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Calvin Klein: outdoors “censurados” em NY e LA

Depois de sofrer duras críticas e censura por conta do vídeo da campanha de verão 2009, a Calvin Klein resolveu inovar e fugir dos comentários puritanos dos americanos para lançar a linha Jeans X.

ckbillboard-590-khz71310O outdoor e a frase “Get It Uncensored”, que em português significa algo como “remova a censura”, em NY © Reprodução

Dessa vez, ao invés de outdoors com fotos da campanha e muito sex appeal, a marca colocou QR codes vermelhos espalhados por Los Angeles e NY. Os interessados podem fotografar a peça com seus smartphones com leitores de QR Codes instalados e navegador por conteúdos exclusivos dentro do site da marca – como um vídeo de 4o segundos com Lara Stone e Grayson Vaughan, que estão na campanha ao lado de AJ Abualrub, Sid Ellisdon e Eric Anderson.

Os anúncios são assinados por Fabien Baron e foram fotografados pela dupla Mert Alas &Marcus Piggot.

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Christopher Bailey, da Burberry, promove novos talentos da música

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Não resta dúvida que a Burberry, sob comando de Christopher Bailey, é uma das marcas de luxo que melhor tem investido e utilizado a internet como plataforma de comunicação. Teve o Art of the Trench, site colaborativo e dedicado a promover a peça ícone de grife, as transmissões ao vivo (e em 3-D) dos desfiles, e a campanha interativa que permite uma visão quase 360º das imagens.

Porém, a mais recente aventura online de Bailey vem para unir suas paixões: música e tecnologia. Com o Burberry Acoustic, usuários poderão agora acessar o live.burberry.com e assistir às performances exclusivas de novas bandas britânicas escolhidas pelo próprio diretor criativo da marca. O site, por enquanto, está em fase de soft opening, com três apresentações de Life in Filme, Misty Miller e Ramona.

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Twitter: editores de moda revelam smartphones, apps e manias

Nos primeiros dias de Fashion Rio, o acessório que mais aparece na fila A todos os desfiles não é exatamente de moda. Editores, stylists, apresentadores e clientes não desgrudam dos seus smartphones para twittar, fotografar e conversar enquanto as coleções são mostradas na passarela. Recentemente, até mesmo Paulo Borges, CEO da Luminosidade, aderiu à brincadeira.

O portal FFW – que também tem perfil no Twitter – foi atrás dos aparelhos, aplicativos, manias e etiqueta para o uso do Twitter.

Confira!

Clipboard01Milene Chaves, Olivia Hanssen e Chiara Gadaleta: tuitando na primeira fila ©FFW

@ARRUDANELES, (Paulo Martinez), editor de moda da revista MAG!
Aparelho: Iphone
Aplicativo: Twitterfon
“Não gosto de twittar da primeira fila. Como não sou jornalista de moda, uso mais para ranzinzices”.

@OliviaHanssen, editora de moda da Playboy
Aparelho: BlackBerry Bold
Aplicativo: Ubertwitter / Tweetdeck
“Gosto de twittar antes e depois do desfile – durante eu acho falta de tato! E gosto de subir fotos também! Amo twitpic. Quero começar a usar vídeo também, mas ainda não aprendi”.

@AugustoBezerril, editor de moda
Aparelho: Motorola Q
Aplicativo: Twitter Mobile
“Gosto do Twitter porque é instantâneo, mas também vale como registro. Um tweet meu sobre o desfile da Cavendish já foi usado na revista L’Officiel, por exemplo”.

@Maria_Prata, editora de moda da Fashion TV
Aparelho: Blackberry
“Gosto de twittar da primeira fila, é um pouco de informação para quem não está dentro da sala de desfiles e quer saber qual é o clima. Mas acabo perdendo um look ou outro”.

@LulaRodrigues, do jornal O Globo
Aparelho: Blackberry / Iphone
Aplicativo: Ubertwitter
“Sou completamente viciado em Twitter. Todo novo aplicativo eu instalo e começo a testar, e acho bacana que fica todo mundo conversando na sala de desfiles mesmo sem estar perto”.

@ChiaraGadaleta, stylist e apresentora
Aparelho: Iphone
Aplicativo: Tweetdeck
“Twitto mais coisas relacionadas a trabalho. Hoje, por exemplo, já twittei que estão distribuindo ecobags de uma ONG que eu apoio”.

@200112 (MileneChaves), editora de varidades da VEJA.com
Aparelho: Nokia E-77
Aplicativo: Twitter Mobile
“Sou nova no ofício de twittar e com o desfile acontecendo fica meio difícil – por isso, erros de português são permitidos”.

+ Editores de moda no Twitter

Erika Palomino, FFW
André Rodrigues, FFW

Luigi Torre, FFW
Gloria Kalil, CHIC
Lilian Pacce, Blog LP
Sylvain Justum, Hypercool
Andre Do Val, CHIC
Jorge Wakabara, Blog LP
Denise Dahdah, Homem Alfa
Biti Averbach, QUEM
Alexandre Farah, FilmeFashion
Heloisa Tolipan, Jornal do Brasil

Eduardo Viveiros, CHIC
Renata Piza, Elle
Susana Barbosa, Elle

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CSS, Herchcovitch + 10 artistas brasileiros no The Creators Project

“O Brasil tem grandes criativos e sempre foi fonte de inspiração para outros países”, celebra Tony Cebrian, publisher da “VICE Brasil” em entrevista ao portal FFW. O estilista Alexandre Herchcovitch, a banda CSS, o artista Jum Nakao, o designer Muti Randolph, o rapper Emicida, o músico Marcelo Camelo, os DJs do NASA, a dupla Mixhell, além de Renato Cohen, Ricardo Carioba e Antonio Pinto foram convidados para participar do coletivo mundial CREATORS, uma parceria entre a gigante da informática Intel e a  revista “VICE”. “O Creators funciona como uma plataforma global de divulgação para esses criativos”, completa Cebrian.

Clipboard01O produtor, músico e DJ Mark Ronson é embaixador do projeto CREATORS e pode vir ao Brasil em agosto ©Reprodução

Eles se juntam a outros criadores eleitos nos EUA, China, França, Reino Unido, Alemanha, e Coreia do Sul – entre eles o produtor Mark Ronson, a dupla Boys Noize, a banda Phoenix e o diretor e artista plástico Chris Cunningham – para criar uma rede global de criadores & criações. Carolina Gold e Pitty Talliani, as meninas por trás da Amapô, querem aproveitar ao máximo essa plataforma.

“O que esperamos é ter a liberdade de fazer algo que não seja uma expressão de roupa. Existe algo que o Paulo Borges sempre diz pra gente que quando você tem uma ideia, ela não é mais sua. Ela fica no imaginário coletivo. Acho que o projeto é uma materialização desse inconsciente coletivo”, vibram. O projeto se materializa pela primeira vez no Brasil em um evento que acontece no dia 14 de agosto, em São Paulo.

Confira os detalhes da entrevista com Tony Cebrian:

Quais foram os critérios de escolha para os 12 artistas brasileiros?
Procuramos representar as principais formas de expressão: música, moda, arte e design. Escolhemos pessoas inovadoras e que utilizam a tecnologia em seu processo de criação. Além, é claro, de pessoas que se comunicam bem com público da “VICE”.

Quem participou dessa escolha?
A equipe de curadoria da “VICE”: eu (publisher), Fernanda Negrini (editora-chefe da revista), Ana Luiza Paes Leme (editora de imagem) e André Maleronka (editor), tendo o apoio da equipe editorial da “VICE” Nova York.

Uma vez no projeto, os artistas têm total liberdade de criação ou são brifados por vocês?
Total liberdade de criação. Nós somos somente a plataforma que possibilita os recursos e a divulgação.

Assista ao vídeo que o designer Muti Randolph – que assina a ambientação do D-Edge e também a Galeria Melissa, em São Paulo – criou para o projeto:

O que podemos esperar para o evento que acontece dia 14 de agosto? Quem organiza? Onde acontece?
O evento é idealizado e produzido pela “VICE” no Brasil. A locação e as atrações ainda estão em processo de definição. Os trabalhos que serão expostos também estão em fase de produção. Esperamos surpreender com as atrações. Vamos trazer grandes nomes internacionais.

No site oficial, o Creators é descrito como “rede dedicada a celebrar a criatividade e a cultura entre os meios de comunicação ao redor do mundo.” Na prática, de que maneira essa integração entre os criadores acontece?
Criadores de vários países farão parcerias para produzirem projetos colaborativos. Isso começa no primeiro evento, em NY, e segue até o evento de encerramento, na China.

No Brasil, quantas pessoas estão envolvidas direta e indiretamente neste projeto?
Cerca de 30 pessoas da “VICE” e da Intel, mais os criadores e suas equipes, além da produção do evento.

Qual o tamanho do investimento?
Este é o maior projeto produzido pela “VICE” brasileira desde o inicio de suas atividades em 2009.

Que números você pode revelar pra gente?
Preferimos não revelar números.

+ Site oficial do projeto: thecreatorsproject.com/pt-br

+ Perfil no Twitter: @creators_brasil

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Cabelo de parar o petróleo: madeixas podem ajudar em desastres ambientais

Você já parou para pensar onde vão os fios que ficam espalhados pelos salões de beleza? Alguém os recolhe com uma vassourinha e os tira da sua vista, mas e aí? As madeixas podem ser usadas posteriormente em coisas como perucas, mas o FFW não sabia, por exemplo, que elas podiam ajudar em desastres ambientais.

Para ajudar a reverter o quadro no Golfo do México – onde 200 mil galões de petróleo se espalham por dia depois que uma plataforma da British Petroleum explodiu e afundou, no dia 20 de abril –, salões e petshops pelos EUA estão mandando suas remessas para iniciativas como a Matter of Trust, que cuidam de estilizar os pêlos em tapetes que, ao serem jogados no mar, se encharcam de óleo.

Reprodução

Segundo a organização, cerca de 200 mil quilos de fios estão a caminho do Golfo – mas poderiam também estar ajudando outros países, já que o programa é internacional e esse tipo de acidente é mais comum do que deveria ser.

Se você também quer ajudar, não precisa sair por aí tosando o cão da casa ou cortando o cabelo à la Agyness Deyn: meias de náilon usadas também servem!

+matteroftrust.org

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Tryvertising: clubes de amostra grátis chegam ao Brasil

sacolasO conceito de tryvertising (mistura dos termos “testar” e “publicidade”, em inglês) não é novo, mas demorou para chegar ao Brasil. Nos próximos meses, dois estabelecimentos do gênero abrirão suas portas em São Paulo: o Clube Amostra Grátis, no dia 11 de maio, e a Sample Central, em 29 de junho.

O esquema é simples: o cliente faz um cadastro online, agenda sua visita ao espaço físico, escolhe os produtos que deseja experimentar (em casa ou na loja) e, em até 5 dias, os devolve e responde um questionário sobre cada item, apontando seus defeitos e qualidades. Os resultados se transformam em pesquisas de mercado, ajudando fabricantes, distribuidores, publicitários, etc.

Não há obrigação de compra, apenas uma taxa anual de associação – R$ 15 no caso da Sample Central, R$ 50 no caso do Clube Amostra Grátis. Ficou curioso? Nós também. Resta esperar as portas, oficial e gratuitamente, se abrirem.

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Estudante de Harvard quer transformar consumidores de moda em investidores

20100406_fashionstake_560x375A home do Fashion Stake: o projeto, ambicioso, quer transformar consumidores em investidores através da venda de ações atrelada a benefícios © Reprodução

O mais novo e-commerce de moda internacional não vai vender apenas roupas, mas sim ações. É isso mesmo: com apenas US$ 50, consumidores poderão adquirir shares de determinadas grifes e ganhar, com isso, uma série de benefícios.

Pelo menos é o que imagina Vivien Weng, estudante de administração em Harvard. Em entrevista concedida ao jornal “WWD”, ela explicou: “O segredo da moda é que ninguém tem muito dinheiro”. Com o Fashion Stake, Weng aposta numa aproximação mais efetiva entre estilistas e consumidores.

Ao comprar US$ 50 em ações de determinada marca, os investidores recebem créditos para utilizar em compras, ofertas especiais, previews exclusivos, visitas aos showrooms e até convites para desfiles. A iniciativa surgiu após estudos que apontavam que os consumidores de moda se mostram mais interessados em desfrutar de experiências próximas dos estilistas que admiram do que apenas ganhar descontos na hora da compra – aquele gostinho insider que, até agora, é saboreado por poucos.

Para o lançamento, Weng quer começar com 5 estilistas, dos quais revela apenas um nome: o ex-participante do programa de TV “Project Runway”, Althea Harper. O processo de seleção promete ser criterioso: é exigido que os estilistas já tenham produzido ao menos uma coleção e já tenham estabelecido uma boa cartela de clientes.

Outro ponto interessante sobre o Fashion Stake é que, ao abrir as ações de uma jovem grife para o mercado investidor, o papel dos consultores de moda praticamente desaparece: se antes esses profissionais eram o intermédio entre o público e os estilistas, agora a marca poderá receber direto de seus clientes quais são suas necessidades em cada temporada.

+ fashionstake.com

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Geração iPad: veja a primeira revista (de moda!) para o gadget

O iPad começou a ser vendido mundialmente no início de abril, mas para os fashionistas a maior das novidades é a primeira publicação que vai usar o novo gadget da Apple como plataforma para suas edições: a “Interview”, criada por Andy Warhol nos anos 1970 e que deu a volta por cima em 2008 sob o comando de Fabien Baron.

c85fe0f6334cbce9_-1Carey Mulligan na primeira edição iPad da “Interview” © Reprodução

A primeira edição da “Interview” para iPad vem com 330 “telas” de imagens e textos assinados por gente como Ke$ha, Justin Bieber e Kellen Lutz, além de um editorial de moda fotografado por Terry Richardson e mais um vídeo de 20 minutos dirigido por Bruce Weber, tudo isso por US$ 0,99 (você não leu errado: noventa e nove centavos de dólar), na iTunes Store. A revista impressa chega às bancas no dia 12 de abril, e custa cerca de R$ 30 aqui no Brasil.

A Condé Nast divulgou que está preparando edições de suas revistas para o iPad também, mas a “Vogue” e a “W” acabaram ficando de fora do projeto que aprovou apenas versões dos títulos “Wired”, “GQ”, “The New Yorker”, “Vanity Fair” e “Glamour”.

Se você não tem um iPad, dá pra ver um demo de como funciona a “Interview” no aparelho:



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Realidade aumentada: Dior lança campanha 3D online

O novo site do perfume Miss Dior Chérie ganhou um apetrecho que é o it-fascínio no mundo online: a realidade aumentada.

Para se maravilhar um pouco com o poder da tecnologia moderna, tem que ter uma webcam e uma impressora. Após a instalar um aplicativo (um tanto pesado) no computador, basta apontar a campanha impressa da fragrância para a câmera e pronto: surge um espaço tridimensional, com borboletas voando por todos os cantos e ângulos diferentes (experimente virar a foto para ter uma visão 360º da campanha).

miss-dior-realidade-aumentadaFoto da redação FFW testando a realidade aumentada da Dior: super funciona e é muito linda! © FFW

Quem não tem o que é preciso para testar a novidade, não se preocupe. Assim que carrega, a página passa o comercial dirigido por Sofia Coppola – e que você pode assistir no You Tube.

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Adidas lança tênis/joystick com realidade aumentada

Estava demorando para a realidade aumentada chegar à moda. A Adidas Originals vai lançar no próximo dia 10 de fevereiro (por enquanto apenas no exterior) uma coleção de 5 modelos de sneakers que contam com a tecnologia amada por geeks e publicitários. Através de um código embutido na lingueta, o tênis se transforma no joystick de um jogo online, hospedado num hotsite da Adidas.  A cada mês, de fevereiro até abril, o site contará com um jogo interativo diferente – tudo o que o usuário precisa fazer é acessar o endereço e posicionar o tênis na frente de uma webcam.

Apesar do conceito complicado e do nome hightech, a RA foi criada nos anos 90 e já é usada em videogames e outros aparelhos eletrônicos, misturando ambientes virtuais com objetos físicos – por exemplo, o controle sem fio do Nintendo Wii, alguns aplicativos para iPhone e até videoclipes. Mas essa é a primeira vez que aparece em um produto de uso prático como um tênis.

Entenda melhor no vídeo abaixo:

De acordo com a Adidas, os sneakers custarão entre US$65 e US$95.

Tenha a Adidas Originals no Facebook: facebook.com/adidasoriginals

Compre online: eastbay.com

Saiba mais sobre realidade aumentada: pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_aumentada

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