Gisele fatura mais uma campanha nesta estação; saiba tudo no FFW Models

24/07/2014

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Gisele Bündchen, ícone do ranking do FFW Models, aparece sem maquiagem na campanha de Inverno 2014/15 da marca francesa Sonia Rykiel. Continue a ler a matéria e veja as fotos no FFW Models.

FFW Models: Adriana Lima é uma das estrelas da nova edição da “Love”; veja as fotos

22/07/2014

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A supermodelo Adriana Lima é uma das estrelas da edição de Inverno 2014 da revista “Love”. A baiana foi fotografada pela dupla Inez van Lamsweerde & Vinoodh Matadin com styling de Panos Yiapanis, diretor de moda da publicação. Adriana aparece em uma das quatro diferentes capas vestida com look Oscar de la Renta sob o título Brazilian Girl. Veja esse post completo no FFW Models.

FFW Models: Laís Ribeiro e Isabeli Fontana posam nuas em belo editorial de revista francesa

22/07/2014

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As brasileiras Isabeli Fontana, representada pela Mega Models, e Laís Ribeiro, representada pela Joy Management, em editorial de tirar o fôlego para a revista francesa “Lui”. As duas foram fotografadas nuas para a edição especial da publicação que contou também com a participação da americana Emily DiDonato, da portuguesa Sara Sampaio, da polonesa Magdalena Frackowiak e da estoniana Karmen Peradu. Veja esse post completo no FFW Models.

#Freethenipple: movimento na web apoia direito da mulher mostrar os mamilos em público

21/07/2014

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Cena do filme “Free the Nipple”, da cineasta e fundadora do movimento, Lina Esco ©Reprodução

Como já diria o garoto que virou meme na internet, mamilos são um assunto muito polêmico. Tanto que eles ganharam até um movimento em sua defesa, o “Free the Nipple” (liberte o mamilo), que, em linhas gerais, luta pelo direito das mulheres de ficarem sem sutiã em público, seja para amamentar um bebê ou não. Em bom português a questão é: por que os homens podem andar por aí sem camisa e exibir o corpo nas redes sociais e as mulheres não?

O debate já circula no meio feminista há alguns anos, mas ganhou novo fôlego graças a alguns acontecimentos envolvendo nomes bastante populares do mundo da moda e do showbizz nas redes sociais. O primeiro (e mais comentado) deles diz respeito à política de conteúdo impróprio do Instagram, que deletou as contas da cantora Rihanna e das modelos Anja Rubik e Kendall Jenner em uma espécie de surto de “mamilofobia” – nas fotos de Anja e Kendall, elas estavam na passarela com uma blusa transparente. Nem a diretora criativa da “Vogue” Grace Coddington escapou. Ela teve sua conta suspensa depois de postar uma ilustração dela mesma de topless numa cadeira de praia em sua foto do perfil.

Depois de todos esses eventos, Scout Willis, filha de Bruce Willis e Demi Moore, chamou atenção ao circular sem blusa e bem à vontade pelas ruas de Nova York no último mês de junho, fato que ela fez questão de documentar pelo Twitter – rede social com uma política, digamos, mais liberal com relação à nudez feminina do que Instagram e Facebook, por exemplo. O Twitter não tirou a imagem nem seus reposts do ar.

No início de julho, foi a vez da top Cara Delevingne demonstrar o seu apoio. Ela compartilhou com seus quase seis milhões de seguidores no Instragam uma foto “censurada” do seu peito nu ao lado do de um amigo sem a mesma censura.

Em entrevista ao portal “BBC Newsbeat“, o co-fundador do Instagram Kevin Systrom defendeu a política da rede social. Segundo ele, os termos de uso devem ser cumpridos tanto pelas celebridades quanto pelos milhões de usuários anônimos, para garantir que o ambiente seja o mais seguro possível para jovens e adultos. Para quem ainda não teve curiosidade de ler, as diretrizes do Instagram afirmam: “Lembre-se de que nossa comunidade é diversa, e que suas publicações estão visíveis para pessoas de a partir de 13 anos de idade. Enquanto respeitamos a integridade artística de fotos e vídeos, precisamos manter nosso produto e seu conteúdo de acordo com a nossa classificação na App Store para nudez e conteúdo adulto. Ou seja, não publique nenhum tipo de conteúdo de nudez ou adulto.” O FFW procurou a assessoria de imprensa do Instagram no Brasil para comentar o assunto, mas ainda não teve retorno.

Mas se o controle do Instagram é grande, a criatividade das pessoas também é. Para burlar as regras da rede social, foi criado o Tata Top, biquíni que imita o mamilo. Entre as pessoas que ajudaram a divulgar o produto está a top Suki Waterhouse – outro nome forte do universo fashion que quer que as mulheres tenham o mesmo direito já conquistado pelos homens (sim, isso também foi uma conquista deles feita no início do século passado!). A peça feminista e divertida também é beneficente, pois parte da renda obtida com suas vendas é revertida para instituições de pesquisa sobre o câncer de mama.

Além da equidade de gêneros, do empoderamento feminino sobre seu próprio corpo e da censura arbitrária aplicada pelas redes sociais, está a questão-chave do movimento, segundo a cineasta e fundadora do “Free the Nipple”, Lina Esco: trata-se apenas de mamilos e não há nada de pornográfico neles – ou, pelo menos, não deveria haver. “O mamilo é a primeira coisa que vemos quando nascemos”, afirmou ela ao site “Ryot”. “Ele nos nutre. Quando foi que se tornou algo tão mau?” Bem, pelo menos em Nova York ele não é tão assustador assim, como Miley Cyrus, outra entusiasta estrelada do assunto, fez questão de deixar bastante claro com o seu tuíte:

 ”Feliz Natal! Obrigada NY por ser um dos poucos estados a libertar o mamilo” diz o tuíte da cantora ©Reprodução

Enquanto nos Estados Unidos é proibido andar por aí com o peito nu em 35 estados (na Louisiana, por exemplo, a desobediência à regra pode condenar a mulher a três anos de cadeia), no Brasil a prática é ilegal em 100% do seu território – o artigo 233 do Código Penal considera crime qualquer ato obsceno em público e o topless pode ser interpretado como tal. As maiores questionadoras dessa restrição por aqui estão entre as frequentadoras das praias cariocas, que querem tomar sol sem a parte de cima do biquíni, como já é comum em países europeus desde os anos 1960 – década em que o movimento feminista viveu um de seus auges. No final do ano passado, inclusive, foi organizado um “toplessaço” na praia de Ipanema para chamar atenção das pessoas e da mídia acerca do tema, mas, por enquanto, os mamilos continuarão “presos” e cobertos por sutiãs, biquínis, maiôs e blusas – a menos que sejam levados a uma praia de nudismo.

Apesar de tanto o Instagram quanto as leis de diversos países não darem sinais de que irão mudar em breve para atender o desejo das 117 mil seguidoras do @freethenipple no Twitter, o debate parece que não esfriará tão cedo. Especialmente se celebridades do calibre de Lena Dunham, Miley Cyrus, Rihanna, Cara Delevingne e Suki Waterhouse continuarem aderindo e libertando pouco a pouco seus mamilos não apenas das roupas, mas principalmente do preconceito e do machismo ainda tão presentes em nossa sociedade.

“‘Scout Willis protesta contra a exclusão do Instagram da Rihanna e  parece muito bem enquanto faz isso’. LIBERTE O MAMILO” diz o post feito por Rihanna ©Reprodução

Em família: o diário parisiense de Waleska Gorczevski (no relato do pai da modelo!)

17/07/2014

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Waleska Gorczevski com o pai, Walter, em Paris ©Reprodução

+ Leia o relato completo no FFW Models

“Blogueiros não têm muita cultura de moda”, diz editor de moda do jornal francês Le Figaro

17/07/2014

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Godfrey Deeny, editor de moda do “Le Figaro” ©Reprodução

Esqueça a ideia preconcebida de editor de moda inacessível, à la Anna Wintour e “O Diabo Veste Prada”. Godfrey Deeny é o oposto disso, apesar de ter passado pelas publicações mais importantes do setor, como “WWD”, onde foi editor-chefe nos anos 1990, “Vogue Homme”, “Fashion Wired Daily” e Style.com. Há menos de dois anos, ele escreve para o “Le Figaro”, um dos maiores e mais respeitados jornais franceses, onde é “editor at large”, o que significa que ele viaja o mundo acompanhando as principais semanas de moda, mas não tem obrigação de escrever diariamente.

Deeny é tão espontâneo e tão acessível que foi impossível fazê-lo parar para seguir o roteiro da entrevista. Ele fala pelos cotovelos e acaba cativando todos em volta com seu amor à vida e, principalmente, às coisas boas da vida. Por isso — e sabe-se lá como a conversa chegou neste ponto — ele se compara a Jep Gambardella, personagem principal de “A Grande Beleza”. “Não me arrependo de ter feito meu trabalho com tanta dedicação. Parece que foi ontem que fui ao meu primeiro desfile da Louis Vuitton, mas faz 20 anos.” Ele explica que é fácil se apaixonar pelo estilo de vida que a moda lhe proporcionou, com jantares nos melhores restaurantes, conhecendo pessoas influentes, convivendo com artistas de Hollywood. E ele realmente se apaixonou por tudo isso. “Chega um ponto em que você é o seu trabalho.”

E é exatamente isso que parece quando se dá uma olhada nas fotos postadas por Deeny em sua conta no Instagram. Apesar de a primeira imagem ser de dezembro de 2013 — ele de casaco de pele e chapéu sentado ao lado do amigo Karl Lagerfeld —, há muitas personalidades e estilistas, como Rihanna, Valentino, Nicolas Ghesquière, Steven Tyler, Janelle Monáe e Conchita. Há espaço também para os brasileiros, e lá está Deeny ao lado de Pedro Lourenço, Bruna Lombardi e Helena Rizzo, fotos postadas durante a visita anterior, em maio.


Desta vez, veio para assistir à final da Copa do Mundo, no dia 13 de julho, no Rio (numa ação do programa Texbrasil), e aproveitou para promover a última edição da revista “Sepp”, publicação independente sobre moda e futebol da qual é editor-chefe. Para um apaixonado pela vida, é praticamente impossível não amar o Brasil, e Deeny não foge ao clichê: ele conheceu o país em 2001 e, desde então, já veio em torno de 15 vezes. Talvez por isso ele mostre a última edição da revista com tanto entusiasmo. “É a cara do Brasil. O ‘joie de vivre’, o otimismo são as coisas que mais me intrigam no Brasil. É essa ideia de ‘jogo bonito’ que se vê mesmo na vida cotidiana. E nós colocamos isso na revista.” A publicação sai a cada dois anos, sempre coincidindo com a Copa do Mundo ou a Eurocopa, e nela fica claro que o homem é o seu trabalho e vice-versa: ele pediu, por exemplo, para grifes como Michael Kors, Versace, Gucci e Louis Vuitton recriarem camisetas de times exclusivamente para um editorial e foi atendido.

As duas capas da última edição da revista “Sepp”, com Aline Weber e Daniel Alves ©Reprodução

Ainda que desfrute das melhores festas, dos restaurantes mais estrelados, seja mundialmente influente e amigo das pessoas mais importantes na moda no momento, ele ainda afirma em português: “caipirinha de jabuticaba, a coisa mais importante do Brasil”. Mesmo morando há 20 anos em Paris, Godfrey Deeny fala um francês com forte sotaque irlandês, o que só realça o seu charme e sua figura peculiar. Confira trechos da entrevista concedida com exclusividade ao FFW:

Como você vê a moda brasileira nos dias de hoje?

Eu sempre fico impressionado com a qualidade da moda aqui. Viajo muito para o meu trabalho, para as temporadas de moda em talvez 25 países. Paris é a capital da moda, depois Milão, New York, Londres. É um pouco como o tênis, tem o grand slam. Tem os lugares mais importantes, e que vão continuar sendo os mais importantes. Mas quem são os melhores depois desses? Com frequência eu acho que São Paulo é o melhor, é o número cinco do mundo. Melhor do que Moscou, Pequim, Roma, Madri, Los Angeles. A moda no Rio é diferente, porque é bem verão, é a praia. Lá também tem um nível muito alto. O nível de qualidade dos desfiles no Brasil é muito elevado. O som, a qualidade dos modelos, mesmo a maquiagem, o cabelo, a qualidade do tecido e, sobretudo, a qualidade das estampas, que é muito importante.

E quem você destacaria hoje no cenário brasileiro?

Adoro ver a progressão dos estilistas. O primeiro estilista brasileiro que eu vi foi Alexandre Herchcovitch. Fiquei impressionado com a qualidade da concepção. Sua carreira teve momentos de crescimento, momentos difíceis, mas eu fiquei muito impressionado com o desfile deste ano na Oca. Foi fantástico! A maneira como ele pegou a ideia de Marilyn Monroe e trabalhou para criar algo sensível e sofisticado. Adoro a maneira com que cada vez mais estilistas brasileiros querem colocar em evidência outra ideia de mulher brasileira. Vocês são muito conhecidas pela beleza, pela sensualidade, mas eu acho que é bom que nós tenhamos uma imagem de Brasil um pouco mais sofisticada. Quando vou a um desfile ou a um jantar no Fasano, ou quando vou tomar um café nos bons restaurantes dos Jardins, e quando vou a Ipanema, sempre fico impressionado com a elegância de algumas mulheres brasileiras. Não é a imagem que é conhecida no exterior, infelizmente. Acho que alguns estilistas brasileiros começaram a trabalhar com isso. Para dar um exemplo, em Londres, Barbara Casasola. Seus desfiles misturam alfaiataria masculina com a ideia de uma mulher refinada, mas que mora num clima mais quente, porque suas roupas não são pesadas. Adoro também quando um estilista usa algo de vanguarda com uma coisa mais clássica, mas com um senso artístico. Por exemplo, fui ao JK para ver o desfile de Pedro Lourenço, era sua segunda linha, mas adorei. É uma linha comercial criativa.

E deixe eu falar uma coisa que é muito importante. No Brasil, os desfiles acontecem em diferentes lugares a cada estação. A Oca, o parque Ibirapuera, no Rio, o Forte de Copacabana, a casa de Oscar Niemeyer. O Brasil é afortunado de ter uma grande arquitetura moderna. Talvez aqui a arquitetura seja mais forte do que a moda. Mas pra mim o mais próximo da moda é a arquitetura. É uma das razões pelas quais eu sempre amei a moda de Oskar Metsavaht. É super arquitetônico. A forma, a silhueta, a topografia do Brasil, a vegetação, a arquitetura. Aliás, isso é outra diferença entre o Brasil e os outros países do Brics [bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul]: aqui as pessoas compram essas marcas. Isso é uma coisa muito positiva. Lá eles só compram em Paris. Quando viajo, quero comprar os jovens designers, e aqui eu posso.

A revista “Sepp” é um projeto alternativo seu, onde você pode ser mais criativo?

Sou crítico de moda. Antes eu era crítico de moda no “Financial Times” e há dois anos sou o crítico de moda do “Le Figaro”, o maior jornal de Paris. Lá eu tenho que explicar as coisas para as pessoas e celebrar a qualidade das roupas. Mas como crítico tenho que manter uma certa distância. A revista é um outro lado, é uma coisa independente, onde faço o que eu quero. Por cinco anos, fui o editor chefe da “Vogue Hommes” da França, e lá também eu fazia o que eu queria, mas tinha os contratos com grandes anunciantes, e tinha que manter isso. Aqui eu faço o que eu quero. Tem um patrocínio e um pouco de publicidade, mas é um trabalho independente. Ter uma revista independente é uma grande satisfação, é visceral. Ser jornalista ou crítico de moda é um grande prazer, é um grande trabalho, mas é muita responsabilidade e muita pressão do mercado: quem vai aparecer na primeira página, sempre querem uma crítica positiva, a foto, a concorrência… Se você fizer dez centímetros a mais de Dior do que Chanel é um drama. Ou se você criticar Hermès, mas se você gostar mais de Balenciaga é um drama.

Como você vê a imprensa hoje, depois das mudanças impostas pela internet?

Para mim, a independência da imprensa é uma coisa essencial na democracia. Se você for à China, você não pode ter Facebook. Fiz um trabalho para a Armani, um debate pelo Twitter, e o debate não era postado diretamente na web, mas era editado por uma pessoa do Partido Comunista antes de ser postado. Acho que na moda, nos reviews, a imprensa mantém uma certa independência — já falei da pressão que eu tenho no “Le Figaro”. E aqui no Brasil não tem esse problema, mesmo com todos os problemas do país. Admiro quando leio os jornais aqui, toda a imprensa é independente. Seja de esportes, de economia, seja sobre os escândalos, sobre política. E essa é uma das razões pelas quais eu adoro vir ao Brasil. Isso não existe na Rússia. É uma ditadura que controla a mídia, que tolhe os jornalistas. Penso que o jornalismo e a mídia são coisas fundamentais na vida. É a profissão que faz frente ao poder, diz a verdade. Quando eu estou em Paris, com muita pressão, e o meu chefe cinco vezes mais, eu penso que os meus chefes, os CEOs, querem a verdade. Eles limitam o que eu digo, mas querem alguns parágrafos que digam o que eu realmente penso. É um espelho do que eu penso. Sou um pouco controlado, há um limite. Mesmo que eu escreva isso [faz um gesto com a mão aberta] e apenas isso seja o que eu realmente penso [mostra dois dedos]. E para mim isso é uma boa satisfação, ninguém é meu dono.

Mas e sobre os blogueiros, o que você acha?

De qualquer maneira, as coisas mudaram muito com a web. Existem duas contradições no jornalismo. Acho que no jornalismo político isso expôs muita verdade. E do outro lado, na moda, por exemplo, os blogueiros viraram uma espécie de fanzines, uma espécie de representantes das grandes marcas. Eles ganham as bolsas, as viagens, mas jamais criticam. No fim, eles não têm muita cultura de moda. Você não pode conversar com essas pessoas [sobre moda]. Eu posso escrever a necrologia do estilista enquanto ele ainda está vivo. Nunca vi um blogueiro que tenha feito isso, que tenha verdadeiramente uma cultura de moda. Vejo eles como que ajudando o poder, não sendo um espelho do que eles realmente acham. Eles têm o poder de influenciar o mercado, mas não a criatividade. Se você for a um desfile importante, 30 lugares são para jornalistas e tem um ou dois blogueiros na primeira fila. Felizmente, porque nós somos as pessoas sérias. Talvez um dia a gente vá ver um verdadeiro crítico de moda que saia do mundo do blog, mas ainda não existe.

Blake Lively segue onda de Gwyneth Paltrow e lança site de lifestyle nas próximas semanas

15/07/2014

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A atriz Blake Lively, que lança seu próprio website de lifestyle ©Getty Images

Não basta ser atriz, cortejada pelos estilistas e estrela de várias campanhas. Blake Lively, que ficou conhecida no papel de Serena van der Woodsen no seriado “Gossip Girl”, está agora à frente de uma nova iniciativa: uma plataforma digital de lifestyle.

O projeto, que a atriz vem mencionando há alguns meses, está prestes a ser lançado na próxima semana após mais de dois anos de trabalho. Com o nome Preserve, ele vai servir como um refúgio para as diversas paixões de Lively e conta com a curadoria meticulosa não só de conteúdo, mas também de peças únicas e artesanais selecionadas pela própria. “Fiquei tanto tempo fazendo ‘Gossip Girl’ que senti a necessidade de sair um pouco do mundo da atuação. Agora quero explorar minhas outras paixões”, ela disse ao site The Cut.

O site já está sendo comparado ao Goop, canal online de Gwyneth Paltrow cujo objetivo é “compartilhar todos as positividades da vida” por meio de publicações semanais que vão desde receitas até dicas de beleza e bem-estar e parcerias com marcas de roupa. Veículos focados em celebridades provocam: “A Blake é a nova Gwyneth?”. De acordo com Lively, no entanto, o Preserve “não é igual a nada que você já viu antes”.

E ao que tudo indica, Blake terá concorrência forte. Reese Witherspoon anunciou recentemente que vai lançar uma marca multi-plataforma chamada Draper James, e Kate Bosworth está para lançar um aplicativo de estilo. Os fãs e curiosos aguardam o lançamento para descobrir o que é exatamente o tão falado Preserve.

Julian Assange desfilará para filho de Vivienne Westwood durante semana de Londres

14/07/2014

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Julian Assange, fundador do WikiLeaks, está asilado há dois anos e desfilará durante a semana de moda de Londres ©Reprodução

O fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, participará de um desfile durante a semana de moda de Londres, em setembro. Como o ativista tem um pedido de extradição para a Suécia sob a acusação de abuso sexual, ele não deixará a Embaixada do Equador, onde está asilado há dois anos. A apresentação da coleção de Ben Westwood, filho de Vivienne Westwood, acontecerá na própria embaixada, em frente à Harrod’s, em Londres.

O desfile contará com seis modelos profissionais, além de Assange, que apresentarão uma coleção inspirada no figurino usado pelo ator Clint Eastwood em filmes de Faroeste dos anos 1960, chamados de “spaghetti western”. A trilha sonora será a do filme “The Good, The Bad And The Ugly” (“Três Homens em Conflito”).

O ator George Clooney e sua noiva, a advogada Amal Alamuddin (que integrou a equipe de defesa de Assange), estão entre os convidados do desfile. “Quero destacar a situação de Julian Assange. O que aconteceu com ele é totalmente injusto”, disse Ben Westwood, de 51 anos, ao “Daily Mail“. “Julian está na embaixada há dois anos e é importante que ele não caia no esquecimento”, acrescentou.

Algumas roupas do desfile foram inspiradas em Assange, e também será apresentada pelo menos uma peça com uma estampa do ativista. O desfile não fará parte do calendário oficial da semana de moda de Londres. Há dois anos, Vivienne Westwood fechou seu desfile com uma camiseta em que estava escrito “I am Julian Assange” (“Eu sou Julian Assange”).

Vivienne Westwood com camiseta usada no encerramento de desfile na semana de moda de Londres ©Reprodução

Fundadora da Ford Models que lançou Twiggy e Brooke Shields morre aos 92 anos

11/07/2014

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Eileen Ford ficou seis décadas no comando da agência Ford Models ©Reprodução/Instagram

Na madrugada desta quinta-feira (10.07), morreu em Nova York, aos 92 anos, a fundadora da Ford Models e uma das pioneiras do fashion business, Eileen Ford. Ela, que também era ex-modelo, criou a agência em 1946, ao lado do marido Jerry Ford (falecido em 2008).

Mais do que construir um negócio de sucesso, Eileen contribuiu para transformar as modelos em verdadeiras estrelas, primeiro nos Estados Unidos e, em seguida, em todo o mundo. Ela foi responsável por lançar nomes como Candice Bergen, Lauren Hutton, Twiggy, Christy Turlington Burns, Ali McGraw, Brooke Shields, Naomi Campbell e Elle Macpherson, entre muitos outros.

+ Conheça a história de John Casablancas, criador da Elite e do fenômeno das Super Models

Uma das inovações feitas pela Ford Models no mercado foi a negociação de cachês a partir do uso das imagens e não das horas trabalhadas, além da criação de contratos exclusivos – o que ajudou a tornar a profissão de modelo muito mais lucrativa.

Mas o trabalho de Eileen ia além da papelada e dos números. Ela era conhecida também por dar lições de etiqueta, de cuidados com a aparência e estilo para as meninas. Algumas pessoas a chamavam de mãe das modelos em Nova York, quase em um sentido literal. Ficou famosa ainda por proteger as jovens de negócios desleais e assédio sexual, insistindo que tanto clientes quanto modelos deveriam praticar um código de ética e decoro.

Porém, era também uma “mãe” bastante severa. Ela permitia que algumas meninas morassem na sua casa no Upper East Side, em Manhattan, para que pudesse ficar de olho nelas. Nos finais de semana, Eileen as levava para sua casa de verão em Long Island e as incentivava a cuidar do jardim. “Elas têm que responder pelo seu tempo para mim”, afirmou em um artigo em 1984.

As meninas de Eileen: Twiggy, Brooke Shields e Naomi Campbell ©Reprodução

A empresária era ainda bastante criticada por sua abordagem arrogante. Ela era conhecida por rejeitar bruscamente jovens candidatas com comentários bem afiados. “Eileen Ford me olhou uma vez e me disse para fazer uma plástica no nariz”, disse certa vez Lynn Kohlman, queridinha do estilista Perry Ellis, segundo o “The New York Times”.

Polêmicas a parte, o importante é que o negócio funcionava tão bem que, em 1974, a Ford Models fechou o primeiro contrato milionário da indústria da moda com a modelo Lauren Hutton. A agência foi comprada em 2007 por um banco de investimentos, o Stone Tower Equity Partners, e atualmente conta com sedes em Miami, Chicago, Los Angeles, Paris e Nova York.

Um Beatle na moda: John Varvatos traz Ringo Starr como modelo de nova campanha

10/07/2014

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Ringo Starr na campanha Outono/Inverno 2014 de John Varvatos ©Reprodução

A campanha Outono/Inverno 2014/15 de John Varvatos, estilista conhecido por trabalhar com músicos e pelo seu apelo rock’n’roll, traz um modelo inusitado: Ringo Starr. A imagem foi divulgada na segunda-feira, quando o ex-Beatle comemorou seu aniversário de 74 anos.

+ Clique aqui para ver desfiles masculinos de John Varvatos.

A campanha não apenas traz Ringo como modelo, mas também tem por objetivo arrecadar fundos para a Ringo Starr Peace and Love Fund. John Varvatos está promovendo uma campanha no Instagram, Twitter e  Vine convidando seus seguidores a postarem fotos e vídeos fazendo o sinal de paz e amor com a hashtag #peacerocks. Para cada imagem postada, a instituição de Ringo receberá US$ 1. Também será vendida uma camiseta com renda revertida para a instituição.

O lançamento da campanha aconteceu na segunda-feira (07.07) em Hollywood em um evento público, quando também foi comemorado o aniversário de Ringo. No mesmo dia, o músico se encontrou com o cineasta David Lynch, que é parceiro do ex-Beatle em uma ação para promover a meditação transcendental em escolas de áreas rurais e para sobreviventes de traumas.

+ Assista ao vídeo da campanha Outono 2014 de John Varvatos com Ringo Starr e outros músicos:

+ Veja mais fotos da campanha Outono/Inverno 2014/15 de John Varvatos:

Ringo-Starr-John-Varvatos-campanha-Outono-2014-1
Reprodução

Direto da “FFWMAG”: “Pressão e criação não são palavras opostas”, diz Herchcovitch

07/07/2014

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Por Camila Yahn, direto da “FFWMAG” #36

Em entrevista à “FFWMAG”, Alexandre Herchcovitch fala sobre moda, trabalho, amigos, rotina, pontos altos e desafios ©Lucas Bori

Há 20 anos ele carrega o título de principal estilista da moda brasileira. Aos 42, Herchcovitch já fez de tudo um pouco e ultrapassou as fronteiras da profissão, alcançando fãs, consumidores e seguidores com livros, participação em programas de TV, parcerias com amigos diretores, desfiles fora do país, presença nas redes sociais e dezenas de licenciamentos.

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Alexandre vendeu a primeira coleção em 1986, aos 15 anos. Mas foi mais para o fim dos anos 1980 que ele foi influenciado pela efervescência da noite paulistana, que começou a frequentar levado pelo stylist David Pollak, amigo das noitadas na boate do clube A Hebraica. A marca Alexandre Herchcovitch foi fundada em 1993 e causou um barulho no circuito de moda com seu olhar autoral e aberto para novas experiências estéticas.

Descobrir Boy George foi um divisor de águas para o então jovem estilista. “Ele apareceu para mim em 1983, quando assisti ao clipe de ‘Karma Chameleon’ no Fantástico. Fiquei sem respirar e sem piscar. Quem era esse homem que não queria ser mulher, mas usava maquiagem para ficar mais bonito? Inúmeras portas se abriram na minha cabeça”, ele conta sobre a influência, que dura até os dias de hoje.

Ele então já era chamado de o “Alexander McQueen brasileiro”, o “enfant terrible da moda nacional”, entre outros rótulos que apareciam para tentar explicar o calor e a sensação de novidade que pareciam grudadas às suas criações. Em 2008, o estilista vende 70% da marca e passa a trabalhar sob mais pressão comercial. Desde então, vem praticando o equilíbrio necessário entre suas vontades e os desejos dos consumidores. Mas, segundo ele, “não há muito mais o que inventar na moda”, então Herchcovitch continua fazendo o que sempre soube fazer melhor: buscar uma maneira mais interessante de fazer o que já foi feito.

Em conversa com Camila Yahn, fala com sinceridade sobre moda, trabalho, amigos, rotina, pontos altos e desafios. E revela que suas principais virtudes como estilista não são estéticas, mas morais: “Não segrego, promovo o bem e respeito as diferenças”.

FFWMAG – Quais foram os principais desafios na sua carreira?

Alexandre Herchcovitch – O primeiro de todos foi decidir fazer o que faço hoje: roupa, imagem, moda. Depois disso, meu maior desafio foi aprender a construir uma roupa, passar do tecido para uma escultura tridimensional, e isso aprendi com minha mãe dentro de casa. Anos mais tarde comecei a me preocupar em colocar nome em minhas criações, daí o desafio foi fácil, a dúvida era: a marca teria meu nome próprio ou um novo nome? Não tive dúvida de que uma criação tão autoral e que falava tanto de mim tinha que levar meu nome próprio. Com o tempo o desafio passou a ser diferente e com dois olhares opostos: criar livremente e vender minhas criações para continuar a fazer aquilo em que acreditava. Vieram então a possibilidade de exportar, os licenciamentos e, por fim, a venda da marca, que ainda é um desafio imenso, com um dia a dia difícil.

Por quanto você vendeu sua marca?

Pelo que ela valia. Foram momentos de grandes discussões. De um lado, os compradores tentando me provar que ela valia o que faturava, do outro, eu mostrando o que eles ainda poderiam faturar com o alcance nacional e internacional. Existe uma ilusão ao chegar a um valor de uma marca. Quem compra não leva em conta o intangível, o alcance do nome, os anos de branding, o investimento, o quanto ainda se pode faturar com ela, e sim os números reais. É um balde de água gelada. No início, vendi 70% e fiquei com o restante, 30%, que é a mesma coisa que ter 0%, pois era o minoritário, não decidia nada. Agora sou apenas um contratado, sem nenhuma participação, e estou feliz assim.

Que características estéticas definem o seu trabalho?

Procuro sempre uma maneira mais interessante de fazer aquilo que já foi feito. O corpo não muda, temos dois braços, duas pernas e assim vai… Vestir e despir é um jogo que exercito há anos, ora revelo o corpo com peças ultrassensuais, ora a sensualidade está velada e fica por conta de quem vê, não é explícita. Não há muito mais o que inventar na moda. O caminho que decidi seguir me possibilitou criar além do vestuário, e isso é extremamente importante para quem cria: diversificar.

Quais suas maiores virtudes como estilista?

Não segregar, promover o bem, respeitar as diferenças.

©FFWMAG

Você se considera uma pessoa difícil?

É muito difícil ter uma visão clara do que somos… Essa pergunta deveria ser feitas aos que estão ao meu redor. Acredito não ser uma pessoa difícil, no trabalho ouço todos e nem sempre a melhor ideia é a minha. Sou chato, metódico, insistente, mas generoso e pacificador.

+ Leia a entrevista completa com Alexandre Herchcovitch na “FFWMAG” #36 Especial Coleções

Beyoncé é celebridade mais poderosa do ano; Gisele é única brasileira na lista da Forbes

01/07/2014

por | Gente

Beyoncé é a celebridade mais poderosa de 2014, segundo revista “Forbes” ©Getty Images

Who run the world? Segundo a “Forbes“, é Beyoncé. A revista publicou a lista de 2014 das celebridades mais poderosas do mundo, a “Celebrity 100″, e a cantora ocupa a primeira posição — seu marido, Jay Z, está em 6º lugar.

+ Com looks de Diesel e Versace, figurino de Beyoncé dá o que falar na turnê On the Run

A revista destaca que a norte-americana realizou 95 shows, arrecadando cerca de US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 5,2 milhões) em cada apresentação, de acordo com a Pollsatr. E ainda afirma que ela lançou seu álbum mais “criativo”, intitulado “Beyoncé”, que chegou ao iTunes praticamente sem publicidade e foi anunciado como um álbum visual, já que havia um clipe para cada faixa. A música “Drunk in Love” vendeu mais de 1 milhão de cópias.

A “Forbes” justifica que Beyoncé “construiu um pequeno ‘império de business’”, e faturou milhões participando de campanhas como H&M e Pepsi. Ela ainda possui uma linha de fragrâncias e a marca House of Dereon. A estimativa é que a cantora tenha arrecadado cerca de US$ 115 milhões (R$ 252 milhões) entre junho de 2013 e junho de 2014.

Gisele aparece na 56ª posição e é único brasileiro na lista das cem celebridades mais poderosas do mundo ©Getty Images

Gisele Bündchen é a única brasileira na lista, onde aparece em 56º lugar. A top embolsou cerca de US$ 47 milhões (R$ 103 milhões) em 12 meses, se tornando a modelo mais bem paga do mundo pelo oitavo ano consecutivo. Além dos contratos altamente lucrativos com marcas como H&M, Chanel e Carolina Herrera, Gisele possui uma marca própria de lingerie, a Gisele Bündchen Intimates.

+ Leia matéria sobre campanha que traz Gisele Bündchen com cabelo curtinho.

+ No FFW Models, veja as campanhas de Outono/Inverno 2015 estreladas pela top brasileira.

Outros nomes que fazem parte da lista são Rihanna (8º), Jennifer Lawrence (12º) e Miley Cyrus (17º).

FFW Models: Gisele brilha mais uma vez, agora nas campanhas para o Inverno 2015

30/06/2014

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Gisele na campanha de Emilio Pucci ©Reprodução

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FFW Models: conversamos com a gaúcha Marta Bez, nova aposta de Carine Roitfeld

24/06/2014

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A modelo Marta Bez, que deu entrevista ao FFW Models ©Reprodução

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FFW Models: Carol Trentini representa o Brasil na seleção de tops da revista “i-D”

18/06/2014

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Assista ao vídeo no FFW Models ©Reprodução