Christopher Bailey, da Burberry, é um dos 20 homens mais influentes do Reino Unido

29/11/2011

por | Gente

Christopher Bailey é um dos homens mais influentes do Reino Unido, segundo a “GQ” ©Reprodução

A “GQ” divulgou os 20 primeiros colocados da sua lista de “100 Homens Mais Influentes do Reino Unido”, e Christopher Bailey, diretor criativo da Burberry, fez sua estreia no ranking na posição número 20. A revista credita Bailey por ter ajudado a companhia a ter um lucro de 40% no ano passado “apesar de ser uma das grifes mais falsificadas do mundo”, e por ele estar “diretamente envolvido com cada design da Burberry; ele até desenhou o novo QG da Burberry no Horseferry Road em Londres”.

A lista completa dos “100 Homens Mais Influentes do Reino Unido” só será publicada na edição de Janeiro/2012 da “GQ”, mas a “Vogue” UK divulgou que além de Bailey no número 20 e Philip Green (CEO da Topshop) no número seis, outros nomes da moda destacados pela “GQ” incluem Harold Tillman (presidente do British Fashion Council) no número 52 e Nicola Formichetti (diretor criativo da Mugler) fazendo sua estreia na lista no número 68.

Veja o top 20 da “GQ” no site da revista.

Conheça o estilo de Felicity Jones, novo rosto da Dolce & Gabbana

29/11/2011

por | Beleza, Gente

Felicity Jones ©Reprodução/Lexie Moreland

Guarde bem esse nome: Felicity Jones. Aos 28 anos, a britânica é uma veterana das artes cênicas – ela começou a atuar aos 11 –, mas só agora começou a ganhar destaque por seu trabalho (seu filme mais recente, “Like Crazy”, ganhou o prêmio especial do júri no Sundance Film Festival 2011), por seu estilo (ela foi escolhida a dedo pelo estilista Christopher Bailey para aparecer na campanha Inverno 2011 da Burberry) e, finalmente, por sua beleza: ela acaba de ser anunciada como nova porta-voz da linha de maquiagem The Make Up, da Dolce & Gabbana.

No comunicado oficial divulgado pela grife, os estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana afirmaram que “representando uma mistura inebriante de sensualidade, confiança e beleza, Felicity Jones oferece um senso de divina contradição. Com uma beleza clássica mas com atitude moderna, seu olhar audacioso é impossível de ignorar”. Já Christopher Bailey, justificando a escolha da atriz para a campanha da Burberry, disse que “obviamente ela é muito bonita, mas ela é incrivelmente inteligente e atenciosa e sabe como combinar as roupas de um jeito que parece fácil”.

+ Veja a atriz em ação no trailer do filme “Like Crazy”, ainda sem data de estreia no Brasil:

Não é por acaso que Felicity Jones tem chamado a atenção desses top estilistas; de acordo com uma reportagem publicada no início no mês no “New York Times”, a atriz cresceu “religiosamente lendo revistas de moda como a ‘The Face’”, e tem um forte senso de moda e estilo. “Escolhas de moda nunca são arbitrárias”, ela afirmou ao jornal, acrescentando: “Mesmo quando você diz que não se importa, isso é uma decisão. Há algo que você está tentando dizer”.

Um reflexo disso é a sua ativa participação na composição do guarda-roupa de suas personagens: “Eu sempre tenho um senso muito forte de como eu vejo a personagem assim que leio o roteiro, ela afirmou ao ‘NYT’”. Assim que as roupas parecem adequadas, ela disse, “então você pode apresentar o personagem da forma mais verdadeira possível”. Para o filme “Like Crazy”, por exemplo, que tinha um minguado orçamento total de US$ 250 mil e apenas US$ 600 destinados ao figurino da protagonista, a atriz chegou ao set de filmagens com uma fotografia recortada de um jornal, que mostrava uma jovem vestindo uma jaqueta verde e que seria usada como referência de estilo, além de uma mala recheada de possibilidades de figurino que ela havia reunido de seu próprio guarda-roupa e de lojas acessíveis como a Primark, Zara and Warehouse.

Definitivamente, é um nome a se prestar atenção. Confira na galeria alguns registros do estilo de Felicity Jones:

FFW Aposta: Larissa Dalmolin, promessa para o Inverno 2012

29/11/2011

por | Gente, Moda

Larissa Dalmolin, que acaba de chegar de Milão ©Divulgação

Ela é branca, branca, branca e tem os olhos verdes. Ninguém diz que seu pai é negro. Larissa Dalmolin, 19, puxou a mãe, que é ruiva. Do pai, herdou os cabelos bem crespos, que agora já receberam alisamento e descoloração para debutar no mundo da moda no Brasil. Ficamos curiosos e achamos que ela deve ficar linda com os cabelos naturais.

Larissa é de Curitiba e diz que já trabalhou bastante fora do Brasil, desfilando para Louis Vuitton, Chloé, Diane von Furstenberg e Michael Kors..

Recém-chegada de Milão, onde viveu nos últimos dois anos, ela agora se prepara para sua primeira temporada no Brasil. Sua agência já está levando Larissa para conhecer os principais produtores e stylists e a gente aposta que essa será uma boa estação para ela. Além de linda, ela é doce, sorridente e apaixonada pelo que faz. “Quero ser um ícone mundial. Já que é pra sonhar, vamos sonhar direito!”.

Conheça Larissa Dalmolin:

 Foto que fizemos de Larissa aqui na redação do site com efeitos do app Camera+

Escola: “Sempre estudei. Terminei o ensino médio para poder viajar e me dedicar à carreira. Eu era uma boa aluna no colégio. Tinha até conseguido uma bolsa de estudos para fazer faculdade de Direito. Mas agora quero apostar no meu trabalho como modelo”.

Família: “Meu pai trabalhava numa fábrica e minha mãe era enfermeira. Agora eles estão aposentados. Tenho quatro irmãos, todos altos, magrões e brancos (risos). Eu tenho 1.80 m e sou a mais baixa de todos! Meu pai ainda fica muito preocupado com minha carreira. Para ele assinar autorização de viagem para mim era complicado… Mas é coisa de pai mesmo. Agora minha mãe sempre me deu liberdade. ´É isso o que você quer? É o que vai te fazer feliz?´, ela perguntava. Ela sempre me apoiou. Agora os dois estão na maior torcida”.

Desejos e aspirações: “Quero ser um ícone mundial. Quero desfilar para a Victoria’s Secret, acho o auge na vida de uma modelo. E adoro a Gisele. É até meio clichê falar isso, mas ela é incrível mesmo. E também gosto muito da Agyness Deyn. Quando o Rafa (booker) me falou para eu cortar o cabelo, na hora lembrei dela e topei na hora”.

Trabalhos: “Meu primeiro desfile foi aos 14 anos para a Triton, com o produtor Rui Furtado. Foi no Cristal Fashion, em Curitiba. Depois desfilei para Micheal Kors, Louis Vuitton, DFV e Chloé. Foram experiências muito boas. Imagina, para uma menina de 17 anos que vai de Curitiba para um casting com o próprio Armani… Não tem como não se encantar”.

Música: “Gosto de tudo, de sertanejo a house na balada. Quando estou em Milão ouço sertanejo para lembrar do meu pai”.

Brasil: “Agora estou baseada em São Paulo. Já fiz casting para os desfiles do Alexandre Herchcovitch, Maria Bonita e Samuel Cirnansck. Gosto muito do Herchcovitch, da Triton, dos jeans da Colcci… Vamos ver no que vai dar!”.

Sarah Burton leva grande prêmio do British Fashion Awards

28/11/2011

por | Gente, Moda

Sarah Burton foi escolhida estilista do ano ©Reprodução

O British Fashion Awards ocorreu nesta segunda-feira (28.11) no Hotel Savoy, em Londres, e entregou a Sarah Burton, à frente da criação de Alexander McQueen, o título de designer do ano.

Quem ganhou o prêmio de melhor marca foi Victoria Beckham, à frente de sua grife homônima, derrotando grandes nomes como Tom Ford, Stella McCartney e Burberry.

O prêmio de melhor marca ficou com Victoria Beckham ©Reprodução

O prêmio de melhor modelo de 2011 foi Stella Tennant e quem melhor representou o estilo das inglesas, na opinião da organização do BFA, foi a ex-modelo e apresentadora de TV Alexa Chung.

Stella Tennant foi considerada a melhor modelo e Alexa Chung, o ícone de estilo britânico ©Reprodução

Confira a lista completa dos vencedores de 2011 do British Fashion Awards:

Designer do ano: Sarah Burton for Alexander McQueen
Marca: Victoria Beckham
Prêmio de novo nome estabelecido: Christopher Kane
Estilista de moda masculina: Kim Jones
Designer de acessório: Charlotte Olympia
Tapete vermelho: Stella McCartney
Talento emergente (prêt-a-porter): Mary Katrantzou
Talento emergente (moda masculina): Christopher Raeburn
Talento emergente (acessórios): Tabitha Simmons
Modelo: Stella Tennant
Realização extraordinária: Paul Smith
Prêmio Isabella Blow para criador de moda: Charlotte Gainsbury
Estilo britânico: Alexa Chung

Raphael Falci: o estilo do designer de joias mais pop do momento

23/11/2011

por | Gente

Amostras do trabalho do designer de joias Raphael Falci ©Reprodução/FFW

O designer de joias Raphael Falci conquistou uma clientela fiel desde o início da carreira, com sua primeira coleção lançada em 2006, mas é inegável que nos últimos meses suas criações têm aparecido com especial frequência nos looks (e nas listas de desejo) das mulheres mais cool do Brasil. Se ele considera que finalmente chegou “lá”? “Acho que isso é muito relativo; estou sempre buscando chegar “lá”, ainda tenho muita coisa para conquistar, muito desejo para criar”, afirmou Raphael em entrevista ao FFW.

Dono de um estilo que ele mesmo descreve como “urbano, apesar de eu ter nascido no Rio” (o designer mora em São Paulo há 11 anos), Raphael tem uma clientela diversificada que vai de Julia Petit a Costanza Pascolato. “Meu trabalho atrai desde a mulher clássica até a moderna, a romântica – eu atendo, ou tento atender, todas elas”, ele disse. Entre outras celebridades recentemente clicadas com peças by Raphael Falci? Ninguém menos do que Gisele Bündchen, usando um bracelete com banho de ouro e amazonitas; e Madonna, flagrada com o anel “Saturno” de ouro amarelo, safira azul e brilhantes brancos.

Peças do Verão 2012 Raphel Falci ©Divulgação

Curiosamente, apesar de sempre ter gostado de joias, Raphael só decidiu se lançar nesse mercado depois de ter estudado design de joias em Nova York; antes disso, ele já havia passado pelos cursos de administração, desenho industrial, marketing e arte e fotografia, além de ter trabalhado durante 10 anos na produtora do pai. Tão diversificadas quanto as suas experiências anteriores são as suas fontes de inspiração de design: “Não trabalho com tendências, e as coleções não têm muito tema; vem muito da pedra, vejo e me inspiro. Mas a inspiração pode vir de qualquer coisa. Outro dia estava andando na rua e vi uma janela de uma casa clássica, linda, e isso já foi inspiração para a criação de uma peça. Tiro inspiração de coisas que vejo na rua, da arquitetura, que eu adoro, de feiras de antiguidade, e então vem o pingente, o brinco, o colar”, ele explicou.

Apesar disso, alguns elementos podem ser destacados como característicos do trabalho do designer: a caveira, por exemplo, figura que sempre o intrigou, está presente em suas criações desde sua primeira coleção, lançada em 2006, até a coleção mais recente, de Verão 2012, atualmente à venda no site/e-commerce Raphael Falci, na loja da marca no Itaim, em São Paulo, e em mais de 40 de pontos de venda espalhados pelo Brasil. Os preços dos itens disponíveis no site variam bastante: há desde o par de brincos “Mini Skull” banhados em ouro amarelo por R$ 98, até o brinco “Luiza”, que sai por R$ 998 — uma boa faixa de preço para quem quer investir em uma peça de joia com design.

Raphael Falci
Rua Joaquim Floriano, 111 sala 04, Itaim
São Paulo – SP
(11) 3073-0388

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Julia Petit com pulseiras e anel Raphael Falci

Conheça a DJ que anda reinando na noite de Nova York

22/11/2011

por | Gente

Elle Dee tocando em Nova York ©Reprodução via Facebook

A DJ Elle Dee, 28, é uma das mais cobiçadas de Nova York. Tem noite fixa cinco vezes por semana nos lugares mais quentes da cidade. Normalmente, uma festa sua tem filas extensas e uma “door policy” bem chata. Mas basta você dizer seu nome, que soa como mágica para a hostess. Além de bem sucedida por sua habilidade e gosto musical, ela também tem uma fina estampa que ajuda a compor essa personagem de rainha da noite.

Elle Dee = Eli Dias. Uma curitibana que se mudou para São Paulo aos 18 anos para concluir a faculdade de jornalismo. Para se sustentar, trabalhava como hostess. Você já deve ter visto Eli na porta da São Paulo Fashion Week e de outros eventos e festas. Eli é irmã da Marina Dias, modelo que estourou nos anos 90 e hoje tem uma agência de casting e produção de moda (além de tocar com o projeto De Polainas).

Eli queria mais da vida além de embelezar portas de eventos. Seguiu o conselho da amiga Flavia Ceccato, dona do Hot Hot, e foi para Nova York aprender inglês e abrir a mente. Ela está lá há cinco anos e não tem data para voltar. Olha só a história dela:

A IRMÃ

“Eu e a Má temos seis anos de diferença. Seis anos que se tornaram praticamente inexistentes quando ela voltou de Paris e nos reunimos em São Paulo. Sempre tive muito orgulho da minha irmã, desde criança. Ela conquistou tudo sozinha e viajou o mundo. É uma mulher forte, decidida, incrível. O DNA Dias é bem bom, viu! Mas eu nunca quis ser modelo. Sempre quis estudar e estar envolvida com música. Comecei a tocar bateria com 12 anos. Estou na minha segunda banda aqui em NY e finalmente tenho tido mais tempo de trabalhar no estúdio. Estou tocando guitarra todos os dias também, é o meu novo hobby e que tento manter, mesmo com a correria atual”.

As irmãs Dias em foto do Sartorialist ©Reprodução

NO COMEÇO

“Quando cheguei fiquei em um dormitório na Manhattan School of Music, lá no Harlem. Foi uma experiência bem legal. Eu tinha uma vista incrível e ouvia a orquestra se chegasse bem pertinho da janela do meu quarto. Foi um mês, posso dizer, no mínimo, interessante. Muito tempo sozinha para pensar e aprender. A língua (você acha que fala inglês até que chega aqui), as ruas, os subways e finalmente, alguns amigos começam a aparecer”.

OCUPANDO O TEMPO E A MENTE

“Saí de lá e arrumei um apartamento no Brooklyn e comecei a trabalhar na loja Patricia Field’s na Bowery. Não era fácil trabalhar 8 horas por dia cinco vezes por semana ganhando praticamente nada, mas eu não estava reclamando não. Estava trabalhando. E melhor, conhecendo mil e uma pessoas, cruzando com o David Bowie na rua e fazendo todas as aventuras que a cidade pode oferecer. Fui em todos os museus, parques, me hospedei no Chelsea Hotel, falei com muita gente mesmo quando não entendia muito bem o que eles estavam dizendo. Me mantive ocupada ao máximo”.

 Eli Dias ©Reprodução via Facebook

A PRIMEIRA DISCOTECAGEM

“Eu já sabia tocar. Em São Paulo tive um projeto com minha irmã, o Dias De Fúria! Quem me ensinou a mixar foi o Mau Mau. Se eu não me engano era começo de 2002, naquele apartamento da avenida Paulista em um domingo qualquer. Muitas saudades de Sampa =/

No meu segundo mês em NY a artista e performer Sophia Lamar veio na loja e me convidou pra ir a uma festa. Lembro de estar no táxi cruzando a Williamsburg Bridge e a vista de Manhattan à noite foi uma das coisas mais lindas que já vi. Enfim… Essa noite eu conheci muitas pessoas importantes na minha vida aqui! Em um certo momento fiz um comentário, sincero, de como os DJs daqui eram ruins! Na frente da pessoa certa ou não, o dono do lugar falou: ‘Por que você não toca então? Semana que vêm?’. Ali foi minha primeira chance e não decepcionei! E foi assim que eu comecei uma residência às segundas-feiras no Motor City, que fica no Lower East Side”.

VIDA DE DJ

“Faz um ano que vivo só do meu trabalho como DJ. Toco cinco noites por semana, incluindo o Boom Boom Room, no Standard Hotel, que é a dream gig de todos os DJs aqui. Mais as festas e viagens sobra pouco tempo de folga. Já toquei em quase todos os lugares dessa ilha e abri pra várias bandas incluindo Iggy Pop, Black Keys, The Kills. Em Los Angeles, toquei nos shows de Courtney Love, Crystal Castles, Black Rebel Motorcycle Club e por aí vai… Toco também no Art Basel, em Miami, e de lá vou pra Los Angeles tocar no clube novo do Standard Hotel, Smoke & Mirrors. Obviamente mudo a música dependendo da festa, mas procuro sempre manter um estilo que me identifique. É a única maneira de se diferenciar por aqui. Concluindo, não posso reclamar, meu trabalho é pura diversão”.

TOP 10 

Liquid Liquid – Cavern
Keep Me In My Plane – Who Made Who
Dominatrrix Sleeps Tonight – Dominatrix
Fever (Adam Freeland Extended Mix) - Sarah Vaughan
Rush Rush – Debbie Harry
Howlin’ For You – The Black Keys
Spread Your Love - Black Rebel Motorcycle Club
Everything in its Right Place (Gigamesh Remix v2.0) – Radiohead
Something Good Can Work (The Twelves Remix) – Two Door Cinema Club
Joy Division – Disorder

 

Com projeto ambicioso, Scarlett Johansson se joga na carreira de diretora

22/11/2011

por | Gente

Scarlett Johansson fotografando com sua Leica M8 digital ©Reprodução

Seja com mudança de cabelo, estreia de filmes ou com fotos vazadas na internet, Scarlett Johansson sempre encontra uma maneira de ser destaque na mídia. Desta vez, a jovem atriz-modelo-cantora-fotógrafa, que completa 27 anos nesta terça (22.11), irá se lançar na carreira de diretora com um projeto nada modesto. O filme será uma adaptação de uma obra perdida de Truman Capote, ”Summer Crossing”, que é ambientada em uma Nova York pós-Segunda Guerra Mundial, que trará a história de uma garota de 18 anos que deseja se libertar da riqueza de sua família opressora para descobrir sua própria identidade e sexualidade. De acordo com o Variety.com, o projeto ainda não foi consolidado, portanto não há nenhuma informação sobre o elenco ou previsão de data de estreia.

Tendo trabalhado ao longo dos anos sob os olhos de mestres como Woody Allen, Christopher Nolan, Sofia Coppola, Cameron Crowe e os irmãos Coen, a atriz americana talvez tenha aprendido muito sobre a arte da direção. Apesar de ser seu possível primeiro longa-metragem, a atriz já tentou escrever e dirigir anteriormente. Em 2009, Scarlett foi chamada para filmar um segmento da coletânea “New York, I Love You”. No entanto, os produtores não gostaram muito de seu trecho na obra e o deixaram de fora. Sem remorsos, Scarlett lançou sua filmagem de maneira independente. O curta-metragem “These Vagabond Shoes” mostra Kevin Bacon passeando pela cidade de Nova York em busca de um cachorro-quente da Nathan’s Famous. Assista abaixo:

Ranking: saiba quem são as irmãs mais bem vestidas de 2011

16/11/2011

por | Gente, Moda

mk-aAs irmãs Olsen, que estão em alta na turma de Anna Wintour ©Reprodução

Chegou nesta terça-feira (15.11), às bancas americanas, a edição especial da “Vogue” que elege as mulheres mais bem vestidas de 2011.  A revista foi comemorada com uma grande festa que contou com a presença de grandes nomes da moda e do cinema hollywoodiano. Este ano, o foco da publicação foi em irmãs cheias de estilo. Quem ganhou o título das mais estilosas (além da capa do caderno) foi a dupla Olsen, as gêmeas, que ficaram famosas ainda bebês fazendo filmes e seriados e ganharam o mundo da moda com sua marca The Row.

1aO quarteto herdeiro da Clarins; as lindas adolescentes Dakota e Elle Fanning ©Reprodução

Em segundo lugar, as irmãs Dakota e Elle Fanning mostram que não precisa ter muita idade para dar aulas de estilo. A terceira colocação ficou com um time grande: Claire, Virginie, Jenna e Prisca Courtin-Clarins. As herdeiras da gigante de cosméticos Clarins, que estão sempre em lista das mais bem vestidas, marcam presença também (Claire e Virginie são filhas de Christian Courtin-Clarins, presidente da empresa, e Jenna e Prisca são gêmeas e filhas de Olivier Courtin-Clarins, diretor da companhia).

2aRuby e Lily Aldridge; Poppy e Cara Delevigne; Bianca e Coco Brandolini ©Reprodução

Em seguida, aparecem as irmãs-modelos Ruby e Lily Aldridge, seguidas por Poppy e Cara Delevingne e pelas socialites italianas Bianca e Coco Brandolini, essas com sangue brasileiro. Bianca está na campanha de aniversário de 45 anos do Iguatemi, fotografada pro Annie Leibovitz.

3aBeyoncé e Solange; Charlotte e Lou Doillon ©Reprodução

As irmãs Beyoncé e Solange Knowles também emplacaram a lista, em sétima colocação, seguidas pela atriz Charlotte Gainsbourg e sua meia-irmã Lou Doillon.

4aPippa e Catherine Middleton; Rooney e Kate ©Reprodução

E claro que não poderia faltar a dupla real formada por Kate e Pippa Middleton, que conseguiram apenas o nono lugar na colocação da “Vogue”. E por fim, a atriz Rooney Mara e sua irmã Kate encerram a lista das irmãs mais bem vestidas.

Além da “batalha de irmãs”, essa edição especial das mais estilosas traz outros nomes que já têm atraído olhares, como Emma Stone, Florence Welch, Julia Sarr-Jamois (editora da “Wonderland”) e Hailee Steinfeld, confirmando que as estrelas adolescentes são mesmo a bola da vez.

Veja em nossa galeria os looks de quem foi prestigiar o lançamento da revista:

Tamara Mellon deixa direção da Jimmy Choo para abrir uma marca própria

16/11/2011

por | Gente

tamara

Depois de anunciar sua saída da Jimmy Choo no último domingo (13.11), Tamara Mellon revelou que pretende lançar sua própria marca. De acordo com o “WWD”, a ideia é que a grife represente seu estilo, nos moldes de nomes conhecidos como Tom Ford e Tory Burch.

Ainda de acordo com o “WWD”, fontes da indústria da moda disseram que não acharam o pedido de demissão de Tamara surpreendente. Segundo o site, as fontes afirmaram que as ambições de Tamara sempre foram maiores do que a Jimmy Choo.

Mellon deve deixar seu cargo no fim deste mês. Desde maio, quando o grupo de luxo Labelux comprou a Jimmy Choo, Tamara e os outros dirigentes da grife tornaram-se empregados assalariados e sua fortuna atual está avaliada em 240 milhões de dólares. Não se sabe se ela não gostou do jeito que a coisa ficou após a venda da grife ou se os novos donos têm outros planos que não envolvem a participação de Tamara. Após sua saída, Sandra Choi e Simon Holloway assumem a direção criativa da Jimmy Choo.

Tamara é conhecida como uma excelente mulher de negócios. Fundou a marca em um pequeno ateiler no bairro de Hackney, na periferia de Londres, e o transformou em um big business de mais de US$ 1 bi, além de fazer com que a marca se tornasse sinônimo da palavra luxo. Sua vida pessoal também não fica de fora dos tabloides: ela passou por algumas tempestades, como uma temporada no rehab e um divórcio digno de cinema.

As novidades sobre sua saída da JC são consideradas por alguns o motivo do cancelamento de sua participação no Hot Luxury, seminário comandado por Suzy Menkes que movimentou São Paulo na semana passada. Ela esteve na cidade com uma comitiva de empreendedores britânicos e compareceu aos dois jantares em sua homenagem, na casa do casal Sergio e Ana Magalhães, e na de Richard Turner, Cônsul Geral Adjunto da Grã-Bretanha.

Para uma mulher ambiciosa como ela, o céu é o limite. Muita gente já a chama de “a nova” Tom Ford. Vamos aguardar.

Arte: conheça o fotógrafo que inspira Sofia Coppola e Ryan McGinley

16/11/2011

por | Gente

Mark_BorthwickO fotógrafo Mark Borthwick em sua casa, no Brooklyn ©Reprodução

Vídeo experimental, fotografia e música. O britânico Mark Borthwick trabalha transitando entre essas áreas, mas ganhou reconhecimento principalmente por sua fotografia considerada de vanguarda (e que inspira trabalhos de Sofia Coppola e Ryan McGinley, que são adeptos do estilo minimalista e naturalista de Mark).

O fotógrafo brasileiro Marcelo Gomes passou uma longa temporada trabalhando com Mark, em campanhas, revistas ou shootings mais autorais. A relação que Borthwick tem com a moda também beira sua vida pessoal: sua esposa, a chilena Maria Cornejo, é estilista e tem uma loja chamada Zero, em NY. Claro que a campanha, com Stella Tennant, foi fotografada pelo marido.

mark_borthwick 2©Mark Borthwick

Vale dar uma olhada no livro “Not in Fashion”, que traz uma espécie de resumo de sua carreira, com retratos pessoais, como imagens de sua filha rolando na grama, ao lado dos retratos de moda, como alguns feitos para as marcas Maison Martin Margiela e Hussein Chalayan.

Uma de suas principais características é a naturalidade, tanto na luz quanto na atitude do fotografado, muitas vezes registrados nus. O jogo de saturação de cor  é outra assinatura do fotógrafo. Mergulhe um pouco mais no trabalho de Mark Borthwick na galeria abaixo:

Fotografia: Hedi Slimane ganha mostra com novas obras

15/11/2011

por | Gente

abre-hedi-slimaneChristopher Owens, da banda Girls ©Hedi Slimane

Poucas pessoas conseguem transitar com naturalidade entre uma profissão e outra — quanto mais ter equivalente sucesso em ambas as atividades. Hedi Slimane é um desses raros e abençoados indivíduos: desde que deixou seu posto de diretor artístico da Dior Homme em 2007, no topo da carreira, ele se reinventou como fotógrafo e tem ganhado espaço e reconhecimento pelo seu trabalho. Exemplo disso é “California Song”, a primeira exposição solo de Slimane na costa oeste dos Estados Unidos, que fica em cartaz no Museum of Contemporary Art (MOCA), em Los Angeles, até o dia 22 de janeiro de 2012.

“É quase como uma utopia”, ele afirmou sobre a mostra em entrevista ao “New York Times”, acrescentando: “Eu descobri Los Angeles no fim dos anos 1990. A cidade não estava em sua melhor forma na época, mas eu me apaixonei por ela logo de cara. Há algo quase que assombrado sobre ela, uma mitologia vibrante que eu acho bastante inspiradora”.

A exposição é dividida em duas partes: uma instalação e uma série de fotografias preto-e-branco serão apresentadas no térreo, enquanto que uma instalação de fotografias em movimento especialmente produzida para o MOCA, com multi-projeções e formato arquitetônico, será exibida no segundo andar. Entre as imagens mais poderosas estão os retratos de artistas, especialmente músicos. Ainda em entrevista ao “NYT”, Slimane afirmou que na hora de escolher pessoas para fotografar, ele se sente atraído por “um tipo de honestidade criativa, uma autenticidade, às vezes uma vulnerabilidade”, de pessoas que “geralmente não estão totalmente conscientes de seu talento, ou de sua graça”, ele explicou, acrescentando: “Elas ou são completamente inquietas, de uma maneira romântica, anti-heróica, ou, pelo contrário, são totalmente introvertidas – o que você pode chamar de um espaço ambíguo, ou, para mim, um espaço oblíquio”.

Ficou curioso? Veja uma prévia das fotografias de “California Song” na galeria abaixo:

“California Song” @ Museum of Contemporary Art - Pacific Design Center
Até 22 de janeiro de 2012
8687 Melrose Avenue, West Hollywood
Los Angeles, Califórnia

Anúncio de novo perfume de Marc Jacobs é proibido no Reino Unido

09/11/2011

por | Gente

Dakota Fanning em anúncio do perfume de Marc Jacobs ©Reprodução

Marc Jacobs descreveu seu novo perfume Oh, Lola! como “sensual” e disse que a versão mais recente do sucesso Lola é “mais uma Lolita que uma Lola”. Mas a sensualidade em questão gerou problema para o estilista. A campanha para promover a fragrância foi considerada inadequada por alguns e foi proibida de ser veiculada no Reino Unido.

A ASA, autoridade que controla propagandas no Reino Unido, recebeu várias reclamações por causa da imagem da atriz de 17 anos Dakota Fanning posando com um frasco enorme do perfume entre suas pernas. As reclamações alegaram que a atriz estava sendo retratada de forma irresponsável e sexualizada.

A ASA julgou a pose provocativa e considerou que Dakota aparentava ser menor de 16 anos e que, além disso, o comprimento do vestido e a posição de sua perna e do perfume atraía a atenção para sua sexualidade. “Por causa disso, consideramos que o anúncio pode ser visto como uma criança sexualizada”.

A Coty, fabricante do Oh, Lola! disse que não acredita que o anúncio sugeriu uma sexualidade inapropriada, já que não mostrou nenhuma parte privada do corpo ou atividade sexual. Eles consideraram a imagem “provocante mas não indecente”.

E você, concorda com quem nessa história?

Diane von Furstenberg: “Minha missão é dar poder às mulheres”

09/11/2011

por | Gente

Diane von Furstenberg durante encontro na FAAP, em São Paulo ©Juliana Knobel

“Vou contar a minha história… porque é a única história que eu conheço”: foi assim, com graça e bom humor, que Diane von Furstenberg começou e conduziu a sua palestra na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em São Paulo, onde falou sobre sua vida e carreira para uma plateia lotada de alunos da faculdade e convidados. No primeiro de seus muitos compromissos na cidade – ela também é uma das convidadas do seminário “Hot Luxury” –, a estilista cativou os presentes com sua energia e autenticidade: ao fim da palestra, ela foi cercada por dezenas de fãs que queriam tirar uma foto ao seu lado.

Em mais de uma hora de palestra, foram muitas as histórias curiosas e as frases de efeito compartilhadas por Diane von Furstenberg; confira abaixo alguns dos destaques:

Sobre seu casamento com o príncipe Egon of Fürstenberg, em 1969, e o desejo por independência: “Os contos de fadas sempre terminam com a garota casando com o príncipe; esse é sempre o final da história. Mas para mim, esse foi o começo do conto de fadas” (seguido por um “awww” da plateia). Ela contou então como se viu grávida e noiva do “maior partidão da Itália”, apesar de ser a favor da independência feminina: “Eu não sabia o que queria fazer, mas sabia o que queria ser: queria ser uma mulher independente, que não dependia do pai ou do marido. (…) Então pedi para [Angelo] Ferretti (seu amigo e dono de uma fábrica de tecidos na Itália) para pegar algumas amostras para fazer vestidos e levar para a America” – para onde ela foi de barco, não de avião, “porque queria pensar no meu futuro”.

Sobre o começo da carreira nos Estados Unidos: “Uma vez lá, uma das primeiras coisas que fiz foi conhecer Diana Vreeland [então editora da “Vogue”] (…) e a primeira coisa que ela fez quando entrou na sala foi colocar a mão no meu queixo e dizer: ‘Queixo para cima! Para cima!’”. A estilista contou que a poderosa editora gostou dos vestidos que ela havia apresentado e disse que a ajudaria. Mostrando no slideshow uma imagem da página da “Vogue” que divulgou suas peças pela primeira vez, Diane fez piada: “Ela [Diana Vreeland] colocou os vestidos na revista, e como vocês podem ver pelos preços, faz muito, muito tempo”.

O slideshow com imagem da página da “Vogue” que divulgou suas peças pela primeira vez ©Juliana Knobel

Sobre suas desventuras no início da carreira: a estilista explicou que todas as peças de roupa precisam ter etiquetas que indicam a composição do tecido – no caso dos Estados Unidos, elas precisam estar em inglês, claro. Mas certa vez, as encomendas vieram da Itália com as etiquetas escritas em italiano, e ela contou como, grávida de oito meses, ficou no galpão do aeroporto tendo que riscar todas as etiquetas em italiano e reecrevê-las em inglês. “Na hora você chora, mas olhando pra trás, você vê que era maravilhoso”, ela ponderou.

Sobre o seu icônico wrap dress, criado em 1973: “O wrap dress é muito simples, não é como se eu tivesse inventado a lua (…). Mas ninguém nunca o tinha feito em jersey, e ninguém o tinha feito com estampas. Com o jersey, o corpo fica esculpido, e com a estampa, a mulher se sente felina. Elas gostam de se sentir felinas – e os homens amam quando as mulheres se sentem felinas”.

Sobre sua história de doce vingança: durante a palestra, Diane von Furstenberg compartilhou uma de suas histórias preferidas, que aconteceu em 1976, quando ela foi capa do “Wall Street Journal”. Em um vôo matinal para Pittsburgh em que ela era a única mulher, ela segurava uma cópia do “Wall Street Journal” quando um homem se sentou ao seu lado “daquele jeito que os homens fazem quando querem puxar assunto com uma mulher; ficou me olhando, olhando minhas pernas”. Ele então perguntou: “Por que uma garota bonita como você está lendo o WSJ?”. Diane contou para a plateia: “Eu pensei: ‘Imbecil’. Claro que eu poderia ter falado: ‘Eu estou na capa do jornal, idiota’. Mas eu conversei com ele normalmente e não mencionei pra ele que eu estava na capa. Mas, claro, sempre que eu dou palestras, eu conto essa história”.

Sobre sua filosofia: “Para mim, coerência é muito importante; quando você envelhece e olha para as coisas na sua vida, se elas refletem quem você é, então você teve uma vida bem-sucedida”.

O slideshow que mostra o 1° anúncio do wrap dress de Diane; e o cartão de Natal da família Obama que mostra a primeira-dama usando a versão atualizada do modelo do anúncio, com a mesma estampa ©Juliana Knobel

Sobre a possibilidade (ou não) de ainda serem criadas coisas totalmente novas e icônicas: “Não sabemos nem quando criamos algo assim. Quando fiz o wrap dress, eu não sabia que venderia milhões e que duraria tanto tempo. A Coca-Cola não sabia que duraria tanto tempo. Não dá para julgar isso no presente”.

Sobre as novas mídias: Diane von Furstenberg afirmou que vivemos uma revolução, e que não usar isso é “estúpido”. Ela contou que não se envolve muito com o Facebook na empresa porque ele é tocado pelo seu departamento de marketing, mas que ela ama twittar e que ama a ideia de “dizer algo, e isso estar no universo”. Ela completou: “Para mim, que sempre tive muita comunicação com as clientes, [o uso das novas mídias] é uma coisa muito natural”.

Sobre a melhor dica de estilo: “Minha melhor dica de moda é a minha melhor dica de vida. Seja a melhor ‘você’ possível; não tente ser algo que você não é. A melhor relação que você pode ter é com você mesma – não comprometa isso. Quanto mais você ser você mesma, mais atraente será. Além do mais, você não tem outra opção”.

Diane von Furstenberg mostra sua bolsa com compartimento especial para iPad ©Juliana Knobel

Sobre sua relação com a beleza e seu ‘envelhecer com dignidade’: “Eu sei que vou a lugares e as pessoas se perguntam: ‘Por que ela não faz alguma coisa?’. Mas eu vivi cada dia da minha vida de forma tão intensa, que não posso fingir que vivi um dia sequer a menos do que eu vivi”. Ela contou então de uma ocasião em que ganhou rosas lindas e que, com o passar dos dias, elas foram ficando manchadas, mas que ela achou que elas continuavam lindas. Então ela concluiu: “Eu prefiro ser uma rosa velha do que ser uma rosa de plástico”.

Sobre as cópias e a pirataria na moda: “As leis são feitas para intimidar as pessoas, mas o que precisamos fazer é valorizar o design. Acho que o mundo entendeu que se tudo o que fazemos é copiar, logo não haverá nada mais para copiar”.

Sobre o novo mercado da China: “As pessoas deveriam se preocupar menos com a China [referente à produção] porque os preços estão subindo, e o consumo lá está crescendo de tal forma que é melhor as empresas venderem lá mesmo do que exportar a produção”. Ela disse então que ama a China, e que fica “até ofendida quando dizem que a China só copia”. Ela afirmou novamente que as pessoas não deveriam se preocupar com a concorrência em termos de produção, e que o foco para os brasileiros deveria ser em vender o Brasil e o nosso joie de vivre: “Todo mundo quer comprar o Brasil”.

Sobre seus desejos para o futuro da sua marca DVF: “Eu espero ter um negócio que perdure depois de mim, tenho netas interessadas. E hoje em dia eu foco no DNA da marca, e quero que as lojas, os produtos, as campanhas, que tudo passe a mesma mensagem, a minha missão, que é “Seja a mulher que você quer ser”.

Lottie Moss: irmã adolescente de Kate faz sua estreia como modelo

09/11/2011

por | Gente

Lottie Moss estreia como modelo ©Andrea Carter-Bownman

Essa bela adolescente chamou a atenção quando surgiu como dama de honra no casamento de sua irmã mais velha, Kate Moss. Agora, Charlotte (que assumiu seu apelido Lottie) segue o mesmo caminho que Kate e debuta na moda com este ensaio fotográfico, seu primeiro, clicado pela fotógrafa Andrea Carter-Bownman.

Lottie é meia-irmã de Kate. Aos 13 anos, ela tem um rosto mais angelical e menos impactante do que o da irmã, mas exala o frescor que só uma adolescente tem.  Ainda não se sabe se essas fotografias serão publicadas em algum lugar, mas dá para imaginar que em breve seu rosto deve estar estampando muitas revistas por aí.

Lottie como dama de honra de Kate ©Reprodução

Lottie já mostrou que tem talento em frente às câmeras (veja na galeria abaixo). Kate estourou como modelo aos 15 anos, depois de fotografar um editorial clicado por Corinne Day para a revista “The Face”, em que mudou a estética sexy e exuberante que rolava na época (com as supers Cindy, Naomi, Elle & cia). Será que Lottie tem o mesmo potencial?

Tamara Mellon e comitiva britânica visitam empresas criativas no Brasil

08/11/2011

por | Gente

Tamara Mellon, da Jimmy Choo, integra comitiva britânica no Brasil ©Reprodução

O Lorde Jonathan Marland, presidente da Rede de Embaixadores de Negócios do Reino Unido, lidera uma seleção das empresas criativas do Reino Unido para o Brasil Design Week, evento que começou nesta segunda-feira (07.11) e se estende até sexta-feira (11.11).

A missão comercial promovida pelo UK Trade and Investment conta com três outros embaixadores de negócios: Sir John Sorrell, fundador do Festival de Design de Londres; Brent Hoberman, presidente executivo da Mydeco.com e da Made.com; e Tamara Mellon, fundadora e diretora de criação da marca de acessórios Jimmy Choo.

A comitiva já passou pelo Rio de Janeiro e hoje está em São Paulo. Ainda nesta terça (08.11), o grupo faz um tour pelo shopping Cidade Jardim, onde está a loja da Jimmy Choo. Na quarta, é a vez da comitiva participar de um seminário de design no Hotel Hilton e de uma recepção na residência do Cônsul Geral Adjunto Richard Turner.

Durante a visita ao Brasil, Lorde Marland deve ainda passar por Brasília, onde também irá se encontrar com representantes do governo brasileiro e executivos de empresas britânicas que estão tentando emplacar no Brasil.