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Gisele lança coleção para C&A com desfile aberto no Iguatemi; veja os looks

Gisele lança sua terceira coleção para a C&A de olho nas festas de fim de ano e, claro, nas férias de verão.

Segundo a marca, a modelo mais uma vez acompanhou de perto todo o processo de produção das peças. Ao todo, são 33 modelos de roupa, 11 acessórios e ainda mais nove calçados, que chegam às lojas da C&A a partir de quarta (29.11). Nesta quinta (01.12), Gisele participa de um desfile em frente à loja do Iguatemi, em São Paulo, em que mostra a nova linha com a ajuda de outras modelos.

Veja o que você vai encontrar quando der uma passadinha por lá:

- Renda

- Estampas florais

- Tops, shorts, saias longas e curtas

 

- Estampas animais

- Vestidos, blazers e macacões

- Peças com brilho

- Tons vivos, como verde, vermelho e pink

- Tons neutros, como marinho e off white

- Rasteiras

- Sandálias plataformas

- Bolsa estilo crossbody

- Carteiras em couro ecológico

- Cintos em tressê

 

Gisele lança coleção para C&A com desfile aberto no Iguatemi; veja os looks

Alta do algodão provoca queda nos lucros das lojas de fast fashion

h&mUma das centenas de lojas da H&M em dia de lançamento

A indústria do fast fashion está em crise. Quem anda saindo na frente, desta vez, são as marcas eco-friendly e as chamadas mid-range, que ficam entre as fast e o prêt-à-porter. É o que diz um estudo feito pelo site stylecompare, em que o consumidor pode comparar os itens das lojas por marca e preço. A pesquisa foi publicada pelo jornal britânico “Telegraph”.

Desde que lojas que vendem suas coleções por preços muito baixo apareceram, pessoas passaram a questionar como conseguiam chegar naqueles valores. Como as roupas são feitas? Onde? E sob quais condições? E não demorou para que várias ONGs colocassem nas ruas campanhas que estimulam o consumo consciente.

O primeiro grande baque sentido pelas fast fashion foi no ano passado, quando o lucro da rede H&M caiu 11%.

Parte do prejuízo se dá por conta da alta do algodão, que quase dobrou seu preço nos últimos meses. A H&M não quis aumentar os preços de suas roupas para suprir os gastos a mais com o algodão e acabou no negativo. Um analista da Societe Generale disse que a indústria do “cheap chic” não pode continuar a absorver os custos cada vez mais altos sem aumentar os preços.

Outras empresas tiveram quedas, como a Next e a Primark, que é ainda mais barata que a H&M. Para outro analista, Tom Gadsby, a situação é uma faca de dois gumes. “Aumente os preços e você ganha rejeição dos clientes, que já se acostumaram com os valores baixos. Não aumente e as empresas não vão lucrar”, diz.

O estudo também aponta um outro motivo para a baixa de lucros do segmento: há um número grande de pessoas que querem devolver suas compras, mostrando que elas esperam mais em troca do que está sendo oferecido (baixa qualidade é uma das maiores reclamações). “O clima do consumo no Reino Unido vai mudar drasticamente”, diz Julia Rebaudo, do StyleCompare. “Os problemas pelos quais a H&M passou eram inesperados. Os hábitos do consumidor estão mudando e eles estão mais atentos ao valor que uma peça de investimento traz, ainda mais em uma época em que ser consciente com seu dinheiro é um dever”. De fato, os preços exageradamente baixos estimulam um consumo negativo: que gera uma ansiedade para se ter muito, por pouco, e depressa.

melissaLoja da Melissa, em São Paulo ©Reprodução

Atualmente, entre as marcas que estão se sobressaindo no gosto do consumidor, estão a Urban Outfitters, uma verdadeira febre entre os jovens americanos e europeus, e a brasileira Melissa, que se encaixa no perfil “consciente”. As vendas de marcas deste tipo subiram cerca de 68%, pois o consumidor associa o termo eco-friendly a qualidade e honestidade nos processos de produção e comercialização.

Alta do algodão provoca queda nos lucros das lojas de fast fashion

Rei Kawakubo fala sobre inovação, fast-fashion, novos estilistas e… aposentadoria?

Um dos poucos nomes da indústria da moda que ainda podem ser considerados de vanguarda, Rei Kawakubo é tão respeitada quanto reclusa; por isso, quando ela fala, o mundo fashion escuta _e foi exatamente isso que aconteceu quando ela concedeu uma rara entrevista ao WWD na abertura de sua nova loja multi-marcas em Pequim.

rei-kawakubo-da-entrevista-rara-ao-wwdRei Kawakubo na abertura de sua nova loja em Pequim ©Jonah M. Kessel/WWD

Durante a conversa, a estilista deu opiniões sinceras e reveladoras sobre sua carreira, motivações e o futuro da Comme des Garçons. Questionada sobre suas inspirações, ela admitiu uma crescente dificuldade na criação de novas coleções: “… A motivação sempre foi criar algo novo, algo que não existia antes. Quanto mais experiência eu tenho e quanto mais roupas eu faço, mais difícil fica para criar algo novo. Uma vez tendo feito algo, não quero fazer novamente, então as possibilidades estão ficando cada vez menores”.

A respeito do mercado de varejo e de luxo, Kawakubo acredita que “Agora, com o fast fashion, o valor da criação está sumindo, e coisas muito caras não são interessantes”, e revela uma vontade de fazer transformações: “Há uma situação de mentes fechadas que impede movimentos e mudanças. Eu sempre penso que eu gostaria de acabar com isso, e eu já usei isso (o “closed-mindedness”) como tema para coleção, mas simplesmente não consigo acabar com isso. Eu quero que as pessoas acordem, mas não acho que consigo fazê-lo tanto quanto eu gostaria”.

A entrevista termina com uma crítica à nova geração (“Falta disciplina. E não é só na moda, eu acho… (pessoas jovens) ficam satisfeitas muito facilmente. Elas não são suficientemente rigorosas consigo mesmas”), mas o clímax da conversa é mesmo quando o assunto é o futuro da marca. Quando questionada sobre a possibilidade de que algum dia ela não queira mais criar ou não tenha mais ideias, Kawakubo se limita, de acordo com WWD, a um “silêncio completo e desconfortável”.

A conversa segue quando a reportagem pergunta se ela consideraria vender a empresa: “Eu acho que não há ninguém quer iria querer comprá-la. Eu faço tudo sozinha, então há muito poucas pessoas que poderiam fazê-lo. Você acha que há alguém que iria querer comprar?”. Nessa hora, Adrian Joffe, diretor executivo da Comme des Garçons e marido da estilista, diz, em meio-tom de brincadeira: “Estamos esperando uma oferta”.

Rei Kawakubo fala sobre inovação, fast-fashion, novos estilistas e… aposentadoria?

H&M libera vídeos e fotos da já hypada coleção com a Lanvin

Ainda faltam cerca de 20 dias para as peças de uma das colaborações mais aguardadas da H&M chegarem às 200 lojas ao redor do mundo. Mas no último dia 02/11, conforme prometido, a gigante de fast-fashion liberou um pequeno filme com todos _isso mesmo, todos!_ os produtos da coleção Lanvin pour H&M. São vestidos, saias, camisetas, casacos, escarpins e maxi acessórios com a mais pura identidade da grife hoje comandada por Alber Elbaz, só que agora com preços que variam entre €50 e 300. Nada de básicos ou minimalismos neutros, na Lanvin pour H&M o lema é a mais deliciosa extravagância fashion. Prazer hedonísta e muito glamour a preços “populares”.

Em depoimento a imprensa internacional, Alber falou sobre a parceria: “Foi um exercício para eu entender qual é a relação entre o fascínio e o fast fashion. 95% das mulheres não podem comprar um Lanvin, então vamos dar a elas esse gostinho. É como se estivesse vivendo num lugar e abrisse algumas porta e dissesse ‘tomem chá comigo, experimentem a comida’. Não é sobre dar para alguém algo que pertencia a um terceiro, é sobre dividir”.

Veja na galeria abaixo fotos das coleção masculinas e femininas da Lanvin pour H&M.

H&M libera vídeos e fotos da já hypada coleção com a Lanvin

Autor italiano afirma que (ainda) não se faz fast-fashion no Brasil

Topshop em São Paulo, Oskar Metsavaht para Riachuelo, nova flagship da C&A, lançamentos da Renner: o fast-fashion nunca esteve tão presente no Brasil. Para engrossar esse caldo, a Estação das Letras e Cores lançou (26/10) o livro “A Revolução do Fast Fashion: estratégias e modelos organizativos para competir nas indústrias híbridas”, escrito por Enrico Cietta, consultor de moda e sócio-diretor da Diomedea _empresa italiana de pesquisa e comunicação, também presente no Brasil.

revolucaofastfashion“A Revolução do Fast-Fashion” inaugura as publicações sobre o tema no Brasil ©Divulgação

O livro, que traz um tema inédito em publicações no Brasil, analisa a transformação do modo de consumo de moda na Europa nos últimos dez anos. De acordo com Cietta, a publicação é inspirada no sucesso das empresas de fast fashion da Itália.

Porém, o grande trunfo do livro é esclarecer a história de que fast-fashion é “cópia da passarela, com preço baixo e em larga escala”. Para o autor, na verdade, a principal característica do fast-fashion é colocar o consumidor em seu time de colaboradores através do “design adaptativo” (uma espécie de crowd sourcing feito na vida real em vez de na web). A ideia é simples e prática: primeiro, executa-se uma coleção teste, com poucas peças, e a partir da venda (ou não) desse lote, desenvolve-se a estratégia para obter lucro máximo. Ou seja, quem escolhe o que está nas araras são os compradores, não a equipe de estilo.

Aqui no Brasil, Cietta diz que, entre os grandes nomes do setor, a C&A é uma das poucas que se assemelha ao modelo europeu, mas ainda não planeja a coleção em conjunto com o cliente. E para quebrar mais um paradigma, Cietta diz que fast-fashion não tem necessariamente a ver com lojas enormes, roupas apertadas nas araras e zero atenção ao consumidor. O autor cita as marcas Farm e Shoulder como “ótimos modelos de fast-fashion aqui no Brasil, embora com preço focado em outro público, que não a classe média”.

enricoEnrico Cietta, a autor italiano que fala um excelente português ©Divulgação

Entre as grandes redes de fast-fashion europeias, Cietta destaca a Zara como a de maior sucesso, e dá um exemplo: “Na Europa, quando começaram a falar de ‘Maria Antonieta’, de Sofia Coppola, antes mesmo de o filme chegar aos cinemas, a Zara fez uma coleção inspirada na rainha. Foi um sucesso, enquanto todas as outras redes esperaram o lançamento. Quando aconteceu, a Zara colocou os looks mais vendidos nas araras, em versão atualizada, e claro, vendeu muito e de novo”. Ou seja, além de estar de olho na moda, uma fast-fashion que busca o sucesso deve considerar os movimentos culturais ao elaborar uma coleção.

Quanto ao fast-fashion ser uma ameaça ao prêt-a-porter, Cietta diz não acreditar. “Na verdade, eles são complementares. Esses movimentos recentes de grandes designers assinarem coleções para as lojas de fast-fashion é uma prova de como as duas coisas podem coexistir”.

E é melhor que os designers comecem a prestar mais atenção no fast-fashion e nos desejos de seus consumidores, pois as estimativas para o modelo convencional de lojas de moda não são as melhores. Segundo Cietta, em 1950, os preços das peças que chegavam às lojas sofriam queda de apenas 20% até a troca de coleção. O dado mais recente, de 1998, mostra que a queda de preço da etiqueta chega a 70% antes da coleção ser totalmente renovada.

Autor italiano afirma que (ainda) não se faz fast-fashion no Brasil

Oskar Metsavaht para Riachuelo: saiba mais!

A democratização da informação de moda está fazendo com que o fast de fast-fashion finalmente bata à porta dos brasileiros: a Renner está apostando cada vez mais nas tendências de passarela, a C&A reinaugura hoje (20/10) sua loja do Shopping Iguatemi SP com um novo foco, a Topshop vem aí… E a Riachuelo está apostando 120 mil peças em Oskar Metsavaht e sua coleção de alto-verão 2010/11.

Na apresentação para a imprensa, na capital paulista, Flavio Rocha, vice-presidente da rede, resumiu que a vontade da parceria é transformar “o privilégio de poucos em privilégio de muitos”, sem comprometer qualidade nem design. “Disse ao Oskar para criar para seu cliente mais exigente”, explicou Rocha.

O estilista, que participou de todas as partes do processo, enfatizou que o fato de não usar tecidos nobres como seda não tira o mérito da coleção: “O luxo é simplicidade aliada ao design”. Sobre a ampla gama demográfica da Riachuelo, Metsavaht afirmou que é a “oportunidade de outras classes sociais terem peças assinadas genuínas” e que, como criador, também considera isso “um privilégio”.

As imagens acima foram captadas pelo próprio Metsavaht numa câmera Bolex 16mm e fazem parte da campanha, que tem direção geral de Duto Sperry, fotografia de Sion Michel e cliques de Bob Wolfenson

Levando em conta o entusiasmo dos jornalistas presentes com as 100 peças expostas (entre masculino, feminino e acessórios), a parceria deve se tornar um sucesso – vai ter gente se trombando com a mesma regata listrada no mercado, no metrô, no Pier Mauá…

A coleção Rio de Janeiro por Oskar Metsavaht para Riachuelo chega às lojas da rede em 16 de novembro.

Oskar Metsavaht para Riachuelo: saiba mais!

Marca de fast-fashion Topshop abre duas lojas no Brasil em 2011

topshop_dentroVitrines da Topshop e Topman na Inglaterra ©Reprodução

A Topshop,  marca de fast-fashion britânica, anunciou na manhã desta sexta-feira (24.09) a abertura de duas lojas no Brasil. Os endereços serão nos shoppings do Grupo Iguatemi, em São Paulo_ a primeira sendo inaugurada ainda no 1º semestre de 2011. A segunda, que contará com a linha masculina Topman, será aberta no 2º semestre do mesmo ano.

A diretora geral da Topshop, Mary Holmer, disse que o Brasil foi escolhido por ser uma fonte de inspiração para os compradores e designers há anos. E completou “Os consumidores de São Paulo buscam um produto orientado pela tendência, o que os fazem ser o cliente perfeito para a Topshop. Estamos ansiosos para uma parceria de sucesso neste mercado que tanto cresce”

Procurada pelo FFW, a assessoria de imprensa não soube informar se as peças serão produzidas no Brasil _  o que levaria as peças a um preço mais acessível, sem a carga tributária de importação_ e se a linha de beleza será vendida em terras brasileiras.

+ topshop.com

Marca de fast-fashion Topshop abre duas lojas no Brasil em 2011

Lanvin e H&M: confirmada parceria para coleção de fast-fashion

Confirmou! Depois dos boatos em torno dos teasers sobre a nova parceria da H&M, a Lanvin _uma das marcas de maior prestígio da atualidade_ emitiu comunicado oficial afirmando que se uniu a gigante de fast-fashion sueca para mais uma coleção colaborativa.

De acordo com depoimento de Alber Elbaz a parceria não é sobre a Lavin se tornar popular, e sim sobre a H&M ganhar contornos de luxo. Com isso a grife que vem aos poucos aumentando sua abrangência de marketing _eles abriram recentemente a primeira loja em Nova York_ pretende expandir ainda mais seus mercados para territórios _e consumidores_ totalmente novos.

A coleção chega a 200 lojas H&M ao redor do mundo no dia 23 de novembro, porém um preview será lançado no dia 2 de novembro em forma de vídeo no site da rede de fast-fashion.

Lanvin e H&M: confirmada parceria para coleção de fast-fashion

Diz que a nova parceria da gigante H&M vai ser com… a Lanvin!

Estariam H&M e Lanvin prestes a revelar uma parceria? É sobre isso que falam os boatos ventilados na internet desde a última terça-feira (31/08). Foi nesta data que a gigante de fast-fashion disponibilizou em seu canal no You Tube 7 vídeos em preto e branco, nos quais apenas partes dos corpos dos personagens são reveladas.

Porém, segundo nota publicada na manhã do dia 01/09 no jornal “WWD”, o que importa mesmo nesses pequenos teasers não são as imagens, e sim os sons. Ou melhor os “voice-overs” que, apesar de digitalmente modificados, escondem algo extremamente à la Alber Elbaz. “ Design é muito importante, porque ele realmente transforma sonhos em realidade”, ou então, “eu acredito que seja realmente importante ser relevante e não cool”, são algumas das frases apontadas pelo jornal como um sinal da parceria.

Embora nenhuma das duas empresas confirmem os rumores, o mistério já tem data para ser resolvido. No dia 9 de setembro a H&M irá revelar com quem se unirá para mais uma parceria _de sucesso já garantido, é claro.

Diz que a nova parceria da gigante H&M vai ser com… a Lanvin!

Rede popular Marisa retrabalha imagem e se alinha com tendências do momento

Para não perder o bonde do fast-fashion nacional, a popularésima Marisa está investindo pesado em estilo e informação de moda. Assim como as outras grandes redes varejistas _como Renner e C&A_, a loja começa a se alinhar as principais tendências do momento e a promover uma série de ações para ganhar maior visibilidade.

A primeira ação foi o desfile que aconteceu na semana passada em São Paulo. Voltada quase que exclusivamente a imprensa e blogueiros, a apresentação deu conta de apresentar as novidades da marca para o verão 2011. Ao todo são 5 linhas voltadas para 8 públicos específicos.

De olho na veia romântica que anda tomando conta da moda, tons pastel se misturam ao jeans lavado, estampas aquareladas e florais delicados. Aquele estilo lady like, repleto de referências 1950s também aparece no verão da Marisa. Babados, bordados, saias com cintura bem marcada e um bom clima retrô falam de uma feminilidade não tão menininha e em perfeita sintonia com o que há de mais atual na moda.

Já numa vibe mais clássica, o navy (res)surge com uma boa gama de acessórios com cordas, maxi-bolsas, óculos escuros com pegada retrô-chic e muitas listras. O militarismo também entra em cena, com leve pegada 1970s. Verdes nos mais variados tons, cáqui e jeans estonados em sobreposições modernas e com tachas aos montes.

Para as mulheres que trabalham, a Marisa traz uma série de peças com acabamentos assimétrico, estampas abstratas para um look contemporâneo. Nessa mesma onda, ainda que não muito novidade, os vestido tipo bandagem encontram caminho nesta temporada em forma de saias e vestidos ultra-curtos e bem justos.

Permeando tudo isso uma enorme variedade de jeans _e não só em calças. Vestidos corsetados, saias, macaquinhos e bermudas se juntam as calças que vão do boyfriend ao skinny passando por modelagens sarouel e reta (tipo pantalona).

+ Site oficial: marisa.com.br

Rede popular Marisa retrabalha imagem e se alinha com tendências do momento