De Betty Boop à Avatar: história da animação ganha megaexposição
Betty Boop, Dave Fleischer, 1934 ©BFI National Archive
A Barbican Art Gallery, em Londres, organizou a maior exibição já feita sobre os 150 anos da produção de animação. “Watch Me Move” reúne mais de 170 trabalhos de pioneiros da indústria, cineastas independentes e artistas contemporâneos, mostrando os bastidores desse meio com a intenção de “apresentar a animação como uma força altamente influente no desenvolvimento da cultura visual global”, além de “explorar a relação entre animação e cinema e oferecer um insight sobre esse gênero como um fenômeno cultural”.
A galeria promete criar um ambiente imersivo para que os visitantes passem por sete temas interligados: Apparitions, Characters, Superhumans, Fables, Fragments, Structures e Visions, que exploram os primeiros experimentos científicos com fotografia; as maiores estrelas da animação, como “Tom & Jerry” e “Os Simpsons”; figuras com poderes extraordinários (ex: “Astro Boy”); cinema em stop-motion (como “Vincent”, de Tim Burton); novas tecnologias; e mundo virtual (por exemplo as obras “Tron” e “Avatar”).
Fãs de animação terão um prato cheio com os artistas e estúdios representados na mostra: o pioneiro da fotografia e cinema Étienne-Jules Marey, os irmãos Lumière, Walt Disney, Fleischer Studios, Kara Walker, Len Lye, Studio Ghibli e Pixar, entre muitos outros.
“Watch Me Move” fica na Barbican Art Gallery até setembro, para então viajar ao Museu Glenbow em Calgary, no Canadá, onde ficará exposta de 8 de outubro a 25 de dezembro. Depois disso, a mostra inicia uma turnê de dois anos pela Ásia. Um livro ilustrado feito especialmente para o evento estará à venda durante a exposição, ao preço de £24,95 (aproximadamente 70 reais).
“Watch Me Move”
De 15 de junho a 11 de setembro
Barbican Art Gallery
Silk St, Londres
Grace Kelly ©Reprodução
Almoço do casamento religioso de Grace Kelly e o príncipe Rainier ©Archives Du Palais Princier
Um dos retratos mais conhecidos do fotógrafo, ao lado de seu filho Ed ©Reprodução
©Divulgação
“Dia e noite” (1938), xilogravura ©The M.C. Escher Company B.V. Baarn, The Netherlands
“Relatividade” (1953), litografia ©The M.C. Escher Company B.V. Baarn, The Netherlands
“A queda do homem” (1920), xilogravura, contraprova ©The M.C. Escher Company B.V. Baarn, The Netherlands
“Auto-retrato no espelho esférico” (1950), litografia ©The M.C. Escher Company B.V. Baarn, The Netherlands


Nick Knight e Peter Saville criaram a imagem de divulgação da exposição de Yohji Yamamoto ©Reprodução
Lilya Brik em poster de Aleksandr Ródtchenko para a editora Gosizdat (1924); os fãs de indie rock devem reconhecer esse trabalho como a inspiração para a capa do álbum “You Could Have it So Much Better”, do Franz Ferdinand (2005) ©Reprodução
Capa criada por Aleksandr Ródtchenko para livro de Vladimir Maiakóvski, 1923 ©Reprodução
Cena do filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1″ © Divulgação



O vestido “Infanta”, de 1939 (e), e croqui com o famoso bolero de matador ©Reprodução
Por dentro da primeira loja exclusivamente masculina da Balenciaga ©WWD/Reprodução
O autorretrato de Kees Van Dongen (1922) inspirou o primeiro vestido de gala de Dior e foi emprestado do Centro Pompidou de Paris ©Divulgação