Louis Vuitton promove programa para estudantes de arte em Londres

04/08/2011

por | Cultura Pop

estudantesEstudantes poderão aprender com vários artistas ©Reprodução/Dazed&Confused

Sabia que a Louis Vuitton tem um projeto para lançar novos artistas? Trata-se do Louis Vuitton Young Arts Project, um programa que apoia iniciativas que investem em novos nomes da arte. Desta vez, eles estão apoiando o ‘The Academy of Youth Mythology’, um evento de cinco dias que pretende engajar 30 jovens artistas em trabalhos sobre o tema “Mitologia Jovem”.

O programa é uma espécie de curso de verão, na Southbank Centre, coordenado pela artista Lucy Panesar juntamente com membros do Louis Vuitton Young Arts. São cinco dias com aulas que devem guiar os jovens e dar a oportunidade de eles trabalharem com artistas para explorar alguns mitos em volta da cultura jovem de hoje.

A ideia é, além de tentar destruir mitos da cultura jovem, trazer novos mitos, vindos de experiências pessoais dos alunos. Em entrevista à “Dazed & Confused”, Lucy Panesar afirmou que ela queria trazer para as aulas artistas com abordagens das mais diferentes possíveis, para que os estudantes pudessem aproveitar ao máximo.

Durante a semana de trabalho, os participantes trabalharão com os artistas convidados: Marcia Farquhar, Edwin Burdis, Ross Roberston e a dupla Laura & Lauren. Outros experts visitantes também estarão no curso para falar sobre arte, mídia, produção, performance e curadoria, entre outros temas. O resultado da produção estará em uma exposição no final da semana de trabalhos.

Marc Jacobs ganha super mostra em Paris, pelo trabalho na Louis Vuitton

16/05/2011

por | Moda

marc_abre©Reprodução

O próximo nome da moda a ter uma exposição para chamar de sua é o americano Marc Jacobs, que vai ganhar uma retrospectiva de seu trabalho na Louis Vuitton, no Les Arts Décoratifs, que faz parte do Musée de La Mode et du Textile du Louvre. É neste mesmo museu que acontecerá a exposição do trabalho de Hussein Chalayan, inclusive.

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Os LV’s estilizados por Takashi Murakami, Stephen Sprouse e Richard Prince ©Reprodução

A curadora do museu, Pamela Golbin, explicou que a mostra será dividida em dois períodos históricos da marca, com base nos homens mais importantes na evolução da Maison: a revolução industrial representada pelo nascimento da Louis Vuitton, em 1854, quando seu fundador fazia malas artesanalmente, e a globalização da moda, simbolizada pela entrada de Marc Jacobs na direção criativa da marca, em 1997. Um dos símbolos do estilista na casa são os monogramas LV estilizados, que desde sua criação, em 1896, não haviam sofrido nenhuma alteração. A exposição entra em cartaz no próximo ano.

Confira na galeria abaixo o trabalho de Marc Jacobs na Maison, desde 2000.

Série de filmes da Louis Vuitton mostra a nova estrela da marca; veja aqui

04/04/2011

por | Moda

vuitton689004Foto de bastidor da filmagem de “Double Exposure”, com Tom Craig à direita e Sam Taylor-Wood à esquerda © Reprodução

Depois de lançar o site Nowness, incrível experiência online que abriga vídeos e imagens de moda e arte sob uma curadoria impecável, a LVMH vê na Louis Vuitton a marca que deve passar valores mais artísticos que andem contra a corrente alucinada da moda, com trocas de novidades a cada dois dias.

A marca dirigida por Marc Jacobs está produzindo uma série de filmes chamada Double Exposure. O primeiro vídeo, exibido no final de março na loja da New Bond Street, em Londres, teve como estrela a artista e diretora de cinema Sam Taylor-Wood (“Nowhere Boy”). Uma personagem realmente interessante, Sam, aos 40 anos, é considerada uma das melhores artistas de sua geração. O livro “Still Lives” é lindo e uma ótima introdução ao seu trabalho.

sam-taylor-wood-lvFoto de Sam Taylor-Wood

Quem assina a a direção do filme e as fotos dessa nova campanha é Tom Craig, famoso das páginas de muitas revistas e pelos belos retratos que faz de atores e artistas, como Sofia Coppola, Daniel Day Lewis, Ralph Fiennes, entre outros. Craig optou por um método muito antigo de fotografia, o Collodion Process (colódio, aqui no Brasil), usado na era vitoriana, em que o fotografado deve ficar imóvel por cerca de 20 segundos.  Ao escolher esse processo, muito mais lento, a marca reafirma o conceito do trabalho todo, de criar um universo próprio, mais intimista e mais lento, em uma contradição ao instantâneo da fotografia digital profissional e amadora (iphone, instagram, etc).

O styling fica por conta da britânica Bay Garnett, também bastante conhecida, especialmente por seu trabalho na “Vogue” britânica e como diretora de estilo da grife Matthew Williamson.

A grife também anunciou que vai abrir uma pop up store em Cannes durante o Festival de Cinema, que vai de 11 a 22 de maio.

Veja abaixo o filme com Sam Taylor-Wood:

Musa da Ralph Lauren e exclusiva da Louis Vuitton, Bruna Tenório vive boa fase

11/03/2011

por | Moda

Bruna-Tenorio-Ford-Models-credito-Felipe-TorretaBruna Tenório (Ford Models) ©Felipe Torreta

Bruna Tenório está passando por uma boa fase na carreira – não que ela já tenha passado por uma fase especialmente ruim. Com seu corpo esguio e traços delicados de ascendência indígena, a alagoana rapidamente chamou a atenção do mundo da moda e, logo em seu primeiro ano como modelo, em 2006, se apresentou nas passarelas da Chanel, Christian Dior e Dolce & Gabbana nas temporadas de Paris e Milão. Desde então, desfilou e acumulou contratos com algumas das maiores grifes do mundo e fez a difícil transição de “modelo em ascensão” para “modelo estabelecida”.

A temporada inverno 2011, porém, teve um significado especial: convidada para fechar o desfile da Ralph Lauren na semana de moda de Nova York – além do fato de que quase todas as peças da coleção foram montadas em seu corpo -, a modelo afirmou que ouviu do próprio estilista: “Você é a musa da minha coleção”. No blog que ela mantém desde 2008, Bruna escreve: “Para vocês talvez esse tenha sido mais um desfile incrível da Ralph Lauren, mas para mim esse foi o desfile dos meus sonhos. (…) Eu sempre soube (ou pelo menos achei que soubesse) o quanto é importante para um estilista ver a sua coleção na passarela. São seis meses de trabalho para criar uma coleção e em média 20 minutos para mostrar tudo o que foi feito durante esse tempo. São apenas 20 minutos de prazer, até ter que começar tudo de novo. Eu acho que eu só consegui entender isso de verdade nesse desfile, ao ver o estilista com lágrimas nos olhos. Vou ser eternamente grata pela alegria que essa apresentação me proporcionou. É diferente trabalhar com pessoas que amam o que fazem”.

Poucos dias depois, Bruna fotografou a campanha pre-fall da Ralph Lauren e, após desfilar para Marc Jacobs, Prabal Gurung e St. John, foi para a semana de Paris, onde foi exclusiva da Louis Vuitton. Mas para quem acha que vida de modelo é só glamour, vale a pena ler o que ela escreveu em seu blog sobre os preparativos para o evento:

“(…) Foi tudo muito rápido, cheguei e fui direto para o hotel jogar uma água no rosto e  ir para a prova de roupa, que foi acabar, nada mais nada menos que 1 hora da manhã. Além de todo o cansaço acumulado por conta da longa viagem, meu corpo ainda sentia o peso do fuso horário da Europa que sempre me deixa destruída. As 4:30 da manhã toca o meu despertador, pulo da cama e tento esquecer que dormi apenas 1 hora e 45 minutos. Call time do desfile às 5 am, em ponto. Chegando no backstage, pego um belo espresso doppio e me sento para fazer o hair & makeup do desfile… 10 am começa o grande show, e que show”.

Veja na galeria os principais desfiles de Bruna Tenório na temporada inverno 2011:

“A moda é uma máscara que nos transforma”, diz Marc Jacobs

10/03/2011

por | Moda

Par6124888Kate Moss fuma na passarela da Louis Vuitton ©Reprodução

Por Juliana Lopes

Depois de um dramático e sexy desfile, onde as modelos chegavam por elevadores dourados no meio da passarela, Marc Jacobs ainda parecia transbordar aquela atmosfera. Já as pessoas em torno estavam na mesma sintonia: “foi lindo chegar na passarela pelo elevador”, disse ao FFW a top brasileira Bruna Tenório. “Foi um dos melhores desfiles dessa temporada”, comentou Anna Dello Russo, depois de falar com Marc Jacobs.

O tema oficial foi mesmo “Fe-tish also fe-tich”. “Fetiche é uma obsessão por certos objetos. Nós somos obcecados por moda, morremos para ter bolsas e sapatos. E eu amo tudo isso, é uma perversão que se deve celebrar”, disse Marc Jacobs, no backstage.

+ Veja fotos e leia mais sobre a coleção Inverno 2011 da Louis Vuitton

1 é pouco, 2 é bom, 3 é demais: carão volta com tudo na Vuitton

24/01/2011

por | Moda

lv 1Kristen, Freja e Raquel, as três superpoderosas da Vuitton ©Divulgação

Após mostrar Christy Turlington, Karen Elson e Natalia Vodianova em imagens mais recatadas na campanha de Outono/Inverno 2010 da Louis Vuitton, Marc Jacobs segue com 3 supermodelos, mas desta vez rumo ao Oriente. E o Oriente, na visão bem humorada do estilista, é decadente e excedente.

Raquel Zimmermann, Freja Beha e a veterana Kristen McMenamy estrelam a campanha de Primavera/Verão 2011, que Marc, exageradamente compara a Torre Eiffel iluminando-se de hora em hora, “uma arte tão maravilhosa, fascinante e linda, que nos deixa completamente hipnotizados”.

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Sim, a coleção tem muito de tudo: make forte, rendas, cetim, lurex, estampas, cor, brilhos, acessórios, carões e muitos logos. As meninas, cada uma com uma cor de cabelo, são só olhares e bocas insuperáveis. Tudo fotografado num estúdio, em Nova York, por Steven Meisel, parceiro de Jacobs nas fotos da Vuitton.

#FFWprofile: Simone Carvalho, exclusiva da Louis Vuitton e fã de Dostoiévski

15/01/2011

por | Moda

simone_carvalho© Juliana Knobel

Simone Carvalho não é conhecida nas passarelas brasileiras, já que é a primeira vez que desfila no Brasil, mas as perninhas que estréiam no catwalking brasileiro já desfilaram para a Louis Vuitton. E exclusiva, ta bom pra você?
É também a primeira vez que ela vê o mar, mesmo sendo natural do estado da Bahia. Simone, de 17 anos, morava em Hidrolândia, vila pertencente à Uibaí, tem sangue indígena correndo pelas veias e ama literatura russa.

IDADE?
17 anos.

SIGNO?
Sou de Virgem. Adoro astrologia, mas não acredito muito. [risos]

O QUE HÁ DE VIRGINIANA EM VOCÊ?
Sou muito perfeccionista, por isso me cobro muito. E sou meio monótona também.

VOCÊ COMEÇOU NAS PASSARELAS INTERNACIONAIS, ANTES DE DESFILAR AQUI. COMO ISSO ACONTECEU?
Fui na agência de modelos no dia de entrevistas _aberto para aspirantes à modelos_ e fui selecionada. Aí meu primeiro trabalho foi na semana de moda de Nova York. Nunca achei que eu pudesse ser modelo, mas todo mundo dizia “Você devia tentar, é magrela”. Aí eu fui, não tinha nada a perder mesmo.

QUAIS DESFILES VOCÊ FAZ?
Vera Wang, Derek Lam, 3.1 Phillip Lim, Richard Chai…

E EM PARIS?
Louis Vuitton. Só desfilei para eles, fui exclusiva.

E O MARC JACOBS, É TUDO AQUILO QUE A GENTE PENSA MESMO?
Sim! Ele é fantástico, super alto-astral. E muito charmoso.

O QUE PASSOU PELA SUA CABEÇA QUANDO ENTROU NA PASSARELA DA LOUIS VUITTON?
Não acreditava, só caiu a ficha depois do desfile. E foi tudo muito rápido, fiz a prova de roupa às 2h da manhã e desfilei às 19h.

JÁ PENSOU EM FAZER OUTRA COISA QUE NÃO FOSSE MODELAR?
Não penso mais. Se eu não tivesse virado modelo, eu prestaria vestibular pra Medicina.

QUEM É O ESTILISTA QUE VOCÊ MAIS ADMIRA?
Jean Paul Gaultier.

QUAL A COISA MAIS LEGAL EM SER MODELO?
Viajar muito e conhecer pessoas que eu nunca imaginei, por serem de outra cultura, por exemplo.

MODELO-ÍCONE?
Tem tantas. Tá, vai, Linda Evangelista.

QUAL MATÉRIA MAIS GOSTAVA NA ESCOLA?
Filosofia.

SALTO OU SAPATILHA?
Tênis!

LUGAR QUE SONHA CONHECER?
As montanhas do Tibet.

O QUE FEZ COM SEU PRIMEIRO SALÁRIO?
O que eu fiz? Não lembro. Acho que paguei as contas [risos]

O QUE É ESSENCIAL NA SUA VIDA?
Ai meu Deus! Amor.

VOCÊ NAMORA?
Não, nunca namorei.

E O QUE É ESSENCIAL NA SUA BOLSA?
Protetor solar.

MÚSICA QUE NÃO PARA DE OUVIR?
Wishful Sinful, do The Doors

JÁ PASSOU POR PERRENGUE NA PROFISSÃO?
Fiquei presa no aeroporto de Roma horas, e os policiais gritavam comigo e eu não entendi nada do que eles falavam.

ÍCONE DE ESTILO?
David Bowie.

UMA COISA QUE EU DEVERIA SABER SOBRE VOCÊ?
Sou muito chata, em todos os sentidos;

QUAL O ÚLTIMO FILME QUE VIU?
Gandhi, de Richard Attenborough.

E O ÚLTIMO LIVRO QUE LEU?
“Gente Pobre”, do Dostoiévski

VOCÊ CURTE LITERATURA? QUAIS SEUS AUTORES FAVORITOS?
Muito! Meus autores preferidos são Dostoiévski e Tolstói.

SE ALGUÉM QUISER SE INICIAR NA LITERATURA RUSSA, QUAL LIVRO VOCÊ INDICA?
Anna Karenina, do Tolstói. É inesquecível, um dos melhores.

FFW fashion digest: Lea T., Marc Jacobs, Lady Gaga e +!

16/11/2010

por | Moda

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Miranda Kerr acaba de entrar pra história (em seu país, claro): a top model australiana casada com o ator Orlando Bloom (o “Legolas” de “O Senhor dos Anéis”) é a primeira mulher a estampar, grávida, a capa de uma “Vogue” australiana. Aos 6 1/2 meses de gestação, Miranda disse se sentir “honrada”. Fofa!

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Semana passada a socialite Victoria Beckham bateu um papo com a jornalista de moda Suzy Menkes (do “International Herald Tribune”) durante uma conferência de luxo que aconteceu em Londres. No seu discurso, Mrs. Beckham se mostrou mais que muito espirituosa ao responder sobre o papel de seu marido, o jogador David Beckham, nos negócios da sua marca, a dvb: “O David é bonito. Esse é o papel dele. E eu sou a engraçada. Sempre digo a ele: um dia, a sua beleza vai acabar”. Dá pra ver o vídeo aqui.

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Finalmente! Diz que Lady Gaga vai aparecer na capa da edição de março da “Vogue US”, a publicação sob comando da dama-de-ferro Anna Wintour. Rumores dão conta que o retrato será feito ainda neste mês de novembro pelo peruano Mario Testino. Apesar do sucesso estrondoso, Gaga só conseguiu até o momento abocanhar a capa de uma edição da “Vogue Hommes Japan”. Curiosamente, a revista tem direção do seu personal stylist Nicola Formichetti.

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Segundo Kenneth Klug, diretor do departamento jurídico da gigante Louis Vuitton nos EUA, o fluxo de mercadorias falsificadas que imitam o monograma mais famoso do mundo da moda caiu drasticamente nos últimos anos. Em 2010, até o momento, “apenas” 200.000 bolsas Louis Vuitton falsificadas foram apreendidas, contra 2 milhões de unidades em 2004 _um decréscimo de 90%. Ao “WWD”, Klug explicou: “A redução se deve, em parte, aos esforços alfandegários dos EUA. Apesar de boa parte das transações serem feitas online, essas mercadorias entram na América através dos portos de Los Angeles e Nova York”.

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Mais uma imagem de Marc Jacobs soltando a “pomba-gira” vazou na web (imagem acima). As fotos, de Patrick Demarchelier, tem styling de Katie Grand e podem ser conferidas na edição #2 da revista “Industrie”, cuja primeira capa foi dedicada a Anna Wintour.

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A transexual brasileira Lea T. ganhou sua primeira capa de revista, no caso a “Lurve”. Preguiçosa que só, a imagem não inova em nada e reproduz, sem styling algum, o look que ela desfilou para Givenchy alta-costura inverno 2010. A parte inédita: é a primeira capa de uma revista de moda que Lea ganhou. Dá pra ver o resultado aqui.

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A Givenchy abriu um processo judicial contra a BCBG Max Azria alegando que o modelo de bolsa “BCBG Rembrandt” é altamente similar ao modelo “Nightingale”, criado pela maison. Nos autos do processo, a Givenchy afirma que a BCBG copiou as listras horizontais de costura dupla no exterior da bolsa que servem para dividi-la em quadrantes diferentes. A grife abre o jogo e revela que já lucrou mais de US$ 50 milhões com vendas da “Nightingale” em todo o mundo e, portanto, não pode arriscar que suas clientes confudam a bolsa original com a criada pela BCBG. Além dos danos materiais, a Givenchy quer impedir que a BCBG comercialize novos cópias da “Rembrandt”.

givenchy-contra-bcbgA bolsa “Nightingale”, da Givenchy, à esquerda, e sua algoz, a “Rembrandt”, da BCBG, à direita ©Reprodução

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Pela primeira vez presente no desfile da Victoria’s Secret, a editora de moda da “Vogue Paris”, Carine Roitfeld, chamou a atenção da imprensa especializada. O que estaria ela fazendo ali? Parece que o mistério está prestes a ser solucionado: segundo o site Fashionologie, Carine estava lá para clicar um ensaio com, pelo menos, 3 Angels. Os retratos teriam assinatura da dupla hypada Inez & Vinoodh e, provavelmente, contam com esses nomes: Adriana Lima, Izabel Goulart e Karolina Kurkova.

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Num desfile agendado para acontecer nesta quinta-feira, 18 de novembro, a H&M promete mostrar sua coleção de “alta-costura” criada especialmente pela Lanvin. Alber Elbaz, diretor criativo da maison, recriou peças únicas de 25 roupas que serão vendidas a partir do dia 23 de novembro na rede de fast-fashion, só que empregou neles materiais e técnicas de haute couture. As roupas serão leiloadas em prol da UNICEF, juntamente com 5 croquis originais autografados por Elbaz. Se você não aguenta mais ouvir dessa parceria histórica, conforme-se: está apenas começando.

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louboutin-caridadeSeda acetinada, costural artesanal e uma faixa decorativa: o peep-toe “Peace of Shoe” quer tornar o mundo um lugar mais justo ©Divulgação

Christian Louboutin revelou nesta semana seu mais novo projeto, chamado “Peace of Shoe”. A ideia é oferecer 33 pares de um sapato peep-toe em 3 cores diferentes para 3 localidades distintas: champagne para Nova York, lavanda para Miami e rosa para Los Angeles, cuja venda será totalmente revertida para a Grameen Foundation, uma instituição que ajuda pessoas pobres a iniciarem seus próprios negócios. Cada par custa US$ 1.495 e os sapatos foram criados depois que Mr. Louboutin leu o livro “Criando Um Mundo Sem Pobreza”, de Muhammad Yunus, vencedor de um prêmio Nobel.

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A capeta em forma de guria, Tavi Gevinson, promete irritar ainda mais seus opositores: em seu blog, ela publicou que será editora de uma nova revista adolescente a convite de Jane Pratt, fundadora da extinta “Sassy”, uma das publicações mais bem-sucedidas deste filão do mercado editorial. “Não quero refazer a ‘Sassy’, primeiro porque não dá pra recriar algo tão bom. E depois porque o mundo mudou nos últimos 15 anos, principalmente por conta da internet, então temos que nos adaptar ao novo mundo”, escreveu a blogueira-mirim em sua página. Sem revelar muitos detalhes, Tavi adianta que será uma publicação quadrimestral (3 edições/ano) e que a primeira edição deve sair do forno no final de 2011.

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O estilista Billy Reid é o vencedor deste ano do CFDA/Vogue Fashion Fund e vai levar pra casa generosos US$ 300.000 (além de um troféu em formato de cisne criado por Rachel Feinstein). Na categoria “revelações”, Eddie Borgo e Prabal Gurung levaram, cada, US$ 100.000 (e em vez de um cisne, troféus no formato de ovos).

Os ganhadores foram eleitos entre outros 10 finalistas: Joseph Altuzarra, Christian Cota, Robert Geller, Oliver Helden e Paul Marlow, Pamela Love, Moss Lipow e Gregory Parkinson.

O fashion fund, que está em sua sétima edição, foi criado numa parceria da revista “Vogue” com o CFDA para impulsionar novos talentos da moda. No passado, o prêmio consagrou estilistas como Alexander Wang, Doo-Ri Chung, Lazaro Hernandez e Jack McCollough.

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Tom Ford foi oficialmente convidado por Carine Roitfeld para assinar a edição de holiday da “Vogue Paris”. Carine ainda confirmou que Ford vai aparecer na capa da revista. A parceria dos dois vai muito além do trabalho: Roitfeld é amiga de Tom desde a época em que o conheceu como estilista da Gucci e da Yves Saint Laurent, isso no começo dos anos 2000. A “Vogue Paris” holiday sai em dezembro/janeiro.

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Saíram as fotos de Angelina Jolie na “Vogue US” de dezembro. As imagens foram clicadas pelo mais que careta Mario Testino, num ensaio  (lindo, mas sem graça) intitulado “The Other Angelina”. Já viu?

Voyage en Capitale: Louis Vuitton ganha exposição épica em Paris

29/10/2010

por | Cultura Pop

Até 27 de fevereiro de 2011, os interessados em solo parisiense poderão conferir “Voyage en Capitale – Louis Vuitton & Paris”, uma exposição sobre os mais de 150 anos de história da Louis Vuitton, no Musée Carnavalet. São cerca de 230 peças entre pinturas, mapas, desenhos, campanhas, fotos antigas e modelos.

voyage-en-capitale-lv-1Parte da exposição “Voyage en Capitale – Louis Vuitton & Paris”, no Musée Carnavalet ©Reprodução

A exibição foi estruturada ao redor de 2 temas: a expertise e a técnica empregada pela família Vuitton na fabricação de suas bagagens e as colaborações com outros artistas, que começaram no século 20.

A expo também serve de gancho para o lançamento do livro “100 Legendary Trunks”, que explica (e ilustra, em mais de 800 imagens) as origens e o processo de fabricação de uma centena de criações encomendadas no mítico setor de pedidos especiais da maison.

Marcas internacionais mergulham de cabeça na onda digital

21/10/2010

por | Moda

CAMPANHA DA PRADA INVERNO 2010:

Depois do frenesi das transmissões ao vivo, dos vídeos de backstage, e tweets dos próprios estilistas direto da boca de passarela, agora chegou a vez das campanhas pegarem o bonde da revolução digital.

No inverno 2010, por exemplo, vimos pequenos vídeos de making-of vazando (propositalmente) meses antes das campanhas estarem finalizadas. Karl Lagerfeld clicando suas modelos num prédio de Nova York para a Chanel, seguido de Madonna para Dolce & Gabbana, Lara Stone na Calvin Klein, o casting poderoso da Louis Vuitton (Christy Turlington, Karen Elson e Natalia Vodianova) e por aí vai.

MAKING OF DO INVERNO 2010 LOUIS VUITTON:

Os filmes de moda estão longe de ser novidade, mas ainda assim um considerável número de importantes marcas apresentou pequenos clipes como extensão das imagens estáticas que rechearam as edições de setembro e outubro das principais publicações do meio. A Calvin Klein Underwear com as mais diversas encarnações de Zoe Saldana, o show de karaokê de Angela Lindvall ao som de “Fever” para Prada, Georgina May Jagger para a Hudson Jeans e até o novato Alexander Wang, fazendo seu debut em campanhas, não perdeu tempo e se lançou na onda das imagens em movimento.

A tendência por formas adicionais de conteúdo como maneira de intensificar (pelo menos em tese) o diálogo entre marca e consumidor se tornou tão bem estabelecida que agora não é apenas uma opção de estratégia de marketing, mas sim uma necessidade. Tudo isso tem contribuído para um verdadeiro overload fashion digital, deixando os consumidores, se não confusos, no mínimo um pouco atordoados.

MAKING OF BURBERRY INVERNO 2010:

Na liderança da revolução digital na moda, a Burberry foi uma das poucas a tentar algo novo. Ainda que de forma tímida, transformou suas imagens para o inverno 2010 numa espécie de imersão. Além das 14 imagens, Mario Testino é responsável por 6 vídeos interativos e sensíveis ao movimento (do mouse), permitindo rotações e mudanças de ângulo de até 180º.

A Calvin Klein, por outro lado, aproveitou a experiência de ter seus anúncios censurados nos EUA para lançar um outdoor em forma de QR code gigante. Quando lidos pelas câmeras de celulares, revelam as imagens e vídeos de Lara Stone, por Mert Alas e Marcus Piggot, que podiam ainda ser enviados para amigos via Facebook ou Twitter.

+ Leia a Pensata da Palô que fala sobre a crise da imagem de moda

Verão 2011: Chegou a hora de se vestir sem medo de ser feliz!

15/10/2010

por | Moda

annaAnna Dello Russo, a editora italiana que virou darling da moda com seus excessos ©Reprodução

Será que a moda atingiu uma velocidade tão absurda que os habituais 6 meses de intervalo entre uma temporada bastam para “envelhecer” as “novidades”? Ou será que as pessoas simplesmente perceberam que, no fundo, o minimalismo é uma chatice? O fato é que o verão 2011 ofereceu algumas boas respostas para esta estética que dominou as duas últimas temporadas. Chega de less is more! A próxima temporada coloca o excesso _principalmente aquele bem humorado, quase cafona_ no centro das atenções e tem como lema principal a pura diversão de se montar.

Os sinais vinham desde cedo. Na “Vogue” japonesa de outubro deste ano, Anna Dello Russo já falava dos excessos num editorial chamado “Never Enough”, estrelando a top brasileira Alessandra Ambrósio. E já que falamos nela, seja com uma melancia brilhante, ou duas maxi cerejas na cabeça, a editora da “Vogue Nippon” é a personificação definitiva de toda diversão que se pode ter com a moda. Glamour hedonista sem medo de ser feliz, sem se levar muito a sério. E esse coro é engrossado na capa da edição de aniversário da “Vogue Paris”: na chamada, lê-se “90 anos de excesso”.

Em Nova York, Marc Jacobs deu o pontapé inicial com sua coleção total anos 1970. Lembrou do prazer em se vestir sem todo esse lady-gaguismo-sci-fi que assola o planeta fashion neste novo início de década. Marc trouxe de volta o mais puro glamour embalado por muitas referências aos tempos áureos de Yves Saint Laurent _estilista, aliás, que foi inspiração para muitos neste verão 2011.

Numa das melhores temporadas de Milão dos últimos tempos, Miuccia Prada e Raf Simons (na Jil Sander) fizeram praticamente um manifesto contra a caretice. Usaram cores e estampas _de bananas e macacos barrocos_ para questionar o glamour e bom-gosto num dos melhores momentos da estação.

Já em Paris, Karl Lagerfeld fez o elegante parecer deselegante, mas sem deixar de ser chic. Deixou o “estar arrumada” com cara de “desarrumada”, ao mesmo tempo que ainda arrumada. Complicado, não: ge-ni-al. No show exótico-chinês da Louis Vuitton, Marc Jacobs (de novo no modo 70s) brincou com a noção de exageros e do conceito de cafona sem medo de ser feliz ou carregar a mão. Era brilho, estampa animal, franjas… Tudo junto ao mesmo tempo. Talvez muito mais intenso e divertido ao vivo do que nas fotos.

E na Miu Miu, Miuccia Prada novamente veio questionar os conceitos de bom gosto e elegância em época de culto a celebridades, só que aqui de modo um pouco mais cerebral do que em sua linha principal. Da trilha sonora até as roupas de proporções esquisitas _jaquetas quadradonas, saias plissadas logo abaixo do joelho_ tudo vinha com uma interessante abordagem sobre os conceitos do que é aceitável ou não em termos de glamour, bom gosto e elegância.

Fazendo sempre amplo uso das cores _tem elemento que comunique melhor uma emoção?_ estilistas estavam se sentindo otimistas nesta temporada. Até mesmo Phoebe Philo, na Céline, apostou numa cartela mais forte e foi seguida por Stella McCartney e suas estampas de frutas.

A moral da história? É hora de se vestir sem medo de ser feliz.

Repeteco: Sofia Coppola e Louis Vuitton apresentam novas versões de bolsas

14/10/2010

por | Moda

As bolsas que Sofia Coppola criou em parceria com a Louis Vuitton em idos de 2009 fizeram tanto sucesso que novos acabamentos foram encomendados para o Inverno 2010.

A coleção inclui novas versões de dois acessórios imaginados pela cineasta e pela equipe de pedidos especiais da maison: a carteira Slim e a bestseller bolsa SC.

A primeira leva das novas SC já chegaram às lojas brasileiras da grife, e custam entre US$ 8.900 e R$ 7.600. Bienvenue, Sofia!

Louis Vuitton: (11) 3088-0833

sofia-coppola-lvAlgumas das novas versões das criações SC, de Sofia Coppola e Louis Vuitton ©Reprodução

DIRETO DE PARIS: chinoiserie na Vuitton e despedida na Hermès

07/10/2010

por | Moda

>> Paris está há alguns dias em estado de alerta para possíveis atentados terrorista. Fato que fez com que alguns editores andassem com sapatilhas em suas bolsas para uma rápida troca de sapato na eventual necessidade de uma corrida desesperada. Pelo menos é isso que confessou a editora chefe da “InStyle” americana.

>> Jean Paul Gaultier queria que seu inverno fosse um bom mix de romântico com agressivo. Só que na passarela o agressivo acabou falando mais alto. Como a gente disse aqui, as peruquinhas Joan Jett, as jaquetas de couro com ombros pontudos, os corsets, as peças de metais e muita lingerie falavam da mais pura atitude punk aliada ao melhor e mais clássico estilo Gaultier.

No meio das mil e uma poses, do caminhar de passos marcados, o romantismo acabou escondido, junto com alguns outros detalhes. Algo como os plissados que permeiam toda a coleção: de uma camiseta navy a um chemise de seda até as calças e trench-coats. Outra curiosidade que só viemos a saber depois da visita ao ateliê do estilista na manhã desta quarta-feira (06/10) é que as estampas 3-D (que só funcionam com a peça parada) e os jeans desfilados fazem parte de uma coleção cápsula com preços mais acessíveis.

61953900>> Desfile que começa na hora é praticamente um mito fashion. Ainda assim, os últimos desfiles da Louis Vuitton têm conseguido fazer disso uma realidade. Marcado para às 14h30 de quarta-feira (08/10), o de verão 2011 não foi diferente. Os convidados afoitos para não perder a hora até chegaram com uns bons 20 min de antecedência, quando as portas  sequer haviam sido abertas. Porém, 14h28 as luzes começaram a piscar anunciando o início da apresentação e pontualmente às duas e meia da tarde a cortina de veludo vermelha que escondia a boca da passarela se abriu ainda com as luzes apagadas.

Quando estas se ascenderam novamente já embalada pela trilha, eis que vemos três tigres “empalhados”, dois na lateral e um na lateral da passarela de mármore preto. Estaria Marc Jacobs nos levando para uma viagem exótica e glamourosa pela China?

Para ser mais preciso, seria uma viagem no tempo para 1977 quando Yves Saint Laurent apresentou sua coleção chinesa. Daí os vestidos de gola Mao, com franjas ou estampas de orquídeas ou listras coloridas; a alfaiataria incrível, agora toda estampada, as calças volumosas, os blusés esvoaçantes… Glamour com força total.

Rendas, franjas, bordados, brilhos e animal prints. Muito animal print. Excessos não são suficientes. Nesses, havia algo do estilista japonês Kansai Yamamoto, principalmente nas estampas paetizadas de zebra e tigre de alguns tricôs. Vestidos-túnica, uma versão ajustada em zebra colorida, enquanto a girafa, onipresente, aparecia algumas vezes de modo localizado, como na lateral de uma calça, subindo até o paletó.

Marc Jacobs sempre trabalha temas similares entre suas próprias coleções e as que desenvolve para a Louis Vuitton, e dessa vez não foi diferente. Os anos 70 voltam com força total, e as referências de Yves Saint Laurent mais ainda. Aquele sensação de diversão e bem estar com a própria roupa aqui toma ares mais sofisticados, aliados uma exuberância que beira a cafonice. É justamente nesse tênue limite que o estilista sai ganhando.

Brincando com a noção de excessos e extravagância, Marc busca uma certa subversão extremamente bem humorada. Da decoração do desfile aos mínimos detalhes _como os saltos dos sapatos em forma de patas de animais_ tudo vem na mais deliciosa ironia fashion. Cafona-chic-galmour! E assim o estilista tira sarro das noções de bom gosto, subvertendo-as, ironizando-as e até mesmo ignorando-as.

Em tempos de moda minimalista, o estilista lembra que menos, nem sempre é mais. E quando o assunto é bom humor, mais é sempre bem mais.

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>> Na Hermès o clima era de despedida. O verão 2011 apresentado sobre uma passarela marrom transformada num campo de hipismo marcou o fim da era Gaultier na maison francesa. Depois de 7 anos na direção criativa, o estilista deixa seu posto para Christophe Lemaire, para poder se focar melhor na sua marca. E o que vimos no desfile? A mais pura essência Hermès.

Em outras palavras, a tradição eqüestre da marca veio com força total. Calças de montaria, ferragens e outros elementos de selaria nos acessórios, botas e até chicotes. O couro também tem posição privilegiada aparecendo em quase todas as suas formas _das mini Birkins, corsets até saias, calças, bermudas e os mais perfeitos blazeres. É nessa alfaiataria afiada, de ombros acentuados e extrema precisão de corte, que Gaultier faz valer a sua identidade, mostrando o casamento perfeito que foi essa parceria entre o mais alto luxo e mais deliciosa perversão.

Zoe Cassavetes dirige curta para Louis Vuitton e indica 10 filmes + estilosos

27/08/2010

por | Moda

O NOWNESS continua sua cruzada para se tornar um dos mais luxuosos sites de moda do mundo: bancado pela LVMH e dono de uma lista de contatos poderosa, o portal costuma apresentar conteúdo esporádico, mas exclusivo. Recentemente, surgiu um curta da Louis Vuitton intitulado “Hide and Seek” que, além do peso da marca, carrega o peso do sobrenome: a diretora é Zoé Cassavetes, filha de John Cassavetes.

O vídeo em si é apenas uma série de imagens bonitinhas: duas modelos correm por campos e cenários urbanos londrinos vestindo a coleção de verão da marca.

nowness-hide-seekCena de “Hide & Seek”, o novo curta do NOWNESS dirigido por Zoé Cassavetes /Reprodução

É menos legal que o vídeo experimental de Ryan McGinley, mas é interessante ver como funciona o network: Zoé é uma das melhores amigas de Sofia Coppola, por sua vez musa de Marc Jacobs que criou uma série de acessórios que é hit na Louis Vuitton.

Como boa filha de peixe, Cassavetes, que dirigiu seu primeiro longa-metragem, “Uma Americana Em Paris”, em 2007, mostra que entende de cinema ao escolher os 10 filmes mais estilosos. Afinal, não são muitas as pessoas que já assistiram “A Escola de Sereias”!

1. King Kong (1976)
2. A Escola de Sereias (1944)
3. Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas (1967)
4. Klute – O Passado Condena (1971)
5. Os Olhos de Laura Mars (1978)
6. Lolita (1962)
7. A Noite (1961)
8. O Talentoso Ripley (1999)
9. A Piscina (1969)
10. Glória (1980)

De peito aberto: editora lendária afirma que os seios estão na moda

23/08/2010

por | Moda

lara-stone-seiosLara Stone, a porta-voz dos seios fartos na moda, em retrato para a revista “Love” ©Divulgação

Seios estão na moda de novo (quando foi que eles saíram, né?). E conforme as coleções para o inverno 2010 começam a chegar às lojas do Hemisfério Norte, podemos estar vivenciando um marco na história da moda _algo como um reconhecimento das conquistas femininas no último século.

É essa a opinião da crítica de moda do “International Herald Tribune”, Suzy Menkes, num texto sobre o assunto no blog da “T Magazine“. Nele, Menkes explica que, desde que as mulheres começaram a achatar os seios num movimento revolucionário na moda dos anos 1920, os bustos praticamente saíram de cena tendo poucas chances de voltar.

Nos anos 1950, as saias cresceram e, com o volume cobrindo as pernas, o foco voltou para o colo feminino. Porém, a volúpia fashion que contou com o famoso New Look Dior como propulsor durou apenas até o começo dos anos 1960, quando o prefixo “mini” se juntou ao substantivo “saia”.

De lá para cá foram poucos _e curtos_ os períodos em que a moda (e as roupas) enalteceram as curvas do corpo feminino. Porém, com o inverno 2010 repleto de referências aos anos 1950, o cenário começa a dar sinais de mudanças. Pense na coleção da Prada com ênfase nos bustos com babados ou estruturas volumosas, acompanhados de cintura no lugar e saias amplas. Na Louis Vuitton não foi diferente, e com imagem bem calcada na moda do final da década de 50 e começo dos anos 60.

Até mesmo os mais adeptos do minimalismo, como Phoebe Philo na Céline, Hannah MacGibbon na Chloé e Raf Simons na Jil Sander, começam a mudar sua visão. A modelagem ficou mais tridimensional, dando curvas e contornos arredondados para jaquetas e calças.

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