e mais

09/04/2010

por | Cultura Pop

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As temperaturas caíram em todo o país, mas a redação do portal FFW continua fervendo!

Nesta semana, o #FFWsetlist vai da nossa aposta Sleigh Bells, passando por uma homenagem ao saudoso pai do punk Malcolm McLaren, o revelação Lucas Santtana e o momento vintage com o grupo francês Air.

Também contamos com as sugestões dos nossos seguidores no Twitter.

Aperte o play!

Temper Trap – “Sweet Dispostion”

Sleigh Bells – “Ring Ring”

Malcolm Mclaren – “Madame Butterfly”

Sonic Youth – “Superstar”

Lucas Santtana – “Who Can Say Wich Way”

Tiê – “Se Enamora”

Air – “Surfing On A Rocket”

The Smiths – “What Difference Does It Make?”

New Order – “True Faith”

Friendly Fires – “Kiss Of Life” via @paulohmoura

Midnight Juggernauts lança vídeo e anuncia show no Brasil

09/04/2010

por | Cultura Pop

Se você é daqueles que acha São Paulo fraca no quesito shows internacionais, pode parar de reclamar: os australianos do Midnight Juggernauts tocam no clube Hot Hot ainda neste mês (24/04).

O trio, formado por Vincenzi Vendetta, Andrew Szekeres e Daniel Stricker, lançou em 2007 o seu primeiro e único álbum, “Dystopia”, que mistura um synth pop chiclete com estruturas de rock progressivo e estética space age disco.

Depois, no dia 28 de maio, eles lançam o aguardado segundo disco, intitulado “The Crystal Axis”, pela gravadora Siberia Records. O primeiro single, “Vital Signs”, ganhou um clipe curiosíssimo dirigido pelo estúdio Krozm.

Assista:

Programa imperdível para quem curte música eletrônica. Os ingressos, que custam R$ 120 e já estão à venda.

+ Site oficial: midnightjuggernauts.com

+ Myspace: myspace.com/midnightjuggernauts

+ Twitter: twitter.com/mjuggernauts

Jack White dirige a esposa (e top!) Karen Elson em novo vídeo

08/04/2010

por | Cultura Pop

Modelo veterana, musa da YSL, compositora e esposa de Jack White: Karen Elson não está nada mal.

Prestes a lançar o seu primeiro EP, intitulado “The Ghost Who Walks”, ela aposta em um folk etéreo, para ser guardado ao lado de cantoras como Jenny Lewis, Kate Bush e Regina Spektor.

No vídeo, dirigido por Jack White, a ruiva aparece envolta em uma espécie de névoa, ao lado da sua banda.

Em tempo: Jackson Smith, filho de Patti Smith e marido de Meg White (parceira de Jack na banda White Stripes) aparece na guitarra.

Assista:

Site oficial: karenelson.com

Myspace: myspace.com/karenelsonmusic

Twitter: facebook.com/pages/Karen-Elson-Music