> Notícias

Aprenda a usar: stylist ensina como inserir tecidos metalizados no look

Com Carla Valois, em colaboração para o FFW

©Reprodução

Não basta uma proposta de moda ser apenas apresentada pela passarela. Ela tem que ir para as ruas, de forma descomplicada, e seduzir as consumidoras. Algumas peças já nascem hits de estilo, outras ainda demandam a colaboração de vitrines, revistas e até novelas para conquistar o público. E o FFW foi descobrir nos desfiles, nas ruas, e na boca dos especialistas, peças e estilos que chegam neste verão e ainda não têm hora para desaparecer.

Você vai ver aqui algumas das principais direções de moda, com dicas de quem entende do assunto. E o assunto da vez são os tecidos metalizados, que agora saem pra brilhar também de dia, como aposta o stylist Thiago Ferraz.

Também já mostramos formas de usar a calça curta, como misturar estamparia tropical nos looks e sobre como injetar o laranja no dia a dia, uma das cores mais fortes para o Verão 2012.

METALIZADOS

“O metalizado apareceu com força tanto aqui quanto nos desfiles internacionais porque existe um desejo pelo futuro na moda. Essa era digital, rápida, tem tudo a ver com metal.

O bacana agora é que o metalizado, os brilhos tecnológicos, enfim, saem da noite e entram como parte do dia a dia tanto nos acessórios quanto nas roupas.

Gosto do metalizado quando em cortes mais neutros, simples, quase minimalista. Fica mais contemporâneo, sem o ranço da peça da noite, e parte pra um ar mais futurista, claro sem cara de Barbarella. O metalizado nas tramas mais rústicas também são uma ótima, e nova, opção.

Opte por tecidos mais frescos, confortáveis, que “respirem” nesse verão. Misturar com t-shirts, alfaiataria, ou jeans pode ser um bom caminho para ficar com um visual mais cool. Ou opte pelas peças de metal com design clássico, como blazers estruturados, misturando com pecas neutras e básicas. Pode render looks bem interessantes”.

Para não ficar caricatural, o stylist indica:

“Nao abusar no look total metalizado, e achar uma peça que fique bacana no seu corpo e o valorize, porque o metalizado pode acentuar volumes indesejados”.

Thiago Ferraz, stylist

metalizados_01

Desfile André Lima, clique de street style e Balmain

Aprenda a usar: stylist ensina como inserir tecidos metalizados no look

Aprenda a usar: editor mostra como vestir o tema Tropical

Com Carla Valois, em colaboração para o FFW

©Reprodução

Não basta uma proposta de moda ser apenas apresentada pela passarela. Ela tem que ir para as ruas, de forma descomplicada, e seduzir as consumidoras. Algumas peças já nascem hits de estilo, outras ainda demandam a colaboração de vitrines, revistas e até novelas para conquistar o público. E o FFW foi descobrir nos desfiles, nas ruas, e na boca dos especialistas, peças e estilos que chegam neste verão e ainda não têm hora para desaparecer. Agora – e nas próximas semanas – você vai ver aqui algumas das principais direções de moda, com dicas de quem entende do assunto. E agora é a vez das estampas tropicais, super verão, super Brasil.

Já falamos sobre a calça curta, e você pode ver clicando aqui, e sobre o hype da cor laranja, clicando aqui. Agora é a vez de entender o tropicalismo que apareceu com força nas passarelas do Verão 2012 e devem entrar com a mesma força nos nossos guarda-roupas.

TROPICAL

“[O tropical] Além de ser algo meio óbvio quando se fala de verão – pense em navy e prints florais -, vem no embalo do boom dos mercados emergentes, dentre os quais o Brasil. Misturar estampas tropicais com peças lisas é o caminho. É boa para mesclar com a recente mania color blocking também.”

“Misture universos, sempre. Esporte com alfaiataria, casual com noite, etc. Evite total look, como em todos os rumos de moda. Apesar de ser uma tendência maximalista, corre sério risco de ficar over se a pessoa mergulhar nela de cabeça”

Sylvain Justum, Editor de Moda da GQ

tropical_01

Desfile Ellus, Adriana Degreas e a stylist Giovanna Battaglia

Aprenda a usar: editor mostra como vestir o tema Tropical

Especialista ensina a usar o laranja, a cor do verão

Com Carla Valois, em colaboração para o FFW

©Reprodução

Não basta uma proposta de moda ser apenas apresentada pela passarela. Ela tem que ir para as ruas, de forma descomplicada, e seduzir as consumidoras. Algumas peças já nascem hits de estilo, outras aindam demandam a colaboração de vitrines, revistas e até novelas para conquistar o público. E o FFW foi descobrir nos desfiles, nas ruas, e na boca dos especialistas, peças e estilos que chegam neste verão e ainda não têm hora para desaparecer. Agora – e nas próximas semanas – você vai ver no FFW algumas das principais direções de moda, com dicas de quem entende do assunto. O laranja é a cor do momento e também o assunto por aqui.

Já falamos sobre a calça curta, e você pode ver clicando aqui.

LARANJA

“Laranja é uma cor solar, de fogo e por isso vira e mexe reaparece no verão. Eu gosto quando aparece junto com tons de pele e de terra ou então laranja total, embora as grifes e revistas estejam apostando nessa cor dentro da tendência do color blocking (que também pode ficar bonito).

Eu acho ótimo ficar caricatural: arrume um fundo laranja, bote o look laranja total, peruca Florence and the Machine, segure um copo de suco de tangerina, fotografe e poste no Instagram.”

Vivian Whiteman, editora de moda da “Folha de S. Paulo”

Miroslava Duma e Giovanna Battaglia

Miroslava Duma e Giovanna Battaglia

Especialista ensina a usar o laranja, a cor do verão

Conheça Katie Grand, a stylist cotada para assumir a Louis Vuitton

Com Carla Valois, em colaboração para o FFW

Katie Grand ©Reprodução

©
©

Katie, a Grand(e). O trocadilho, embora infame, não poderia ser mais apropriado quando se fala dessa britânica, que há muito tempo é uma das mulheres mais importantes e influentes da moda. Mais uma prova do poder de Grand foi dado esta semana, ao receber o prêmio de “Magazine’s Innovator of the Year”, na categoria Moda, oferecido pelo “Wall Street Journal”. Além disso, há rumores de que Katie é uma provável substituta de Marc Jacobs na Louis Vuitton, caso ele assuma de fato a Dior. Há anos, ela trabalha muito próxima a Marc na Vuitton e está por trás das recentes exposições da marca.

Mas não é como se Katie já não fosse importante o suficiente. Hoje, praticamente tudo em que ela põe as mãos vira ouro, ou no caso da moda, vira tendência imediata. Em entrevista ao “Wall Street Journal”, ela cita um exemplo: “Eu acho que a Topshop está vendendo milhares de hot pants porque Marc [Jacobs] e eu colocamos Kate Moss em um par dessas com uma jaqueta arrumada na passarela do desfile da Louis Vuitton”, disse Grand. “Aquilo apareceu nos jornais ao redor do mundo, e então alguma garota, se ela tiver pernas decentes, diz, ‘Oh yeah, eu poderia usar uma jaqueta legal e um par de hot pants’. Mas acho que essas pessoas nem sabem quem eu sou”.

Desfile da Louis Vuitton, Inverno 2011 ©Reprodução

Isso porque Katie é mais do backstage. Enquanto editoras de moda de todo canto do mundo fazem questão de aparecer e criar uma imagem, ela não faz muito alarde sobre si mesma –  não usa um pingo de maquiagem, por exemplo – embora seu guarda roupa seja gigantesco, já que ela não se desfez de nenhuma peça, desde seus 15 anos. Em uma entrevista ao “Guardian”, contou que teve de mudar de casa, pois já não havia espaço para suas coisas. Hoje, o espaço já está ficando pequeno novamente, mas tudo é extremamente organizado. E por ordem alfabética de designer, tá meu bem?

Porém, o que mais importa para Katie é o seu trabalho. Ela está no topo da pirâmide da influência e trabalha em um ritmo alucinante, seja junto aos designers antes dos desfiles, seja criando conceitos interessantes para campanhas publicitárias, ou, aquilo pelo qual ela é mais conhecida, organizando e exibindo o melhor da temporada nos editoriais das revistas. Hoje, Kate está por trás da revista “Love”, mas sua história na mídia impressa é longa.

Campanha Bottega Veneta, com styling de Katie ©Reprodução

Nos últimos dez anos, o curriculum de Katie só fez aumentar com nomes poderosos, como colaborações ao lado de Marc Jacobs, Giorgio Armani, Alber Elbaz e Miuccia Prada. Ela também fez um bom trabalho de marca com a Bottega Veneta, Topshop e Loewe, mas o que ela mais gosta mesmo de fazer, é revista.

Tudo começou na infância. Ela cresceu em Birmingham, na Inglaterra. Aos 12 anos, enquanto estava de cama, o pai trouxe uma “Vogue” e uma “The Face”. “Eu era realmente nerd, e em seguida, naquela noite, eu pensei ‘Eu só quero ser cool’”, contou ela. Como muitas jovens que algum dia sonharam em trabalhar com moda, Katie queria ser editora da “Vogue”. Para realizar seu sonho, escreveu para Liz Tilberis, editora da “Harper’s Bazaar”, pedindo um conselho. A editora sugeriu que ela estudasse na Central St. Martins, o que ela fez. Um ano depois, desistiu do curso, mas não sem antes fazer alguns amigos, como os estilistas Giles Deacon e Stella McCartney.

“Dazed & Confused”, 1999 ©Reprodução

Foi então que ela conheceu o fotógrafo Rankin, que a convidou para ajudá-lo com uma revista, chamada “Eat Me”. Logo depois veio a “Dazed & Confused”, que Rankin começou com Jefferson Hack, na qual Katie ficou por sete anos. “[Rankin] era muito positivo e sempre teve essa mentalidade de faça-você-mesmo ao invés de trabalhar para alguém. Aquele espírito de ‘Oh, vamos fazer isso, vamos montar uma exibição, vamos começar uma revista’”, contou Katie. Durante o tempo em que esteve lá, não havia orçamento, não havia salário, mas as oportunidades de aprendizado eram infinitas, e ela podia mostrar sua paixão pelo styling. Durante o tempo que esteve na “Dazed”, conheceu Stuart Vevers, que viria a ser diretor criativo da Bottega Veneta.

Pouco tempo depois, Vevers chamou Grand para revitalizar a marca italiana. Ela foi, e levou com ela o amigo Giles Deacon para fazer o design. Foi o grande avanço comercial dela. Ainda trabalhando com a Bottega Veneta, Grand chamou a atenção de ninguém menos que Miuccia Prada, que fez um convite irrecusável: “Venha e faça algo divertido pra mim”. “Foi uma oportunidade maravilhosa e eu acho que foi quando as pessoas começaram a me tratar como stylist”, disse.

Capas da “Dazed & Confused” de 1997 e 1994 ©Reprodução

O trabalho foi excelente enquanto durou. “Ela é brilhante, inteligente e muito boa no que faz”, disse Miuccia certa vez. Mas a estilista parou de trabalhar com Katie. “Acho que ela se cansou de mim”, declarou Katie ao “Guardian”. “Era para eu fazer a campanha da Miu Miu e recebi um telefonema dizendo que eles haviam decidido usar um stylist diferente. Então eu chorei um pouco. Eu ainda vejo Miuccia socialmente e gosto muito dela, mas acho que ela cansou. Ela meio que enjoa das pessoas”.

Apesar dos altos e baixos como stylist e consultora para grandes marcas, o trabalho paralelo nas revistas continuava. Enquanto trabalhava na “Dazed”, foi convidada para ser diretora de moda da “The Face”, em 99.  E logo depois, em 2000, nasceu a “POP”. Katie preferiu colocar a maior parte do orçamento em produção, e pouquíssimo nos salários. Mas com uma bela impressão, os fotógrafos se sentiam atraídos, e assim foi-se construindo uma reputação para a revista.

“The Face” de 1999 e “POP” do Inverno de 2008 ©Reprodução

A publicação bi-anual deu tão certo, que a Condé Nast começou a cortejar Katie para que ela fizesse uma revista para, vejam só, concorrer com a “POP”. Katie – com todo o staff -  foi contratada para que fizesse uma nova revista. Surgia a “LOVE”, em 2009.

Mais uma vez, a britânica provou que é boa na arte de fazer revistas, e o primeiro número foi a edição de estreia com a venda mais rápida da história da Condé Nast UK. Embora dê um lucro considerável, Katie garante que não é esse o propósito da revista. “É um fantástico laboratório para a moda. É divertido fazer uma revista que fala com margens mais selvagens da moda”.

Capas históricas da “LOVE”: Verão 2009 com Beth Ditto e Verão 2010 com Lara Stone ©Reprodução

A história, e o legado que Katie Grand vem construindo, é enorme, assim como seu pagamento. Hoje, um dia de trabalho dela para uma grande marca custa cerca 6 mil libras (cerca de R$ 20 mil). E o que ela faz para valer tanto dinheiro? “Acho que eu tenho um ponto de vista que as pessoas gostam. E eu sou louca por sapatos e bolsas e quero que cada look tenha uma bolsa. E eu vou direto ao ponto. Muitas pessoas criativas tendem a pensar demais e precisam analisar coisas. Quando você está trabalhando com grandes estilistas e vocês têm um desfile no domingo, você tem que dizer, ‘Eu gosto disso, não gosto daquilo, vamos fazer aquilo, vamos fazer esse em cinza’”, explicou.

Com tanta experiência, será possível que Katie assuma a direção criativa de uma grande marca? Há algum tempo, a Mulberry tentou contratá-la para o tal cargo. Após pensar bastante, Katie recusou. “Nunca senti que eu fosse particularmente boa com design. E o problema com design é que a parte divertida, a parte do design, é menos de 10% do dia. Considerando que o stylist pode vir, criar, tomar decisões e depois ir embora. Então sempre pensei que ser uma stylist é um trabalho muito melhor!”, explicou na época.

Editoriais da “LOVE”, com edição de moda de Katie Grand: Inverno 2010 e Inverno 2011©Reprodução

A verdadeira paixão de Grand continua a ser as revistas, embora ela tenha abandonado o sonho de ser editora da “Vogue”. “Eu descobri há uns anos atrás que por mais que eu ame “Vogue” e “W”, o tipo de revista que está mais próxima do meu coração são as revistas de estilo, como “The Face”, “i-D”, “Interview”. Acho a “Interview” realmente inspiradora – não que eu esteja me comparando com Andy Warhol! – mas acho que quero construir alguma coisa tão icônica quanto, com capas que as pessoas vão sempre lembrar”.

Fica sossegada, Katie. Isso você já conseguiu. Vamos agora aguardar os próximos capítulos.

+ Confira na galeria mais do trabalho de Katie Grand:

g01

Conheça Katie Grand, a stylist cotada para assumir a Louis Vuitton

Aprenda a usar: especialista dá dicas de como vestir as calças estilo “cropped”

Com Carla Valois, em colaboração para o FFW

Emmanuelle Alt e uma das maneiras de se usar as calças curtas ©Reprodução Sartorialist

Não basta uma proposta de moda ser apenas apresentada pela passarela. Ela tem que ir para as ruas, de forma descomplicada, e seduzir as consumidoras. Algumas peças já nascem hits de estilo, outras aindam demandam a colaboração de vitrines, revistas e até novelas para conquistar o público. E o FFW foi descobrir nos desfiles, nas ruas, e na boca dos especialistas, peças e estilos que chegam neste verão e ainda não têm hora de desaparecer. Confira agora – e nas próximas semanas – algumas das principais direções da moda, com dicas de quem entende do assunto. A primeira escolha é a calça Capri, que tem a barra mais curta e é mais sequinha, remetendo ao estilo dos anos 50.

CALÇAS CURTAS

“São todas muito lindas. Zero caricatura. Chique de doer. Acho bem interessante, particularmente, para encarnar esse mood 50´s, meio “Grease”, que invadiu a moda. Para mim, é o período que mais deixou as mulheres bonitas na história.

Eu jamais usaria com top muito comprido (no máximo uma túnica com barra na altura do ossinho dos quadris), porque a calça cropped já corta a silhueta. Um top longo fatiaria ainda mais a figura. As calças mais sequinhas, eu amo com camisa também sequinha, com nó no umbigo e mules. Fica com um ar meio pin-up, sexy e fresh”.

Mônica Salgado, Redatora-Chefe da “Vogue” Brasil

g01

Aprenda a usar: especialista dá dicas de como vestir as calças estilo “cropped”

Super dossiê: saiba quais são os filmes mais aguardados para 2012!

Entramos em novembro. Daqui para frente os olhares – e as expectativas – já estão em 2012, inclusive no cinema. E o WGSN fez uma lista com os lançamentos que têm tudo para agradar, seja qual for seu tipo de filme preferido. Confira abaixo – e assista a todos os trailers, para ir matando a vontade.

CERTEIROS

“The Hobbit” ©Reprodução

Embora, como já dizia o roteirista William Goldman, em Hollywood ninguém tenha certeza de nada, há filmes nos quais os estúdios apostam suas fichas sem muito medo, pois sabem que sim, eles irão render uma excelente bilheteria. É o caso do novo Batman, “The Dark Knight Rises”, que tem Anne Hathaway, e “The Avengers” (versão em filme de “Os Vingadores”). “The Amazing Spider Man”, da Sony, até traz certo risco, já que tem outro ator no papel de Peter Parker (Andrew Garfield, que fez “A Rede Social”) e outra Mary Jane (Emma Stone, de “A Mentira”). E não se pode esquecer de “O Hobbit”, que fará a felicidade de nerds do mundo todo no final de 2012.

+ Trailer “The Dark Knight Rises”:

+ Trailer “The Amazing Spider Man”:

+ Trailer “The Avengers”:

GRANDE APOSTA

A Disney está confiante com o lançamento do ano que vem “John Carter”, já que a história é um tanto parecida com “Avatar”, que foi um sucesso estrondoso. Nele, John Carter é um veterano de guerra abduzido por aliens de Marte, e lá precisa resgatar uma princesa da tirania local. A obra é de Edgar Rice Burroughs, autor de “Tarzan”. Os riscos, porém, envolvem a produção, já que é o primeiro filme em live-action do diretor Andrew Stanton (que fez “Procurando Nemo”) e é uma história não muito conhecida pelo público alvo.

+ Trailer “John Carter”:

AÇÃO EM CONTOS DE FADAS

Em 2010, “Alice nos País das Maravilhas” rendeu US$ 1 bilhão de bilheteria. Prova mais do que suficiente para que os estúdios acreditassem no poder dos contos de fadas. Para 2012, são pelo menos dois títulos que seguem o ‘Era uma vez’, e ambos são ramificações da história da Branca de Neve. “Evil Queen” traz Julia Roberts no papel titulo, e Lily Collins como a Branca de Neve que quer recuperar seu reino destruído, com a ajuda de sete anões. No outro, “Snow White and the Huntsman”, são Charlize Theron, Chris Hemsworth e Kristen Stewart que fazem os papéis principais, no caso, a Rainha, o Caçador e Branca de Neve.

“Evil Queen” e “Snow White and the Huntsman” ©Reprodução

REVIVALS

2012 será também o ano de tirar a poeira de seriados clássicos e transformá-los em filmes, ou de reanimar franquias que estão a algum tempo descansando, além dos remakes. É o caso de “Dark Shadows”, seriado que foi ao ar entre 1966 e 1971, que será filmado por Tim Burton, estrelando Johnny Depp (de novo!) como o vampiro Barnabas Collins, ou de “Twilight Zone”, que passou entre 1959 e 1964 e que agora vai virar filme pela companhia de Leonardo Di Caprio.

“Dark Shadows”, de Tim Burton ©Reprodução

Já as franquias, aguarde para ano que vem “Men in Black III”, “American Reunion”, (o mais recente da série “American Pie”), “Prometheus”, de Ridley Scott (uma sequência de “Alien”), uma terceira “Bridget Jones’s Diary” e um novo filme dos Muppets. De remakes, podemos esperar um novo “O Vingador do Futuro”, com Colin Farrell, e um novo “Dirty Dancing”!

+ Trailer “Men in Black III”

+ Trailer “Prometheus”:

+ Trailer “The Muppets”:

FICÇÃO INFANTO-JUVENIL

Depois de se acabaram as reservas dos estúdios para os ‘jovens adultos’, com todos os Harry Potter lançados e o último “Crepúsculo” chegando aos cinemas ainda esse ano, os estúdios estavam a procura de algo para suprir a demanda. Eis que o escolhido para 2012 é o primeiro da série de filmes baseados na trilogia “Hunger Games” (“Jogos Vorazes”, no Brasil), de Suzanne Collins, na qual uma jovem se depara com ação em um futuro caótico.

+ Trailer “Hunger Games”:

APIMENTADOS

Para os estúdios, após o sucesso de “The Hangover: Part II” e “Bridesmaids” ficou bastante claro que há uma procura por comédias, digamos assim, um pouco mais apimentadas. Por isso mesmo, em 2012, a oferta de filmes do mesmo estilo será grande. “Bachelorette” traz Kirsten Dunst, Isla Fisher e Lizzy Caplan em uma espécie de versão feminina de “The Hangover”, enquanto “The Sitter”, com Jonah Hill, faz comédia envolvendo mau comportamento e crianças colocadas em perigo.

“Magic Mike” traz a história de um stripper masculino, vivido por Channing Tatum, que é mentor de Alex Pettyfer, ao lado de Joe Manganiello (o Alcide do seriado “True Blood”) e de Matthew McConaughey, que aparentemente tem um problema em cobrir o tórax. Melissa McCarthy, de “Mike & Molly”, está no elenco de “This Is 40”, sequência de “Ligeiramente Grávidos”, que também tem Paul Rudd, Megan Fox, Jason Segel, Chris O’Dowd e Leslie Mann.

+ Trailer “The Sitter”:

FILMES DE PRESTÍGIO

Um diretor de primeira, atores indicados ao Oscar e um clássico – literalmente – estão em “The Great Gatsby”. Dirigido por Baz Luhrmann, que fez “Moulin Rouge”, traz Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire e Carey Mulligan no elenco, além de algo no mínimo curioso: o filme será em 3D. Pacote parecido está na adaptação de “Anna Karênina”, romance do russo Tolstói, que terá direção de Joe Wright (de “Desejo e Reparação”), com Keira Knightley, Jude Law e Aaron Johnson no elenco, além de roteiro adaptado por Tom Stoppard, de “Shakespeare Apaixonado”.

Pôster de “The Iron Lady”, com Meryl Streep e Carey Mulligan em cena de “The Great Gatsby” ©Reprodução

“War Horse”, adaptação ao cinema do romance de Michael Morpurgo, é o próximo filme de Steven Spielberg, que conta a história de um cavalo vendido para o exército, e que vai lutar na Primeira Guerra Mundial. O jovem ator do filme, Jeremy Irvine, também está no longa “Great Expectations”, de Mike Newell, adaptação de uma história de Charles Dickens, que conta também com Ralph Fiennes e Helena Bonham Carter. No âmbito das biografias, 2012 terá “J. Edgar”, de Clint Eastwood, que conta a história da formação do FBI e do seu primeiro e controverso diretor, John Edgar Hoover, vivido por Leonardo Di Caprio, e “The Iron Lady”, que com certeza valerá o ingresso do cinema: traz Meryl Streep, indicada 16 vezes ao Oscar, como a Primeira Ministra da Inglaterra Margaret Thatcher.

+ Trailer “War Horse”:

+ Trailer “J. Edgar”:

+ Trailer “The Iron Lady”:

CINEMA DE AUTOR

Entre os filmes que alimentarão festivais como Cannes, Veneza e Berlim, se destacam o novo de Wong Kar Wai, chamado “The Grandmasters”, com Ziyi Zhang e Tony Leung, que marca o retorno do diretor às artes marciais, 17 anos depois do seu último filme com a temática, “Cinzas do Passado”; “Amour”, de Michael Haneke, que dirigiu ‘A Fita Branca’, estrelando Isabelle Huppert; “The End”, de Abbas Kiarostami, de “Cópia Fiel”; e “Après Mai”, de Olivier Assayas, que dirigiu o longa “Carlos”, de cinco horas de duração.

Jacques Audiard, que dirigiu “O Profeta”, dá um grande passo em sua carreira ao fazer o filme “Rust and Bone”, com um orçamento de US$ 22 milhões e com Marion Cotillard no papel principal, mas há rumores de que o filme só chegue aos cinemas em 2013. O mesmo vale para “Nymphomanic”, o drama com sexo hardcore de Lars Von Trier.

+ Trailer “The Grandmasters”:

02

Super dossiê: saiba quais são os filmes mais aguardados para 2012!

Sonha com olhos azuis Conheça a cirurgia que promete mudar a cor do olho

Hoje é possível mudar quase tudo no corpo humano. “Quase” tudo porque ainda restavam traços que, queira você ou não, a medicina não podia dar uma mãozinha, como a cor do olho. Acontece que um cirurgião de Laguna Beach, na Califórnia, está prestes a mudar isso.

O doutor Dr. Gregg Homer, da companhia Stroma Medical, está aperfeiçoando uma tecnologia na qual tem trabalhado por 10 anos, que será capaz, daqui um ano, de mudar a cor de um olho castanho para azul, permanentemente. O processo consiste na utilização de lasers, que são “sintonizados com uma frequência específica para remover o pigmento da superfície da íris”, segundo explicou a um programa de televisão. O médico disse que, aparentemente, todo olho castanho é azul “por baixo”, o que explica como essa tecnologia – maluca – funciona. Ainda não se sabe se o procedimento poderá mudar a cor dos olhos para outros tons, mas já se tem uma ideia do preço da cirurgia, que gira em torno de US$ 5 mil.

O doutor justifica a cirurgia dizendo que, como os olhos são a janela da alma, e olhos castanhos são muito opacos, os olhos azuis te dariam uma visão mais profunda daquela pessoa. Mesmo que chegue às vias de fato, só a possibilidade de se fazer uma  operação como essa parece bastante aterrorizante, além de extrema.

Conte nos comentários o que você acha desse procedimento!

+ Assista a uma entrevista com o médico, abaixo:

Sonha com olhos azuis Conheça a cirurgia que promete mudar a cor do olho

Bicicletas hypadas da Dinamarca acabam de chegar ao Brasil; confira!

O modelo de bicicleta Victoria Balloon Black, que acaba de chegar ao Brasil ©Divulgação

Não se sabe ao certo o que trouxe as bicicletas vintages de volta aos holofotes: se foi o espírito sustentável que está pairando sobre nós há algum tempo, ou a onda anos 50-60-70 que está com tudo, ou tudo junto. O fato é que de repente, é legal ser dono de uma bela bicicleta, confortável, mas com cara de velhinha e que em nada lembre aqueles modelos super esportivos de competição.

Acontece que no Brasil a oferta não era tão animadora… até agora. Acabam de chegar ao país os modelos da marca dinamarquesa Velorbis.

Há quatro anos, os dinamarqueses Kenneth Boediker e um sócio identificaram a demanda da população por esse meio de transporte e criaram a Velorbis. Porém, o mercado lá é bastante competitivo, já que há muitas marcas de bicicletas urbanas na Europa. Também pudera, só em Copenhague, capital da Dinamarca, 40% dos habitantes pedalam diariamente.

Churchill Balloon ©Divulgação

Com isso em mente, os criadores focaram em diferenciais para a marca, como a criação de modelos funcionais e versáteis, que pudessem ser usados para passeio e trabalho; uma linha de acessórios, que inclui bolsas de couro especiais para as bicicletas e cestos super resistentes; e também, uma das coisas mais legais, a partir de estudos sobre design de moda feminina e analisando as necessidades das mulheres, desenvolveram bicicletas capazes de transportar o peso da bolsa, e das sacolas de compras, por exemplo, com estabilidade e com um jeitinho mais feminino.

Graças a isso, a Velorbis já é parte da cultura dinamarquesa. Quer um exemplo? Em um acontecimento no parlamento dinamarquês, todos os ministros do partido Liberal chegaram à residência da Rainha Margaret II não em carros oficiais, mas em dois modelos da Velorbis: Victoria Classic Ladies e Churchill Classic.

Scrap Deluxe Ladies ©Divulgação

Aqui no Brasil chegam sete modelos – todos com design inspirado nas antigas bicicletas de ferro europeias – que estarão à venda com exclusividade na Tag & Juice, em São Paulo. São eles Churchill Balloon, Scrap Deluxe, Student Balloon Green, Student Balloon Black, Studine Balloon Ivory, Scrap Deluxe Ladies e Victoria Balloon Black. Quer uma para chamar de sua? O valor a ser desembolsado varia de R$ 3 mil a R$ 6 mil reais.

TAG & JUICE

ONDE R. Gonçalo Afonso, 99 – Pinheiros, SP

COMO CHEGAR Veja o mapa

TEL 2362-6888 / 2362-5888

+ velorbis.com

Bicicletas hypadas da Dinamarca acabam de chegar ao Brasil; confira!

Revista solta lista das 20 britânicas mais bem vestidas de 2011, confira!

Quem não gosta de uma boa lista? Se ela é cheia de nomes inspiradores então, o número de fãs aumenta. É o caso da “Britain’s Best Dressed 2011”, feita pela edição britânica da “Harper’s Bazaar”, com os nomes das 20 mulheres mais bem vestidas do Reino Unido desse ano. Além dos nomes já esperados, como Kate Middleton, Kate Moss e Florence Welch (que vem ao Brasil pela primeira vez em janeiro, para o Summer  Soul Festival), há outros menos conhecidos do público, como Livia Firth, esposa de Colin Firth, e Natalie Massenet, criadora do Net-a-Porter. Outra não tão esperada é a atriz britânica Andrea Riseborough, que fez “W.E.” e “Never Let Me Go”, entre outros. Ainda na lista, está a anglo-brasileira Charlotte Dellal, filha da ex-modelo Andrea Dellal.

1º LUGAR

Duquesa de Cambridge (ou Kate Middleton para os íntimos) ©Reprodução

2º LUGAR

Florence Welch ©Reprodução

3º LUGAR

Andrea Riseborough ©Reprodução

Confira em nossa galeria quem completa a lista das mais bem vestidas e diga nos comentários quem é sua preferida!

g01

©Reprodução

4º LUGAR: Kate Moss
5º LUGAR: Tilda Swinton
6º LUGAR: Keira Knightley

Revista solta lista das 20 britânicas mais bem vestidas de 2011, confira!

Já pra livraria! Conheça os lançamentos de moda para ler agora!

É aficionado por livros de moda? Não pode ver um lançamento que já o imagina em sua estante? Então preste atenção nos lançamentos – nacionais e importados – que o mercado editorial está colocando nas prateleiras ainda este ano, prontinhos para serem lidos e relidos por você.

“Glamour”, R$ 79

O livro da lendária editora Diana Vreeland, lançado na década de 1980, finalmente ganha versão traduzida para o português, com prefácio de Marc Jacobs e uma bela versão encadernada em vermelho da Cosac & Naif. “Glamour” reúne as imagens favoritas da editora, de fotógrafos como Man Ray, Elliott Erwitt e Cecil Beaton, com comentários impagáveis, ainda que sucintos, da mesma, que juntos deixam claro por que ela foi uma das mulheres mais importantes para a moda.

“Consumo: práticas e narrativas”, R$ 39

O livro de 356 páginas é resultado do I Seminário Internacional de Pesquisa: Consumo – Práticas e Narrativas, que reuniu na cidade de São Paulo instituições de ensino e grupos e centros de pesquisa (nacionais e internacionais) com investigações na área de consumo. As organizadoras do material são Kathia Castilho e Sylvia Demetresco.


“100 Unforgettable Dresses”, US$ 23,10 (no Amazon)

Montado por Hal Rubenstein, “100 Unforgettable Dresses” traz não só os 100 vestidos mais inesquecíveis da história da moda, como também suas histórias, segredos e até intrigas envolvendo as belezinhas. Há fotos de passarela, filmes, tapetes vermelhos, televisão e mais, que mostram o impacto desses vestidos para a moda e para a cultura popular. É pouco? Tem também entrevistas com os designers e com as mulheres que usaram essas peças tão marcantes.


“História e cultura de moda”, R$ 59

“História e cultura de moda” vem preencher uma lacuna nas bibliografias teóricas de moda, ao abordar o tema da moda como modelada e organizada por um discurso sociocultural, configurada pelos desejos – e expectativas – da sociedade.

Também uma coletânea, reúne trabalhos debatidos no Grupo de Trabalho Moda, Cultura e Historicidade, durante o VI Colóquio de Moda (realizado em 2010), que foram ampliados para a publicação, com organização de Maria Claudia Bonadio e Maria de Fátima Mattos.


“Chanel – The Vocabulary of Style”, US$ 63 (no Amazon)

Neste livro, com lançamento para o fim de novembro, Jérôme Gautier conta a história do estilo Chanel através de fotografias tiradas pelos maiores nomes do mercado, que contrastam tanto a Chanel dos primórdios, quanto a Chanel contemporânea, capitaneada por Karl Lagerfeld. O livro identifica os elementos chaves que fizeram da maison o que ela é hoje, além de se tornarem símbolos de elegância, como as camélias e as pérolas.


“Corpo, moda e ética: pistas para uma reflexão de valores”, R$ 36

Organizado por Cristiane Mesquita e Kathia Castilho, o livro traz como protagonista o corpo, que desde os anos 50 tem se tornado cada vez mais vértice de discussões sobre os paradoxos dos tempos atuais. O corpo, segundo a publicação, “se mostra tão fortalecido quanto fragilizado, tão famoso quanto esquecido, tão exposto quanto blindado, tão visível quanto inexpressivo”, e o livro vai fundo nessas discussões, bem como o termo “ética” associado a ele.


“Dior Inspiration”, US$ 78,75 (no Amazon)

A autora Florence Muller faz nesse livro um apanhado gigantesco sobre o mundo Dior, com imagens não publicadas, fotos de arquivo e croquis dos modelos cobiçados no mundo todo. Textos de especialistas em arte e moda também recheiam o livro, como Edmonde Charles-Roux, Vitali Michin, Irina Antonova, Bernard Arnault e John Galliano. De 1947 até os dias atuais, o livro mostra as raízes da marca e do estilo tão reconhecido – e almejado.

Já pra livraria! Conheça os lançamentos de moda para ler agora!