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O que rola nos bastidores do Planeta Terra, que acontece neste finde em SP

Festival apresenta 15 atrações ©Cacau Araújo

Neste sábado (05.11) o Playcenter recebe a terceira edição do festival de música Planeta Terra. Sempre com uma pegada indie, o festival esse ano caprichou nas atrações e gerou uma corrida em busca de ingressos e uma quase guerra entre os fãs de Strokes e de Oasis/Beady Eye (a nova banda de Liam Gallagher).

Beady Eye, a nova banda de Liam ©Divulgação

Com o festival chegando perto, não tem como não surgirem rumores do que acontece nos bastidores. E o FFW ouviu que a divisão dos camarins é a seguinte: Beady Eye tem um camarim exclusivo só para eles e separado do restante; quem também tem direito a camarim próprio (e com um banheiro para cada integrante) é o Strokes. As outras bandas racham um camarim compartilhado. Falando nisso, dizem que Alison Goldfrapp, que se apresenta com a sua banda Goldfrapp no palco Indie, tem feito pedidos complicados – não sabemos exatamente quais são, mas os boatos dão conta de que ela não é lá muito fácil.

Alison Goldfrapp faz pedidos estranhos ©Divulgação

Se no ano passado a rixa entre bandas envolvia o Pavement e o Smashing Pumpkins (Billy Corgan chamou o pessoal do Pavement de “vendidos”, ainda guardando rancor da música “Range Life”, que cita o Smashing Pumpkins em tom de piada), a briguinha esse ano é entre Liam Gallagher e os meninos do Bombay Bycicle Club.

No início do ano, Liam soltou: “Eu não conheço e nem gosto dessas bandas novas. Não pegaria o álbum do Bombay Bicycle Club para ouvir porque até o nome deles é uma merda”. Suren de Saram, baterista do BBC, não deixou por menos. “Não posso dizer que sou o maior fã de Beady Eye, não gosto muito deles. Eles são uma merda. É muito, muito entediante. Liam Gallagher é um idiota. Ele foi rude com a gente em uma entrevista, então acho que posso falar mal dele”, disse a um portal brasileiro.

Bombay Bicycle Club não agrada Liam Gallagher ©Divulgação

Lembrando que há alguns meses, Liam atacou o Vaccines, dizendo que a banda era “chata e não tinha nada de interessante”. Mas nada de confrontos entre esse pessoal por aqui, afinal, o Vaccines cancelou a vinda ao festival para acompanhar a turnê do Arctic Monkeys, como banda de abertura.

O Planeta Terra começa às 16h e se estende até a madrugada. Confira os horários previstos para os shows e programe-se! O FFW estará lá e vai trazer notícias frescas sobre os shows.

Palco Sonora Main Stage

16h00 – Criolo
17h30 – Nação Zumbi
19h00 – White Lies
20h30 – Broken Social Scene
22h00 – Interpol
23h45 – Beady Eye
01h30 – The Strokes

Palco Claro Indie Stage

16h00 – Banda vencedora do Concurso Hit BB : Selvagem à Procura de Lei
17h00 – The Name
18h30 – Garotas Suecas
20h00 – Toro y Moi
21h30 – Gang Gang Dance
23h00 – Goldfrapp
00h45 – Bombay Bicycle Club
02h15 – Groove Armada

Planeta Terra @ Playcenter

Rua José Gomes Falcão, 20 – Barra Funda – São Paulo – SP
A partir das 16h
Ingressos esgotados

O que rola nos bastidores do Planeta Terra, que acontece neste finde em SP

“Shake it out”, novo clipe de Florence, tem anos 20 e possessão; assista!

florece_abreFlorence Welch, a ruiva da moda ©Reprodução

Florence Welch é uma cantora que não pode ser dissociada da moda. Além de aparecer em tapetes vermelhos usando vestidos de grandes designers, estampar capas de revistas de moda e ter os figurinos de sua última turnê de verão feitos por Frida Giannini, estilista da Gucci, o seu mais recente clipe, lançado no dia 3 de outubro, “Shake it Out”, é uma ode ao glamour dos anos 20, que estão tendo sua chance de brilhar no altar das referências do momento. Esse é o segundo clipe do novo álbum de Florence and the Machine, “Ceremonials”, que será lançado mundialmente no dia 31 de outubro.

+ Assista ao clipe de “Shake it Out”:

Durante a semana de moda de Londres, a cantora deu uma entrevista para a “Rolling Stone”, falando sobre seu novo álbum, e contou que artistas como a expoente do Art Deco Tamara de Lempicka, e Gustav Klimt, representante do simbolismo austríaco, são suas maiores influências para o ‘upgrade’ de estilo de seu novo álbum. “É um novo tipo de romantismo. Em oposição ao look ‘pré-Rafaelita’ do último disco”, explicou ela.

No clipe, que já reflete essa mudança, há uma festa com convidados chiquérrimos usando máscaras ainda mais chiques, bebendo muitos bons drinks, e no meio disso tudo acontece uma espécie de ritual, o que deixa Florence bem louca. Nas palavras dela, “Pense em um psicodélico baile formal dos anos 20 com um twist demoníaco. ‘Possessão’ encontra ‘O Grande Gatsby’”. Entre os looks usados pela cantora britânica no clipe, há um vestido vermelho da coleção de Inverno 2011 da Gucci, um Valentino Couture Inverno 2011 dourado e um preto, e um Elie Saab Couture Inverno 2011 branco.

florence_looksOs vestidos Valentino, Gucci e Elie Saab ©Reprodução

Não bastasse tudo isso, nesta terça-feira, ela presidiu o desfile de Primavera 2012 da Chanel, cantando, entre outras músicas, “What the Water Gave Me”, o primeiro single de “Ceremonials”, de dentro de uma concha, em uma imagem que lembrava “O Nascimento de Vênus”, de Botticelli.

florence_dois“O nascimento de Florence” no desfile da Chanel, Primavera 2012, e na capa da edição de outubro da “Interview” ©Reprodução

Se havia dúvidas de que Florence era uma cantora “da moda”, não há mais.

“Shake it out”, novo clipe de Florence, tem anos 20 e possessão; assista!

Aquece NY! O que tem tocado nos ateliês dos estilistas pré-desfile

abre©Reprodução

Na próxima quinta-feira (08.09) começa a temporada de moda nova-iorquina e, como aquecimento, o site Fashionologie.com conversou com estilistas que vão desfilar para saber as músicas que não saem do playlist deles.

Moda e música andam juntas e alimentam o processo criativo de um estilista. Ninguém sabe se essas músicas aparecerão na trilha dos desfiles, se inspiraram a coleção, ou se são somente suas canções de apego do momento. Mas dá para ter uma ideia do mood que está rolando nos ateliês.

Michael e Nicole Colovos, da Helmut Lang, desfile no sábado (10.09)

michael-nicole-colovo©Reprodução

Michael: “Divine and Bright”, Earth com Kurt Cobain

Nicole: “War of the Mind”, Acid King

Prabal Gurung, desfile no sábado (10.09)

“Video Games” , Lana Del Rey

Peter Som, desfile na sexta-feira (09.09)

“Friday, I’m in Love”, The Cure

Wes Gordon, apresentação na quinta-feira (08.09)

content_Wes-Gordon-157352_comp©Reprodução

“Notorious Thugs”, The Notorious B.I.G.

Dana Lorenz, da Fenton, desfile na sexta-feira (09.09)

“My Girls”, Animal Collective

Jeremy Laing, desfile no domingo (11.09)

“Spellwork”, Austra

Chris Benz, desfile na segunda-feira (12.09)

“Gucci Gucci”, Kreayshawn

Joseph Altuzarra, desfile no sábado (10.09)

Joseph Altuzarra©Reprodução

“Manhã de Carnaval”, Breno Mello

Aquece NY! O que tem tocado nos ateliês dos estilistas pré-desfile

Drops de música: a ópera de Karen O, as novas de Florence and the Machine e +!

O Ok Go liberou o vídeo da música “Muppet Show Theme Song”, com participação especial dos próprios personagens do clássico programa infantil (e referências a vídeos anteriores da banda). A faixa é do “The Green Album”, um LP de tributo a Caco, Miss Piggy e companhia, que tem, além do Ok Go, participações do Weezer, Alkaline Trio e My Morning Jacket fazendo covers de músicas do The Muppet Show.

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tokyo-police-club-coversTokyo Police Club ©Divulgação

Por falar em covers, o Tokyo Police Club está com um projeto novo bem interessante: em um período de 10 dias, vão lançar 10 covers de músicas dos últimos 10 anos. As duas primeiras que eles já publicaram são “South Side”, do Moby com a Gwen Stefani, e “Sweetness”, do Jimmy Eat World. O resultado é bem legal, confira no site oficial da banda.

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Os fãs de Florence and the Machine foram brindados esta semana com a divulgação da primeira música do segundo LP da banda, com previsão de lançamento para novembro. “What the Water Gave Me” foi gravada no lendário Abbey Road Studios, em Londres, e tem tudo para dar continuidade ao sucesso conquistado com o primeiro álbum, “Lungs”.

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karen-oKaren O ©Reprodução

Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, está se aventurando pelo mundo dos espetáculos com uma “psycho opera” que será apresentada durante o Creators Project em Nova York, de 12 a 22 de outubro. A cantora está trabalhando com seu companheiro de banda Nick Zinner e o produtor Sam Spiegel na composição das músicas da ópera, intitulada “Stop the Virgins”, que terá apresentações de membros do Raconteurs, Greenhorne e YYY. Estamos curiosos para ver o resultado, e você?

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Já viu o video de “Terrible Angels”, nova música de trabalho de Charlotte Gainsbourg? A faixa, escrita e produzida pelo Beck, faz parte do álbum duplo “Stage Whisper”, com previsão de lançamento para o dia 7 de novembro. Além de Beck, o disco tem colaborações de Noah And The Whale, Conor O’Brien do Villagers e Connan Mockasin.

Drops de música: a ópera de Karen O, as novas de Florence and the Machine e +!

Twiggy lança álbum com os clássicos da música romântica

Twiggy_Lawson,_Iconic_Supermodel©Reprodução

Twiggy, modelo cujo rosto representou os anos 60, vai lançar um disco. Não é a primeira vez que ela se aventura na música, mas seu último material gravado é da década de 70. Na época, Twiggy lançou vários singles e chegou a produzir dois discos que chegaram ao Top 20.

+Veja Twiggy cantando o clássico ‘Guess Who I Saw Today’

O álbum se chamará “Romantically Yours” e Twiggy empresta sua voz para canções de amor clássicas, como “Only Love Can Break Your Heart”, de Neil Young, “Waterloo Sunset”, do The Kinks, e “Heaven”, de Bryan Adams (com direito a um novo solo de guitarra do próprio Adams). A filha da top, Carly, também participa do álbum, em um dueto com a mãe.

Segundo o semanário “NME”, o disco ainda contará com as músicas ‘Blue Moon’, ‘My Funny Valentine’ e ‘They Can’t Take That Away From Me’ e será lançado no dia 21 de novembro.

Entre outras modelos que também têm uma relação com a música, está Karen Elson, que lançou o ótimo álbum “The Ghost Who Walks”.

Twiggy lança álbum com os clássicos da música romântica

Banda de Seattle mistura folk, rock e pop; conheça o Fleet Foxes

photo_29A banda Fleet Foxes ©Reprodução

Você já deve ter ouvido falar no Fleet Foxes, banda de Seattle que está levando os olhares e os ouvidos de volta à cidade que iniciou o movimento grunge, nos anos 90. Apesar de existir desde 2006, o grupo  ficou conhecido em 2008, quando seu primeiro álbum agradou um tanto a crítica especializada, mas começou a bombar mesmo neste ano, com o lançamento de “Helplessness Blues”. É só dar uma olhada na agenda de shows do quinteto para ver a recepção calorosa que eles estão recebendo, especialmente nos EUA e na Inglaterra.

O FF é formado pelo vocalista e guitarrista Robin Pecknold, Skyler Skjelset na guitarrra, Bryn Lumsden no baixo, Nicholas Peterson na bateria e Casey Wescott nos teclados. Numa espécie de pop barroco, é possível notar referências do folk e do rock clássico, com influências como Bob Dylan, Neil Young e Beach Boys. A banda é mais uma das que obtiveram sucesso via myspace, no boca-a-boca. O som melódico e o vocal harmonioso de Robyn levaram mais de 200 mil pessoas ao site deles em menos de dois meses.

Em 2007, quando já estavam mais populares, os meninos passavam bastante tempo ensaiando e gravando. O problema é que a demanda era grande, mas eles ainda não tinham muita verba para alugar estúdio pelo tempo que precisavam, então acabavam usando seus próprios apartamentos e até o porão dos pais do vocalista. Agora a realidade é outra e mais folgada. Os Fleets têm tocado nos festivais do verão no Hemisfério Norte e em dezembro tocam no All Tomorrow´s Parties, evento bem bacana que acontece nos EUA. O álbum conquistou cinco de cada cinco estrelas na opinião de veículos importantes, como o “The Independent” e a revista “Mojo”.

No site da banda é possível acompanhar novidades da turnê e escutar suas músicas. Vá lá!

photo_33©Reprodução

Ouça “Helplessness Blues”:

Banda de Seattle mistura folk, rock e pop; conheça o Fleet Foxes

Drops de música: The Kills homenageia Marilyn Monroe, filme do Foo Fighters e +

killsThe Kills ©Reprodução

A dupla The Kills acaba de lançar uma versão acústica da canção “One Silver Dollar”, gravada por Marilyn Monroe no filme “River of No Return”, de 1954. Alison Mosshart e Jamie Hince aproveitaram para homenagear a diva do cinema durante o festival Splendour In The Grass, na Austrália. Ouça a versão do Kills e a cena de Marilyn cantando:


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thom-yorkeThom Yorke ©Reprodução

O líder do Radiohead, Thom Yorke, contribuiu com o vocal de duas trilhas do novo álbum do duo alemão eletrônico Modeselektor. As músicas “Shipwreck” e “This”, com a participação de Yorke, já estão na rede. Esta é a segunda vez que Yorke trabalha com Modeselektor. Em 2007, ele gravou uma participação no álbum “Happy Birthday”.


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O Foo Fighters acaba de lançar um documentário de 40 minutos sobre uma turnê especial que aconteceu em abril, quando a banda de Dave Grohl tocou em várias garagens de fãs — a ação fazia parte de uma competição e os vencedores ganhavam shows do grupo com o direito de convidar 50 amigos. Nas garagens de Seattle a Nova York, eles tocaram as músicas do último álbum “Wasting Light” e outros hits. O filme está na íntegra na internet, confira:


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Lembra que contamos da empreitada de Drew Barrymore como diretora do videoclipe da música “Our Deal”, da banda Best Coast? O clipe foi lançado nesta terça-feira (02.08) e já virou um sucesso. Não perca:

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kingsofleonKings of Leon ©Reprodução

O rumor de que os meninos do Kings Of Leon estariam colocando um ponto final na banda foi negado pelos próprios. A história começou por conta do cancelamento da turnê atual, nos Estados Unidos. O baterista do grupo, Nathan Followill, explicou aos fãs que a história não era bem essa. “Apenas precisamos de um descanso. Obrigada por entenderem. NÃO ESTAMOS TERMINANDO”, disse ele em seu perfil no Twitter.

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Drops de música: The Kills homenageia Marilyn Monroe, filme do Foo Fighters e +

Gospel, gótico, pop, soul: Diane Birch é uma mistura de tudo isso

dianebirch_abre©Reprodução

Diane Birch faz parte de um novo time da música. Um time que vai de encontro às vozes e ao sucesso de nomes como Katy Perry, Pussycat Dolls e derivados, e que se assemelha bem mais a Adele, Duffy e Amy Winehouse,  graças à voz poderosa, que mistura soul (mais dos anos 60/70), jazz, folk e pop, as letras profundas – e todas escritas por ela – e um jeitinho todo retrô.

De 27 anos, nascida em Michigan, ela pode parecer frágil à primeira vista, mas não: “Quando criança eu tive que endurecer. Toda vez que eu me mudava, eu era a ‘pessoa nova’, então após um tempo você se torna auto-suficiente”. Tais mudanças se devem ao seu pai, pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que quando Birch era pequena, levou a família para o Zimbábue, depois Austrália e em seguida para a África do Sul. Aos 11 anos, a família se assentou em Portland, Oregon, e ela clandestinamente começou a ouvir pop, já que seus pais proibiam, dizendo que era uma música “pecaminosa”. E como muitas garotas adolescentes, se rebelou contra sua educação e se tornou gótica, obcecada com músicas de Cure, Bauhaus e Sisters of Mercy. “Isso resultou basicamente do meu background clássico. Eu era muito obcecada com música clássica e era a única coisa que eu ouvia quando criança. Então eu meio que me desloquei para toda essa fase gótica porque eu amava o movimento gótico, amava um monte de bandas góticas e eu era um pouco obcecada com o século XVIII”, explicou.

+ Ouça “Fools”, primeiro single de Diane a ser lançado no Brasil:

Enquanto crescia, Birch foi educada com música: “Eu comecei a tocar piano quando eu tinha sete anos e comecei piano clássico. Estudei um método para treinar meus ouvidos, então eu tocava música pelo ouvido, e comecei a pegar coisas só de ouvir”, contou em entrevista. Além de piano, Birch ouvia apenas ópera e música gospel em casa, o que influenciou bastante a maneira com que canta. “Eu cresci na igreja. Depois eu me rebelei e deslizei para diferentes gêneros do pop. Mas a igreja, como toda a sua linguagem e imaginário, ainda é grande parte de mim. Eu evoluí através de tantas fases diferentes, tentando descobrir quem eu sou, o que eu sou. A resposta é que eu sou todas essas coisas”, disse em entrevista ao “Telegraph”.

dianebirchBirch já teve sua fase gótica e hoje faz uma mistura de sons, do soul ao gospel ©Reprodução

Ao terminar a escola, a cantora se mudou para Los Angeles, sem apoio dos pais, e começou a tocar em pianos de hotéis. Quando Prince a ouviu, gostou e chamou-a para tocar com ele e sua banda, em sua casa. Depois disso, ela se mudou para Londres, assinou com um empresário e escreveu boa parte de seu álbum de estreia, “Bible Belt” (que significa “Cinturão da Bíblia”, provavelmente uma referência aos pais religiosos).

A maioria das canções de “Bible Belt” se relaciona com a vida da cantora. “Rise Up” é uma declaração vigorosa e honesta sobre a moralidade proibitiva de sua mãe, e “Valentino” (que tem um clipe incrível) é sobre um amigo imaginário criado por ela em seus dias solitários na África: “De alguma forma, essa música representa, na verdade, uma espécie de adeus à inocência infantil, quando sua imaginação é tão vívida e pura, e não é censurada pela mídia, ou sociedade, ou qualquer coisa. Só é realmente, realmente livre. Essencialmente essa música representa aquela pureza de imaginação”, explicou a cantora.

+ Assista ao clipe de “Valentino”:

Com letras tão pessoais, é de se perguntar se Diane não se sente muito exposta. A resposta é não: “Na verdade é ótimo. Eu nunca tenho certeza se as pessoas estão curtindo. Eu fico tipo, ‘Quer dizer que você gostou disso?´. É um pouco estranho as pessoas gostarem disso, porque eu sempre penso, ‘Oh, yeah, tenho certeza que isso é uma droga’. Então as pessoas reagem a isso, e isso realmente vale a pena”.

dianebirch_doisFranjão e cílios cheios de rímel são indispensáveis ©Reprodução

Além do da voz incrível e do rosto lindo, Diane possui um estilo bastante único. Ao “Refinery 29″ contou as cinco peças que usa constantemente:

1. “Amo chapéus e sempre mantenho um guardado em minha bolsa, mesmo que eu não estiver num humor pra chapéu”.
2. “Adoro acessórios “Nativos Americanos” e tenho um bracelete Djare feito à mão  que eu nunca tiro”.
3. Eu tenho essa velha camiseta esfarrapada da KMFDM que eu uso para dormir, e às vezes eu não consigo tirá-la, então eu a uso durante o dia também!”.
4. “Minha legging de couro Raquel Allegra”.
5. “Minha bota de carneiro tem sido minha melhor amiga”.

E qual seria a arma secreta para levantar um look rapidinho? “Tem que ser um batom vermelho”.

Bible Belt – Diane Birch

1. “Fire Escape”
2. “Valentino”
3. “Fools”
4. “Nothing But A Miracle”
5. “Rewind”
6. “Rise Up”
7. “Photograph”
8. “Don’t Wait Up”
9. “Mirror Mirror”
10. “Ariel”
11. “Choo Choo”
12. “Forgiveness”
13. “Magic View”

A cantora mantém um tumblr, cheio de referências boas. Acesse aqui.

+ Veja na galeria mais do estilo de Diane Birch

Gospel, gótico, pop, soul: Diane Birch é uma mistura de tudo isso

Moda e música: a quantas anda a relação entre estilistas e músicos

abre-wFashionistas e suas inspirações musicais na “W” ©Reprodução/Max Vadukul

A revista “W” deste mês trouxe uma matéria superbacana retomando um assunto que é batido, mas sempre chama a atenção: a mistura entre moda e música. Em um texto escrito por Debbie Harry (sim, a vocalista do Blondie), a publicação mostra quem são as atuais relações do meio: as parcerias, quem inspira e quem veste quem no mundo da música e da moda. Veja na galeria, em editorial clicado pelo fotógrafo Max Vadukul, os atuais “musos” do povo da moda.

Moda e música: a quantas anda a relação entre estilistas e músicos

Ouça aqui: The Naked and Famous, a banda mais alto-astral do ano

naked-and-famousThe Naked and Famous ©Reprodução

Depois de mostrar o trabalho de Connan Mockasin, vamos falar de mais uma banda vinda da Nova Zelândia. Já ouviu falar do The Naked and Famous? O quinteto foi formado em 2008 e, recentemente, se tornou queridinho dos alternativos pelo mundo. A banda chegou a ser a aposta para 2011 de vários blogs e veículos ligados à música, e inclusive, foi considerada a revelação para este ano pela “BBC”.

A receita de sucesso traz uma batida eletrônica somada ao vocal da fofa Alisa Xayalith. No início do ano eles lançaram o primeiro disco, chamado “Passive Me, Agressive You” e o primeiro hit da banda foi “Young Blood” (veja o clipe), faixa contagiante. O clipe que você vê abaixo é uma delícia de ver, mostra bem o astral deles.

Alisa Xayalith (voz), Thom Powers (voz e guitarra) e Aaron Short (programação e produção) se juntaram em 2008, quando se encontraram na faculdade, no Music and Audio Institute, em Auckland, na Nova Zelândia. No início de 2009, eles receberam reforço do baixista David Beadle e do baterista Jesse Wood, que também estudavam na mesma escola. Atualmente, o grupo está em turnê do álbum de estreia e já alcançou o topo das paradas no país de origem. Veja abaixo o clipe de “Girls Like You”. Para fechar os olhos e dançar.

Acompanhe o Naked and Famous no site oficial, com notícias, paradeiro de turnê e blogs, e ainda pelo Facebook, Tumblr e pelo canal do Youtube.

Ouça aqui: The Naked and Famous, a banda mais alto-astral do ano