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Madonna oficializa grife; primeira coleção será feita por Lourdes

A incursão de celebridades musicais na indústria da moda não é exatamente uma novidade no ramo: Victoria Beckham, Justin Timberlake, Sean Combs, Jay-Z, Gwen Stefani e Beyoncé estão aí para engrossar o caldo.

Mas a concorrência que se cuide: o jornal WWD reportou nesta quarta-feira (10/03) que Madonna oficializou uma joint venture com o grupo Iconix para o lançamento de sua grife, a MG Icon. A primeira coleção assinada pela Rainha do Pop será lançada em agosto deste ano sob a alcunha “Material Girl” – roupas e acessórios focados em meninas de 13 a 25 anos de idade. “Lourdes Maria, a filha de Madonna, é a musa inspiradora para a linha. Ela inclusive está envolvida na criação das roupas”, informou Jeff Gennette, diretor de mechandising da Macy’s, rede que distribuirá as peças da grife em mais de 200 lojas e também através de um portal de vendas online.

madonna-e-lourdes-mariaMadonna e Lourdes Maria: a cantora oficializou o lançamento de sua grife, que terá a primeira coleção concebida e inspirada pela filha © Reprodução

Segundo apurou o WWD, a parceria consiste em 50% das ações para a Iconix e outros 50% compartilhados entre Madonna e Guy Oseary, empresário da cantora. Inicialmente, a Iconix vai explorar a direção criativa e a figura pública de Madonna em itens que vão desde calçados e roupas até bolsas e bijuterias com preços populares, que devem orbitar entre US$12 e US$40. Mas não deve parar por aí: “Já temos planos de expandir os negócios envolvendo a Madonna para o campo das fragrâncias e cosméticos”, adiantou Gennette.

Madonna declarou que tem interesse em convidar estilistas famosos para colaborações com a MG Icon. O Iconix também informou que existe a possibilidade de Madonna colaborar com as outras grifes do seu portfólio. O grupo é detentor de outras marcas famosas, como Badgley Mischka, Rocawear (do produtor musical Jay-Z), Ed Hardy e Ecko Unltd.

+ iconixbrand.com

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Paris inverno 2010: as mulheres ‘de verdade’ da Louis Vuitton

PARIS, 10 de março de 2010

Por Luigi Torre

Fotos Augusto Mariotti

Cintura no lugar, bustos favorecidos, quadris acentuados e tecidos sofisticados. Para o Inverno 2010 da Louis Vuitton, Marc Jacobs pisa no freio e tira um tempo para apreciar as coisas belas da vida. “Num momento onde qualquer um pode ter qualquer informação com um clique no computador, é bom reduzir a velocidade e pensar nessas coisas, nessa beleza eterna”, comentou o estilista momentos após seu desfile no Cour Carrée du Louvre, aqui em Paris.

Aproveitando o chafariz da locação, Marc Jacobs soltou suas modelos numa passarela redonda com apenas um minuto de atraso. As meninas vinham à bordo de formas voluptuosas, saias amplas de comprimento no meio da perna, com cintura bem marcada, top justo evidenciando os seios e um combo de casacos sensacionais: sempre em lã, de alfaiataria, nas mais variadas texturas, retos, terminando um pouco abaixo da cintura, alongados em corte evasê.

O mais marcante, contudo, não são as roupas que talvez sejam mesmo retrôs de mais para mulheres que podem não dispor dessa pausa para apreciação de “belezas etentar.  Mas o fato de Marc Jacobs, assim como Miuccia Prada, ter abordado uma moda para mulheres mais amadurecidas. Uma mulher adulta, com formas já bem desenvolvidas e que sabe explorar sua sensualidade de diversas maneiras, que consegue favorecer suas curvas. A tradução derradeira desta vontade veio no casting: Lara Stone, Laetita Casta, Alessandra Ambrósio, Adriana Lima, Karolina Kurkova e até a lendária Elle Macpherson fechando o desfile. Marc Jacobs, na Louis Vuitton, engrossa o coro da pergunta que não quer calar nesta temporada: estaria a moda entrando num período de mudanças sociais?

Depois de anos em busca da juventude perdida, parece que os estilistas finalmente conseguem aceitar que o tempo passa para todos.

+ Aguarde as fotos da coleção completa!

Paris inverno 2010: as mulheres ‘de verdade’ da Louis Vuitton

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Yves Saint Laurent ganha retrospectiva histórica em Paris

Um dos mais famosos e bem sucedidos estilistas da história, Yves Saint Laurent faleceu em 2008. Desde então, ganhou muitas homenagens e mostras mundo afora – incluindo no Brasil, onde o CCBB-RJ expôs “Yves Saint Laurent – Viagens Extraordinárias” em 2009.

Dois anos após sua morte, ele ganha a exposição que, provavelmente, seria sua favorita: é a “YSL Retrospective”, que estará no Petit Palais, parte do museu de belas artes parisiense, a partir desta quinta-feira (11/03).

texto-ysltrabalhandoYves Saint Laurent trabalhando, em 1982 © Pierre Boulat

Esta será uma das poucas vezes que o lugar se aventura no mundo da moda, e por um bom motivo: poucos eram tão apaixonados pelas artes como o estilista, que possuía uma das mais valiosas coleções do mundo (quando vendida, foi considerada o “leilão do século”, lembra?).

Serão 307 itens expostos, entre fotografias, desenhos, filmes e criações de altacostura e prêt-à-porter, que vão desde 1958, quando YSL estreou no comando da Christian Dior, até 2002, ano de seu último desfile.

texto-croquisHCCroquis de coleção de alta costura, em 1988 © Fondation Pierre Bergé-Yves Saint Laurent

Entre os destaques estão dez peças do armário de Catherine Deneuve, grande amiga do estilista e sua cliente desde os 22 anos. Até o famoso vestido usado pela atriz no filme “A Bela da Tarde”, de Luís Buñuel, estará lá.

A presidente da exposição, uma parceria com a Fondation Pierre Bergé-Yves Saint Laurent, também é célebre: é a primeira-dama francesa Carla Bruni Sarkozy, que foi uma das modelos favoritas do estilista.

Organizada por seu parceiro em vida, Pierre Bergé, a mostra também deve se tornar a definitiva sobre YSL: “Nunca houve nada dessa magnitude sobre o Yves”, disse ao jornal WWD.

Bergé aproveita a oportunidade para lançar o livro “Letters to Yves” (em tradução livre, “Cartas a Yves”).

“Eu sempre soube que, após sua morte, as pessoas começariam a inventar biografias sobre o Saint Laurent. Mas eu não quero que este livro seja visto como uma biografia. É necessário distanciamento e frieza para relatar os fatos da vida de uma pessoa, portanto eu não seria capaz. Por isso a melhor forma que encontrei de falar a verdade foi escrevendo cartas ao Yves”, contou.

Também agendado para este ano, o documentário “L’amour fou, Yves Saint Laurent-Pierre Bergé” deve ser lançado no final do primeiro semestre. No filme, Bergé revela detalhes de sua relação com Yves Saint Laurent: inclusive sobre a vida sexual do casal.

O ciclo de exposição, livro e filme tem uma explicação: “Yves Saint Laurent continua a existir mesmo depois de sua morte, porque é isso o que acontece quando um artista de verdade parte. Ele transcende a morte física. É como as estrelas no universo. Muitas já morreram, mas seu brilho continua a iluminar o céu”.

yves-saint-laurent-claudia-schiffer-carla-bruni-sarkozyYves Saint Laurent no final do seu desfile de altacostura Outono/Inverno 96/97 ao lado de Claudia Schiffer vestida de noiva. À extrema direita da foto, Carla Bruni (ainda sem o sobrenome Sarkozy) aplaude o sucesso do amigo © firstVIEW

Veja algumas das peças expostas na galeria abaixo.

“YSL Retrospective”
ONDE Petit Palais, Musée des Beaux-Arts de la Ville de Paris
QUANDO De 11 de março a 29 agosto de 2010
COMO CHEGAR Veja o mapa
+ yslretrospective.com

Yves Saint Laurent ganha retrospectiva histórica em Paris

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Paris inverno 2010: o último suspiro de Alexander McQueen nas passarelas

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Em parte como homenagem, em parte para mostrar que a grife não morreu com seu criador, a coleção que Alexander McQueen finalizou dias antes de cometer suicídio foi apresentada nesta terça-feira (09/03) aqui em Paris. Num desfile fechado apenas para alguns poucos jornalistas, o legado de um dos maiores estilistas desse começo de século parece ter chegado ao fim.

O último respiro de McQueen estava presente na concisa coleção de apenas 15 looks. Pautadas por um certo clima medieval, as roupas traziam o aprofundamento histórico que sempre marcou seu trabalho. Desta vez, além das formas tiradas das vestes religiosas e da monarquia britânica, havia também as estampas – outra paixão do estilista – que vinham ora como reproduções das infâmes pinturas de Bosch, ora em versões digitalizadas de detalhes de madeira entalhada. O passado no presente. Nos pés, sapatos dourados. Nas cabeças, penachos em forma de moicano.

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+ Veja a coleção completa de Alexander McQueen para o Inverno 2010

Apesar de toda a precisão técnica, foi impossível não sentir o vazio. As últimas roupas de McQueen pareciam sem vida. Talvez exista de fato uma conexão muito forte entre o estado de espírito do criador e a cara de suas criaturas. Talvez Alexander estivesse mais focado em ostentar sua extrema habilidade técnica do que a sua verve teatral, superexposta nas coleções anteriores.

Essa coleção traz à tona muitas perguntas que dificilmente serão respondidas. A única certeza é clara: Lee Alexander McQueen deixou um vácuo que dificilmente será preenchido na moda.

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Setlist FFW: 08 a 14 de março

SETLIST

No setlist desta semana o FFW preparou uma novidade: além das músicas preferidas da redação, também escolhemos as preferidas dos nossos seguidores no Twitter (e olha que não são poucos!).

Tem pra todos os gostos, desde Placebo, passando por Lauryn Hill, Two Door Cinema Club, Leonard Cohen, a nova do Gorillaz e até John Lennon com “Woman”, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

Aperte o play:

John Lennon – “Woman”

Leonard Cohen – “Hallelujah”

Lauryn Hill – “Every Ghetto, Every City”

Coconut Records – “Minding My Own Business”

Placebo – “Devil’s Is In The Details” (@Brunety22)

Two Door Cinema Club – “I Can Talk” (@labbati)

Suede – “Saturday Night

Gorillaz – “Plastic Beach”

E você: o que está tocando mais no seu iPod? Comente abaixo!

Se quiser ter uma música favorita sua no setlist FFW, mande a sugestão para o nosso Twitter!

+ Twitter: twitter.com/portalffw

+ Facebook: facebook.com/portalffw

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Paris inverno 2010: com iceberg na passarela, Chanel faz viagem polar

PARIS, 9 de março de 2010

Por Luigi Torre

capa_homeA passarela da Chanel para o Inverno 2010: iceberg de verdade, água e modelos encapotadas em peles e tricôs © Augusto Mariotti/FFW

Já era possível prever que o cenário do desfile da Chanel, que aconteceu na manhã desta terça-feira (09/03) no Grand Palais aqui em Paris, seria grandioso. Ao entrar no amplo espaço onde a grife apresenta suas coleções há anos, uma imensa caixa branca retangular escondia a atração principal no centro da passarela. Quando a música – digna de de um filme de fantasia – soou alto nas caixas de som, a estrutura se levantou revelando um imenso iceberg (de gelo mesmo!) sobre uma fina camada d’água. Criaturas felpudas, envoltas em casacos de pele – seriam elas um cruzamento entre ursos e esquimós? – encaravam os fotógrafos deixando a plateia boquiaberta.

Caminhando sobre esse espelho d’água sobre o qual pairava uma fina camada de fumaça, as modelos vinham com sapatos de estruturas rígidas feitas de plástico, vestindo tweeds adaptados a essa moda quase selvagem, esse retorno às origens, que aos poucos ganha força nos desfiles de todo o mundo.

Tricôs de pontos largos, aspecto rústico, looks decorativos. Barras, mangas, punhos e até calças vêm cobertas de peles de animais. Em alguns momentos da apresentação, Karl Lagerfeld parece homenagear a fase “russa” de Coco Chanel, em outras parece viajar pelos pólos desvendando a cultura dos esquimós, um tema que Mauricío Ianês explorou aqui no Brasil nos desfiles de Alexandre Herchcovitch e TNG, lembra?

O boho também entra em cena com os vestidos mais simples, seguido pela ala “masculina” representada pelos looks preto e branco – pura elegância Chanel. Só que agora o clássico tailleur de tweed ganha leve toque rústico. Suas trama vão, numa mesma peça, dos pontos fechados e pequenos até os mais largos de aparência quase artesanal.

É preciso uma mente genial para abordar um tema tão óbvio – o frio no inverno – e apresentá-lo de modo tão encantador e autoral. Onde vivem os monstros? No glamouroso inverno da Chanel.

+ Aguarde fotos da coleção completa do inverno 2010 da Chanel.

Paris inverno 2010: com iceberg na passarela, Chanel faz viagem polar

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Galeria Melissa reabre ao público com nova roupagem circense

Após o sucesso das comemorações de seus 30 anos – que contou com lançamento de sua primeira fragrância, modelos comemorativos e uma grande exposição no Rio de Janeiro – a Melissa arma um grande circo para a próxima temporada e sobe ao picadeiro para celebrar, de maneira lúdica, os grandes prazeres da vida.

2010-03-05-FFW_Gmelissa-PriV_140A nova fachada da Galeria Melissa, inspirada no universo circense, é assinada pelo próprio criador do espaço, o designer Muti Randolph © Priscilla Vilariño/FFW

Nesta salada mista, a Galeria Melissa segue levando conteúdo e cultura para as suas instalações. Projetada por Muti Randolph, o espaço remixa arquitetura, artes, moda e design, funcionando como um canal de comunicação da grife com seu público consumidor.

E desta vez a Galeria entra na vibe circense com grafismos que exploram a temática de uma forma única: “Circo é uma coisa que me remete a muitos clichês, então fui bastante literal, criei uma tenda enorme nas cores vermelha, branca e preta. Usei alguns softwares vetoriais, que proporcionam uma plasticidade absurda na imagem final”, contou Randolph ao portal FFW numa conversa vapt-vupt ao telefone.

2010-03-05-FFW_Gmelissa-PriV_057Os grafismos vetoriais nas cores preta, branca e vermelha possuem uma plasticidade absurda © Priscilla Vilariño/FFW

“Como eu sou o cara que projetou a Galeria, e já havia feito as duas primeiras fachadas, me sinto em casa. Tenho o projeto todo na minha memória, trabalho num modo quase que automático. Quero que as pessoas enxerguem o espaço de maneira tridimensional, quero que elas dialoguem cada vez mais com ele”, revela.

Numa breve retrospectiva, a Galeria Melissa já sediou exposições do designer Karim Rashid, dos irmãos Campana, da cantora Lovefoxxx, do estilista Alexandre Herchcovitch, da ilustradora Carla Barth, do artista plástico e ilustrador chileno Andrés Sandoval, da designer Leila Voodoo, além de trabalhos dos designers Daniela Ktenas e Domenico Salas, da artista plástica Mana Bernardes, da estilista inglesa Vivienne Westwood, a arquiteta iraquiana Zaha Hadid e os artista urbanos do coletivo Choque Cultural.

A Galeria Melissa fica na Oscar Freire, em São Paulo, e é aberta ao público. Mais detalhes na sequência:

Galeria Melissa
ONDE Rua Oscar Freire, 827 – Jardins – SP
COMO CHEGAR Veja o mapa
CONTATO (11) 3083-3612

+ Blog da Melissa: melissa.com.br/blog

+ Loja virtual da Melissa: lojamelissa.com.br

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Tweetaholism: a semana de moda de Paris em até 140 caracteres

*A expressão Tweetaholism indica o uso contínuo do Twitter, quase um vício muito difícil de largar (via Twittonary.com)

Com o ínicio dos desfiles da Semana de Moda de Paris, o FFW começa a selecionar os tweets mais legais sobre o evento, que acontece até o dia 10/03, quarta-feira da semana que vem. Fique ligado nas atualizações deste post e do nosso perfil no Twitter.

@cutblog: John Galliano’s nomad lady warriors http://bit.ly/bfKwd1 #pfw

@MikeNouveau http://twitpic.com/17fmux – Watching…uh…someone… perform at the Stella McCartney party #pfw

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@VogueParisLive: Défilé Kenzo le final (2) #pfw http://twitpic.com/17dcpe http://myloc.me/4AALR

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@THELOVEMAGAZINE: http://twitpic.com/17d6wz – Woodland wonderment at Kenzo #pfw

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@marie_claire_au http://twitpic.com/17fftb – Gorgeous at Giambattista Valli #PFW -Jana

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@augustomariotti a @THELOVEMAGAZINE ta twittando ha 2 dias do headuqartes da LV as modelos chegando para as provas

@augustomariotti pensa que e so no Brasil que o povo prova roupa e termina colecao na vespera do desfile? A Louis Vuitton ainda ta longe de finalizar tudo

THELOVEMAGAZINE http://twitpic.com/17fmfr#PFW, Louis Vuitton diary- it’s past midnight so less than two days to go…. Patricia and Mirte. KG

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@VogueParisLive: Carine Roitfeld on YSL’s show: “Perfect white blouses and see-through black skirts : parisian sexy chic” #YSL #PFW

@Susan_Tabak http://twitpic.com/17fmah A littlre bit of cololr at YSL. #pfw

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@FashionAutopsy http://twitpic.com/17fg64 – Catherine Deneuve @ YSL #pfw

@Anagarmendia Lagerfeld vai fazer o próximo calendário da Pirelli!

@augustomariotti Michael Jackson foi a inspiracao de Riccardo Tisci para o inverno 10/11 da maison que tinha no casting Lara Stone, Maria Carla, Malgosia…

@afriKONartist I’m looking at the McQueen tribute installation rm. it aint done, its just begun. miami 14135 NW http://tweetphoto.com/13611451

@hintmag Rei Kawakubo’s theme for Comme des Garçons was “Inside Decoration.” Such themes are always open to interpretation. http://j.mp/vTqGH #pfw

@randalltodd: Nice to see a brand get the designs it deserves. Celine has always had the bones for this moment only being realized now. #pfw

@Jess_Stam: John Galliano is all that matters today! #PFW http://tweetphoto.com/13600934

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@hintmag It was a traveler’s mix of fabrics, prints, embroidery, texture and culture at John Galliano. #pfw

@KathleenShimp You know, I’m going to pretend that the tax business is the only thing keeping me away from Paris right now. #pfw.

@vmagazine http://twitpic.com/176wa9 – Mongolian warriors at John Galliano – Karlie Kloss look 1

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@themoment Multi-culti Himalayan glamazons at Galliano in clouds of fur, boiled wools, giant knits and outrageous hats… Hats off! AL #PFW

@Matchesfashion sonia Rykiel catwalk show was cute. Model took a tumble at Sonia’s feet! Girls in fluffy dresses finale-tres jolie!

@vmagazine http://twitpic.com/174zaf – Karl Lagerfeld – black leather and vinyl on a Sunday morning

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@augustomariotti Jac abriu e Constance Jablonski fechou o lindo desfile de estreia do Pedro aqui em Paris #PFW

@SHOWstudio Models camping up something rotten at Dior. Horse braying and clap of thunder to open #pfw

@SHOWstudio Not sure what that perfume they were spraying at Dior was. Venue smells odd, a bit like bridle leather. Setting the mood? #pfw

@bryanboy blogged: Balenciaga Banned Carine Roitfeld, Vogue Paris http://bit.ly/b9Looy

@GB65 A inspiracao do show vai ser The horoic spirit of french romanticism. Ele se inspirou em drape and dior beloved english riding tweeds

@derekblasberg How’s this for hi-low? I’m wearing the free Tshirt @harleyvnewton and @caseycoane gave away at their bday party to the Christian Dior show.

@Fashionista_com dior collection’s called ’seduction of the libertine’ & comes from galliano’s last couture…eating chocolate while waiting

@GB65 A dona carine esta na minha frente com uma cara de after party! Acho que ela tomou muitas caipirinha ontem na festa da vogue francesa

@themoment Loving listening to the new Sade while waiting for Dior to start. AL #PFW

@themoment Beautiful Vionnet presentation of draped dresses in the equally lovely Jean Cocteau apartment overlooking the Palais Royal…

@MikeNouveau http://twitpic.com/16ko9n – Rick Owens 3 #pfw

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@showstudio Soundtrack sounds like Queen! Very Bohemian Rhapsody

@_BoF_ Anna Wintour is making a rare appearance at the Rick Owens show, alongside the entire Vogue team.

@GB65 O show começou com 45 min de atraso! Ana wintour deu uma bocejada enorme sera que ela cansou tadinha! agora colocou os famosos oculos escuro

@THELOVEMAGAZINE L’wren Scott at Rick Owens

@SHOWstudio Still waiting for Rick Owens. No signs of life yet.

@bryanboy http://twitpic.com/16kbsm – And how do we feel about thew new Balmain?

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@SHOWstudio Gareth just warned me the music ‘is as loud as a gay disco’ for Rick. Ooh err!

@bryanboy I cannot, for some reason, take my eyes off the waist area of the looks on the new Balenciaga.

@modelwhispers rumor has it that Alessandra Ambrosio will walk Givenchy…

@modelwhispers a little bit disappointed with Balmain :(

@augustomariotti nem sinal de Tavi e Bryan Boy no desfile do Gareth Pugh hoje a tarde aqui em Paris

@livefashionweek Model Kate Somers has her mother with her for Paris Fashion Week they’re adorable together they have identical eyes :) #pfw

@themoment: Great Paris start thanks to Dries: full skirts with “rebel realist” floral prints, oversize sweatshirts and men’s-inspired jackets.

@hintmag Dior gets Marion Cotillard to go androgynous for the latest in its Lady Dior video saga. Here’s a sneak peek: http://j.mp/1qc8rZ #pfw

@henryholland Almost entirely positively convinced that I was just on the tube with Patrick Demarchelier. Wanted to ask why he did the mariah video…

@augustomariotti Gareth Pugh continua dark mas pegou mais leve nessa colecao. Acho que vi Rick Owens na colecao.

@GB65 O encontro de hoje do Pedro Lourenço com a poderesa Anna wintour foi maravilhoso! Alem de gostar de tudo ela achou ele um gato! Dale pedrao!

@motsdemode A Rick Owens Spirit floated at Gareth Show… Star trek make up. Black and military looks with gothic attitude #pfw #garethpugh #pdiddy

@fliesbynight Whispers of ghosts, chains, pleats and dark dreams at Gareth Pugh #pfw http://twitpic.com/16ezuo

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@MikeNouveau Drinking Coca Light out of a champagne flute at chez @themisshapes. I’m in the lap of luxury!

@showstudio Argh! Ran out of juice before Gareth even began! To recap, Mr Pugh did chevrons of matte/shiny/opaque/transparent and 1930s futurism…

@telovemagazine http://twitpic.com/16exgv – Giles!

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@NewLookFashion #pfw its begun!!

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@Modelinia Karolina Kurkova opened Giles Deacon!

@Anagarmendia Algumas festas bacanas da Fashion Week: Cinco anos do Flower Bomb by Viktor & Rolf e 60 anos de carreira de Pierre Cardin.

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Direto de Paris: roupas brasileiras são hype nos showrooms

PARIS, 7 de março de 2010

Por Luigi Torre

Poucas capitais ao redor do mundo entram em tamanha sintonia com um evento como acontece em Paris durante a semana de moda. Em todos os cantos da cidade, é possível encontrar grupos de pessoas comentando sobre o assunto ou até mesmo importantes personalidades da indústria da moda (que vão de editoras até celebridades) pelas ruas ou tomando cafés nos charmosos bairros.

Além dos quase 100 desfiles que acontecem na Cidade Luz, uma quantidade enorme de showrooms e feiras de negócios aproveita a ocasião para apresentar novos produtos. Atmosphères, The Box, Rendez-vous, Première Classe, Paris Sur Mode e Tranoï são apenas algumas das mais conhecidas por concentrarem marcas de todo o mundo, inclusive do Brasil.

Na Paris Sur Mode, por exemplo, há um corner dedicado exclusivamente a moda brasileira, onde se encontram Alessa e Adriana Degreas. Na Tranoï, Carlos Miele, Isabela Capeto, Cecilia Prado, UMA Raquel Davidowicz e Coven dão conta de representar as terras brasilis numa das mais importantes feiras da temporada.

IMG_1736Cecilia Prado em seu espaço na feira Tranoï Femme © Augusto Mariotti/FFW

“Todos os compradores do mundo estão por aqui nesta época do ano”, contou Cecilia ao FFW. A estilista apresenta seu showroom em Paris há 9 anos, além de levar suas peças também a eventos similares em Nova York e Tóquio. Segundo ela, outra vantagem de mostrar em Paris é o formato das apresentações. Enquanto nas outras cidades os showrooms são quase como mini desfiles, aqui o contato é mais pessoal. “Bem tête-à-tête mesmo, e isso ajuda muito na venda”.

IMG_1733Isabela Capeto na Tranoï Femme em Paris © Augusto Mariotti/FFW

Isabela Capeto, que está no seu 16º showroom em Paris, conta também que boa parte dos compradores são asiáticos e do Oriente Médio. “O pessoal ‘das arábias’, como a gente brinca, está cada vez mais interessado na moda brasileira”, conta. O fato também se confirma para Cecilia Prado que tem no Oriente Médio e Ásia seus mais fiéis compradores.

O que eles procuram? “Roupas incrementadas”, responde Cecilia. “No Brasil, há uma preferência por roupas mais básicas, enquanto aqui os compradores procuram peças mais trabalhadas”. Para Isabela, o ponto forte são as decorações bem brasileiras. “Os vestidos com bordados e aplicações bem regionalistas têm feito o maior sucesso”.

Isso e o preço. De acordo com Isabela, depois da crise, compradores internacionais de todas as nacionalidades estão cada vez mais atenciosos aos preços. “O importante para eles é ter uma boa relação de custo e benefício”. Cecilia Prado ainda revela que “antes da crise, eles pouco se preocupavam com o valor das peças, agora a postura é mais consciente”.

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Exclusivo FFW: 10 mulheres que movimentam a indústria da moda

Muita gente acha que moda é coisa de mulher. Aproveitando essa opinião, o FFW escolheu algumas das mulheres mais poderosas da moda atual, no Brasil e no mundo.

Elas são capazes de lançar tendências, ajudam a definir gerações, transformam a moda em exercício intelectual e, no geral, fazem do ramo algo muito mais interessante do que apenas tecidos costurados.

ANGELA AHRENDTS

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Não reconhece o nome? Tudo bem, a posição dela não é proeminente em sites de moda. Mas a de seu melhor funcionário, Christopher Bailey, sim. Ahrendts é a CEO da Burberry, a empresa familiar criada no século 19 que tornou-se uma das marcas mais famosas do planeta (tanto que as palavras trenchcoat e estampa xadrez são imediatamente associadas à grife).

Quando Angela assumiu em 2005 – com a benção de Bailey, que já havia trabalhado com ela na Donna Karan –, os números estavam bem, mas a grife estava superexposta, o que estava fazendo a Burberry perder seu lugar entre as gigantes do luxo.

A empresária começou eliminando 35 linhas de produtos (a maioria utilizava a então desgastada estampa) e logo expandiu para mercados emergentes asiáticos e também para os EUA. Desde que ela assumiu, os lucros da empresa subiram 30%.

Outras escolhas certeiras que a norteamericana fez foram criar novas linhas (esportivas, de sapatos, de jeans), contratar a atriz Emma Watson para as campanhas e investir em tecnologia (até agora, a Burberry é quem melhor utiliza o espaço online através de streamings, vendas relâmpago e sites interativos) – tudo para atrair os jovens consumidores. Mulher esperta…

ANNA WINTOUR

A editora-chefe da "Vogue US", Anna Wintour ©Reprodução

Editora-chefe da “Vogue” norteamericana desde 1988, Anna Wintour comanda cada aspecto da revista, incluindo o econômico, como escancarou o documentário “The September Issue”, de 2009, e a iniciativa Fashion’s Night Out.

A “Vogue” de Wintour tem um lugar especial no meio: é, ao mesmo tempo, uma das revistas mais criticadas (há quem a julgue entediante e comercial demais) e uma das mais importantes.

Ainda considerada uma bíblia digna de referências, a “Vogue” tem uma circulação de 1,2 milhões de exemplares, o que a transforma em uma das revistas de moda mais influentes do mundo. Além disso, Anna é peça-chave das campanhas do CFDA (Council of Fashion Designers of America) e não tem medo de tocar, pelo menos, em assuntos polêmicos, como fez recentemente com a questão do peso das modelos.

A persona que Anna construiu, mesmo antes de dominar o título, também faz parte do seu sucesso. Sua fama faz muita gente experiente tremer e, se depender dela, ainda vai fazer por um bom tempo.

CATHY HORYN

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Conhecida por sua língua ferina, Cathy Horyn já trabalhou nas melhores publicações de moda do mercado, e é crítica de moda do norteamericano “The New York Times” desde 1998 (ela é a segunda mulher com esse cargo no periódico).

Sua opinião é respeitada pela grande maioria, mas há quem a considere ácida demais e aqueles que simplesmente não conseguem aceitar uma opinião tão divergente – é famosa a vez em que Giorgio Armani deixou-a fora de seu desfile por causa de uma crítica.

O fato é que as resenhas de Horyn, assim como suas outras matérias, são leitura obrigatória para quem se interessa pelo assunto. Ela não tem medo de dizer o que acha e o faz com propriedade – e frequentemente com humor também.

CLÔ OROZCO

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Clotilde Maria Orozco de Garcia (explica tudo, não?) aprendeu modelagem com duas tias nos anos 1970. Naquela época já fazia roupas para si e para as amigas, mas só começou a vendê-las na faculdade.

Em 1975, a confecção era sob encomenda e vendida em algumas lojas do Shopping Iguatemi, em São Paulo. No livro “Brasil Na Moda”, Clô relembra seu primeiro sucesso nacional: uma roupa “meio riponga” de algodão branco que consistia em uma saia com três babados, camisa pólo e lenço na cintura, tudo tingido no fogão do sítio dos pais.

Logo mudou para a Rua Hungria, no mesmo prédio da pronta-entrega da G de Glória Coelho – a própria Clô tinha por volta de 20 peças para o mesmo propósito.

Na mesma época, formou com colegas o Grupo Paulista, que desfilava no Hotel Maksoud. “Tinha a Armazém, Companhia Ilimitada, da Selma, a G, o Alcides e eu. E tudo o que acontece hoje já acontecia: manequins que brigavam, a Regina [Guerreiro, stylist] que tinha ataques e desmaiava no meio, a produção que atrasa…”

O nome Huis Clo surgiu em 1979, e a primeira loja, em 1983. Não é exagero dizer que Clô Orozco definiu a mulher elegante brasileira. A qualidade impecável e o corte perfeito das roupas tornou-a sinônimo de uma sofisticação muito referenciada até hoje no Brasil.

COSTANZA PASCOLATO

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Nascida na Itália e criada no Brasil, Costanza foi de menina rica a uma das mais famosas personas da moda brasileira.

Nos anos 1970, começou na “Claudia” ambientando cenários e logo partiu para a produção de moda. “Me boicotavam muito porque me achavam dondoca. Sumiam com minhas roupas nas produções, faltavam nas minhas fotos”, relembrou em “Brasil Na Moda” (vol. 1).

Costanza já acordou Tania Caldas no tapa, fez make e cabelo em editoriais, participou de reuniões que criaram o primeiro calendário brasileiro unificado de lançamentos, escreveu livros, para a “Folha de S. Paulo”, para a “Vogue”, deu consultorias e hoje sua principal função é tocar a tecelaria da família, a Santaconstancia.

Quando comandava a “Claudia Moda”, sua influência era imensa, como comprova um episódio de 1983, em que ela que as mulheres adotassem a meia-calça preta: “Vieram me falar que as vendas de meias pretas estouraram no Brasil inteiro… E que o estoque de coloridas encalhou.”

Mesmo sem representar um veículo fixo, Costanza ainda é presença obrigatória nos desfiles nacionais mais importantes. Paulo Martinez, editor de moda da “MAG!”, explica: “Primeiro por causa da história dela e, segundo, porque ela não cochilou. Continua acordadíssima, é muito informada, e isso faz diferença quando ela escreve sobre moda.”

EMMANUELLE ALT

Emmanuelle Alt ©Reprodução

Muitos podem considerar a escolha de Emmanuelle um erro. Afinal, não é Carine Roitfeld quem comanda a “Vogue Paris”?

Mas não é como subordinada de Roitfeld que Alt está aqui. Ela também é consultora e stylist de duas das marcas mais influentes, em termos globais, da Europa: Balmain e Isabel Marant.

Desde 2007, sob o comando de Christophe Decarnin, a Balmain vem galgando os degraus entre as grifes mais importantes do mundo. Não pela originalidade do trabalho, mas pela imagem rock’n'roll extremamente desejável que criou – em grande parte, mérito da stylist.

Já Isabel Marant é reconhecidamente uma das promessas da nova geração. O estilo despojado que todas as garotas cool querem ter – e outros estilistas atrás dessas garotas também – muitas vezes parece saído diretamente do armário de Alt.

Como na moda a Europa ainda é a parte mais referenciada do mundo, essas influências acabam, de uma maneira ou outra, respingando mundo afora. E Emmanuelle tem suas mãos nelas.

GLORIA COELHO

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Gloria Coelho começou a carreira aos 6 anos, quando ganhou sua primeira máquina de costura da mãe no internato em que estudava. “Fiquei acordada a madrugada toda na expectativa de poder brincar de costura na manhã seguinte… Não sei porque me deu tanta ansiedade. Talvez a moda ja estivesse escrita na minha vida”, disse.

Aos 13, já vestia as amigas. Criava tubinhos, um sucesso nos anos 1960, e trocava-os por roupas do famoso Dener com a mãe de uma amiga. Aos 19, criou um estilo de camiseta que foi uma febre.

Depois de uma viagem a Europa, da qual trouxe saias indianas, criou uma de patchwork já com a etiqueta G – ela, que não brinca com astrologia, lembra que esta é “a sétima letra do alfabeto” –, outro sucesso retumbante. “As pessoas não paravam de me procurar atrás dessas saias… Quer dizer, eu não procurei a moda, a moda que me procurou.”

Nos anos 1980, abriu sua primeira loja e passou a desfilar. Desde então, não parou mais. Nos anos 1990, ainda lançou uma segunda marca, a Carlota Joakina.

Gloria teve muitos hits na carreira, o que mostra seu tino para os negócios: há a “roupa de reflexão” (como ela chama as roupas de desfile), que impressiona críticos com sua originalidade, e também a roupa comercial, uma mistura de criação com afinidade consumidora.

Assim, de roupa futurista em roupa futurista, de look andrógino em look andrógino, Gloria deixa sua marca na moda brasileira e na moda brasileira de outros também.

MIUCCIA PRADA

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Ah, Miuccia. Talvez a figura mais mítica da moda atual, essa italiana tem o poder de fazer o que quiser na sua passarela, sem medo algum. Afinal, a Prada é o Norte pelo qual os outros profissionais do meio se orientam: nem todo mundo quer seguir naquela direção, mas saber onde ela fica é bom para se situar.

Politizada, discreta, misteriosa e extremamente hábil em atender aos desejos fashionistas, Miuccia Prada cria, temporada após temporada, itens que ninguém sabia que queria mas, de repente, são absolutamente necessários.

E não são apenas bolsas ou sapatos, mas imagens inteiras, que ela faz questão de deixar inconstantes. Houve as lupinas de 2006, as viajantes de 2007, as rendeiras de 2008, as beach girls de 2009.

A moda segue seus passos há pelo menos 20 anos, e deve continuar seguindo por sabe-se lá quanto tempo mais. O irônico é que, enquanto a moda sempre busca o novo, Miuccia reinventa o que já fez – e nós aceitamos de bom grado.

PHOEBE PHILO

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Phoebe Philo é a garota dos olhos do mundo da moda. Quando deixou a Chloé para se concentrar na família, a estilista deixou também um sem número de fãs desolados porque, francamente, ninguém faz como ela faz.

Seu talento para descobrir o que as garotas descoladas querem é único. Na Chloé, ela reinou com sucesso por cinco anos, e é creditada por ter tornado a marca cool mais uma vez: seus vestidos femininos e calças de cintura alta, além das muitas (muitas!) it bags tornaram o trabalho de Philo, sempre bem recebido pela crítica, extremamente rentável.

Em 2008, ela aceitou comandar a Céline, a convite da LVMH. Em apenas dois anos, já reina novamente, mas de maneira distinta: substituiu a feminilidade de outrora pelo minimalismo.

Como resultado, os cortes retos e simples da Céline estão se alastrando por páginas de revistas e redes de varejo mundo afora. Pode ser cedo para dizer, mas há uma boa chance que a nova mulher criada por Phoebe Philo torne-se uma das imagens da década. Uma vez rainha…

SUZY MENKES

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A contraparte britânica de Cathy Horyn, Suzy Menkes escreve para o “International Herald Tribune” desde 1988. Por seu trabalho como jornalista, ela já recebeu o OBE (Ordem do Império Britânico, dada pela família real) e a Legião de Honra (dada pelo governo francês).

Menkes é considerada por muita gente a jornalista de moda mais importante hoje, e não é por acaso: seus textos são claros, informativos e ao mesmo tempo opinativos – uma combinação rara em um ramo tão egocêntrico.

Mas tanta experiência tem lá seus problemas. Recentemente, Suzy deu sua opinião na discussão sobre blogueiros de moda. Não foi a melhor coisa a dizer e ela mesma tratou de se retratar, pouco depois.

Apesar dos deslizes de quem aprendeu o ofício em outros tempos, críticas de moda como Suzy Menkes dificilmente vão se tornar obsoletas. Elas são um clarão de entendimento quando certos aspectos de certas coleções nos deixam à deriva.

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