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	<title>Notícias &#187; Gente</title>
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	<description>Portal Fashion Forward. Conteúdos exclusivos. Sites oficiais do SPFW e Fashion Rio. Moda. Comportamento. Cultura pop. Gente. Notícias diárias.</description>
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		<title>Temática da imagem feminina na mídia é discutida em documentário</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:27:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andreia Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[Jennifer Siebel Newsom em uma palestra sobre mídia e representatividade feminina ©Reprodução Há um ano, no Festival de Cinema de Sundance, um documentário sobre a forma como a mídia americana limitava a representatividade feminina criando uma geração de jovens mulheres definidas pela aparência, jovialidade e sensualidade, causava furor. O documentário em questão era &#8220;Miss Representation&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63932" title="Jennifer" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Jennifer.jpg" alt="" width="628" height="443" /><em>Jennifer Siebel Newsom em uma palestra sobre mídia e representatividade feminina</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Há um ano, no Festival de Cinema de Sundance, um documentário sobre a forma como a mídia americana limitava a representatividade feminina criando uma geração de jovens mulheres definidas pela aparência, jovialidade e sensualidade, causava furor. O documentário em questão era &#8220;Miss Representation&#8221;<em>, </em>da atriz, produtora e ativista Jennifer Siebel Newsom, e contava com a participação de várias mulheres poderosas, entre elas Condoleezza Rice e a atriz Jane Fonda, falando da falta de representatividade feminina na mídia e de como isso condiciona a ambição das meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ano depois, agora com o apoio do site <a href="http://www.missrepresentation.org/" target="_blank">missrepresentation.org</a> e com apresentações marcadas por todos os Estados Unidos, Jennifer, produtora do filme famosa pela participação em seriados como Mad Men e Numb3rs, tornou-se uma ativista na construção de uma mensagem feminina mais encorajadora na mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a ideia para o documentário, Jennifer conta em uma palestra para o evento <a href="http://www.youtube.com/watch?v=d77mMXahsME" target="_blank">TEDx</a>: quando ela e o seu marido, o atual governador da Califórnia, Gavin Newsom, tiveram a sua primeira filha, Montana, ela recebeu muitos elogios a sua aparência e muitas coisas rosa. Um ano e meio depois, quando nasceu o seu segundo filho, Hunter, ele recebeu menos elogios quanto a sua aparência, muitas coisas em azul, uma camiseta que tinha escrito “Futuro Presidente” e uma carta diretamente da Casa Branca falando: “O mundo está a sua frente, você pode ser aquilo que você quiser”. Comovida, Jennifer continua contando que ficou honrada com os presentes que Hunter tinha recebido, mas por outro lado pensou que nunca ninguém falou para a sua filha mais velha que ela tinha todas as oportunidades que ela quisesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, Jennifer teve uma visão: estas mensagens inconscientes que são ditas aos nossos filhos determinam o que eles acham que podem ou não ser no mundo. E Jennifer não quer que a sua filha cresça pensando que tem coisas que ela não pode ser. Com base em estatísticas consultadas, Jennifer percebeu que problemas como distúrbios alimentares e falta de confiança nas jovens de hoje em dia eram causados pela imagem errada que a mídia constrói das mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta influência da mídia na construção de modelos femininos é uma temática que vem sendo discutida em vários niveis. Recentemente, a <a href="http://ffw.com.br/noticias/moda/revistas-vogue-do-mundo-todo-promovem-iniciativa-pro-saude/" target="_blank">&#8220;Vogue&#8221; anunciou a criação do Health Initiative</a>, um instituto que pretende regulamentar as &#8220;Vogues&#8221; de todo o mundo quanto à promoção de um estilo de vida saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta visão, surgiu o documentário &#8220;Miss Representation&#8221;, apoiado pela magnata da mídia, Oprah Winfrey, que o transmitiu em seu site, e que tem como objetivo exigir por parte da mídia uma cultura que represente as mulheres e que as valorize.</p>
<p>O trailer abaixo mostra um pouco do filme de 90 minutos:</p>
<p><object width="628" height="349" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6gkIiV6konY?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="628" height="349" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/6gkIiV6konY?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">Este ano, também no Festival de Sundance e dentro da mesma temática feminina, Jennifer participou como produtora executiva do documentário vencedor do <em>Audience Award</em> (prêmio atribuído pelo público), <a href="http://invisiblewarmovie.com/#!prettyPhoto" target="_blank">“Invisible War”</a> (Guerra Invisível), que relata a história de mulheres que sofreram abusos sexuais no exército americano, e o seu esforço para serem ouvidas e para que os infratores sejam punidos de forma justa.</p>
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		<title>O estilo, a carreira e os muitos talentos de Tilda Swinton</title>
		<link>http://ffw.com.br/noticias/gente/o-estilo-a-carreira-e-os-muitos-talentos-de-tilda-swinton/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 21:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andreia Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[Tilda Swinton]]></category>

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		<description><![CDATA[Tilda Swinton em dois tapetes vermelhos: de Jil Sander no Globo de Ouro 2011 e de YSL no Critic&#8217;s Choice Awards 2012 ©Reprodução Tilda Swinton, atriz, artista plástica e eventual modelo, tem se tornado cada vez mais musa da moda. Em cada entrada nos tapetes vermelhos de eventos que premiam o seu trabalho como atriz, ela surpreende pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Tilda-Premios-2" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Tilda-Premios-21.jpg" alt="" width="628" height="467" /><em>Tilda Swinton em dois tapetes vermelhos: de Jil Sander no Globo de Ouro 2011 e de YSL no Critic&#8217;s Choice Awards </em><em>2012 </em>©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Tilda Swinton, atriz, artista plástica e eventual modelo, tem se tornado cada vez mais musa da moda. Em cada entrada nos tapetes vermelhos de eventos que premiam o seu trabalho como atriz, ela surpreende pelo seu estilo simples e elegante e pela sua postura sem exageros. De Haider Ackermann, como a vimos no Globo de Ouro deste ano, a Lanvin nos SAG Awards, as suas escolhas sempre realçam a sua beleza natural, a sua tez perfeita e os seus olhos claros reveladores.</p>
<p style="text-align: justify;">A referência de moda em que Tilda Swinton se transformou não é algo de agora. Já em 2003, os estilistas da Viktor &amp; Rolf se inspiraram nela para criar uma apresentação de “sósias Swinton”. O desfile, “One Woman Show” (“Show de uma mulher só”) mostrava todas as modelos como cópias de Tilda enquanto a mesma lia um poema de sua autoria que dizia: &#8220;There is only one you. Only one&#8221; (“Só tem uma de você. Só uma”). E, até hoje, o destaque de Tilda nesse universo continua forte: ela foi o rosto da campanha de Inverno 2011 da marca Pringle of Scotland, e volta e meia aparece em capas de revista e editoriais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63749" title="Tilda-Moda" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Tilda-Moda.jpg" alt="" width="628" height="467" /><em>Tilda Swinton no desfile da Viktor &amp; Rolf em 2003 e na campanha da Pringle of Scotland de 2011</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63857" title="tilda-swinton" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/tilda-swinton.jpg" alt="" width="628" height="467" /><em>Capa e editorial da revista &#8220;W&#8221; em 2011</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a sua reputação vai muito além de musa da moda; ela é uma atriz versátil e de renome e uma figura bastante respeitada no meio artístico, não só devido a sua carreira rica em diferentes referências culturais e artísticas, como também devido a sua formação política e social.</p>
<p style="text-align: justify;">Katherine Matilda Swinton, ou Tilda Swinton, como a conhecemos hoje, nasceu em Londres em novembro de 1960, no seio de uma família privilegiada.  Ela é filha de mãe australiana, e o seu pai é o Major-General escocês Sir John Swinton de Kimmerghame, de uma família anglo-escocesa tradicional, cujas raízes remontam até o século IX. Enquanto criança, frequentou a escola West Heath Girls&#8217; School, na mesma classe que Diana, princesa de Gales, e em 1983, graduou-se em Ciências Sociais e Politicas pela Universidade de Cambridge.</p>
<p style="text-align: justify;">No início dos anos 80, Swinton trabalhava com teatro em Edimburgo, embarcando em uma carreira de cinema logo em seguida. Participou de vários filmes de Derek Jarman, como “War Requiem”, uma espécie de poema visual sem diálogo, e “Edward II”, que em 1991 lhe rendeu o prêmio de melhor atriz nos Vulpi Cup Awards, no Festival de Cinema de Veneza.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63834" title="Tilda-Filmes" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Tilda-Filmes.jpg" alt="" width="628" height="467" /><em>A versatilidade de Tilda Swinton: no filme &#8220;Orlando&#8221; e em &#8216;&#8221;As Crônicas de Nárnia&#8221;</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o seu papel mais notável dessa época vem do filme “Orlando &#8211; A Mulher Imortal”, uma adaptação cinematográfica do romance de Virginia Woolf, no qual o seu personagem, pertencente à nobreza, vive por 400 anos, mudando de sexo de homem para mulher.  O filme de 1992, no qual Tilda ajudou financeira e criativamente a diretora Sally Potter, continua até os dias de hoje com uma devota legião de fãs.</p>
<p style="text-align: justify;">A atriz foi nomeada para o seu primeiro Globo de Ouro de Melhor Atriz em 2001, para o filme “Até o Fim”, que já tinha impactado a crítica no Festival de Sundance e de Cannes; e em 2008, ela ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para o filme “Conduta de Risco”, contracenando com George Clooney e Tom Wilkinson, e que lhe rendeu também um prêmio BAFTA na mesma categoria.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63836" title="Queime-depois-de-ler" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Queime-depois-de-ler.jpg" alt="" width="628" height="411" /><em>Com George Clooney em &#8220;Queime Depois de Ler&#8221;</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Embora o seu papel mais marcante nos sucessos de Hollywood tenha sido o de Bruxa Branca no filme “As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”, Tilda apareceu também como atriz coadjuvante em filmes como “A Praia”, com Leonardo DiCaprio, “Vanilla Sky”, com Tom Cruise, e em “Constantine”, como o anjo Gabriel, contracenando com Keanu Reeves. Em 2008, voltou a trabalhar com George Clooney no filme “Queime Depois de Ler”, dos irmãos Coen.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2009, a atriz aprendeu a falar russo e italiano para o filme de Luca Guadagnino “Um sonho de amor”, indicado ao <a href="http://ffw.com.br/noticias/cultura-pop/oscar-de-melhor-figurino-analise-os-indicados-e-faca-apostas/" target="_blank">Oscar 2011 de Melhor Figurino</a>, pelos vestidos minimalistas usados por Swinton de belos cortes e cores vivas, todos de Raf Simons para Jil Sander com a curadoria da italiana Antonella Cannarozzi.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63822" title="Io-Sono-l-Amore-Photograph-XL" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Io-Sono-l-Amore-Photograph-XL.jpg" alt="" width="628" height="419" /><em>Tilda Swinton no filme &#8220;Sonho de Amor&#8221; em um dos figurinos de Raf Simons para Jil Sander</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu mais recente trabalho, “Precisamos falar sobre Kevin”, Swinton interpreta o papel extremamente humano e controverso de Eva Khatchadourian, a mãe de um adolescente problemático tentando resolver um conflito interno bastante intenso, que lhe valeu a nomeação para o Globo de Ouro 2012 de Melhor Atriz.</p>
<p style="text-align: justify;">O trailer abaixo, para quem ainda não viu, mostra um pouco do seu personagem:</p>
<p><object width="628" height="456" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZLRgAe2jLaw?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="628" height="456" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/ZLRgAe2jLaw?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p style="text-align: justify;">Mas a sua paixão por arte não se limita aos filmes e ao teatro. Em 1995, Tilda Swinton foi aclamada pelo mundo artístico ao apresentar na Serpentine Gallery, em Londres, uma instalação performática em que a própria se apresentava ao público, dormindo ou acordada, fechada em um quadrado de vidro, durante uma semana. A performance, intitulada “The Maybe” (“O Talvez”) acabou por ser repetida em Roma, no Museu Barracco.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63742" title="Tilda-installation" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Tilda-installation.jpg" alt="" width="628" height="422" /><em>Instalação de Tilda Swinton na Serpentine Gallery em Londres</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua carreira recheada de sucessos, Tilda Swinton tem ainda tempo para se dedicar à fundação que tem em conjunto com o diretor Mark Cousins, a <a href="http://eightandahalf.org/" target="_blank">8 ½ Foundation</a>, que celebra o aniversário de oito anos e meio de crianças escocesas com eventos cinematográficos. A ideia surgiu em 2005 quando Tilda fez um discurso em São Francisco sobre o estado do cinema no mundo. O discurso, que inspirou Mark Cousins, estava no formato de uma carta ao seu filho de oito anos e meio.</p>
<p style="text-align: justify;">Preferindo sempre arte à fama, Tilda é uma personagem discreta do tapete vermelho e do mundo do cinema em geral, provando sempre que menos é mais. Menos maquiagem, menos vestidos “<em>show off</em>” e menos brilhos resultam sempre na elegância a que Tilda Swinton nos habituou.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63832" title="Tilda-Premios-3-Lanvin" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Tilda-Premios-3-Lanvin.jpg" alt="" width="628" height="467" /><em>Tilda Swinton em dois looks Lanvin: no Oscar 2009 e nos SAG Awards 2012</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63753" title="Tilda-Premios" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Tilda-Premios.jpg" alt="" width="628" height="467" /><em>Tilda Swinton na cerimônia dos Oscars 2008 de Lanvin e no Globo de Ouro 2012 de Haider Ackermann</em> ©Reprodução</p>
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		<title>Estilista Jonathan Saunders vence prêmio do British Fashion Council</title>
		<link>http://ffw.com.br/noticias/moda/conheca-o-trabalho-de-jonathan-saunders-vencedor-de-premio-do-british-fashion-council/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 21:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Valois</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Designer Fashion Fund]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Saunders]]></category>

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		<description><![CDATA[Jonathan Saunders ©Reprodução Há três anos, o British Fashion Council e a revista “Vogue” se uniram para criar o “Designer Fashion Fund”, premiação que visa ajudar jovens talentos residentes em Londres. O vencedor da edição deste ano, anunciado na última quarta-feira (01.02), foi o estilista escocês Jonathan Saunders, que foi laureado com a quantia de £ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63659" title="jonathan_saundersx" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/jonathan_saundersx.jpg" alt="" width="628" height="440" /><em>Jonathan Saunders</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Há três anos, o British Fashion Council e a revista “Vogue” se uniram para criar o “Designer Fashion Fund”, premiação que visa ajudar jovens talentos residentes em Londres. O vencedor da edição deste ano, anunciado na última quarta-feira (01.02), foi o estilista escocês Jonathan Saunders, que foi laureado com a quantia de £ 200 mil (aproximadamente R$ 545 mil) e um plano de 12 meses de consultoria financeira desenvolvido especificamente para que sua marca converta-se em um negócio de moda global.</p>
<p style="text-align: justify;">Jonathan Saunders, que concorria ao “Designer Fashion Fund” com nomes expoentes como Marios Schwab, Mary Katrantzou, Meadham Kirchhoff, Nicholas Kirkwood, Peter Pilotto, Richard Nicoll, Roksanda Ilincic e Zoe Jordan, nasceu em 1977 na Escócia em uma família extremamente religiosa. Contrariamente à vontade de seus pais, que planejam para o jovem Jonathan um futuro ligado à carpintaria e desaprovavam materialismos e frivolidades, ele optou por se graduar em Estamparia na Glasglow School of Art, em 1999. Logo depois, o estilista se mudou para Londres, onde concluiu em 2002 um mestrado (também em Estamparia) na famosa Central Saint Martins. Pouco mais de um ano e meio depois, no Outono/Inverno 2003/2004, Jonathan Saunders debutou nas passarelas da London Fashion Week com uma coleção que foi elogiada por veículos importantes como o Style.com e a “Vogue” britânica, que em janeiro de 2004 trouxe na capa Natalia Vodianova em um vestido bicolor do designer.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63643" title="VogueUK-January2004" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/VogueUK-January2004.jpg" alt="" width="628" height="789" /><em>Capa da &#8220;Vogue&#8221; britânica de janeiro de 2004</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">O “Designer Fashion Fund”, no entanto, não foi o único prêmio na carreira já vitoriosa de Jonathan Saunders: em 2002, o escocês ganhou o “Lancôme Fashion Awards” por sua habilidade com as cores e, em 2006, ganhou o “Fashion Enterprise Awards” do British Fashion Council. Em 2009, foi eleito o “Designer do ano” pela Elle e, no ano seguinte, pelo “Scottish Fashion Awards”. Além dos títulos, Jonathan Saunders conquistou mulheres como Michelle Obama, Sienna Miller, Thandie Newton e a própria diretora da &#8220;Vogue&#8221; britânica, Alexandra Shulman, que se disse encantada com a vitória do escocês no &#8220;DFF&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63658" title="Jonathan-Saunders-SS2012" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Jonathan-Saunders-SS2012.jpg" alt="" width="628" height="399" /><span style="text-align: center;"><em>Jonathan Saunders Primavera/Verão 2012</em> ©Reprodução</span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63648" title="Jonathan-Saunders-AW11" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Jonathan-Saunders-AW11.jpg" alt="" width="628" height="399" /><em>Jonathan Saunders Outono</em>/Inverno 2011 ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Após nove coleções apresentadas em Londres, Saunders desfilou por três temporadas na Semana de Moda de Nova York até retornar na Primavera/Verão de 2010 para a cidade que o acolheu desde o seu início como estudante. Além da direção criativa de sua marca homônima, o “colorista” escocês já prestou consultoria criativa para a Pucci, Chloé, Alexander McQueen e Pollini. Comentando o novo prêmio, Jonathan Saunders afirmou: “Estou muito feliz. Os últimos 12 meses foram muito emocionantes para mim e para a minha equipe e estou muito orgulhoso do trabalho duro que realizamos. Nós temos planos empolgantes para o futuro próximo e este apoio fornecido pelo BFC nos possibilitará alcançar nossas metas”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Direto de Madri: FFW encontra Débora Müller nos bastidores da semana de moda</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Yahn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Debora Muller]]></category>

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		<description><![CDATA[Débora Müller em Madri, no backstage da Duyos ©FFW E não é que no meio da correria aqui em Madri, encontramos com Débora Müller? Essa modelo brasileira de Pato Branco, no Paraná, está aqui pela primeira vez participando da semana de moda. Depois do desfile da marca Duyos, fui procura-la no backstage. Aos 20 anos (três [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63501" title="abre-debora-muller-semana-de-moda-de-madri" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/abre-debora-muller-semana-de-moda-de-madri.jpg" alt="" width="628" height="467" /><em>Débora Müller em Madri, no backstage da Duyos</em> ©FFW</p>
<p style="text-align: justify;">E não é que no meio da correria <a href="http://ffw.com.br/noticias/moda/direto-de-madri-semana-de-moda-muda-posicionamento-e-abre-temporada/" target="_blank">aqui em Madri</a>, encontramos com Débora Müller? Essa modelo brasileira de Pato Branco, no Paraná, está aqui pela primeira vez participando da semana de moda. Depois do desfile da marca Duyos, fui procura-la no backstage. Aos 20 anos (três como modelo), ela estava surpresa (e feliz) pelo fato de os desfiles não atrasarem. “As provas de roupa são aqui mesmo, um pouco antes dos shows. Diferentemente de Nova York e das outras capitais, a gente não precisa dormir nem acordar de madrugada, é tudo super rápido!”, comemora.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63504" title="debora-muller-semana-de-moda-de-madri-1" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/debora-muller-semana-de-moda-de-madri-1.jpg" alt="" width="628" height="467" /><em>Débora Müller desfila para Elisa Palomino, Duyos e Roberto Torretta</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Ela fica por aqui até o final da semana e torce para ter um tempinho livre para conhecer a cidade. Em seguida vai para Nova York, onde mora, e faz a temporada completa: Londres, Milão e Paris. Em apenas dois anos morando fora do Brasil, ela já conquistou nomes grandes da moda internacional. 1) Marco Zanini, da Rochas: “Adorei conhece-lo, ele é um doce e sempre me chama para desfilar 2) Russell Marsh, diretor de casting: “É o meu paizão na moda. Ele cuidava do casting da Prada e sempre me colocava na Miu Miu. Foi ele quem deu o impulso para minha carreira 3) Christopher Bailey, diretor criativo da Burberry: “Conheci Chris no meu primeiro casting para a Burberry e em seguida fiquei sabendo que ele tinha me dado três looks no desfile. Fiquei muito feliz. A equipe inteira da marca é muito atenciosa, mas ele é o mais de todos. Em um desfile, o sapato era horrível para andar, super super alto. E ele vinha toda hora perguntar se eu estava bem, se eu achava que conseguiria andar direito, etc”.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui em Madri, em Nova York, São Paulo ou Paris, é nas passarelas onde Débora se sente feliz. “Adoro desfilar, muito mais do que fotografar. É um momento todo seu, mas ao mesmo tempo você está fazendo isso para outra pessoa, o estilista, e você tem que dar o seu melhor para ele. São seis meses de trabalho duro e nada pode dar errado”, diz. Além de iluminar os eventos com um dos rostos mais doces do momento, ela mostra que sabe das coisas.</p>
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		<title>Rick Owens, sua esposa Michele Lamy, e a arte de ver beleza nas imperfeições</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 18:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andreia Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Michele Lamy]]></category>
		<category><![CDATA[Rick Owens]]></category>

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		<description><![CDATA[Rick Owens ©Danielle Levitt/Reprodução O site da &#8220;AnOther Magazine&#8221; lançou recentemente o vídeo abaixo, filmado pela fotógrafa californiana Danielle Levitt, que mostra como &#8220;funciona&#8221; a vida de Rick Owens e sua esposa Michele Lamy, “os monstros elegantes” (carinhosamente chamados assim pelo “The New Yorker”), onde se pode ver o cuidado e a parceria na construção do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-63430 aligncenter" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Rick-Owens-por-Daniele-Levitt.jpg" alt="" width="628" height="417" /><em>Rick Owens</em> ©Danielle Levitt/Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">O site da &#8220;AnOther Magazine&#8221; lançou recentemente o vídeo abaixo, filmado pela fotógrafa californiana Danielle Levitt, que mostra como &#8220;funciona&#8221; a vida de Rick Owens e sua esposa Michele Lamy, “os monstros elegantes” (carinhosamente chamados assim pelo “The New Yorker”), onde se pode ver o cuidado e a parceria na construção do que é hoje um império milionário.</p>
<p><object width="628" height="349" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2R4WzmmY1JQ?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="628" height="349" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/2R4WzmmY1JQ?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object><span style="color: #993300;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">O designer californiano Rick Owens nasceu e cresceu em um ambiente rural e católico, mas a única coisa que ele se lembra dessa época é “de ser envolvido em histórias da Bíblia sobre pessoas arrastando seus longos robes em templos empoeirados”. Hoje, Rick vive e trabalha no centro de Paris, em uma mansão na Place du Palais-Bourbon, com a sua mulher, musa inspiradora e sócia, Michele Lamy.</p>
<p style="text-align: justify;">A sua relação com Lamy começou há mais de 20 anos, desde a época em que ele trabalhava desenhando estampas na fábrica que ela tinha em Los Angeles. No final dos anos 90, depois que Rick largou as drogas e o álcool, foi Michele quem o salvou, relembra o próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">Michele, francesa e quase com o dobro da idade de Rick, é ex-frequentadora da noite <em>underground</em> de Los Angeles e antiga proprietária do Les Deux Café, um restaurante com inspiração nos antigos cabarets. Lamy é caracterizada pelos seus dedos tatuados e pintados de preto e pelo seu estilo <em>glunge</em> (como o define Rick) de glamour misturado com grunge. Em 2008, Owens descreveu para o &#8220;The New Yorker&#8221; a sua musa como uma “esfinge inspiradora que age de acordo com os seus instintos”. Até hoje, Michele e Rick têm uma vida em comum estável e unida e têm traçado juntos o seu caminho na moda . O seu e o de talentos como Gareth Pugh, que, no início da sua carreira, teve o casal como mecenas tendo inclusive produzido algumas de suas peças na fábrica que Owens e Lamy tinham em Milão.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-63438 aligncenter" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Bancos-de-Madeira.jpg" alt="" width="628" height="470" /><em>Bancos de madeira de demolição da coleção de mobiliário de Rick Owens</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">O casal Rick Owens e Michele Lamy construiu o seu império vendo beleza na imperfeição das coisas, aspecto que se percebe nas suas coleções desconstruídas e assimétricas e até na sua forma de ver a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Rick desenha sob o seu nome desde 1994, vendendo diretamente em algumas lojas as suas elegantes peças assimétricas, mas foi só em 2002, quando foi premiado com o prémio “Novo Talento da CFDA” (Council of Fashion Designers of America – conselho dos designers americanos) que o nome Rick Owens passou de grife cultuada do cenário underground <em>anti-fashion</em>, como Rick a descrevia, usada por Madonna e Courtney Love, para marca de passarelas internacionais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-63432 aligncenter" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Michel-Lamy-por-Steven-Miesel-Vogue-Paris.jpg" alt="" width="628" height="803" /><em>Michele Lamy fotografada por Steven Meisel para a &#8220;Vogue&#8221; francesa</em> ©Steven Meisel/Reprodução</p>
<div>
<p style="text-align: justify;">Hoje, com lojas espalhadas pelo mundo e uma linha de mobiliário que recheia a sua casa e que estará no museu Chesa Planta, na Suíça, em uma exposição intitulada &#8220;Magic Mountain&#8221; (&#8220;Montanha Mágica&#8221;), Rick Owens continua a desenvolver as suas peças inspirado em Michele Lamy e com a ajuda da mesma. Segundo o designer, é ela quem se responsabiliza por toda a produção, interagindo com os artesãos na procura de matérias primas originais e diferenciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Michel Lamy e Rick Owens são hoje referências em estilo, moda e vida. A sua visível paixão um pelo outro e o seu estilo de vida parisiense <em>underground</em> levam-nos a crer que ainda podemos esperar muito do casal.</p>
</div>
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		<title>Yoani Sánchez, a blogueira cubana que virou símbolo da liberdade de expressão</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Valois</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Yoani Sánchez]]></category>

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		<description><![CDATA[Yoani Sánchez ©Reprodução O surgimento e, sobretudo, a democratização da internet transformaram o modo como as pessoas enxergam a vida e lidam com as diferentes realidades socioculturais. Em meio a uma avalanche de inutilidades que pipocam diariamente no mundo virtual, aqueles que têm algo relevante a dizer sobressaem – afinal, como já instituído pelo velho ditado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-63367" title="Yoani-Sanchez" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/02/Yoani-Sanchez.jpg" alt="" width="628" height="440" /><span style="text-align: center;"><em>Yoani Sánchez </em>©Reprodução</span></p>
<p style="text-align: justify;">O surgimento e, sobretudo, a democratização da internet transformaram o modo como as pessoas enxergam a vida e lidam com as diferentes realidades socioculturais. Em meio a uma avalanche de inutilidades que pipocam diariamente no mundo virtual, aqueles que têm algo relevante a dizer sobressaem – afinal, como já instituído pelo velho ditado popular: “Em terra de cego, quem tem um olho é rei”. A filóloga cubana Yoani Sánchez se enquadra na categoria de personalidades que alcançaram fama internacional em consequência de suas ideias, postadas no blog “<a href="http://desdecuba.com/generaciony_pt/" target="_blank">Generación Y</a>” e em seu <a href="https://twitter.com/#!/yoanisanchez" target="_blank">Twitter</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerada símbolo da luta pela liberdade de expressão, Yoani nasceu em quatro de setembro de 1975 em uma família de militantes socialistas de Havana. Seu pai, William Sánchez, trabalhava nas vias-férreas estatais, primeiro como operário, depois como maquinista. Com o fim da União Soviética e posterior colapso de todos os regimes comunistas na Europa, no entanto, Cuba passou a não mais receber recursos externos e a economia local entrou em crise, o patriarca dos Sánchez então se viu desempregado, como boa parte da população, e passou a consertar bicicletas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já crescida, Yoani Sánchez seguiu seu interesse por literatura latino-americana contemporânea e formou-se em Filologia Hispânica na Faculdade de Artes e Letras da Universidade de Havana. Seu trabalho final, apresentado em 2000, causou polêmica: a dissertação, chamada “Palavras sob pressão. Um Estudo da Literatura da Ditadura na América Latina” foi tido como uma provocação ao comparar as autoridades cubanas aos autoritários caudilhos que ascenderam ao poder na América do Sul e Espanha do século XX. Paralelamente aos estudos, Yoani casou-se com o jornalista e dissidente político 28 anos mais velho, Reinaldo Escobar. Após ter se graduado e se tornado mãe, a cubana trabalhou em uma editora de livros infantis e como professora de espanhol para turistas alemães, até emigrar para a Suíça, em 2002, onde permaneceu por dois anos.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta a Havana em 2004 para visitar a família, Yoani só poderia passar duas semanas no país – segundo a legislação local, os cidadãos que permanecerem por mais de 11 meses vivendo no exterior sem uma permissão especial não podem voltar a residir em Cuba. Para evitar ser obrigada a retornar à Suíça, Yoani destruiu seu passaporte e pôde novamente residir em sua terra natal, onde pouco tempo depois ajudou a fundar a revista “Consenso”. Em 2007, passou a trabalhar como jornalista para o portal “Desde Cuba” e em abril do mesmo ano criou seu blog, o já mencionado “Generatión Y”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu primeiro post no blog, feito em nove de abril de 2007, Yoani descreve a empolgação dos cubanos com as últimas partidas do campeonato nacional de beisebol e ironiza como a população se envolve no assunto, em contrapartida à falta de atitude em relação a outros tópicos: “Os industrialistas se vestem de azul, enquanto o vermelho é a cor de quem torce pelo Santiago de Cuba. Em numerosas varandas, portas e muros se lêem cartazes como “Industriais Campeões” ou “Santiago é muito Santiago”. (&#8230;) Sem embargo, não deixo de notar que durante esses dias a bola nos mergulha em um torpor irreal. (&#8230;) Posso imaginar o que acontecerá se uma vez concluída a final colocasse em minha varanda um papel mínimo dizendo: “Sim ao etanol” ou “Internet para todos”. Muito sagaz até nos menores apontamentos, é fácil entender por que Yoani incomodou o governo de Cuba – e incomodaria, aliás, a qualquer governo.</p>
<p style="text-align: justify;">O “diário” online de Yoani começou a ganhar repercussão após a publicação de um artigo da “Reuters” sobre blogueiros cubanos em outubro de 2007. Logo se seguiram outras matérias, como a do “Wall Street Journal”, que praticamente elevou a escritora ao patamar de heroína: “Revolução Cubana: Yoani Sánchez luta contra o totalitarismo tropical, uma postagem de cada vez”, além de entrevistas ao “El País”, “Die Zeit” e “The New York Times”.</p>
<p style="text-align: justify;">O blog converteu-se um sucesso internacional, mas apesar do êxito externo, em Cuba a blogueira parece só chamar a atenção das autoridades políticas: o site foi tirado do ar em diversas ocasiões e posteriormente bloqueado em definitivo. Yoani, que só conseguia atualizá-lo a partir de cafés ou hotéis de luxo (ela não possui internet em casa), foi obrigada a adotar um novo sistema, chamado por ela de &#8220;rede cidadã&#8221;: enviar por e-mail seus textos para que pessoas fora de Cuba os publiquem.</p>
<p style="text-align: justify;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/7zS3FBnynX0" frameborder="0" width="628" height="456"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Em meio a muitas controvérsias, que incluem até o envio de perguntas ao Presidente americano, Barack Obama, Yoani Sánchez foi eleita uma das 100 pessoas mais importantes do mundo pela revista “Time” e ganhou o prêmio “Ortega y Gasset”, do jornal “El País”, na categoria de Jornalismo Digital. No final de 2011, o cineasta brasileiro <a href="http://www.dadogalvao.org/" target="_blank">Dado Galvão</a> passou três semanas gravando o documentário “Conexão Cuba-Honduras” nos países homônimos para retratar as restrições políticas impostas às populações locais. Yoani Sánchez foi uma das escolhidas para “protagonizar” o projeto, que será lançado no dia 10 de fevereiro deste ano, e tenta vir ao Brasil para comparecer ao evento. O Ministério das Relações Exteriores já concedeu o visto à blogueira, resta agora a autorização do governo cubano. Nesta terça-feira (31.01), a presidente Dilma Rousseff esteve na ilha, onde se encontrou com o Fidel e Raúl Castro, mas evitou comentar os pedidos da ativista ou tampouco discutir questões relacionadas aos direitos humanos. Em entrevista à rádio &#8220;Estadão ESPN&#8221;, Yoani Sánchez, que se autodeclara “jornalista independente”, afirmou estar decepcionada com a líder brasileira.</p>
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		<title>Regina Guerreiro: “Há muita memória e pouca imaginação&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 21:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andreia Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Regina Guerreiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Regina Guerreiro autografando uma cópia do livro &#8220;Ui!&#8221; ©Juliana Knobel Regina Guerreiro esteve na terça-feira (31.01) no MuBE, em São Paulo, durante o preview para imprensa da coleção de Inverno 2012 da Renner, para o pré-lançamento de seu livro autobiográfico &#8220;Ui!&#8221;. O FFW teve acesso à publicação em primeira mão: desordenado cronologicamente, livre de censuras e preconceitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-63214 aligncenter" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/Regina-Abre-OK.jpg" alt="" width="628" height="467" /><em>Regina Guerreiro autografando uma cópia do livro &#8220;Ui!&#8221;</em> ©Juliana Knobel</p>
<p style="text-align: justify;">Regina Guerreiro esteve na terça-feira (31.01) no MuBE, em São Paulo, durante o <em>preview</em> para imprensa da <a href="http://ffw.com.br/noticias/moda/veja-o-que-vem-por-ai-no-outonoinverno-2012-da-renner/" target="_blank">coleção de Inverno 2012 da Renner</a>, para o pré-lançamento de seu <a href="http://ffw.com.br/noticias/moda/regina-guerreiro-o-livro-editora-mito-reve-40-anos-da-moda-brasileira/" target="_blank">livro autobiográfico &#8220;Ui!&#8221;</a>. O FFW teve acesso à publicação em primeira mão: desordenado cronologicamente, livre de censuras e preconceitos e com frases soltas, escritas por Regina sobre a sua carreira e os seus mais profundos pensamentos, cada página conta uma história ilustrada por uma imagem de moda.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todos os seus aspectos, podemos afirmar seguramente que “Ui!” resume bem o percurso de vida de uma das mais influentes personagens do cenário da moda brasileira. Ficamos agora ansiosamente esperando a exposição, que terá início no dia 13 de fevereiro no MuBE.</p>
<p style="text-align: justify;">Em conversa com o FFW, Regina Guerreiro contou um pouco mais sobre as suas inspirações e sobre a sua visão do mundo da moda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Regina é um ícone para muitas pessoas. Quem é o seu ícone?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil respeito muito a imagem da Costanza [Pascolato], acho que ela percorreu um percurso muito bom, ela tem um estilo pessoal muito forte, talvez seja das mulheres mais elegantes do Brasil, mas ícones eu não tenho nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;">Estou apostando muito no Pedro Lourenço como estilista. Eu falei isso há dois anos, nas edições que eu fazia para a &#8220;Caras&#8221;, e este ano ele saiu na “Elle” francesa, então eu fico feliz de acertar as minhas previsões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem inspirou a sua carreira?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Deixa eu pensar&#8230; Diana Vreeland, sem dúvida. Eu aprendi com ela que para vender uma coisa, você primeiro tem que vender emoção, daí a pessoa compra o vestido. Então é muito importante fazer esse casamento: emoção que provoca desejo que provoca “Ui! Esse eu quero!”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que mudou no mundo da moda?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu acho que estamos em um péssimo momento. Estamos num momento em que os consumos engoliram os sonhos. Então são produções tão grandes que a gente até se espanta com o nível de dificuldade que eu vejo. Sou muito a favor de dar dignidade e possibilidade para todo mundo mas eu não sou a favor da não-criação. E isso é muito difícil. A gente precisa primeiro ver o custo e depois criar. Então eu acho que isso esmaga, encolhe a moda, entende?</p>
<p style="text-align: justify;">A nova geração de moda é muito pouco informada. É impressionante como eles se deslumbram com coisas que já aconteceram. Não é legal. O que é a mulher de hoje não é a mulher de ontem, então tem muita memória e pouca imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E o seu <a href="http://regina.guerreiro.blog.uol.com.br/" target="_blank">blog</a>? É um veículo para essas observações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida. O meu blog tá parado&#8230; Esse ano passei o ano inteiro meio doente e parei de escrever no blog, mas vou voltar. Vou só descansar um pouquinho mais! (risos)</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-63194 aligncenter" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/Livro-Ui-Regina-Guerreiro.jpg" alt="" width="628" height="387" /><em>O livro de Regina de formato especial</em> ©Juliana Knobel</p>
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		<item>
		<title>A vida, o trabalho, as memórias e o futuro de Mari Weickert</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 14:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Yahn</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Weickert]]></category>

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		<description><![CDATA[Mari Weickert, em seu apartamento, em São Paulo ©Juliana Knobel/FFW Aos 29 anos, Mariana Weickert observou, da primeira fila, muitas mudanças e acontecimentos da moda brasileira e internacional.  Junto com Ana Claudia Michels, Luciana Curtis, Daniela Raizel, ela estava &#8220;lá&#8221; quando tudo começou a acontecer com força, no Morumbi Fashion, que começava a bombar os estilistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-62721" title="mariweickert_022" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/mariweickert_022.jpg" alt="" width="628" height="419" /><em>Mari Weickert, em seu apartamento, em São Paulo</em> ©Juliana Knobel/FFW</p>
<p style="text-align: justify;">Aos 29 anos, Mariana Weickert observou, da primeira fila, muitas mudanças e acontecimentos da moda brasileira e internacional.  Junto com Ana Claudia Michels, Luciana Curtis, Daniela Raizel, ela estava &#8220;lá&#8221; quando tudo começou a acontecer com força, no Morumbi Fashion, que começava a bombar os estilistas brasileiros e fortalecer a indústria. Mari era reconhecida como a menina que era a cara da Barbra Streisand ou a que tinha a tatuagem “made in Brazil” na lombar.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje ela é uma das apresentadoras mais carismáticas da televisão e continua com o mesmo jeito intrépido que conquistou tantos editores, stylists e fotógrafos. Tranquila, Mari namora há dois anos e meio e tem como melhores amigos sua turma de Blumenau, cidade onde nasceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós estivemos na casa dela, um apartamento em um prédio projetado por Arthur Casas, todo ajeitadinho, muito acolhedor, daqueles que têm hortinha na varanda. Mari recebeu a equipe à vontade e de maneira aberta, respondendo a todas as perguntas com naturalidade e sua habitual simpatia. Durante a conversa, ela relembra seus principais trabalhos, a vida dura em Nova York, mostra seu interesse por política e diz o que pensa sobre as editoras de moda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como você está hoje?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estou feliz, só que quero mais. Vivemos um processo evolutivo e nem com 80 estarei totalmente satisfeita. Mas vivo em paz com essa busca, nunca estive tão bem. Não sei se é uma questão de amadurecimento, mas você perde um pouco suas ideologias e acaba aceitando melhor as coisas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por exemplo&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aprendi que não existe príncipe encantado, que as pessoas ao nosso redor têm defeitos sim. Hoje sou mais paciente, mais tolerante e perdi o tesão em algumas coisas. Antes eu buscava mais espiritualidade, uma coisa que deixei um pouco de lado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como está sua fé hoje?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu já fui a centro de umbanda, candomblé, igreja evangélica, gospel e templo budista. Eu gosto disso, tenho curiosidade. Estudei Física Quântica, li a &#8220;Operação do Cavalo de Troia&#8221; com 17 anos, eu pirava. Eu invejo quem tem fé, esse amor incondicional por uma coisa maior. Fico um pouco triste por ter deixado isso de lado, mas acredito que é uma fase.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você também se interessa muito por política, não?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já fui muito mais,  especialmente na época que fazia o programa “Saca-Rolha”, com o Marcelo Tas e o Lobão. A gente ia para Brasília cobrir CPI.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E como era a reação das pessoas em relação a você ser uma ex-modelo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta nunca foi a de eu ser a bonitinha do programa&#8230; Eu quebrei o pau com o (Aloísio) Mercadante. Fui até chamada pela Band&#8230; Rolava uma inconsequência inocente naquela época.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como foi essa história com o Mercadante?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Palocci ainda era ministro, foi antes da história do caseiro Francenildo. E todo mundo sabia que o sonho do Mercadante era assumir o Ministério. Numa entrevista com ele, perguntei: você colocaria seu bigode no fogo pelo Palocci? “Onde você quer chegar?”, ele respondeu. E houve uma pequena confusão.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-62732" title="mariana-2" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/mariana-2.jpg" alt="" width="628" height="275" /><em>No início da carreira </em>©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Voltando um pouco no tempo, no início da sua carreira, como era a vida de uma modelo em Nova York naquela época?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Morava em Tribecca e me proporcionava uma vida bacana. Mas quando cheguei, com 16 anos, fui morar com 12 meninas num apartamento paulada (risos). Fiquei lá por oito meses e depois fui morar com a Lu Curtis e a Dani Crispim. Também troquei de agência, fui para a Women, que era uma espécie de agência boutique. Eles tratavam a gente como rainha. Ganhei um bracelete da Hermès do dono, eles deixavam mimos nos hotéis, mandavam presentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E você entendia o valor disso tudo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nem sabia o que era um bracelete da Hermès! Tanto que só fui usar há pouco tempo. Não tinha noção da importância da Chanel&#8230; Minha referência era o editorial de moda da “Capricho”. E esse glamour todo era muito normal na época. Só hoje tenho noção de como era especial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você chegou a trabalhar com alguém muito importante, mas que não sabia quem era? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desfilei para o Alexander McQueen sem nunca ter ouvido falar dele! A (stylist) Katy England também pediu para me conhecer pessoalmente e me bookou com exclusividade para o desfile dele. Foi Inverno 2000, quando ele montou uma pista de patinação inspirado no filme “O Iluminado”. A gente desfilava no gelo e eu apavorada, com aquele nome McQueen vibrando na minha cabeça. Depois disso fiz um monte de desfiles para ele.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ffw.com.br/noticias/gente/entrevistao-a-vida-o-trabalho-as-lembrancas-e-o-futuro-de-mari-weickert/attachment/micqueen-winter-1999/" rel="attachment wp-att-62665"><img class="aligncenter size-full wp-image-62665" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/micqueen-winter-1999.jpg" alt="" width="471" height="700" /></a><em>Desfile do estilista Alexander McQueen de Inverno 1999/2000, em que as modelos desfilavam no gelo</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hoje parece que as meninas já entram na profissão sabendo sobre todo mundo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje elas fazem um desfile do Valentino e já ficam íntimas dele, vão à casa dele, nas festas. Eu nunca fui a uma festa do McQueen ou na casa da Donatella Versace. Burra, né?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você não tinha vontade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante uma temporada, você dorme duas horas por noite, passa o dia em prova de roupa e fica esgotada. Queria distância de festa! E a gente era menina, todas muito novas. A única coisa que queria fazer depois do desfile era dormir. Eu, a Raquel Zimmermann, a Carol Bittencourt e a Omahyra ficávamos no hotel comendo biscoitos e vendo filme no laptop. E tudo aquilo rolando lá fora. Mas eu não achava graça nas piadas do povo da moda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que outros trabalhos importantes você fez naquela época?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fiz uma campanha da Gucci com o Mario Testino e a Carine Roitfeld. Lembro que estava com uma saia de couro naquele dia e o Mario me falou: “Quando você estiver com a Carine, não precisa se vestir tanto assim”, algo como: “deixa <strong>ela</strong> brilhar”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rsrsrsrs. O que você acha das editoras de moda?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas são tão perdidas e as pessoas ao redor fazem elas acreditarem que elas podem mudar o mundo a cada estação. Elas andam com entourage, entram no desfile a qualquer momento&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-62727" title="mariana-1" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/mariana-1.jpg" alt="" width="628" height="252" /><em>Mari novinha, em três momentos, entre eles, a capa da &#8220;V Magazine&#8221;</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bom, e a tal campanha da Gucci?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não saiu! Uma pessoa da agência me ligou e disse que não ia rolar. Depois eu viajei com o Testino para Napoles fazer o calendário Pirelli e fiquei sabendo que ele teve uma discussão com o Tom Ford. Foi uma grande briga de egos. Depois de dois anos eles voltaram a trabalhar juntos. Hoje eu saí do circuito, mas ainda tenho muito carinho pelo Mario. Ele me deu minha primeira capa da vida, para a “V Magazine”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que outra campanha te marcou?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma para o Marc Jacobs. Fiz muitos desfiles dele. Um dia, cheguei na prova de roupa e lá estava o Jurgen Teller (fotógrafo que assina os anúncios da marca). Eu usava aparelho na época e o Jurgen falou: “Mari, smile!” e quando eu virei, ele me fotografou. E essa imagem virou a campanha, num outdoor enorme em Nova York. Também fiz um editorial com o Stephen Sprouse para a “Vogue” espanhola (Mari tem uma camiseta que ganhou de presente do próprio, emoldurada e pendurada na parede da sala).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ffw.com.br/noticias/gente/entrevistao-a-vida-o-trabalho-as-lembrancas-e-o-futuro-de-mari-weickert/attachment/mariweickert_009/" rel="attachment wp-att-62653"><img class="aligncenter size-full wp-image-62653" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/mariweickert_009.jpg" alt="" width="628" height="467" /></a><em>Camiseta de Stephen Sprouse, devidamente emoldurada</em> ©Juliana Knobel/FFW</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até quando durou sua fase nos EUA? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até 2004. Vim para São Paulo e nunca mais voltei. Percebi que não gostava daquela vida, aquele mundo não me alimentava mais. Fui adiando meu retorno e arrumando desculpas para não ir para o prêt-à-porter.  Até que um dia minha mãe disse: &#8220;Você não vai mais voltar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você conseguiu guardar algum dinheiro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando voltei, vi que não tinha guardado nada. Eu fazia as grandes revistas, que não pagam&#8230;  Foi bem quando resolvi vir para o Brasil que eu ia começar a pegar os trabalhos de grana. Nunca prestei atenção nos meus contratos. Quando comecei a trabalhar, buscava experiências na vida, era mais pela realização profissional e pessoal.  Acho que muitos valores naquela época poderiam ser diferentes. Quando fiz Pirelli, por exemplo, ganhei R$ 10, R$ 15 mil, só que é um trabalho que paga muito mais do que isso. Eu nunca perguntei quanto ia ganhar e no final, tava sempre devendo para a agência. Fui muito desatenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E o que você foi fazer quando voltou ao Brasil?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Chegando aqui, tive milhões de dúvidas. Queria fazer Gastronomia, Direito, Ciências Políticas, só que aí começaram a surgir convites para a MTV. Em seguida fechei o Saca-Rolha, veio o GNT Fashion e agora o Vamos Combinar (no canal pago GNT). Aprendi muito na MTV, pois entrava ao vivo em horário nobre, por uma hora e meia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Depois que você começou a fazer programas na TV, as pessoas começaram a falar com você na rua?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. E às vezes é bom e outras não. Algumas pessoas já chegam fazendo a íntima. Mas é um processo bem natural, pois eu falo com um público muito específico, então não é que eu não tenho paz na rua ou algo desse tipo&#8230; Na TV fechada dá para manter tudo sob controle. E eu também nunca dei motivo para ninguém falar de mim e não instigo a curiosidade das pessoas em relação a minha vida pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é a sua relação com o seu corpo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje sou muito mais feliz do quando era modelo e tinha cinco quilos a menos. Olho e pergunto: como as pessoas deixaram? Eu me sentia linda, mas eram outros parâmetros. Eu lido bem com as transformações e não tenho medo de envelhecer. E vou usar a tecnologia a meu favor, uma coisa que a mulher ainda não entendeu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você se cuida, vai ao dermatologista, à academia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tenho um dermatologista que eu gosto muito, mas sou um pouco indisciplinada. Essa maquiagem que estou é de ontem&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde você foi?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fui Mestre de Cerimônias em um evento. Essas coisas rolam muito. Na maioria das vezes não é divulgado, pois é para um público bem específico. Acho bem divertido fazer e interagir com as pessoas. Também tem que ter um bom jogo de cintura para conduzir o evento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E além de dormir maquiada, que outros pecados você comete?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não uso produtos todos os dias&#8230; Às vezes não passo nada. Imagino que não funciona assim, mas é melhor que não usar nunca! Uma coisa que me ajudou foi ter ido ao Dr. Hamilton, médico ortomolecular que foi indicado pela Sabrina Sato.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem são seus amigos hoje?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todas de Blumenau! Tenho uma melhor amiga, a Lolô. De tão amiga, nós até usamos uma aliança no dedão da mão. No meio da moda também tenho ótimos amigos, o Paulo Martinez, o Rui Furtado. Marcos Campos e Alex Lerner também são amigões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que a Mari deseja para o futuro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Estou numa fase de questionamentos. Não tenho certeza de nada. Casar, ter filhos, construir família&#8230; Não sei de nada. E eu estou em paz por não saber.  Faço terapia e estou tranquila. Essas dúvidas são saudáveis e pertinentes e estarão comigo para a vida inteira.</p>
<p>******************************************************************************************************************************</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ffw.com.br/noticias/gente/entrevistao-a-vida-o-trabalho-as-lembrancas-e-o-futuro-de-mari-weickert/attachment/mariweickert_012/" rel="attachment wp-att-62655"><img class="aligncenter size-full wp-image-62655" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/mariweickert_012.jpg" alt="" width="628" height="467" /></a><em>Na sala, há móveis de madeira e sofás confortáveis, com vista para a cidade</em> ©Juliana Knobel/FFW</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ffw.com.br/noticias/gente/entrevistao-a-vida-o-trabalho-as-lembrancas-e-o-futuro-de-mari-weickert/attachment/mariweickert_018/" rel="attachment wp-att-62656"><img class="aligncenter size-full wp-image-62656" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/mariweickert_018.jpg" alt="" width="628" height="467" /></a><em>Foto de Mari, sua mãe e irmão, tirada por Gui Paganini, antes dela imaginar que o reencontraria profissionalmente</em> ©Juliana Knobel</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ffw.com.br/noticias/gente/entrevistao-a-vida-o-trabalho-as-lembrancas-e-o-futuro-de-mari-weickert/attachment/mariweickert_015/" rel="attachment wp-att-62657"><img class="aligncenter size-full wp-image-62657" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/mariweickert_015.jpg" alt="" width="628" height="467" /></a><em>Madeira, plantas e detalhes, como a mulher de barro decoram a casa</em> ©Juliana Knobel</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ffw.com.br/noticias/gente/entrevistao-a-vida-o-trabalho-as-lembrancas-e-o-futuro-de-mari-weickert/attachment/mariweickert_021/" rel="attachment wp-att-62658"><img class="aligncenter size-full wp-image-62658" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/mariweickert_021.jpg" alt="" width="628" height="467" /></a><span style="text-align: center;"><em> Saindo do elevador, damos de cara com esse quadro</em> ©Juliana Knobel</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ffw.com.br/noticias/gente/entrevistao-a-vida-o-trabalho-as-lembrancas-e-o-futuro-de-mari-weickert/attachment/mariweickert_020/" rel="attachment wp-att-62660"><img class="aligncenter size-full wp-image-62660" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/mariweickert_020.jpg" alt="" width="628" height="467" /></a><em>Foto antiga, ampliada e enquadrada, na sala </em>©Juliana Knobel</p>
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		<title>Editora da &#8220;Vogue&#8221; da Turquia fala sobre moda, Brasil e fotos no Guarujá</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FFW</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Konca Aykan]]></category>
		<category><![CDATA[Vogue Turquia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Flavia Brunetti em colaboração para o FFW O estilo de Konca Aykan, editora de moda da &#8220;Vogue Turquia&#8221; ©Juliana Knobel Konca Aykan, editora de moda da &#8220;Vogue&#8221; Turquia, é a tradução literal do que é ser realmente cool e antenada. Ela veio ao Brasil especialmente para o SPFW e foi lá pelos corredores da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Flavia Brunetti em colaboração para o FFW</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ffw.com.br/noticias/gente/editora-da-vogue-da-turquia-fala-sobre-moda-brasil-e-fotos-no-guaruja/attachment/estilo-vogue-turquia/" rel="attachment wp-att-62676"><img class="size-full wp-image-62676 aligncenter" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/Estilo-Vogue-Turquia.jpg" alt="" width="628" height="942" /></a><em>O estilo de Konca Aykan, editora de moda da &#8220;Vogue Turquia&#8221;</em> ©Juliana Knobel</p>
<p style="text-align: justify;">Konca Aykan, editora de moda da &#8220;Vogue&#8221; Turquia, é a tradução literal do que é ser realmente cool e antenada. Ela veio ao Brasil especialmente para o SPFW e foi lá pelos corredores da Bienal que a encontramos para pegar suas impressões sobre o evento e o país.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitando sua passagem por aqui, ela está fotografando dois ensaios, no Guarujá e em São Paulo. De gestos rápidos, sempre grudada ao Blackberry e sorrindo, ela se mostrou entusiasmada em estar entre nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É a sua primeira vez aqui?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, acredita?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não! Nem como turista?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não. São Paulo é tudo o que eu conheço do Brasil. Ah! E fui pro Guarujá também.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pro Guarujá? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim! Fiz um shooting para a &#8220;Vogue&#8221; Turquia lá, para a edição de junho da revista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você pode nos contar desse shooting? Quais foram as suas inspirações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Minhas inspirações foram a arquitetura à beira mar, carros antigos e o mar. Gostei do clima de ser uma cidade que poderia ter um mood bem rápido, de movimento, carros, barulho. Mas não, é super calmo e com uma atmosfera positiva que não tem como não trazer coisas boas e não inspirar em fazer algo bonito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Algum outro trabalho por aqui?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. Vou fotografar em São Paulo para fazer contra-ponto ao shooting do Guarujá. Na praia fizemos em ambientes abertos, produção com mais movimento e roupas esvoaçantes. Aqui quero fazer no Parque do Ibirapuera com as obras de Niemeyer atrás, em ângulos fechados. Pois é assim que vejo essa cidade. É tudo muito alto, grande, você não vê o horizonte, não termina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E os looks? Algum brasileiro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não, infelizmente não. Porque se a leitora de lá se interessar pela roupa e quiser comprar, não está à venda em nenhuma loja local. É difícil, porque vi coisas que me interessariam aqui. Mas, 905 dos looks eu trouxe de Paris, Milão e Londres. E complementei com acessórios brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De quais marcas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não lembro&#8230; (risos)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ouvi dizer que o seu fotógrafo é muito bacana. Foi ele quem fez a capa do último álbum do LCD Soundsystem, não é?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">(Risos) Sim, o Ruvan Wijesooriya faz muitas fotos de banda, muitos retratos de rock stars e de pessoas comuns na rua, mas fotografa bastante para várias publicações também.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E lá na Turquia? Vocês têm acesso às informações sobre nossa semana de moda? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">É tão complicado quanto vocês saberem da semana de moda turca aqui. A não ser que se acesse diariamente o site style. com. Mas, posso dizer é que a organização da semana de moda aqui é melhor que a nossa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ffw.com.br/noticias/gente/editora-da-vogue-da-turquia-fala-sobre-moda-brasil-e-fotos-no-guaruja/attachment/konca-4/" rel="attachment wp-att-62696"><img class="size-full wp-image-62696 aligncenter" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2012/01/konca-4.jpg" alt="" width="628" height="419" /></a><em>Konka em conversa com o FFW</em> ©Juliana Knobel</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que chamou sua atenção por aqui?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Notei que o público que frequenta a Bienal é mais velho do que o da semana de moda da Turquia. Como o país de vocês é jovem, eu esperava ver também estilistas mais jovens. Acho importante ouvir o que as novas gerações têm pra falar que, geralmente, é bem interessante. Eles são rápidos, nos trazem informações de todos os lugares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E qual o desfile que mais te marcou?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Osklen. É uma marca que você entende o que ela quer dizer, tem identidade, a proposta é boa, você consegue sentir o clima e imaginar onde usaria aquela roupa. É muito atual.</p>
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		<title>Filme estrelado por Rooney Mara estreia no Brasil; saiba tudo sobre a atriz</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Valois</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Rooney Mara]]></category>

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		<description><![CDATA[Rooney Mara em editorial da Vogue americana ©Reprodução Indicada ao Globo de Ouro (que ficou com Meryl Streep) e ao Oscar na categoria de Melhor Atriz, Rooney Mara é a nova queridinha dos críticos de cinema internacional. Com a conturbada personagem Lisbeth Salander, do filme “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres&#8221; (&#8220;The Girl with the [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-56342" title="Rooney-Mara-Vogue-UScapa" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2011/12/Rooney-Mara-Vogue-UScapa.jpg" alt="" width="628" height="488" /><em>Rooney Mara em editorial da Vogue americana</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Indicada ao <a href="http://ffw.com.br/noticias/cultura-pop/nova-sensacao-rooney-mara-e-indicada-ao-globo-de-ouro-veja-os-indicados/" target="_blank">Globo de Ouro</a> (que ficou com Meryl Streep) e ao <a href="http://ffw.com.br/noticias/cultura-pop/lista-dos-indicados-ao-oscar-e-divulgada-e-sem-surpresas-veja-aqui/" target="_blank">Oscar</a> na categoria de Melhor Atriz, Rooney Mara é a nova queridinha dos críticos de cinema internacional. Com a conturbada personagem Lisbeth Salander, do filme “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres&#8221; (&#8220;The Girl with the Dragon Tatttoo&#8221;, que estreia sexta-feira (27.01) no Brasil), baseado no romance do jornalista sueco Sieg Larsson, a americana de 26 anos teve sua grande oportunidade após quase seis anos de carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Nascida em Bedford, cidade <span style="color: #000000;">ao norte de Nova York</span>, Rooney cresceu em meio a atletas e altos executivos do esporte: sua família paterna é fundadora do time de futebol americano New York Giants e até hoje vive em função da equipe. Sua mãe, Kathleen, é uma agente imobiliária e sua irmã mais velha, Kate, é atriz e já participou de filmes premiados como “Brokeback Mountain” e “127 Horas”.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-56364" title="Rooney-Mara" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2011/12/Rooney-Mara.jpg" alt="" width="628" height="447" /><em>Rooney Mara antes da transformação em Lisbeth Salander</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da influência fraterna, Rooney demorou a se interessar pelo mundo do cinema e esperou se graduar em Psicologia e Relações Internacionais na Universidade de Nova York para realmente investir na carreira artística. Durante esse período, a americana participou de algumas produções estudantis e até apareceu ao lado da irmã Kate no filme de terror “Lenda Urbana 3 – A Vingança de Mary”. Após a estreia no longa, Rooney atuou em alguns programas de TV, como o drama “Law &amp; Order: Special Victims Unit” e “The Cleaner”.</p>
<p style="text-align: justify;">Decidida a continuar a carreira como atriz, Rooney Mara conseguiu seus maiores papeis a partir de 2010 (nesse mesmo ano, ela atuou na refilmagem “A Hora do Pesadelo” e no vencedor de três Oscars, “A Rede Social”). A seleção de Rooney para viver a protagonista da trilogia Millennium veio como uma surpresa para quem aguardava a adaptação: Carey Mulligan, Ellen Page, Natalie Portman, Keira Knightley e Emma Watson, todas atrizes mais conhecidas, haviam sido cotadas para viver Lisbeth Salander.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-56325" title="Rooney-Mara-Vogue-W2" src="http://ffw.com.br/noticias/files/2011/12/Rooney-Mara-Vogue-W2.jpg" alt="" width="628" height="432" /><em>Rooney Mara com o visual de Lisbeth Salander na revista &#8220;W&#8221;</em> ©Reprodução</p>
<p style="text-align: justify;">Para se preparar para o filme, Rooney Mara cortou seu cabelo bem curto e o pintou de preto, descoloriu as sobrancelhas e tatuou (temporariamente) um dragão nas costas, teve quatro lugares do corpo cobertos por piercings, fez aulas de kick boxing e aprendeu a andar de skate. O estilo de Lisbeth Salander inspirou profissionais de moda e das artes, como, por exemplo, a stylist Trish Summerville, responsável pelo figurino do filme, que criou para a gigante do fast fashion H&amp;M uma <a href="http://ffw.com.br/noticias/moda/drops-de-moda-os-vestidos-de-dita-von-teese-a-revista-do-style-com-e-mais/" target="_blank">linha baseada no guarda-roupa da personagem</a>. A atuação &#8211; e beleza &#8211; de Mara também cativou editores como Anna Wintour, que a colocou na capa da &#8220;Vogue&#8221; americana de novembro. Mais ou menos na mesma época, ela também apareceu nas capas da &#8220;W&#8221;, &#8220;Allure&#8221; e &#8220;Dazed &amp; Confused&#8221;. E isso é apenas o começo.</p>
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