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Novas peças da parceria Jeremy Scott + Adidas Originals já estão à venda em SP

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Peças de Jeremy Scott para a Adidas Originals: a sapatilha custa R$ 362,90; o tênis, R$ 472,90; as jaquetas custam R$ 859,90 (a de caveira) e R$ 969,90 (a de chamas) ©Divulgação

Os fãs das irreverentes criações de Jeremy Scott têm agora um local próprio para comprar as peças que o estilista assinou para a Adidas Originals: a multimarcas descolada Cartel 011, em São Paulo. O espaço é uma mistura de loja com galeria de arte, além de contar com um estúdio em sistema de co-working, onde várias empresas podem trabalhar no mesmo local, misturarando moda, cultura, comportamento, arte gastronomia no mesmo lugar.

A coleção de Jeremy Scott para a Adidas Originals conta com tênis, sapatilhas, vestidos e jaquetas. Como não poderia faltar, as peças exibem as icônicas asinhas, uma assinatura do estilista, além de estampas de poás, ossadas, chamas e uma cartela de cores marcante.

A Cartel 011 funciona de segunda a sábado, das 11h às 20h, na R. Artur de Azevedo, nº 517, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Novas peças da parceria Jeremy Scott + Adidas Originals já estão à venda em SP

Das loucuras de Jeremy Scott ao glamour de Michael Kors

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PROENZA SCHOULER

Native American. A inspiração de Lazaro Hernandez e Jack McCollough vem de uma viagem de carro que fizeram de Santa Fé para Wyoming, estado americano localizado na região das Montanhas Rochosas, lugar de beleza natural abundante. As texturas vem de cobertores e outros objetos que eles reuniram ao longo da viagem. Chegando em NY, tudo foi escaneado e manipulado em um computador.

Coleção: O efeito é lindo, as estampas e as cores usadas enriquecem e tornam a coleção bem diferente do que tem se visto até agora nessa estação. A coleção é feita de calças mais curtas, vestidos com barra assimétrica e bons cardigans e jaquetas, mas a boa ideia fica por conta das camisas, mais longas, que são usadas metade para dentro, metade para fora.

Opinião: É uma proposta diferente para o inverno. A estamparia étnica traz uma sensação de calor e acolhimento, talvez pela vibração que vem das cores, bem mais interessante do que a avalanche de pretos e cinzas que normalmente dominam os dias frios.

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MICHAEL KORS

O estilista Michael Kors, um dos big names da indústria de moda nos EUA, comemorou 30 anos de carreira com uma fila A replete de celebridades, entre elas o casal Michael Douglas e Catherine Zeta-Jones. Com Donna Summer cantando “I Feel Love” na trilha, Kors mostrou seu glamour relax em um casting dos sonhos: Carol Trentini, Karolina Kurkova, Isabeli Fontana, Carmen Kass, Erin Wasson, Angela Lindval, Chanel Iman e a novata Arizona Muse.

Coleção: Ao todo foram 60 looks, entre feminino e masculino. Kors mostrou looks monocromáticos em tons como pele, cinza, preto, marrom, ameixa, off-white, rosa antigo, vermelho, bordô em uma série de ótimas calças de alfaiataria, mais amplas, casacões e cardigans. Tudo muito bem pensado e executado, mas o que mais chama a atenção é que as roupas são muito chiques porém parecem confortáveis e relax. Essa ideia foi ao extremo no look que mostrou bodies de caschmere de corpo inteiro só com um belo casacão jogado por cima.

Opinião: Uma coleção que consegue ser sexy, chique, confortável, impecável e descomplicada. São anos de trabalho, tombos e experiências para chegar nessa equação. Foco nos básicos e clássicos, aquelas peças atemporais em que vale investir e usar por muito tempo. É comercial sim, mas também o que uma grande parcela das mulheres procura: roupas usáveis e com personalidade.

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JEREMY SCOTT

Meio clubber o desfile de Jeremy Scott, não? Sim, ele se inspirou nos anos 90, quando se montava para ir para as festas, e pelo visto sua viagem deve ter sido bem forte. Scott sempre foi um outsider, faz as coisas à sua maneira, gosta de se divertir e pouco liga para o que falam dele. Há riscos, como o que ele tomou ao assinar essa coleção, mas há algumas peças que certamente falarão com sua consumidora, como os microvestidos e as malhas super coloridas.


Coleção: Por onde começar? Tops e vestidos com o logo da Coca-Cola com a inscrição Enjoy God; cores vibrantes, mix de cores vibrantes, metalizados, logo do Super-Homem e do Batman, desenhos de raios, jaquetas de plástico, microshorts, microvestidos, microsaias, microtops, uma roupa masculina que parece de astronauta e por aí vai.


Opinião: Gostando ou não é bom ver alguém com a liberdade de expressão de Jeremy Scott. A moda precisa dos loucos.

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3.1 PHILLIP LIM

Phillip Lim está acostumado a vestir mulheres exigente, entre elas Demi Moore e Natalie Portman. Mas desta vez o estilista tailandês radicado nos EUA se inspirou nas garotas que vão do trabalho à festa de bicicleta e tentou aliar shapes contemporaneous a praticidade necessária para… pedalar.

Coleção: Há uma mistura de sportswear com alfaiataria que funciona, com maxicardigans e malhas jogados por cima de leggings com a barra puxada e bermudas. As calças são muito boas, mais amplas na parte de cima com a boca afunilada, destaque para o modelo de couro que abre o desfile. Há ainda macacões e vestidos de seda, que também seguem o clima easygoing da apresentação.

Opinião: Suas roupas sempre trazem um elemento de rua misturado a suas ideias de moda. Nessa coleção ocorre o mesmo, mas os looks parecem complicados demais para a situação proposta. Claro que se nos prendermos a essa única atividade, tiramos o estilista a liberdade que ele tem de interpretar essa inspiração de maneiras diferentes. O que ele faz, com sucesso, é aproximar o lado cool e prático da moda de rua com a elegância da moda de noite e da alfaiataria.

Veja todos as coleções na seção Desfiles

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Das loucuras de Jeremy Scott ao glamour de Michael Kors

Nova coleção de Jeremy Scott para a Originals chega ao Brasil

A quarta temporada de Jeremy Scott para a Originals by Originals (marca da Adidas) busca inspiração na Era Medieval e nos cavaleiros daquela época, com muitas tachas e contas decorando casacos e blusas, quase sempre em cores escuras ou metalizadas. Outro tema forte são as JS Wings _as “asinhas” que o estilista criou  e que viraram objeto de desejo_ que desta vez aparecem nos tênis e também nas roupas.

obyo-jeremy-scottLook completo da quarta coleção da ObyO Jeremy Scott: as asinhas criadas pelo estilista entram em destaque e são renovadas inclusive nos tênis ©Divulgação

A coleção estará disponível na Pop Up Store ObyO Jeremy Scott em São Paulo, a partir de 27 de outubro até 07 de novembro. No Rio de Janeiro, as peças do designer podem ser encontradas na Loja adidas Originals do Rio Design Barra, a partir de 28 de outubro.

Para celebrar a chegada da coleção ao Brasil, Jeremy está em São Paulo nesta segunda-feira (25) para um ciclo de entrevistas na hora do almoço (aguarde o vídeo aqui no FFW!), um coquetel durante a tarde e uma megafesta durante a noite numa cobertura chic no Centro antigo da cidade.

Pop Up Store ObyO Jeremy Scott
Cartel Zero Onze – Rua Artur de Azevedo, nº517 – Pinheiros – SP
(11) 3081-4171

Rio Design Barra
Loja adidas Originals
Avenida das Américas, nº7777 – Barra da Tijuca -RJ
(21) 2431-2123

Nova coleção de Jeremy Scott para a Originals chega ao Brasil

Jeremy Scott dirige documentário sobre si mesmo: veja trecho!

O estilista Jeremy Scott, popular por suas criações para a Adidas Originals, dirigiu um mini-documentário para a TV americana sobre si mesmo.

O filme vai ao ar no dia 13 de setembro e leva a audiência para dentro do seu ateliê e sua vida profissional. Intitulado “The Day Before Scott” (“o dia antes de Scott”, em tradução livre), o filme não tem previsão de chegar à TV brasileira, mas deve aparecer na íntegra na internet.

Dois trechos já vazaram no Youtube _em ambos Jeremy aparece cercado por seus assistentes soltando frases de efeito sobre moda e consumo.

Assista:

E também:

Site oficial: jeremyscott.com

Jeremy Scott dirige documentário sobre si mesmo: veja trecho!

Jeremy Scott aciona sua overdose criativa em nova coleção para a Adidas

adidas-x-Jeremy-Scott-Spring-Summer-2011-Preview-09A nova coleção do estilista Jeremy Scott para a Adidas, que foi apresentada na Bread & Butter ©Divulgação

Jeremy Scott apresentou sua mais nova coleção em parceria com a Adidas durante a última edição da feira Bread & Butter, que rolou entre os dias 7 e 9 de julho em Berlim, na Alemanha.

Acionando todo seu arsenal lúdico/bem humorado, Scott apresentou um sneaker em formato de urso de pelúcia, completo com cabeça e braços nas corres marrom ou rosa clarinho. Ainda na linha de footwear, as novas criações do estilista incluem uma versão do tênis Adidas em chamas que brilha no escuro, um modelo em plástico transparente e uma reedição de seu famoso tênis com asinhas.

Os produtos chegam às lojas e revendedoras da Adidas somente em 2011. Veja na galeria:

+ breadandbutter.com

+ jeremyscott.com

+ adidas.com

Jeremy Scott aciona sua overdose criativa em nova coleção para a Adidas

Jeremy Scott: ‘O humor é a coisa mais sexy do mundo’

Jeremy-Scott_029Jeremy Scott usa um dos moletons medievais que criou para o inverno 2010 da Adidas © Divulgação

Durante a semana de moda de Paris, o FFW visitou o showroom da Adidas na cidade-luz para conferir de perto a nova coleção assinada pelo estilista americano Jeremy Scott. Com inspiração medieval, o inverno 2010 da marca transforma o streetwear em armaduras esportivas, com moletons relembrando as veste de cavaleiros da Idade Média, formas estruturadas, tecidos metalizados e muitas tachas.

Por que o tema medieval?
Eu já havia trabalhado com referências medievais nas minhas coleções, então é um tema com o qual me relaciono bastante. Gosto dessa ideia de armadura como o começo do sportswear, uma mistura de proteção e agilidade de movimentos. O que tentei fazer aqui foi transformar algo totalmente antigo em moderno. Para isso trabalhei bastante com a noção das superfícies metalizadas e principalmente com a justaposição do rígido contra o macio.

Como esses projetos paralelos (Adidas, Longchamp, etc.) se relacionam com a sua própria grife e com seu estilo?
O que eu faço com a Adidas tem voz própria. Acredito ter criado meu próprio universo dentro da marca. Mas é claro, às vezes há um cruzamento com o que estou fazendo na minha própria marca, mas geralmente as coleções que desenvolvo para outras grifes têm vida própria e independente.

Você já desfilou em Londres, Nova York e Paris. Existe alguma diferença na maneira que as coleções são recebidas entre essas capitais da moda?
Absolutamente. Em Paris é sempre a moda pela moda, você pode ser totalmente over the top ou teatral que está tudo bem, enquanto em Nova York há uma mentalidade mais prática em relação a moda. A cidade é mais comercial, enquanto Londres tem um sentimento de “vale tudo”, sendo que o que vale mesmo é ser criativo.

jeremy-scott-inverno-2010Looks da coleção de Jeremy Scott inverno 2010 © firstVIEW

Seu desfile em Nova York pareceu extremamente focado no lado comercial. O que te levou a essa mudança? Foi o fato de estar apresentando em Nova York ou foi algo no atual clima da moda global?
Em parte foi pelo tema em si: a moda propriamente dita e sobre como às vezes ela se transforma em algo totalmente mercadológico, sem nenhum aspecto criativo de fato. A ideia era brincar um pouco com esses conceitos super clichês da moda. Como o LBD (o “Little Black Dress”), as fashion victims com vestidos com estampas de alvos, a idolatria das marcas quase como uma religião e as cópias. Todos aspectos muitos abstratos sobre a moda que precisavam ser apresentados do modo mais objetivo possível.

Bem crítico, mas sem perder o senso de humor…
Exatamente.

E isso é algo recorrente no seu trabalho: você sempre usa elementos lúdicos, referências pop e pitadas de humor para abordar importantes temas sobre moda, cultura, política e sociedade.
Eu acredito que contar algo com humor é sempre o melhor jeito de fazer valer seu ponto de vista. Penso que quando você sai apontando dedos e pregando seus ideais, as pessoas logo perdem o interesse no que você tem a dizer. Mas quando você conta algo com humor, você atrai a atenção das pessoas, tornando mais fácil o entendimento da sua mensagem. E isso é simplesmente parte da minha natureza. Acho o humor a coisa mais sexy do mundo.

Há espaço para essa moda bem humorada, alegre e cheia de energia?
Com certeza, eu acho que sempre vai haver lugar para esse tipo de moda. É parte do que precisamos em nossas vidas. Sempre precisamos de um pouco de fantasia, um pouco de escapismo. Sim, a moda está ficando mais séria, e temos vistos coisas maravilhosas nessa estética mais austera. Mas acho que, para mim e para as pessoas para quais eu crio, o humor ainda é algo fundamental, assim como o glamour e outros elementos que fazem a vida mais divertida.

Atualmente você está morando em Los Angeles, a cidade influencia de alguma maneira seu trabalho?
Eu adoro morar lá, a qualidade de vida é excelente. Tem um arquitetura super eclética e, claro, tem Hollywood, que torna tudo mais divertido. Com certeza a cidade influencia meu trabalho em tantos aspectos que mal posso identificá-los…

Como a cultura pop?
É um lugar que respira cultura pop. É onde acontece a cerimônia de entrega do Oscar! Acredito que boa parte da cultura pop é moldada em Hollywood.

E a cena noturna em LA?
Eu não acho que a noite de Los Angeles seja tão boa. Para começar tem o horário limite – tudo fecha às 2h da manhã. Mas tudo bem, não é o tipo de vida que levo lá. Eu trabalho, vou jantar, vou ao cinema… Eu tenho Paris, Nova York e Tóqui para sair e curtir a noite.

Então qual a melhor cidade para sair?
Paris é ótima, porque você pode continuar na festa até o dia seguinte, sem parar. Nova York também não é nada mau.

Jeremy Scott: ‘O humor é a coisa mais sexy do mundo’

“Estamos entrando num período modernista”, diz analista

Assim como as artes, literatura e música, a moda também passa por diferentes movimentos estilísticos. Do Clássico ao Barroco e Rococó, do Surrealismo ao Futurismo. Segundo a analista de tendências globais do site Stylesight, Sharon Graubard, “estamos entrando num período Modernista”.

Nem tanto pelas formas abstratas que artistas desse movimento gostavam de explorar, mas sim pela extrema atenção ao trabalho com forma e materiais. “Para os Modernistas, o que importa no o conjunto final é a essência do material, a o trabalho de formas pura que explora toda qualidade da matéira”, explica Sharon. “E para o inverno 2010, os tecidos são os elementos mais importantes”.

As texturas – e suas diversas coordenações – são essenciais para dar um toque extra às roupas simples de formas básicas que se mostram como um dos principais rumos desta estação. “Queremos roupas de verdade, não mais aquele básico chato de antes, mas um novo ‘supe básico’”, comentou Sharon em entrevista ao FFW. “Roupas como as que Phoebe Philo mostrou na Celine no verão 2010, ou como Marc Jacobs apresentou em seu inverno 2010”.

Phililp Lim, estilista jovem com faro apurado para o que suas consumidoras desejam, foi outro que sentiu essa necessidade de uma moda mais pé no chão, mas nem por isso menos interessante. Sua coleção apresentada na última quarta-feira (17/02) aqui em Nova York foi uma das mais bem sucedidas da sua carreira, dessa vez trazendo um estudo de materiais responsáveis por enriquecer as peças de cortes e modelagens simples.

3.1-philip-lim-inverno-20103.1 Philip Lim inverno 2010 © FirstView

Buscando inspiração no fim dos anos 1970, quando a Era disco começava a se fundir com o punk, Lim encontrou terreno fértil para trabalhar de maneira sutil a tendência boêmia que também tem sido recorrente.

Casacos impactantes em couro, forrados com lã ou com aplicações de peles (outro elemento recorrente) vêm sobrepostos aos vestidos túnicas leves e blusas transparentes numa excelente coordenação de tecidos de pesos e opacidades diferentes. Calças são um caso à parte. Com cintura alta, corte reto ou levemente evasê, elas são objetos de desejo indispensáveis junto aos casacos de aspecto pesado responsáveis por transformar a menina delicada de antes numa mulher sofisticada com roupas modernas, simples, que transmitem extrema segurança e força.

Nos estúdios Milk, no Meatpacking District, a música começou a tocar bem alto: “I can be a freak every day of the week”. Era o desfile de Jeremy Scott que, depois de algumas temporadas se apresentando em Paris, voltou a seu pais de origem. E enquanto o novo single da cantora Estelle (devidamente sentada na primeira fila do desfile) tinha tudo a ver com o universo da marca, o que se viu na passarela foi quase que o oposto.

jeremy-scott-inverno-2010Jeremy Scott inverno 2010 ©FristView

Se Scott quer ser um freak (aberração, em português) todos os dias da semana, então seu inverno 2010 é mais normal do que se espera. As estampas bem humoradas e as extravagâncias – aqui em fivelas de cinto em forma de corps femininos do tamanho das modelos – estavam todas lá, mas de forma amenizada. As roupas, às vezes decoradas com aplicações de joias, vinham prontas para o consumidor final, como os vestidos de tricô soltinhos, os justos de couro e as jaquetas esportivas.

A mensagem – eque resume a temporada de modo geral – veio no meio do desfile: uma camiseta alongada, de mangas amplas onde se lia a palavra “style” de um braço ao outro, atestando que o inverno 2010 não fala sobre moda, mas sobre estilo.

Na apresentação da grife Proenza Schouler, Jack McCollough e Lazaro Hernandez parecem ter voltado às suas origens para resgatar alguns de seus elementos mais essenciais e misturá-los com a atitude ingenuamente sexy que se tornou característica da marca nas últimas coleções.

Dessa forma, com calças ultra justas de cintura alta, voltam os blazeres e jaquetas que lembram uniformes escolares, às vezes com leve toque militar. Adornados por peles levíssimas (que chegam a ter movimento), eles ganham ar maduro, de mulher sofisticada, mas que não perdeu seu espírito jovem.

proenza-schouler-inverno-2010Proenza Schouler inverno 2010 © FirstView

Vestidos curtinhos, com leggings e meias calças atribuem o mesmo efeito, substituindo as peles por um interessante trabalho de jacquard, ou então ganhando ares mais descontraídos quando combinados aos pulôveres de tricô simples. Interessante também o trabalho de estampas de grafite, mais bem resolvido quando apresentado em boas coordenações de cores, como os brancos com azuis. O resultado final pode não ser tão inventivo ou cativante como o da última coleção da dupla, mas essa retomada do passado e o investimento em peças simples com detalhes especiais faz sentido para o atual momento da moda.

“Estamos entrando num período modernista”, diz analista

adidas por Jeremy Scott chega ao Brasil. Coleção de inverno é inspirada na África, no safári e… na televisão

A segunda coleção assinada pelo norteamericano Jeremy Scott para adidas, parte do projeto Originals by Originals (ObyO), acaba de chegar ao Brasil: ela será vendida nas lojas próprias da marca em São Paulo e no Rio de Janeiro e também na Surface to Air, que arma um lançamento in loco amanhã (28.11), com discotecagem de Ad Ferreira e performance da banda Alloyha Copacabana.

1Jeremy Scott para adidas: inspirado pela África, pelo safári e… pela televisão ©Divulgação

Surface to Air
Dia 28 de novembro, a partir das 15h
Al. Lorena, 1985, Jardins – SP

+ www.adidas.com/originals/

adidas por Jeremy Scott chega ao Brasil. Coleção de inverno é inspirada na África, no safári e… na televisão