Parceria C&A + Francisco Costa chega às lojas; veja nossa seleção de peças com preços

10/04/2014

por | Moda

Por Elis Martini, em colaboração para o FFW

Campanha da coleção C&A + Francisco Costa ©Divulgação

A aguardada coleção da C&A em parceria com Francisco Costa, estilista brasileiro que há dez anos assina a linha feminina da Calvin Klein, chega a 75 lojas da rede no dia 10 de abril. Composta por 70 itens, entre bolsas, sapatos, cintos e roupas, a edição limitada mescla o minimalismo característico da grife americana com a sensualidade da mulher brasileira.

+ Exclusivo: Francisco Costa, da Calvin Klein, é o primeiro editor convidado do FFW

O estilista participou de um evento para a imprensa nesta segunda-feira (31.03), falando sobre o processo de criação e a parceria com a rede de fast fashion. “Poder produzir uma peça de muita qualidade por um preço acessível é fantástico, muito democrático! O que eu penso agora pode atingir mais pessoas”, explicou o designer, que enfatizou a qualidade dos materiais e tecidos escolhidos.

Campanha da coleção C&A + Francisco Costa ©Divulgação

“A modelagem é fantástica, de alto nível. O time da C&A fez uma seleção de tecidos muito superior. São roupas de vida longa, não é fast fashion, é algo para ser usado a vida inteira. Para fazer uma peça minimalista, o tecido tem que ser perfeito e, a costura, impecável”, declarou Francisco. Algumas peças da coleção Francisco Costa – Calvin Klein para C&A contam com tecidos fabricados pela Makimura, tecelagem japonesa que também fornece para a Calvin Klein.

A campanha da coleção cápsula ficou por conta do fotógrafo britânico Daniel Jackson, que já trabalhou para Alexander Wang, Gucci e Louis Vuitton, entre outras grifes. A modelo escolhida foi a sueca Tilda Lindstam. O FFW fez uma seleção com as dez peças mais interessantes, que chegarão às lojas por preços entre R$ 39 e R$ 299:

Exclusivo: Francisco Costa, da Calvin Klein, é o primeiro editor convidado do FFW

24/03/2014

por | Gente

Francisco Costa, diretor criativo da Calvin Klein Collection ©Reprodução

O brasileiro Francisco Costa, diretor criativo da Calvin Klein Collection, faz uma participação especial durante esta semana com exclusividade para o FFW. Todos os dias, um conteúdo criado por Costa será publicado no site e divulgado nas nossas redes sociais.Pela primeira vez um site de moda no Brasil convida estilistas de renome para interagir com o conteúdo. Mais três profissionais foram convidados para participar até o fim do ano e serão divulgados sempre no momento de publicação. É uma ação nova, uma forma diferente de entender o universo de um estilista e Francisco teve uma participação muito ativa em todo o processo.

Editor convidado: os cinco desfiles mais importantes da vida de Francisco Costa (dia 2)

+ Editor convidado: Francisco Costa revela seus lugares preferidos para se inspirar (dia 3)

+ Editor convidado: Francisco Costa entrevista top blogueira Hanneli Mustaparta para o FFW (dia 4)

+ Editor convidado: Francisco Costa encerra semana com bate-bola de curiosidades (dia 5)

Francisco dispensa apresentações; há muitos anos acompanhamos seu caminho em Nova York, onde chegou aos 21 anos sem falar inglês e tornou-se um dos profissionais chave na indústria, sempre empurrando a moda para a frente através de suas pesquisas de tecidos e materiais inovadores que se encontram perfeitamente com as necessidades da mulher contemporânea. De Minas Gerais para o mundo, ele hoje é um dos mais respeitados estilistas e anuncia uma parceria com a C&A Brasil; a coleção criada por Francisco chega às lojas no dia 10 de abril.

Leia abaixo a entrevista que Costa concedeu ao FFW para abrir a semana dedicada a ele.

Como foi o seu processo criativo para criar a linha em parceria com a C&A?

Levamos um ano trabalhando na linha, da criação à produção. O primeiro passo foi desenvolver um conceito, que precisaria incorporar uma estética Calvin Klein ao mesmo tempo que aborda o lifestyle brasileiro. O resultado é uma linha de peças essenciais que são sofisticadas, porém jovens, e que fala com o consumidor da C&A.

Você enxerga elementos em comum entre suas criações para a Calvin Klein Collection e a linha que você criou para a C&A que têm a ver com o seu DNA?

Sim, porque usei os mesmos princípios de design ao abordar a C&A que uso para a Calvin Klein Collection. Meu objetivo é sempre criar um produto de alto nível com cortes únicos e materiais sofisticados.

Qual é o seu envolvimento na pesquisa de materiais para as suas coleções? Você normalmente já sabe o que você quer em um tecido ou sua equipe pesquisa novas possibilidades?

Pesquisa e desenvolvimento de material têm um papel importante no que faz com que nossas coleções sejam frescas e modernas, então trabalhamos muito próximos às oficinas para criar materiais únicos e inovadores. Gostamos de ver não apenas as novas técnicas com as quais eles estão trabalhando no momento, mas também levar a eles ideias e conceitos que possam desafiar e empurrar a indústria para a frente.

Três momentos do desfile de Inverno 2014 da Calvin Klein Collection, com casacos texturizados ©Imaxtree

Você pode descrever o processo criativo da coleção de Inverno 2014? Quais momentos você considera mais especiais?

O ponto de partida para a coleção foram as fotografias nostálgicas de Mike Kelley. Suas imagens acendem memórias da infância para mim, o que levou às proporções mais lúdicas da estação e um retorno ao básico, mas básico feito de uma forma verdadeiramente luxuosa. Os casacos destacam-se para mim por serem super quentes e convidativos, produzidos em mohair, com textura e um peso levíssimo. O uso de cor nesta estação também foi interessante porque a cartela emergiu do mix de fios usados em todos os tricôs, que eram bem complexos. + Veja a coleção completa aqui

Que tipo de mulher você tem em mente quando está trabalhando? E quais características você mais admira nessa mulher?

Eu penso em uma mulher que sempre se destaca no meio da multidão; ela é inteligente, sofisticada, independente e segura de si. Confiança é a qualidade mais atraente em uma mulher.

O que você leva em conta ao escolher uma celebridade para vestir a Calvin Klein Collection?

A associação certa é muito importante para a marca porque o vestido certo usado pela pessoa certa no momento certo pode gerar uma exposição enorme. No entanto, o relacionamento tem que fazer sentido e ser autêntico para que de fato funcione e reverbere.

Quem são as celebridades que você admira hoje?

Naomi Watts e Lupita Nyong’o estiveram presentes no meu desfile de Inverno 2014. Naomi é uma velha amiga da casa e nós compartilhamos uma simpatia mútua pelo trabalho um do outro. Inclusive, eu acabei de desenhar um vestido sob medida para ela usar na entrega do Oscar neste mês. Já Lupita, a primeira vez que eu a conheci pessoalmente foi no desfile de Inverno, mas nós já tínhamos vestido ela para o Critics’ Choice Awards no início do ano quando ela venceu como Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho em “12 Anos de Escravidão”. Eu acho que Lupita é incrivelmente talentosa e nós ficamos muito felizes de vesti-la naquela ocasião – foi um momento icônico para a marca.

Lupita no desfile de Inverno 2014 e Naomi no Oscar 2014, duas celebridades que Francisco gosta de vestir ©Getty Images

Ter nascido no Brasil inspira seu trabalho de alguma maneira? Se sim, como notamos isso no seu trabalho?

Minhas raízes brasileiras influenciaram muito a estética do meu design. Eu cresci em uma pequena cidade nas montanhas em Minas Gerais, onde as pessoas tinham uma sensibilidade pura e simples. Esse ambiente teve um papel importante em formar uma abordagem minimal, que é vista nas linhas limpas do meu trabalho hoje.

Como é a sua rotina, da hora que você acorda até a hora que vai para a cama?

Eu normalmente tomo um café da manhã saudável e alguns dias eu malho com um personal trainer antes de ir para meu ateliê trabalhar com minha equipe. E ao longo do dia eu também tenho encontros com outros departamentos, de vendas até relações públicas, para discutir todas as áreas do business.

O que você gosta de fazer quando não está trabalhando e como você consegue relaxar após um dia estressante?

Eu amo visitar galerias de arte e sebos. Também gosto de cozinhar e mexer no jardim. Não importa o que esteja fazendo, sempre preciso me manter ocupado.

Drops: C&A + Lenny Niemeyer, a coleção especial de fim de ano de Patricia Bonaldi e mais

26/11/2013

por | Moda

Laura Neiva na campanha da colaboração de Lenny Niemeyer para a C&A ©Divulgação

Confirmada a nova parceria da C&A: a estilista Lenny Niemeyer, que assina coleção baseada em seus best sellers. São aproximadamente 71 peças entre biquínis, maiôs, saídas de praia, pantalonas, vestidos, camisetas e acessórios. A linha especial tem previsão de chegada às lojas no dia 3 de dezembro com preços entre R$ 49,90 e R$ 129. A campanha, estrelada pela atriz e modelo Laura Neiva, foi clicada pelo fotógrafo Eduardo Rezende.

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Um dos novos tênis da linha esportiva da Cavalera ©Divulgação

A Cavalera acaba de lançar duas novas linhas de tênis para complementar seu mix de produtos. Os calçados, criados para a prática de esportes leves, vêm em dois modelos de cores variadas: um de shape esportivo e moderno e o outro com o estilo mais urbano e despojado. Eles estarão disponíveis ainda neste mês na loja de acessórios da Cavalera, nos Jardins, em São Paulo, e também no e-commerce. Os preços variam entre R$169 e R$ 189.

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Foto da campanha da coleção “Girls of Blaze Disc” da Puma ©Divulgação

Solange Knowles é a nova consultora criativa da categoria Lifestyle Feminino da Puma; ela é a responsável pela direção criativa da coleção “Girls of Blaze Disc”, inspirada no Brasil e composta por releituras do modelo Disc Blaze feitas por quatro jovens designers: Gerlan Marcel, Darlene e Lizzy Okpo (da William Okpo) e Hisham Bharoocha. A linha deve começar a ser vendida na América do Norte em fevereiro de 2014; porém, ainda não há confirmação se os tênis chegarão ao país em que foram inspirados.

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Dois dos modelos da coleção especial de Patricia Bonaldi para o fim do ano ©Divulgação

Patricia Bonaldi lança nesta semana uma coleção especial para as festas de final de ano. A estilista criou cinco vestidos de renda em branco e off white com bordados em dourado e azul, perfeitos principalmente para as comemorações de virada de ano.

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A loja da Desigual em São Paulo, no shopping Pátio Higienópolis ©Divulgação

A Desigual abre na terça-feira (26.11) sua primeira loja em São Paulo, no shopping Pátio Higienópolis, dentro do plano de expansão da empresa espanhola na América Latina – a marca chegou à região em 2010 e possui quiosques, franquias e pontos de venda no México, Colômbia, Panamá, Venezuela, Chile, Uruguai, Peru, Equador e República Dominicana. No Brasil, a empresa tem planos de abrir uma segunda loja na cidade do Rio de Janeiro durante o primeiro trimestre de 2014.

Drops: o curta de Wes Anderson para a Prada, o tênis da Converse com a Isolda e mais

13/11/2013

por | Moda

Foto da campanha da coleção de Patrícia Bonaldi para a C&A ©Divulgação

A estilista mineira Patricia Bonaldi é a nova colaboradora da C&A. As peças, como era de se esperar, chegam cheias de bordados e detalhes especiais. Os vestidos, camisas, tops e acessórios já estão à venda na loja da rede no shopping Iguatemi, em São Paulo. Todo mundo se preparando para as festas de fim de ano!

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Os tênis da parceria entre a Converse e Isolda ©Divulgação

A Converse e a Isolda apresentam sua coleção colaborativa em comemoração à cultura brasileira com estampas de cajus, goiabas, pedras preciosas, pérolas, polvos e lagostas, tudo para representar o clima tropical e os sabores exóticos do país. “O mais interessante da parceria é a união do tropical chique Isolda com o revolucionário e underground Converse, que lembram minha infância no nordeste tropical e minha adolescência na Inglaterra punk dos anos 80″, diz Alessandra Affonso Ferreira, diretora criativa da Isolda. A linha conta com nove variações dos modelos Converse Chuck Taylor All Star nas versões Hi e Ox, Converse Cons Auckland Racer e Converse Cons Skidgrip. Ela é vendida apenas no Brasil e tem os preços entre R$ 249 e R$ 269.

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A capa do novo CD de Lady Gaga ©Divulgação

Lady Gaga fechou uma parceria com a H&M, mas não é para a criação de nenhuma coleção. Para coincidir com a nova loja da varejista em Nova York, o recém-lançado álbum “Art Pop” da cantora será vendido em 175 pontos da marca por toda a América. Gaga por sua vez, estará no novo endereço para recepcionar os clientes, que poderão desfrutar da loja por 24h e ainda adquirir brindes de moda. Está é uma semana agitada para a H&M, que ainda tem o lançamento de sua coleção exclusiva com a estilista Isabel Marant nesta quarta-feira (13.11).

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O pôster do curta-metragem da Prada dirigido por Wes Anderson ©Divulgação

A Prada apresenta seu mais novo curta-metragem, desta vez dirigido por Wes Anderson. O filme de apenas oito minutos se passa na Itália, em setembro de 1955 e, de acordo com a sinopse oficial, começa mostrando que “Jason Schwartzman acaba de bater seu carro de corrida em Jesus Cristo”. A obra tem lançamento oficial no dia 13 de novembro no Rome Film Festival e também online no site da marca.

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Kelly Piquet na campanha para a Coach ©Divulgação

Depois de campanhas estreladas por Karlie Kloss, Liu Weng e Wil Chalker, agora foi a vez do Brasil participar dos vídeos da Coach. A marca diz considerar o país muito importante, então três brasileiros foram escolhidos para participar da nova campanha e também da inauguração da loja no shopping Iguatemi São Paulo no dia 26 de novembro. Os eleitos foram a apresentadora Didi Wagner, a it girl Kelly Piquet e o stylist Yan Acioli, que também é o responsável pelo styling da Coach aqui no Brasil.

“O Brasil é meu país favorito”, diz Roberto Cavalli em lançamento de parceria com C&A

23/10/2013

por | Moda

Roberto Cavalli durante coletiva de imprensa para promover parceria com a C&A ©Ricardo Toscani

Roberto Cavalli ama as mulheres. E a moda. E as mulheres. E a arte, e a natureza. Já falamos que ele ama as mulheres? Em São Paulo para apresentar a sua coleção colaborativa com a C&A, que chega exclusivamente às lojas brasileiras da rede no dia 5 de novembro, o estilista esbanjou simpatia (e muitos galanteios às repórteres, que eram grande maioria entre os poucos homens) durante coletiva de imprensa sobre a parceria com a varejista. “A minha marca é muito cara. Andando na rua, uma garota jovem e linda como você me diz: ‘Eu amo a sua moda, mas não posso gastar tanto’. Aceitei [a proposta] porque queria faze-la feliz, vestir a mulher que quer Roberto Cavalli”, explicou ao FFW.

Aos 72 anos, em ótima forma e vestindo um terno impecável adornado com uma echarpe com textura de pele de cobra, o estilista abandonou sua cadeira logo no começo do evento e preferiu ficar em pé, andando para perto das pessoas que faziam as perguntas. Dispensou também a tradução simultânea e falou o tempo todo no seu inglês de pesado sotaque italiano, exceto nos poucos momentos em que a barreira da linguagem foi mais forte que o poder da gesticulação. Ao fim da meia hora de entrevista, que tratou até das famosas festas que promove em seu iate, ele ainda mandou um “Vocês são maravilhosos! Amo vocês!” e fez questão de posar para fotos ao lado das pessoas.

Leia abaixo os melhores momentos da coletiva:

Sobre o que acha da mulher brasileira: “Essa é uma pergunta muito difícil. Meu Deus. O que acho da mulher brasileira? O que eu amo na mulher brasileira? Não sei como explicar; posso te dizer que quando faço os castings para os meus desfiles, chegam centenas de lindas mulheres. Mas então uma delas me olha diferente. E eu pergunto: ‘Você é brasileira?’. E ela: ‘Sim! Como você sabe?’. ‘Não sei. Mas você é diferente das outras’. Elas são diferentes. Elas têm certeza da sua própria beleza. E isso é muito poderoso”.

Sobre o que acha da moda brasileira: “Não conheço muito; só sei de um designer brasileiro cujo nome não vou falar, que me copia e eu não gosto dele, mas é isso. Não conheço muito da moda brasileira, e talvez seja melhor assim, porque as mulheres brasileiras deviam vestir designs italianos”.

Sobre a influência do Brasil na criação da coleção para a C&A: “Não houve nenhuma influência, porque hoje a moda é internacional. Quando uma mulher quer ser sexy, não importa se é russa, italiana, seja o que for”.

Roberto Cavalli posa para os fotógrafos ©Ricardo Toscani

Sobre por que decidiu começar a colaborar com empresas de moda popular: “Tive a primeira experiência há seis anos com a H&M e gostei muito. Porque a marca Roberto Cavalli é muito cara. Andando na rua, uma garota jovem e linda como você me diz: ‘Eu amo a sua moda, mas não posso gastar tanto’. Quando a H&M me pediu para criar para eles, pensei como poderia fazer essa garota feliz. E desde então muitas outras companhias me fizeram propostas. No ano passado, a C&A me convidou, e eu falei: ‘Por que não? Já faz seis anos, o Brasil é o meu país favorito, as minhas garotas brasileiras são muito especiais, e sexy para as minhas roupas’. E aceitei. Porque queria faze-las felizes, vestir a mulher que quer Roberto Cavalli”.

Sobre seu amor pela natureza e pelas estampas de bicho, sua marca registrada: “As pessoas sorriem quando digo que aprecio muito as criações de Deus. Olho ao meu redor e vejo as cores da natureza, aprecio o verde das folhas, a mudança da cor do mar com a variação da luz, e como ela combina com a cor do céu. E então descubro que o “vestido” mais lindo é o que veste a cobra, um leopardo, e comecei a fotografar. Meu primeiro design de leopardo foi feito a partir de uma foto clicada bem de perto. Se você olhar o meu leopardo, você consegue ver até os pelos. Todos me copiaram depois, mas o meu parece de verdade. Onde está o meu celular? (pede o celular para a assistente). Eu estava pescando há algumas semanas, e peguei um peixe (mostra a foto no celular para a jornalista), e o pescador falava “cuidado, ele é perigoso”, mas eu olhava de perto, ele tinha estampa de leopardo, fantástico!”.

Roberto Cavalli ao fim da coletiva para promover parceria com a C&A ©Ricardo Toscani

Sobre como cria suas peças: “Procuro conhecer a mulher, o que ela quer, depende do momento. Quando preciso criar um vestido para o tapete vermelho, ou um par de jeans, penso no que seria sexy. É uma pergunta muito difícil. Vou pensar hoje à noite e te ligo”.

Sobre quem ele convidaria se fizesse uma de suas famosas festas no Brasil: “Todas vocês, é claro, vou mandar os convites. Convidaria a Adriana Lima porque ela é meu tipo. (risos gerais) Convidaria muitas modelos. E nenhum homem”.

A coleção da C&A + Roberto Cavalli é composta por 57 modelos e tem como ponto de partida os best-sellers do estilista italiano, que se estabeleceu no mercado internacional nos anos 1970 com suas técnicas inovadoras de estamparia em couro. Esta linha especial, com preços de R$ 39,90 a R$ 799, é composta por tops, camisas, calças, vestidos, saias, jeans, shorts e blazers, além de sandálias, colares, pulseiras, cintos e bolsas. Têm presença forte, obviamente, as estampas e as figuras de tigre, zebra e leopardo. Os tecidos são seda, jersey de seda, cotton alfaiataria e cotton satin. A lista completa das 47 lojas da rede que receberão a coleção será divulgada no blog da C&A. Veja abaixo alguns dos itens preferidos do FFW:

Estilista Roberto Cavalli está no Brasil para apresentar coleção colaborativa com a C&A

21/10/2013

por | Moda

Detalhe de um dos looks de Roberto Cavalli para a C&A ©Reprodução

O estilista Roberto Cavalli participa de coletiva de imprensa em São Paulo nesta terça-feira (22.10) para promover a coleção colaborativa com a C&A que chega no dia 5 de novembro a 47 lojas brasileiras da fast fashion. A linha, composta por cores fortes nas já tradicionais estampas de onça, zebra e tigre, conta com 57 peças e 28 acessórios em tons de dourado, com preços entre R$ 39,90 e R$ 799. As parcerias anteriores da varejista, entre elas Stella McCartneyAnne Fontaine e Issa, causaram um verdadeiro desespero fashionista na loja da marca do shopping Iguatemi, onde na pré-venda, destinada apenas a imprensa e convidados, era comum algumas peças esgotarem.

Entre vestidos longos, camisas fluídas, blazers e calças flare, espera-se que a linha reflita a identidade da marca e que, à semelhança das outras parcerias, seja uma espécie de best of. Em 2007, Cavalli já havia desenvolvido uma coleção-cápsula para a H&M, pioneira em parcerias com grandes grifes internacionais como Versace, Lanvin e, mais recentemente, Isabel Marant.

Às araras da C&A, ainda neste ano, chegam coleções assinadas por Adriana Barra, Patrícia Bonaldi e Lenny Niemeyer.

Confira na galeria abaixo o making of da campanha da parceria entre Roberto Cavalli e a C&A, clicada em Ibiza:

+ Reveja a coleção mais recente de Cavalli, desfilada em março, em Milão, para a temporada de Inverno 2013

Veja as peças da parceria entre a C&A e Adriana Barra e saiba como comprar antecipado

08/10/2013

por | Moda

O making of da campanha da parceria entre a C&A e Adriana Barra, estrelada por Marcelia Freesz ©Divulgação

Dando continuidade às colaborações de sucesso, a C&A divulga o resultado da sua parceria com a designer paranaense Adriana Barra. Conhecida pelas suas estampas alegres, Adriana desenvolveu alguns prints exclusivos para a rede e fez reedições de alguns dos seus desenhos mais famosos como os florais, hibiscos, onça e pavão. “O objetivo da coleção é estampar aquilo que a marca é, de uma maneira simples e total. Por isso, todos os desenhos utilizados foram reeditados para a C&A”, contou Adriana.

A coleção, que chega a 45 lojas brasileiras da rede no dia 15 de outubro, inclui 52 peças, entre tops, shorts, camisas, saias, macacão, calças e vestidos, inclusive os tradicionais longos da designer. A parceria traz também uma linha de beachwear com biquínis, maiôs e saídas de praia e uma de acessórios com sapatos, clutchs e bolsas. Os preços das peças variam entre R$ 39,90 (biquíni) e R$ 399 (bolsa de oncinha).

No dia do lançamento da coleção, algumas lojas da C&A abrem as suas portas mais cedo para uma pré-venda destinada às clientes que tenham efetuado o cadastro no site. A loja do Barra Shopping, no Rio de Janeiro, conta ainda com a presença da designer.

Veja na galeria abaixo algumas das peças da parceria:

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©Divulgação
Adriana Barra para a C&A

No domingo, C&A faz desfile a céu aberto com shows ao vivo no RJ; saiba como participar

26/09/2013

por | Moda

Rocicleide Souza, Uana Mahin, Izabel Goulart, Bruna Foureaux e Kizi Vaz: representantes da nova coleção do projeto Poderosas do Brasil, da C&A ©Divulgação

No domingo (29.09), a C&A realiza desfile a céu aberto no Jockey Club do Rio de Janeiro para apresentar a nova coleção do projeto Poderosas do Brasil, que busca inspiração nas mulheres brasileiras. O evento, que será aberto ao público (com capacidade máxima para 8 mil pessoas), terá shows de Naldo, Preta Gil, Tiago Abravanel, Mariene de Castro, RAPadura, Gang do Eletro, Afrolata, AR21 e Bateria da Grande Rio, além de live paint do grupo AfroReggae. A abertura será feita pelo DJ Tutu Moraes, e a mestre de cerimônia será a apresentadora Regina Casé.

Izabel Goulart é a curadora desta edição do projeto, que viajou pelo Brasil à procura de informações locais e mulheres que retratassem a sua cidade de forma autêntica e real. No fim, foram selecionadas quatro jovens para serem as “representantes” de diferentes regiões do Brasil: Bruna Foureaux, 28 anos (Belo Horizonte, MG); Uana Mahin, 19 anos (Recife, PE); Kizi Vaz, 29 anos (Rio de Janeiro, RJ); e Rocicleide Souza, 24 anos (Manaus, AM). A top e a quatro escolhidas farão parte do casting do desfile.

A coleção, inspirada na experiência de Izabel nos lugares que visitou com a equipe da C&A, é repleta de estampas e cores vibrantes e chega às lojas da rede em outubro. No mesmo período, será divulgada a vídeo campanha que será filmada durante o desfile de domingo.

Desfile “Poderosas do Brasil” @ Jockey Club do Rio de Janeiro
Dia 29 de setembro
R. Jardim Botânico, 1003 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro
O desfile começa às 19h30 (o evento será aberto ao público às 16h30)
Entrada gratuita. Capacidade máxima de 8 mil pessoas

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Clássico

15/07/2013

por | Moda

Anne Fontaine recebe o FFW em sua suíte no Fasano, no Rio de Janeiro ©Carla Valois/FFW

A estilista Anne Fontaine, nascida no Brasil e radicada na França, esteve no Rio de Janeiro durante a semana da 23ª edição do Fashion Rio para divulgar para a imprensa a abertura de sua primeira loja no país, que acontece no dia 17 de julho no shopping Village Mall. O FFW conversou com ela no Hotel Fasano, no bairro do Leblon, onde a mesma contou curiosidades sobre sua vida, carreira e a parceria com a C&A, lançada em abril. Confira abaixo a entrevista na íntegra:

Como você começou? E como deixou o Brasil e foi morar na França?

Posso escrever um livro, é bem longa [a história], mas vou tentar resumir. Na verdade, no começo, não pensava em trabalhar com moda, queria ser bióloga porque achei que era uma coisa mais certa. Gostava muito da proteção da natureza, me envolvi com os problemas dos índios, mas tinha que ir à França terminar os meus estudos.

Antes de ir à França, porém, fiz uma viagem de um ano contra os meus pais, eu queria conhecer o Brasil e fui viver com os índios por seis meses na Amazônia. Pensei que não ia mais embora de lá, mas a vida não quis assim. Aí voltei dessa experiência e meus pais disseram: “Agora acabou a brincadeira, você não pode salvar o mundo. Você tem que ir para a França acabar seus estudos”.

Aí viajei para cursar a universidade e me engajei em um barco de pesquisas marinhas no Mediterrâneo, porque o príncipe de Mônaco financiava muitas pesquisas feitas na área. Então, ficava seis meses no mar e seis meses na terra, achei essa uma vida melhor do que ficar presa só na terra; nesses seis meses, sempre falo que minha história é uma história de amor, e conheci meu marido [Ari Zlotkin] e a família dele estava no ramo da moda industrial. Achava muito interessante porque eles sempre fizeram camisas masculinas na “couture” francesa, e as empresas do gênero estavam desaparecendo, todo mundo estava produzindo no estrangeiro. Então me veio aquele meu lado e eu quis salvar a costura francesa, já que eu não podia salvar os índios da Amazônia e as florestas brasileiras.

Propus ao meu marido criar uma coleção, já que eu sempre fiz minhas próprias roupas e para as minhas amigas. Olhando o sótão da minha sogra, encontrei vários modelos de camisetas brancas que ela havia guardado do que fora produzido ao longo dos anos, e pensei: “A ideia está aqui, a gente precisa fazer a mesma coisa para mulheres”. Fizemos então uma coleção só com camisas brancas, e essa coleção funcionou direto. Pouco depois abri minha primeira loja na Rive Gauche, em Paris, que era bem pequenininha, de 22 m², e só de camisas brancas, já com meu nome.

Fotografia da primeira loja de Anne Fontaine, em Paris ©Reprodução

Não tínhamos dinheiro na época, então todo mundo da família ajudou, e foi um sucesso porque, no mesmo ano, em 1994, os japoneses nos procuraram e propuseram abrir outra loja em Tóquio. Todo mundo adorou o conceito; eu fazia camisas pretas também, mas só as colocava nas gavetas.

Mas então você acabou não terminando a faculdade?

Não, não. Eu casei. Sempre fui considerada na família como a ovelha negra, mas hoje em dia acho que meus pais mudaram de ideia sobre mim. No começo, eu era mesmo um pouco assim doidinha.

Quantas lojas a marca tem hoje?

80 lojas. Fomos abrindo aos poucos, estamos nos Estados Unidos, na Ásia… e agora eu não faço só camisa branca, mas ela será sempre as minha assinatura. Introduzi os acessórios, as bolsas e tenho uma coleção que se chama Les Précieuses ["as preciosas"], em que temos poucas peças, a maioria feita a mão, e que não seria possível vender pelo mesmo preço do prêt-à-porter.

No início, Précieuse só era vendida na nossa flagship em Nova York, depois expandimos para outras lojas, e agora virou uma linha.

Parede de golas criada por Andrée Putman na loja de Anne Fontaine em Nova York ©Reprodução

Como a linha de golas foi introduzida?

Foi uma história engraçada. Quando desenho uma camisa, crio várias possibilidades de golas para ela, e achava uma pena criar golas tão bonitas e não usar. Aí comecei a fabricar, mas só para mim, e acabei fazendo uma coleção de três mil golas, que ficou por algum tempo guardada no meu escritório. Apresentei a coleção de golas para a designer [de interiores], Andrée Putman, que estava fazendo as minhas novas boutiques, e ela ficou apaixonada e criou um muro inteiro de golas para a nossa flagship de Nova York. Não queria que elas fossem vendidas, era só para decorar, mas as clientes ficaram loucas e as vendedoras da loja fizeram um leilão e venderam por preços maravilhosos.

Então criei uma coleção mesmo de golas, que começou a ser vendida. Depois teve aquele boom que todo mundo começou a fazer golas e elas viraram um item fashion. Foi uma experiência super legal, agora, em todas as minhas lojas, tem as galerias de golas.

Por que só agora veio a decisão de abrir uma loja no Rio de Janeiro?

Ah, sou brasileira de coração e alma, adoro o nosso Brasil e acho que, quando você nasce aqui, nunca esquece o país. Sinto muita saudade e queria muito abrir, mas o mercado ainda não estava pronto para nós, temos camisas que são caras. Este shopping na Barra da Tijuca abriu e, por sorte, encontramos o pessoal [responsável pelo shopping] e eles perguntaram: “Por que você não vem?”, e nos deram uma possibilidade ótima de abrir a loja, que eu não sei quando vai abrir [risos], é muito complicado abrir uma loja no Brasil, faz um ano que estamos abrindo a empresa aqui e as importações, eles são terríveis. Mas vamos conseguir, já conseguimos importar, trago a decoração direto da França, então a gente importou tudo, foi bem complicado…

Fotografias do lookbook de Primavera/Verão 2013 de Anne Fontaine ©Reprodução

Fotografias do lookbook de Primavera/Verão 2013 de Anne Fontaine ©Reprodução

Você já tem planos de abrir em outros estados, como São Paulo?

Lógico. No começo, pensava abrir primeiro em São Paulo, mas aconteceu esta oportunidade de abrir no shopping Village Mall, que já ia inaugurar. Por enquanto, sabemos que vamos abrir mais uma ou duas.

Como você adaptou os preços das peças ao Brasil?

Elas vão ficar cerca de 20% mais caras que nos Estados Unidos. O valor das camisas básicas é por volta de € 250 (R$650,7), mas ainda não temos disponíveis todos os preços para o Brasil.

E como surgiu a Fundação Anne Fontaine (FAF)?

Criamos a Fundação Anne Fontaine há dois anos e ela está destinada à plantação das billion trees [parte da campanha internacional “Plante 1 bilhão de árvores”] e à conservação da natureza, sou ligada à ONU. Já plantei cem mil árvores no ano passado e acabei de fazer uma exposição/leilão na Sotheby’s, em Nova York, e foi um sucesso muito grande.

Agora que a minha empresa está mais madura, eu quis voltar ao meus primeiro amor, que é a natureza. A FAF está em Nova York, porque é mais fácil, por problemas políticos, mas eu moro na Normandia, na França.

A produção das peças da Anne Fontaine ainda é feita na antiga fábrica da família do seu marido?

Sim, sim, mas já temos outras duas fábricas na França.

Barbara Berger sendo clicada por Jacques Dequeker para a campanha da coleção de Anne Fontaine para a C&A ©Alexandre Dequeker/Divulgação

E como foi o convite para colaborar com a C&A?

Foi muito interessante porque foi ao mesmo tempo em que estava vindo para o Brasil. A C&A me contatou, e a imagem da C&A na Europa é diferente daqui, aqui ela é mais como a Zara e a H&M do que a que a gente tem lá, e achei que deveria ser muito legal.

[Criar uma coleção para uma rede varejista] É uma experiência em que todo mundo pode usar a sua criação, e isso me deixou eufórica. Sou muito exigente com a qualidade, mas a equipe da C&A foi realmente maravilhosa e fez tudo para achar o que eu queria, fui muito chata, mas ficou um negócio legal.

Drops

12/07/2013

por | Moda

Peças da coleção de preview de primavera da C&A ©Divulgação

A C&A apresentou nesta semana a sua coleção de preview de primavera, já disponível em todas as lojas da rede. Há peças coloridas com inspiração africana, estampas de animais e P&B; nos acessórios, a marca aposta em plásticos transparentes e nas aplicações de spikes, tachas e metais. Os preços variam entre R$ 25,90 por uma camiseta e R$ 149 o blazer.

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Final do desfile de Inverno 2013 de L’Wren Scott ©Reprodução

A designer L’Wren Scott se juntou à Banana Republic para o lançamento de uma coleção que estará disponível em lojas selecionadas e no e-commerce da marca no início de dezembro. A linha, composta por 50 peças, entre elas jaquetas, calças jeans com estampas e bordados, blusas e vestidos, mistura a estética esportiva e casual da Banana Republic com a elegância da estilista. Os preços variam entre os US$ 39,50 (R$ 89,40) e os US$ 198 (R$ 448). Antes de L’Wren Scott, a última parceria da marca – que chega às lojas no mês de agosto -, foi com a Issa, ainda sob a direção criativa de Daniella Helayel.

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Os lenços da Topshop confeccionados por mulheres indianas ©Reprodução

A Topshop lança no dia 16 de julho uma nova linha de acessórios confeccionada manualmente por mulheres vítimas de abusos sexuais e violência doméstica da Bengala Ocidental, um dos estados da Índia. A coleção é composta por quatro lenços estampados com desenhos típicos da Índia e estampas tie-dye e estará disponível por R$ 109 apenas no e-commerce e em algumas lojas da marca em Londres, Nova York, Los Angeles e Las Vegas. O valor das vendas será revertido a favor do projeto Key to Freedom, que apoia a Women’s Interlink Foundation.

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Peças que estarão disponíveis na promoção da King55 ©Reprodução

A brasileira King55 celebra o Dia Mundial do Rock (13 de julho) com uma promoção de t-shirts masculinas e femininas. As camisetas da marca inspiradas em cantores e bandas que representam o estilo, como David Bowie, Sex Pistols e Led Zeppelin, estarão disponíveis nas lojas físicas e no e-commerce pelo preço promocional de R$ 55 durante os dias 12 e 13 de julho.

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A vela criada por Mary Katrantzou para a Rodial ©Reprodução

A marca britânica de beleza Rodial se juntou a Mary Katrantzou para a criação de uma vela aromática — e decorativa, graças às estampas da estilista. Inspirada na sua coleção de Verão 2012, que mostrava contrastes entre o natural e o artificial, o industrial e o artesanal, a designer criou as estampas das embalagens que envolvem a vela, que tem notas de limão, flor de laranjeira e abacaxi. O item estará disponível a partir de setembro nas lojas da marca por R$ 119.

Encontro

05/07/2013

por | Moda

Peças da coleção da Issa para a C&A ©FFW

Aconteceu nesta quinta-feira (04.07), no shopping Iguatemi em São Paulo, a pré-venda para convidados e imprensa da coleção resultante da parceria entre a Issa London e a C&A. O evento contou com a presença da ex-designer da grife, Daniella Helayel, que anunciou a sua saída em maio deste ano para ser substituída por Blue Farrier, que trabalhou com Phoebe Philo na Chloé, e com Stella McCartney.

A coleção, que gerou uma verdadeira caça ao tesouro entre fashionistas, com direito à opinião de Daniella, é composta por vários modelos estampados e lisos de vestidos, saias, blusas, calças e leggings, majoritariamente em tons de vermelho, branco e azul, as cores do Reino Unido. A linha também inclui acessórios como bolsas, scarpins, sapatilhas, cintos e até uma clutch com a Union Jack, bandeira do país de origem da marca, que pautou toda a decoração.

Os guardas “britânicos” presentes no evento ©FFW

As peças agradaram bastante Daniella, que se interessava em ver o que cada cliente estava provando. “Essa fica grande em você, experimente o outro modelo”, aconselhava. Os vestidos bem ao estilo Kate Middleton foram a grande atração, disponíveis em dois modelos diferentes e nas três cores da bandeira. “Em Londres, um vestido com essa qualidade ia custar umas 500 libras [aproximadamente R$ 1.600]. Esse tecido ficou ótimo”, afirmava.

A ex-designer da Issa, Daniella Helayel ©FFW

No final do evento, Daniella concedeu uma breve entrevista ao FFW que, embora inconclusiva quanto aos seus planos pessoais e ao seu envolvimento com a marca que fundou, deixou claro que o Brasil continua a ser a sua segunda casa. Leia abaixo:

Como surgiu a parceria com a C&A?

A assessoria MktMix nos contatou em abril do ano passado e eu achei incrível fazer uma coleção com a C&A no Brasil porque a marca aqui é super fashion.

Qual o objetivo da parceria para você?

É uma forma de levar as peças a um público que jamais teria acesso à Issa e as meninas que já compram Issa poderem comprar muito mais.

Um dos vestidos da coleção ©Divulgação

O que compõe a coleção?

A coleção é composta pelos best-sellers da Issa. Algumas coisas mudaram um pouquinho, mas a maioria delas são os meus best-sellers editados, que apresentei para a C&A e juntas fizemos uma seleção.

Quais são os seus próximos planos? Vai voltar para o Brasil?

Não tenho ideia do que vou fazer. Mas eu moro em Londres há 13 anos e fora do Brasil há 22. Londres é a minha casa.

Colaboração

20/06/2013

por | Moda

Campanha da coleção da Issa para a C&A ©Gui Paganini/Divulgação

No final de abril, foi anunciada a saída de Daniella Helayel da Issa, fundada por ela em 2004. Já no dia 11 de julho, menos de dois meses depois, a C&A lança a última coleção da estilista como diretora criativa da marca, atualmente presidida por Camilla Al-Fayed, filha do empresário egípcio Mohamed Al-Fayed.

A coleção desenvolvida por Helayel para a C&A foi, segundo a rede varejista, idealizada para as brasileiras, mas as alusões à origem da Issa, criada e sediada em Londres, aparecem em estampas e, sobretudo, na campanha fotografada por Gui Paganini. A parceria rendeu 57 modelos, dentre os quais se destacam os vestidos em jérsei e os acessórios estampados com a bandeira do Reino Unido.

Vestido (R$ 159), clutch (R$ 99,90), bolsa (R$ 89,90) e scarpin (R$ 89,90), todos da coleção da Issa para a C&A ©Divulgação

As peças da coleção custarão entre R$ 299 a R$ 39,90, sendo os vestidos os itens mais caros e os cintos os mais baratos. Além dos produtos para as adultas, a C&A traz opções para as meninas até os 12 anos. Especula-se que a próxima parceria da varejista será com a estilista Adriana Barra, mas ainda não há confirmação oficial já que a assessoria de imprensa não quis comentar o assunto.

Drops

15/05/2013

por | Moda

Convite do lançamento da coleção de Carol Ribeiro para Olook ©Divulgação

A modelo e apresentadora Carol Ribeiro vai lançar a sua coleção de sapatos, criada em parceria com o site Olook, no dia 18 de maio, no Bar Absolut da loja Cartel 011. O evento, para imprensa e convidados, tem como anfitriãs a própria modelo e Helena Linhares, empresária do e-commerce, que apresentarão juntas a linha com peças descoladas para uso diário que refletem o estilo de Carol. A marca já realizou parcerias com André Lima, Didi Vagner e com a estilista Juliana Jabour.

Carol Ribeiro para Olook @ Bar Absolut Cartel 011
Rua Artur de Azevedo, 517, Pinheiros, São Paulo
Dia 18 de maio de 2013 das 16h às 20h

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Peças da Ágatha para a C&A Collection ©Divulgação

A partir do dia 21 de maio, 95 lojas selecionadas da rede C&A terão nas suas araras as peças da recente parceria com a grife carioca Ágatha. A coleção de 110 modelos conta com roupas, calçados e acessórios, com preços que variam entre R$ 15,90 e os R$ 219. As peças têm como principais materiais o couro ecológico e a renda e apostam nas estampas abstratas e de cobra e onça.

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Izabel Goulart na capa da “GQ” brasileira ©Reprodução

A top brasileira Izabel Goulart é uma das convidadas de honra da primeira edição da Gala GQ Men of the Year em Portugal, evento organizado pela revista masculina “GQ” a fim de premiar as personalidades que mais se destacaram no ano que passou. No evento estarão também presentes nomes como Dean e Dan Caten, fundadores e designers da Dsquared2, e Bianca Brandolini, musa de estilo de marcas como Dolce & Gabbana.

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Os modelos de jeans desenhados por Karlie Kloss para a Frame ©Reprodução

A top Karlie Kloss lança em junho a coleção cápsula de jeans que desenhou para a marca Frame. Os dois modelos da parceria, um skinny e outro boca de sino, foram desenvolvidos de forma a servirem perfeitamente em mulheres altas: além do tamanho de perna mais comprido do que o normal, as calças são também de cintura alta. Ainda não existem informações sobre os preços nem o local de venda, mas as restantes peças da marca podem ser encontradas no Net-a-Porter e na Barneys, em Nova York.

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Foto postada no Instagram da DKNY Jeans durante a filmagem de um vídeo ©Reprodução

A DKNY Jeans está investindo na sua presença digital, com o lançamento do seu Tumblr e da sua conta no Instagram, que conta com contribuições especiais de pessoas influentes do cenário nova iorquino como o jornalista de moda e música Alex Catarinella e a fotógrafa Angela Pham. Ambas as plataformas serão atualizadas regularmente e você pode acessá-las através do blog da marca.

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Um dos artigos de papelaria para noivas da Oscar de la Renta ©Reprodução

A Oscar de la Renta está investindo em artigos de papelaria para noivas, com designs inspirados nas rendas utilizadas nos seus vestidos e também em elementos da casa do estilista em Punta Cana. Os produtos foram criados em parceria com a Paperless Post e estão disponíveis na loja online da marca. O primeiro lançamento conta com 50 designs diferentes e um porta voz da grife afirmou que o próximo passo serão convites de criança e artigos pessoais.

Direitos humanos

15/05/2013

por | Moda

Soldado em Bangladesh ao lado dos destroços do edifício Rana Plaza, que desabou no dia 24 de abril ©Reprodução

Três semanas após o desabamento do edifício Rana Plaza, em Dacca, Bangladesh, onde 1.127 trabalhadores têxteis morreram soterrados, o governo local anunciou nesta terça-feira (14.05) que permitirá a formação de sindicatos do setor, mesmo sem o consentimento dos proprietários de fábricas. Outra nova medida já divulgada foi a assinatura de um acordo com redes varejistas, inclusive H&M, C&A e Zara, para que elas ajudem no financiamento de melhorias na segurança das confecções que utilizam no país.

A H&M foi a primeira a se comprometer com o acordo, que é previsto para durar, inicialmente, cinco anos e cobre dezenas de fábricas em Bangladesh. Logo, se uniram à varejista sueca a holandesa C&A, as britânicas Primark e Tesco e as espanholas Mango e Inditex, dona da Zara. Além do financiamento de reparos necessários à segurança, o plano, segundo a revista “Valor”, determina a criação de um órgão de fiscalização independente, que possa multar e até fechar fábricas em condições irregulares.

Também a Benetton, o Carrefour, a Marks & Spencer e o El Corte Inglés sinalizaram a intenção de aderir ao acordo, assim como a G-Star e a Stockmann. Bill Chandler, vice-presidente de assuntos coorporativos da Gap Inc., disse que a marca está a “seis frases” de se comprometer, revelando que há quem deseje a modificação de certas cláusulas do plano, que possui caráter vinculativo, ou seja, após assinado, torna-se obrigatório e submetido à arbitragem; segundo o “WWD”, as varejistas que o assinaram têm de 30 a 45 dias para se adequar a todas as exigências impostas.

As medidas, apesar de anunciadas há pouquíssimo tempo, já causaram bastante repercussão internacional, mas a holding PVH Corp., detentora das marcas Calvin Klein e Tommy Hilfiger, foi a única empresa americana a se comprometer com o acordo até agora. Já o Wal-Mart liberou na internet um comunicado em que diz que “a companhia não está em posição de assinar o acordo da IndustriALL [Global Union] agora” e que realizaria, nos próximos seis meses, uma inspeção nas 279 fábricas que usa em Bangladesh. As entidades responsáveis pelo plano, entre elas várias não governamentais, instituíram a meia-noite desta quarta-feira (15.04) como prazo final para assiná-lo.

Destroços do edifício Rana Plaza,  que desabou no dia 24 de abril em Bangladesh ©Reprodução

Bangladesh possui cerca de cinco mil fábricas têxteis e é o terceiro maior exportador de itens ligados ao vestuário, atrás apenas da China e da Itália (59% das exportações do país vão para a União Europeia, enquanto 26% dirigem-se aos Estados Unidos). Lá, no entanto, não se paga tão bem quanto se produz: o salário mínimo dos trabalhadores no setor é de (míseros) US$ 38,55 (R$ 77,77). Espera-se o aumento desse valor em breve, já que autoridades locais garantiram a criação de um conselho para tal fim. “É como se as mortes não tivessem sido absolutamente em vão. É um jeito triste de fazer as coisas mudarem, e vem com um custo muito alto, mas, ao menos, estamos vendo o governo reagir”, falou ao “WWD” Mohammed Altaf, trabalhador do distrito de Savar, no subúrbio de Dacca.

Rita Ora

28/03/2013

por | Moda

Rita Ora durante a coletiva de imprensa que aconteceu nesta quarta-feira (27.03), em São Paulo ©Ricardo Toscani/FFW

Na noite desta quarta-feira (27.03), a C&A recebeu a imprensa no Hotel Emiliano, em São Paulo, para apresentar oficialmente Rita Ora como porta-voz de sua próxima campanha de Dias dos Namorados. Vestida por completo com peças da varejista, a cantora respondeu às perguntas dos jornalistas sobre o lançamento de seu próximo álbum, sua relação com a moda (e com Cara Delevingne) e a alegria de vir pela primeira vez ao Brasil.

Ao comentar sobre o convite para estrelar a campanha de Dia dos Namorados, ação que faz parte do projeto C&A Pop Fashion, Rita se disse surpresa e que viu aí a oportunidade para conhecer o país. Ela comentou que sempre teve na cabeça a ideia do Brasil como um local muito bonito, em especial o Rio de Janeiro, e de seus habitantes como pessoas atraentes e descontraídas, inclusive no modo de se vestir. Muito bem humorada, até brincou com uma das jornalistas, chamada Maria, cantando “Maria, Maria”, do multi-instrumentista Carlos Santana.

Rita Ora durante após a coletiva de imprensa que aconteceu nesta quarta-feira (27.03), em São Paulo ©Luciana Prezia/Divulgação

“Para mim, a moda sempre foi como minha amante, e a música é o meu marido”, brincou Rita, em um dos momentos mais irreverentes da coletiva, ao falar sobre seu estilo, o qual considera meio “tomboy”. “Sempre tento não pensar muito [...], e é isso que torna a moda tão cool”, adicionou. Ela comentou ainda sobre sua participação no filme “Velozes & Furiosos 6”, da qual se disse muito orgulhosa, mas que “escrever uma trilha sonora” era seu maior desejo. Até sobre a legalização do casamento gay, da qual é totalmente favorável, ela foi questionada, assim como o foi sobre sua amizade com Cara Delevingne: “Ela é como minha irmã”.

Por fim, Rita disse ter se identificado bastante com a coleção de Dia dos Namorados da C&A, que havia sido fotografada na mesma tarde, e que pretendia em breve voltar ao Brasil (de preferência durante a turnê de seu novo álbum, que ainda está sendo escrito).

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