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Gigante sueca H&M quer comprar C&A para entrar no Brasil

Montagem com os logos da C&A e H&M ©FFW

Faz algum tempo que ouvimos falar que as redes de fast fashion Uniqlo e H&M devem aterrissar por aqui. Neste ano, jornais noticiaram que a gigante japonesa estaria procurando um espaço na avenida Paulista, em São Paulo.

Mas agora, segundo o blog Primeiro Lugar, da revista “Exame”, há um forte boato de que a H&M vem e vem pesado, através da aquisição da C&A brasileira. No segmento fast fashion, a empresa sueca é líder e tem na espanhola Zara sua principal concorrente.

A H&M estuda a aquisição das operações da C&A no Brasil, que tem 210 lojas espalhadas pelo país e encabeça a liderança deste segmento por aqui. Em 2010, a C&A passou por dificuldades financeiras e, segundo pessoas que trabalharam na empresa naquele ano, algumas lojas tinham centenas de peças “encalhadas”.

Recentemente, a empresa ganhou fôlego e foi presença constante na mídia por conta de suas colaborações com Gisele, Fergie e Christina Aguilera, e ainda com marcas como Stella McCartney, Maria Bonita Extra, Carina Duek, Walter Rodrigues, Raia de Goeye, Reinaldo Lourenço e linhas infantis com Isabela Capeto e Alexandre Herchcovitch, entre outras ações.

As parcerias seguem o modelo que ganhou força com as colaborações promovidas pela H&M com marcas como Versace e Lanvin, de forma que faz sentido a H&M chegar aqui com uma estrutura pronta e pontos de venda no país inteiro.

 

Em um comunicado oficial, a C&A brasileira desmentiu a negociação.

Gigante sueca H&M quer comprar C&A para entrar no Brasil

Adivinha quem é! H&M anuncia nova parceria de peso para o ano que vem

Parcerias formam filas nas lojas da H&M ©Divulgação

A H&M acaba de anunciar que a italiana Marni é a nova marca a colaborar com uma coleção para a rede de fast-fashion. O resultado da parceria deve chegar nas araras de 260 lojas da H&M espalhadas pelo mundo, a partir de 8 de março do ano que vem. A promessa é trazer roupas e acessórios com preços compatíveis com os praticados pela rede de fast-fashion, dando uma chance para quem quiser entrar no mundo da Marni. Assista abaixo ao vídeo de divulgação da empreitada:

No comunicado para a imprensa que informou a novidade, a fundadora e diretora criativa da Marni, Consuelo Castiglioni, afirmou que, com a coleção, pretende revisitar peças marcantes e tecidos e estampas que são assinatura da grife italiana. A colaboração resultará em uma linha feminina e outra masculina.

Marni Verão 2012 ©Imaxtree

Para as mulheres, pode-se esperar cores vivas e estampas ousadas, inspiradas na África e seguindo a tendência do color block. As silhuetas são típicas da Marni, com calças de comprimentos mais curtos e saias e vestidos plissados e estruturados. Os tecidos vão da seda ao algodão. Além das roupas, acessórios, lenços, bolsas e sapatos estão na lista de produtos que chegarão às lojas. No departamento masculino, as cores e tecidos são mais suaves e relaxados, as estampas são sutis e a silhueta traz adaptações mais relax de modelagens clássicas do armário masculino.

Marni Verão 2012 (masculino) ©Imaxtree

A H&M gosta de caprichar em suas parcerias com grandes nomes da moda. Antes da recente colaboração com a Versace, o magazine já havia se unido a Karl Lagerfeld, Stella McCartney, Comme des Garçons, Jimmy Choo e Lanvin para criar coleções especiais. Resta esperar o resultado da nova parceria.

Adivinha quem é! H&M anuncia nova parceria de peso para o ano que vem

#Desejo: veja o lookbook completo da parceria H&M + Versace

Coleção H&M + Versace chega às lojas no dia 17 de novembro ©Divulgação/FFW

Devagarzinho, a H&M foi divulgando imagens da coleção e da campanha de sua esperada colaboração com a Versace – que, aliás, quase não aconteceu; quem tem boa memória deve lembrar que, em 2008, Donatella Versace recusou o primeiro convite de parceria feito pela gigante do fast-fashion.

Mas a espera está quase no fim; acabam de ser divulgadas todas as imagens do lookbook da coleção, que no dia 17 de novembro chega a cerca de 300 lojas da H&M, além do site oficial, com peças femininas, masculinas, acessórios e homewear – seção incluída pela primeira vez em uma parceria da H&M com uma grande grife.

“A coleção para a H&M é a essência da Versace. Para a colaboração, nós resgatamos dos arquivos, assim como de coleções mais recentes, alguns dos ícones da Versace como as estampas vibrantes, a [estampa] greek key e os cortes ousados”, afirmou a estilista Donatella Versace. Além desses elementos, que aparecem especialmente nas peças femininas, a parceria também traz detalhes metálicos, muitas peças de couro e  vários aviamentos dourados. Para os homens, há uma mistura de alfaiataria moderna e estampas gráficas bem ousadas.

Quem aparece no lookbook feminino, que você vê abaixo, é a top Abbey Lee Kershaw, que também estrela a campanha da colaboração ao lado de Daphne Groeneveld, Lindsey Wixson e Sasha Pivovarova em fotos de Mert Alas e Marcus Piggott. Veja o lookbook completo e, ao fim da página, a galeria com as peças femininas:

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#Desejo: veja o lookbook completo da parceria H&M + Versace

Próxima colaborada da H&M é DJ e modelo nas horas vagas

leigh_abreA nova colaboradora da H&M ©Reprodução

Vem aí mais uma parceria da gigante H&M, mas dessa vez a marca aposta em duas novidades: Leigh Lezark, DJ do trio “The Misshapes” e modelo, vai fazer uma curadoria dos melhores itens da rede, tanto roupas quanto acessórios. Além disso, ela vai trabalhar com a marca no lançamento do primeiro corner da H&M dentro da Selfridges, em Londres!

“Eu amo comprar na H&M e sempre me certifico de passar na Selfridges quantou estou em Londres. Trabalhei com a H&M em várias ocasiões e quando eles me chamaram para fazer a curadoria de uma coleção especialmente para o primeiríssimo corner, eu fiquei encantada!” contou Leigh para o site da “Vogue” UK. A DJ também deu dicas de como serão os itens que ela vai escolher: “As peças da curadoria são, eu acho, clássicos modernos que todo mundo deveria ter em seus guarda-roupas – e eu tentei jogar algumas cores também!”.

leigh_zacLeigh no lookbook do Pre-Fall 2011 de Zac Posen ©Reprodução

Leigh, leonina de 27 anos, já veio ao Brasil em 2006, com o trio “The Misshapes”, quando tocou no Clube Glória, na noite “AleLux”, na época festa de Alexandre Herchcovitch e Johnny Luxo. A morena, que na verdade é loira de nascença, é uma das melhores amigas de Karl Lagerfeld, e é uma das embaixadoras da Chanel, tendo atuado no curta “Remember Now” (lançado no desfile da Cruise Collection de 2010), em que interpretou Coco Chanel. “Interpretar Coco foi maravilhoso, especialmente porque Karl a conheceu. Não tive tempo de ficar com medo – descobri que iria interpretá-la naquela mesma manhã!” contou à revista “InStyle”. “Karl disse que quanto mais “você” você conseguir ser, mas confortável você estará na tela. Isso é tudo o que realmente importa”, explicou.

Considerada um ícone da moda para muitas garotas ao redor do mundo, Leigh gosta de ir às compras com seus amigos. “Eu preciso da opinião deles. Uma das minhas lojas favoritas em Nova York é a Seven, no SoHo”, disse em entrevista. Além disso, a DJ não vai às compras a esmo: “Eu preciso ir fazer compras com uma missão. Se eu ando por uma loja sem propósito, eu poderia ficar lá por dias”.

leigh_revistaLeigh é capa e recheio da “Harper’s Bazaar” Korea, de agosto de 2011 ©Doug Inglish

Sendo DJ, mas trabalhando ocasionalmente como modelo, é comum que Leigh tenha algumas inseguranças quanto a aparecer nas páginas das revistas, certo? Errado! “Eu não sou obcecada com as fotos nas revistas ou o que as colunas de fofoca falam. Claro, há vezes em que eu olho para uma foto e penso que a moda ficou confusa ou minhas raízes têm 5 cm. Mas se as pessoas não gostam de como eu me visto, eu não ligo. Eu me visto para mim”.

+ Veja na galeria mais de Leigh!

Próxima colaborada da H&M é DJ e modelo nas horas vagas

Por trás da H&M: das parcerias às celebs que apostam no fast fashion

gisele_hmGisele Bündchen em campanha para a H&M ©Reprodução

Se você gosta de moda e vive nesse planeta, as chances da gigante H&M ser uma desconhecida são quase nulas. Mas o nome por trás do grande sucesso da marca talvez seja uma incógnita. Margareta Van Den Bosch é a diretora criativa de uma das maiores redes de fast-fashion do mundo, que empregou 76 mil pessoas e gerou € 13 bilhões em vendas no ano de 2009. Além de números tão grandiosos, a H&M é responsável por grandes histerias no mundo da moda com as coleções em parcerias com grifes do naipe de Lanvin, Karl Lagerfeld e Stella McCartney.

O “Huffington Post” fez recentemente uma entrevista com a designer, e você lê os highlights aqui. Confira abaixo:

margaretaMargareta Van Den Bosch, o grande nome por trás do sucesso da H&M ©Reprodução

Você tem tido uma carreira notável supervisionando a produção de uma marca global como a H&M por quase 24 anos, após trabalhar para marcas de moda na Itália. O que tem mantido você tão fiel à empresa por tanto tempo?

Eu fiz muitas coisas e tive vários empregos que me forneceram muita experiência inestimável na indústria da moda, antes de eu entrar na H&M. Por 22 anos eu trabalhei como designer de moda e durante 11 desses anos eu morei na Itália. Durante esse período, eu dei consultoria e trabalhei para várias marcas. Quando eu vim para a H&M eu senti que havia muito a ser feito, mas também gostei da atmosfera, e gostei de trabalhar com muitas pessoas diferentes.

Sua reputação de formidável trabalhadora te precede. Os rumores são que você costumava trabalhar 12 horas por dia enquanto você era diretora de design na H&M. Como sua rotina de trabalho mudou desde que você se tornou conselheira criativa na H&M há dois anos?

Eu amo a H&M e trabalhar aqui, mas com mais espaço na agenda eu também tive a oportunidade de fazer outras coisas, tanto profissionais quanto pessoais.

Você comandou uma revolução silenciosa na democratização no mundo das vestimentas trazendo nomes da alta-moda para a moda de rua e desenvolvendo estimulantes e extremamente bem sucedidas parcerias com estilistas. Como essa ideia surgiu e como você escolheu os designers?

Na H&M nós trabalhamos como um time e nós todos discutimos diferentes ideias entre nós: com quais designers gostaríamos de surpreender nossos consumidores, o que se encaixa em nossas próprias coleções e assim por diante.

Quão fácil é persuadir personalidades e marcas como Lagerfeld ou Lanvin a trabalhar com H&M e para os chefões da H&M enxergarem os benefícios dessas parcerias?

Nós enxergamos as colaborações de designers como um processo de fortalecer nossa marca. Ao mesmo tempo, nossa ideia de negócios de oferecer moda e qualidade ao melhor preço dá aos nossos consumidores a oportunidade de comprar itens de estilistas com preço H&M enquanto permite ao designer muito mais foco e atenção ao processo criativo. No final, é uma situação em que todos ganham.

lanvinCampanha Lanvin <3 H&M, um sucesso estrondoso ©Reprodução

Parece claro que você dá valor às parcerias de moda com designers famosos e celebridades, mas você prefere evitar ser retratada na imprensa como uma celebridade, preferindo concentrar-se em seu trabalho e deixar que isso fale. Com essa perspectiva pessoal em mente, como você vê o futuro da aliança entre a cultura de celebridades e moda em evolução?

A cultura de celebridades é interessante às vezes, e pode ter uma enorme influência e inspiração no comportamento individual e coletivo, mas eu também penso que as pessoas devem olhar para sua própria personalidade e se vestir de acordo com o que eles acham que é certo para eles.

Muito foi escrito sobre essas coleções e inúmeros relatórios financeiros foram produzidos sobre o sucesso delas. Mais importante, esse modelo influenciou outras grandes redes de moda de rua, como Topshop, GAP ou Uniqlo, levando-as a estabelecer parcerias com designers estabelecidos. Em uma indústria em que a exclusividade de um look, marca ou designer é a chave para atrair consumidores, como você acha que as colaborações com designers famosos irão evoluir de forma a manter os clientes interessados?

Tem de haver um ângulo diferente para cada projeto. Na H&M, cada coleção que é desenhada e produzida como parte dessas parcerias deve ser interessante e surpreendente para nossos clientes e resultar em uma coleção boa e comercial.

Com tantos novos talentos saindo das escolas de moda todo ano, algumas pessoas podem sentir que trabalhar com algum designer já bem estabelecido pode atravancar as gerações futuras de designers. O que a H&M faz para dar apoio aos novos talentos na indústria da moda?

Na verdade nós damos muito apoio e alimentamos o futuro da indústria da moda. Na H&M, nós temos mais que 120 designers da casa e temos cerca de 30 trainees por ano. Nós também damos prêmios para estudantes de diferentes escolas de moda, alguns por conta própria, mas também em colaborações com revistas.

A H&M tem uma básica, porém extremamente bem sucedida, receita de sucesso: sob a proteção da marca, conseguiu produzir diferentes linhas (como “Divided”, “L.O.G.G.”, “BIB”, etc) que têm apelo tanto com os mais jovens quanto com os mais velhos. Isso se deve a uma enorme equipe de designers com os quais você trabalha. Qual é o seu papel no processo criativo de todas essas linhas e como você trabalha com esses designers?

O processo é extremamente interessante e focado em produzir uma ótima moda: cada departamento tem sua própria equipe de designers, produtores de estampas, compradores e controladores que criam as coleções que chegam às nossas lojas todos os dias. Nós trabalhamos com diversas tendências, cores e itens chaves que são então traduzidos e adaptados para os diferentes clientes de cada conceito.

HMElas usam H&M: Natalie Portman na pré-festa do Oscar e Michelle Obama no programa Today Show ©Reprodução

As rápidas demandas em grandes mercados, o aumento dos custos de produção e o esgotamento das culturas do mundo por causa de catástrofes naturais provocou um aumento significativo no preço do algodão nos últimos seis meses. Algumas companhias admitiram que precisarão recorrer a mais tecidos artificiais para manter os preços baixos, enquanto outras estabeleceram que seus preços vão subir. Tendo em mente que a H&M tem uma reputação de “qualidade-preço” boa, e em face de tempos conturbados, como você vê o futuro da moda?

É verdade que o preço do algodão tem aumentado desde o último verão. No entanto, nossa opinião é que, tal como está atualmente, é um fator relativamente neutro para a concorrência global. Na forma como vemos, há muitos outros fatores que poderiam compensar o impacto para os consumidores. Para a H&M, a perspectiva do consumidor é sempre a mais importante. Por razões comerciais nós não comentamos nossa política de preços mas, no fim, o mais importante é que o cliente sempre possa apreciar os produtos que ele compra e que ele sinta que fez um bom negócio com a H&M.

Você mudou para um papel de consultora, de um papel criativo. O que mudou na maneira que você percebe a moda, do ponto de vista pessoal?

Absolutamente nada. A moda tem um papel tão importante para mim agora como quando eu comecei nessa indústria extraordinária.

Como alguém que trabalhou incansavelmente ao longo de décadas, é difícil imaginar Margareta Van Den Bosch diminuindo o ritmo ao ponto de parar de trabalhar com moda completamente. Quais são os planos que você está fazendo para o futuro?

No momento, estou me divertindo trabalhando com o que faço, e não tenho planos específicos para o futuro. Enquanto eu tiver boa saúde e bom espírito não vejo nenhum problema em preencher meus dias com coisas interessantes e inspiradoras.

Por trás da H&M: das parcerias às celebs que apostam no fast fashion

Após recusar primeiro convite, Donatella Versace diz sim para H&M

vogue-capa Donatella diz sim à H&M ©Reprodução

A gigante sueca H&M acaba de fechar uma nova parceria para sua coleção de Outono 2011. Donatella Versace é a estilista que vai assinar uma linha feita para a rede de fast fashion. A coleção contará com roupas femininas, masculinas e produtos para casa, nova coqueluche entre as marcas.

A coleção será vendida em 300 lojas da rede, a partir do dia 17 de novembro deste ano. Segundo o portal “WWD”, Donatella afirmou estar entusiasmada em colaborar com a H&M e em ter a oportunidade de alcançar a grande audiência da marca. “A coleção terá a essência da Versace, perfeito para os fãs da H&M e da Versace, em todo lugar”, completou.

Em 2008, Donatella chegou a negar o convite de assinar uma coleção para a rede sueca . Na ocasião, disse que respeitava quem faz esste tipo de linha, “mas a razão pela qual eu não fiz é porque trabalho muito duro para colocar a Versace na seção de luxo. Se eu  fizer a Versace na H&M, confundiria a marca”. O que será que a fez mudar de ideia…

Mas o fato é que ela já está dentro do time de grandes marcas de luxo que são seduzidas pelo poder das fast fashion. Karl Lagerfeld, Stella McCartney, Jimmy Choo e Lanvin, entre outros, já tiveram seus nomes em etiquetas da H&M.

Veja na galeria abaixo um preview dos looks que chegam às lojas no fim do ano.

Após recusar primeiro convite, Donatella Versace diz sim para H&M

Drops de moda: a linha de joias de Kate Hudson e fofura na J.Crew

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A Céline abrirá ainda neste semestre duas flagships, uma em Paris e outra em Nova York. O conceito das lojas ficará a cargo do arquiteto Peter Marino, o preferido da moda, com projetos para Chanel, Dior e mais um montão de marcas importantes. De acordo com o site “WWD”, fontes do mercado afirmam que a Céline foi deficitária no ano passado, mas que para este ano, é esperado que a fortuna da grife cresça, com previsão de lucros em 200 milhões de euros. A última vez que a Celine teve um momento de glória assim foi entre 1997 e 2004, quando era encabeçada por Michael Kors. Agora, sob a mão firme de Phoebe Philo, a marca conseguiu se reerguer. O sucesso de Phoebe à frente da Céline é atribuido ao estilo despretencioso que ela conseguiu dar à grife, além de uma estética minimalista adulta.

Phoebe-Philo Phoebe é só elogios da crítica ©Reprodução

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A atriz Kate Hudson fechou uma parceria com a joalheria Chrome Hearts para desenvolver uma coleção cápsula de joias. O nome da linha será CH + KH e terá peças feitas de diamantes, pérolas e pedras preciosas. As joias devem ser lançadas no segundo semestre deste ano.

kate-hudsonKate Hudson assina coleção de joias ©Reprodução

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A britânica Vivienne Westwood venceu uma batalha judicial contra o designer Anthony Edward Knight. Vivienne acusou Knight ter copiado desenhos similares aos seus para a marca Too Fast to Live Too Young to Die. O juiz considerou que Knight feriu leis de direito autoral e que os desenhos de Knights eram tão parecidos com o de Vivienne que poderiam confundir os consumidores.

0,,46547806,00Vivienne Westwood ©Reprodução
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A H&M lançou uma coleção unissex para arrecadar fundos para campanha contra o vírus da AIDS. A linha Fashion Against AIDS traz várias celebridades como Selma Blair, Penn Badgley, Akon, Ginnifer Goodwin e Scissor Sisters vestindo as roupas para apoiar a causa, com direito a vídeo de alguns famosos na sessão de fotos, chamando os consumidores a juntarem-se à luta contra a doença.

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O amor é tema do novo catálogo da J.Crew e quem aparece posando nas fotos é a top Arizona Muse, ao lado de seu filho de 2 anos, Nikko. O menino já apareceu em um ensaio com a mãe na “Vogue” americana e agora aparece nesse catálogo que tem tudo a ver com o dia das mães que está para chegar.

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Drops de moda: a linha de joias de Kate Hudson e fofura na J.Crew

Alta do algodão provoca queda nos lucros das lojas de fast fashion

h&mUma das centenas de lojas da H&M em dia de lançamento

A indústria do fast fashion está em crise. Quem anda saindo na frente, desta vez, são as marcas eco-friendly e as chamadas mid-range, que ficam entre as fast e o prêt-à-porter. É o que diz um estudo feito pelo site stylecompare, em que o consumidor pode comparar os itens das lojas por marca e preço. A pesquisa foi publicada pelo jornal britânico “Telegraph”.

Desde que lojas que vendem suas coleções por preços muito baixo apareceram, pessoas passaram a questionar como conseguiam chegar naqueles valores. Como as roupas são feitas? Onde? E sob quais condições? E não demorou para que várias ONGs colocassem nas ruas campanhas que estimulam o consumo consciente.

O primeiro grande baque sentido pelas fast fashion foi no ano passado, quando o lucro da rede H&M caiu 11%.

Parte do prejuízo se dá por conta da alta do algodão, que quase dobrou seu preço nos últimos meses. A H&M não quis aumentar os preços de suas roupas para suprir os gastos a mais com o algodão e acabou no negativo. Um analista da Societe Generale disse que a indústria do “cheap chic” não pode continuar a absorver os custos cada vez mais altos sem aumentar os preços.

Outras empresas tiveram quedas, como a Next e a Primark, que é ainda mais barata que a H&M. Para outro analista, Tom Gadsby, a situação é uma faca de dois gumes. “Aumente os preços e você ganha rejeição dos clientes, que já se acostumaram com os valores baixos. Não aumente e as empresas não vão lucrar”, diz.

O estudo também aponta um outro motivo para a baixa de lucros do segmento: há um número grande de pessoas que querem devolver suas compras, mostrando que elas esperam mais em troca do que está sendo oferecido (baixa qualidade é uma das maiores reclamações). “O clima do consumo no Reino Unido vai mudar drasticamente”, diz Julia Rebaudo, do StyleCompare. “Os problemas pelos quais a H&M passou eram inesperados. Os hábitos do consumidor estão mudando e eles estão mais atentos ao valor que uma peça de investimento traz, ainda mais em uma época em que ser consciente com seu dinheiro é um dever”. De fato, os preços exageradamente baixos estimulam um consumo negativo: que gera uma ansiedade para se ter muito, por pouco, e depressa.

melissaLoja da Melissa, em São Paulo ©Reprodução

Atualmente, entre as marcas que estão se sobressaindo no gosto do consumidor, estão a Urban Outfitters, uma verdadeira febre entre os jovens americanos e europeus, e a brasileira Melissa, que se encaixa no perfil “consciente”. As vendas de marcas deste tipo subiram cerca de 68%, pois o consumidor associa o termo eco-friendly a qualidade e honestidade nos processos de produção e comercialização.

Alta do algodão provoca queda nos lucros das lojas de fast fashion

Drops de moda: Gisele para H&M, a nova Bvlgari, o vídeo de Karen Elson e +!

A LVMH de Bernard Arnault anunciou a compra de 50,4% das ações da joalheria Bulgari em uma transação avaliada em cerca de US$ 6 bilhões. A operação foi realizada por meio de uma troca de ações — o holding de luxo LVMH emitiu 16,5 milhões de suas ações para trocá-las por 152,5 milhões de ações da família Bulgari, que mantinha a maioria acionária da empresa. O holding fez também uma oferta pública de aquisição de ações para comprar as partes dos acionistas minoritários da joalheria. Como resultado da transação, a LVMH passa a ser acionista majoritária da Bulgari, enquanto os Bulgari se tornam a segunda maior família acionista da LVMH (depois do próprio Arnault), com 3,3% das ações.

bulgari-lvmhA LVMH de Bernard Arnault compra 50,4% das ações da italiana Bulgari, fundada em 1884 ©Reprodução

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A atriz Blake Lively é o rosto das bolsas Chanel Mademoiselle em campanha fotografada pelo próprio Karl Lagerfeld — que, aliás, vai desenhar o vestido de noiva de uma outra (ex) garota-propaganda da marca: Lily Allen. A cantora, que representou as bolsas Coco Cocoon em 2009 e se apresentou ao vivo no desfile de Verão 2010 da Chanel, está de casamento marcado com Sam Cooper.

blake-lively-na-campanha-chanelBlake Lively estrela campanha de bolsas da Chanel ©Divulgação

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O diretor de arte Fabien Baron assina um vídeo para a “Interview” que mostra a modelo e cantora Karen Elson vestindo roupas do verão 2011 Giorgio Armani. Intitulada “La Femme Bleue”, a coleção é inspirada nas tradicionais vestimentas azuis dos Tuareg, tribo nômade do Saara. Relembre o desfile e assista o vídeo abaixo:

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Voltando ao assunto casamento, o estilista britânico Matthew Williamson acaba de lançar uma linha especial para noivas. A primeira coleção tem 12 opções de vestidos com preços no atacado de US$ 1.400 a US$ 3.300; veja dois modelos:

mathew-williamson-para-noivas©Reprodução

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Já viu a nova campanha da H&M estrelada por Gisele Bündchen? Clicada por Daniel Jackson, a top exibe peças da temporada primavera 2011 com forte pegada dos anos 1970. Veja na galeria:

Drops de moda: Gisele para H&M, a nova Bvlgari, o vídeo de Karen Elson e +!

H&M recicla roupas da coleção com a Lanvin: saiba mais!

No início de 2010, o jornal “New York Times” publicou uma reportagem sobre a prática da H&M de jogar fora as roupas que sobram de suas coleções, destruindo-as com cortes de tesoura para garantir que elas não sejam revendidas; a notícia gerou muitas críticas e pegou mal para a gigante do fast-fashion, que prometeu tomar providências para acabar com esse desperdício.

Agora, um ano depois, a H&M apresenta a solução com sua nova coleção limitada “Waste” (algo como “Sobras”), disponível em apenas algumas lojas selecionadas e que utiliza os restos de tecidos utilizados na fabricação da sua coleção com a Lanvin; o resultado são peças super coloridas com visual patchwork.

O que você achou do resultado?

H&M recicla roupas da coleção com a Lanvin: saiba mais!