Cult of Boys por Toyin Ibidapo

08/12/2011

por | FOTOGRAFIA

Enquanto trabalhava com profissionais como Nicola Formichetti (quando ele ainda nem era famoso, lá em 2005/2006), Nick Knight,  Bryan McMahon e Kim Jones, Toyin sempre fazia imagens para um dia lançar um livro com esses registros. Nesse meio tempo, ela colaborou com revistas como Visionaire, Vogue Japão, Vogue Homme, Arena Homme Plus, Dazed and Confused e também para marcas como Gucci e Replay. Mas finalmente o Cult of Boys tomou forma esse ano e foi lançado pela editora TeNeues, com os melhores registros de garotos clicados por ela nos últimos anos. O prefácio da obra é assinado por ninguém menos que Tim Walker, fotógrafo e amigo de Toyin. Em Fevereiro do ano que vem, a DOORS SHOWCASE de Londres vai receber a exposição do Cult of Boys, que ficará aberta até março. Fiquem com algumas imagens do livro, que nada mais é do que um scrapbook.


Além de boa fotógrafa, ela também é videomaker. Abaixo, um dos filmes que Toyin dirigiu para a coleção de Outono/Inverno 2003/2004 de Kim Jones, que hoje é responsável pelas coleções masculinas da Louis Vuitton e que acabou de ganhar pela terceira vez o prêmio de melhor estilista de moda masculina, no British Fashion Awards.

E aqui, alguns vídeos da série Cult of Boys, que começou a ser filmada em 2002, com Daniel Lindwall (modelo e que foi garoto propaganda da Dior Homme algumas vezes durante a fase Hedi Slimane) e Harry White. Para ver a série inteira com outros modelos, é só clicar aqui.


A loja conceito da Comme des Garçons no Japão

02/08/2011

por | DESIGN

Enquanto Nicola Formichetti se prepara pra abrir sua pop-up store mês que vem durante a Semana de Moda de NY com designers japoneses, a Comme des Garçons abriu recentemente sua loja conceito no Japão. Com cara de depósito, a marca de Rei Kawakubo chamou Kenmei Nagaoka para ser curadora do projeto, que mistura peças de design, gadgets e roupas.

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Novo prodígio

18/04/2011

por | MODA

Lembra quando nós falamos aqui sobre o Robbie Spencer? Então, o ex-assistente de Nicola Formichetti está com tudo. Antes ele era apenas assistente de moda masculina, depois com a saída de Formichetti da Dazed, tomou o posto de diretor de moda masculina, com apenas 26 anos (ele começou com 18!). E agora ele assina um editorial de moda feminina para a revista do NY Times, que prova que também sabe trabalhar com meninas. Abaixo, a argentina Tatiana Cotliar em fotos de Richard Burbridge, styling de Robbie Spencer e cenografia de Gary Card. Na minha opinião, não tem ninguém mais preparado do que Robbie pra criar imagens como Nicola costumava criar nos seus tempos de ouro como stylist. Vale a pena acompanhar a evolução dele, na Dazed & Confused e na Another Man.

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Quem é Benjamin Alexander Huseby?

02/03/2011

por | FOTOGRAFIA

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Benjamin em auto-retrato © Reprodução

Filho de pai paquistanês e mãe norueguesa, Benjamin Alexander Huseby caiu nas graças do povo da moda enquanto estudava arte em Londres, em 1997, quando foi descoberto por Alistair Mckinn, hoje diretor de conteúdo do Dazed Digital, site da revista Dazed & Confused, onde Benjamin publicou seus primeiros trabalhos e ficou amigo de Nicola Formichetti, hoje diretor criativo da Mugler. E por isso (e por ser talentoso também) ele assinou o vídeo teaser da coleção da marca que vai ser desfilada hoje em Paris. Além de Nicola, Benjamin já trabalhou com os mais variados stylists como Katy England e Jane How. Além de já ter colaborado para revistas como i-D, Vogue, V, V Man, Another Magazine, Another Man, Pop, Arena Homme + e Self Service. Uma das capas da nova edição da Dazed & Confused dedicada a neotop Arizona Muse foi fotografada por ele.

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Jeannette, 2007 © Reprodução

Em entrevista, Benjamin afirmou que se assusta quando alguém diz que ele é um fotógrafo, afinal, ele nunca estudou para isso, é autodidata.

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Advertorial da H&M publicado na revista Fantastic Man © Reprodução

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Aline Webber fotografada por Benjamin Alexander Huseby na i-D, com styling de Francesca Burns, janeiro de 2009 © Reprodução

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Acima, duas imagens da instalação “The Wrong Question”, 2007

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Rick Genest, o futuro e Arena Homme +

Depois de desfilar e virar a cara da nova fase da Mugler, o tatuado Rick Genest ensaia novos passos. Sempre ao lado de Nicola Formichetti, o zombie boy está cotado para ser uma das estrelas do novo vídeo de Lady Gaga, que teve direção de Nick Knight e foi gravado em Los Angeles. Além disso, o moço também posou para as lentes de Steven Klein. Essas fotos devem sair em uma das próximas edições da Arenna Homme +, que deve vir sob nova direção, afinal, Jo-Ann Furnish deixou o cargo de editora-chefe da revista mês passado.

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Bailarinos: os modelos da vez?

Duas revistas que são consideradas referência de moda masculina trocaram modelos profissionais por bailarinos em suas novas edições. Será que é o contato mais próximo com a arte? Desempenho corporal perfeito? Versatilidade? Um novo ideal masculino, como sugere o NY Times naquela matéria publicada a umas semanas atrás? Perguntas que só serão respondidas com o tempo.

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Na Arenna Hommes +, que nesta edição traz de volta o glamour, colocou o bailarino Benjamin Warbis, em foto de Nick Knight, com styling de Nicola Formichetti. Na duvidosa e plástica capa da Hercules (que tem como tema a realidade…), Robert Bollé junto com Mariacarla Boscono, fotografados por Paola Kudacki. Só nos resta saber como é o desempenho deles, dos bailarinos, nos editoriais dentro das edições.

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Mas Roberto Bolle não é figura desconhecida dos fashionistas: ano passado foi lançado o livro “Roberto Bolle: An athlete in tights”, fotografado por Bruce Weber. Abaixo, uma das fotos do livro, publicada na revista japonesa Huge.

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Em 2009, Baryshnikov foi pauta da edição de verão da Vogue Hommes International falando sobre seu novo projeto, o espetáculo Years Later, onde ele dança à frente de imagens de si mesmo jovem. E ele apresenta esse projeto amanhã no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, junto com Ana Laguna, como parte da turnê Três solos e um dueto, que já passou pela Europa, Estados Unidos e por cidades brasileiras como São Paulo e Porto Alegre. Depois do Rio, eles seguem pra Brasília e Manaus.

ST€LLE

E daí que você já viu isso antes?

via @randreh

Já disseram tudo _ou nunca se diz tudo?_ que havia pra ser dito sobre a Lady Gaga. Aqui mesmo no FFW, a primeira matéria que publicamos sobre ela foi no final de 2007 (via @gab_marchi, antena ligadíssima em cultura pop na brilhante equipe que eu comando).

Lembro que nem “Poker Face” havia sido lançada, Gaga afirmava ser uma extraterrestre em missão na Terra (tinha uma série de vídeos no You Tube sobre isso, mas já sumiram com tudo), não tinha perfil no Twitter, zero prêmios no currículo e, o mais bizarro, sua gravadora no Brasil dizia que “ela provavelmente não seria lançada por aqui porque era muito alternativa”.

Então.

Estamos em 2010 e Gaga é o maior fenômeno da cultura pop, da música e da moda _do mundo!_ desde, sei lá, Madonna ou Michael Jackson? Tem a coisa do figurino-apoteose, tem a coisa do videoclipe-filme, tem a coisa da internet-magia. Tem alguma coisa aí. O querido Marcelo Sebá explicou num texto que publicamos aqui esse magnetismo não-quantificável que a torna tão absolutamente qualificada para ocupar o trono.

2011/10/3052_lady-gaga-sunday-times-camille-pagliaLady Gaga no recheio da revista  dominical do jornal americano “Sunday Times”: alvo de chumbo-grosso ©Reprodução

Mas nem todo mundo tem motivos para celebrar. Camille Paglia, feminista americana e autora de best-sellers sobre o tema, publicou um texto DE-TO-NAN-DO até o último fio de cabelo de Stefani Joanne Angelina Germanotta, ou, como todo mundo a conhece, Lady Gaga, uma “menina que teve uma vida incrível, nunca passou por nenhuma dificuldade notável e ainda estudou no mesmo colégio particular onde estudaram as irmãs/herdeiras Paris e Nicky Hilton”.

Para a escritora, Gaga representa o fim da revolução sexual. Camille atira seu poderoso arsenal sem dó nem piedade: “Lady Gaga não é sexy, ela sofre de uma disfunção sexual”. No texto que foi publicado só parcialmente no site do “Sunday Times”, a cantora é dissecada viva e ganha um novo título: “Déjà vu diva”. A diva do “eu já vi isso antes”. A feminista cita Marlene Dietrich, Madonna, Janis Joplin, Tina Turner, Cher, Jane Fonda no papel de Barbarella, Gwen Stefani, Pink, Isabella Blow e Daphne Guinness como referências de mulheres que facilitaram a vida de Lady Gaga na hora de construir a sua imagem.

Dá pra engordar essa lista com David Bowie, Boy George, Jimi Hendrix, Prince, Grace Jones, Cyndi Lauper e ____________ (<– complete o espaço com praticamente qualquer artista pop). Além disso, depois que Lady Gaga conheceu Nicola Formichetti, não tem como não olhar para as bandas de J-POP, as goth-lolitas e todo aquele povo que vive numa realidade paralela no fantástico bairro de Harajuku, no Japão.

2011/10/3057_ladygagaandfriendsAs mil e uma fontes de inspiração de Lady Gaga numa colagem extraordinária do artista @romeuuu ©Romeuuu/FFW

O discurso de Camille Paglia pode ser apenas mais um desses rancores que jornalistas “antigos” alimentam contra tudo aquilo que é “novo”. Mágoa de caboclo. Mesmo assim, Camille é uma das críticas culturais mais respeitadas dos EUA _e uma das mulheres (públicas) indubitavelmente mais inteligentes do mundo.

Esse caldo já começou a engrossar, por exemplo, com Cathy Horyn, crítica de moda do “NYT” que na sequência de Camille publicou uma resenha com o título “Gaga-free” (livres de Gaga), onde argumenta que “a moda está ficando farta da frieza intergaláctica de Lady Gaga. Queremos algo mais próximo da nossa realidade terrestre”.

Eu, particularmente, gosto da figura da Lady Gaga. Essa coisa de mentir que venceu na vida against all odds, de estar sempre com uma puta cara de tédio, de fingir que foi excluída pelo mundo, de ser total produto e nada _ou quase nada_ verdade. É uma caricatura que só. E é também uma figura de linguagem, uma metonímia do mundo em que vivemos _do mundo em que eu vivo, o volátil mundo da moda. Ela é a parte que representa o todo. Lady Gaga é o que os cientistas chamam de “amostragem”.

Mas eu gosto mesmo é desses questionamentos que ela desperta, dessa discussão que ela causa. Todo mundo quer ter uma opinião quando o assunto é Lady Gaga. Todo mundo TEM uma opinião. Não importa se ela vai durar pouco ou muito, o importante é o que ela tem feito com o tempo que lhe resta. Isso continua valendo mesmo se ela estiver mais interessada nos cifrões do que nas cifras.

E daí que você já viu isso antes? Gente assim é que empurra o mundo pra frente.

Go, Gaga.

A insatisfação de Panos Yiapanis

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O stylist fotografado por Ezra Petrônio, com look Givenchy, na última edição da Self Service © Reprodução

Panos Yiapanis é um dos stylists mais requisitados dessa nova geração, com um estilo marcante, sempre cheio de referências, e imagens fortes. Grego, começou trabalhando com Corinne Day (a fotógrafa que descobriu Kate Moss), depois engatou uma parceria de sucesso com Steven Klein com quem fez trabalhos épicos (como o ensaio One’s Real Life is Often The Life That One Does Not Lead, da Arena Homme +, publicado em 2008) , Inez vans Lansweerde & Vinoodh Matadin, entre outros.

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Instalação criada pelo stylist e fotografada pela amiga, parceira e fotógrafa Corinne Day para a i-D © Reprodução

Mas lendo a entrevista (muito honesta!) que ele deu pra primeira edição da revista Industrie, deu pra perceber que ele anda meio incomodado com o mundo da moda e com todo o circo que envolve o metier. Exemplo: ele crítica o fato dos seus amigos stylists e editores deixarem os looks que eles usam na primeira fila dos desfiles serem mais importantes do que seus trabalhos nas revistas e campanhas.

Em outra parte da entrevista, ele fala sobre a stylist Melanie Ward, que não recebe o reconhecimento devido por conta de sua trabalho junto com Helmut Lang.  

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Modelo com look inteiro Givenchy, marca onde Panos presta consultoria desde antes de Ricardo Tisci assumir a direção. A foto é da última Arena Homme +  © Reprodução

Além de tudo isso, ele desabafa falando que o dinheiro engessou a criatividade do mundo da moda e que essa recessão lá fora, serviu como desculpa para algumas revistas deixarem de ousar. Nas campanhas, ele crítica a importância de ter que sempre aparecer o produto e os detalhes da peça e cita uma campanha antiga da Jil Sander com a Guinevere, metade do seu rosto cortado fora e nenhum produto. Ele anda muito desapontado.

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2011/10/2382_Eniko Mihalik em foto de Inez vans Lasweerde & Vinoodh Matadin para a VMAN © Reprodução

A parte mais triste: o prazo de validade. Panos avisa que seu trabalho como stylist está perto do fim e tudo que ele tinha que comunicar através de imagens já foi feito. Ele conta que está se aventurando pela fotografia, clicando algumas coisas, “pra entender esse universo” depois de tanto tempo trabalhando com fotógrafos. 

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No tópico que eu encontrei essa entrevista completa dele, vi que rolava uma discussão sobre o Panos ter assumido o styling da Lady Gaga no clipe de Alejandro, com direção de Steven Klein. Nicola Formichetti continua cuidando da popstar, mas ele com certeza se inspirou na estética que Panos criou para Klein ao longo desses anos, para criar a imagem do clipe. Para quem tem alguma dúvida disso, clique aqui e descubra de onde saiu a estética Alejandro.

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Acima, resultado da parceria Yipanis + Klein em ensaio para a VMAN © Reprodução

Uma das coisas interessantes dessa entrevista, é quando ele desabafa dizendo que não consegue fazer uma imagem inspirada nos anos 70 ou 60, ele precisa buscar dentro do próprio universo as referências para seus trabalhos e que isso pode ser um problema as vezes.  A entrevista tem várias páginas e muita coisa boa. Para os interessados, dá pra clicar aqui e ser feliz lendo os scans.

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Panos em ação com uma de suas assistentes no backstage do último desfile masculino de Roberto Cavalli © Reprodução

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Em parceria com Terry Richardson para a Arena Homme + © Reprodução

Viktor&Rolf, Castelbajac e Chanel vintage: os looks de ‘Telephone’

O stylist Nicola Formichetti – colaborador assíduo e fanzoca de Lady Gaga – editou todo o figurino do novo videoclipe “Telephone”, a versão Gagaesca da música que já havia sido lançada, sem grande sucesso, em janeiro deste ano pela Beyoncé com o nome “Videophone”.

O videoclipe sob a batuta do diretor Jonas Akerlund (ele já fez vários pra Madonna e adora “homenagear” grandes cineastas) é esperto e tem roteiro tipo “Paparazzi”, que inclusive também foi dirigido por ele. Desta vez, Akerlund olha sem dó nem piedade para Quentin Tarantino, colocando em cena até a “Pussy Wagon” usada nos filmes “Kill Bill”.

E eu tenho que falar que o finalzinho me lembrou muito “Thelma & Louise”, que foi dirigido pelo idolatrado-salve-salve Ridley Scott (o mesmo cara que abençoou o mundo com os clássicos sci-fi “Blade Runner” e “Alien”).

Mas depois desta pensata até dá pra relevar o ctrl+c/ctrl+v.

Assista:

E o Nicola Formichetti que é super dedicado postou todos os créditos das roupas no seu blog, alçando o videoclipe a categoria de editorial de moda. Trocamos algumas mensagens no Facebook e ele autorizou que o FFW reproduzisse o conteúdo. =D

Confira:

2011/10/1132_Picture-8Vestido feito sob encomenda por Jean Charles de Castelbajac; óculos Mercura

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2011/10/1133_Picture-9-2Acima, croqui original da dupla Viktor&Rolf, que desenvolveu essa roupa com correntes gigantes exclusivamente para “Telephone”. Os óculos feitos com cigarros de verdade são da Haus of Gaga

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2011/10/1135_Picture-19Jaqueta com tachas Search and Destroy e óculos Chanel vintage

2011/10/1136_Picture-23Todos os biquínis são da Haus of Gaga

2011/10/1146_telephoneFita especial feita sob encomenda por Brian Lichtenberg

2011/10/1137_Picture-25Look total Thierry Mugler vintage

2011/10/1138_Picture-30Chapéu e body Thierry Mugler vintage

2011/10/1139_Picture-34Vestido e chapéu de Atsuko Kudo; óculos Jeremy Scott

2011/10/1140_Picture-40Chapéu de telefone Fred Butler

2011/10/1141_Picture-43Vestido Rachel Barrett; adorno de cabeça em forma de telefone por Danilo

2011/10/1142_Picture-51Lady Gaga usa Haus of Gaga e Christian Louboutin; Beyoncé veste Oscar Olima

2011/10/1143_Picture-53Jaqueta e sapatos Jean Charles de Castelbajac; shorts Franc Fernandez e Oscar Olima

2011/10/1144_Picture-54Body de animal print Haus of Gaga

2011/10/1145_Picture-55Vestidos e chapéus de Emilie Pirlot

+ nicolaformichetti.blogspot.com

Robbie Spencer

Desde que Nicola Formichetti deixou os editoriais na Dazed & Confused para focar no seu trabalho de styling com Lady Gaga muita gente ficou sem chão, sentindo falta dos editoriais coordenados por ele. Mas o público tratou de escolher outro stylist pra seguir, o nome dele é Robbie Spencer, responsável pela divisão de moda masculina da publicação. O trabalho dele vem ganhando cada vez mais notoriedade a cada edição, e olha que ele é formado em jornalismo de moda. Antes da Dazed, ele já trabalhou como estagiário em revistas como GQ, Wallpaper e 10. Abaixo, alguns trabalhos de Robbie, do mais básico até o mais conceitual. Ah, a capa da Dazed com a Beth Ditto que saiu ano passado também é de Robbie. Vale a pena ver.

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Uma das imagens do editorial Faceless, publicado na edição de fevereiro da Dazed, fotografado por Kacper Kasprzyk. Na foto o modelo usa peças da marca Petrou Man e Vibskov and Emenius Projects. Pra ver tudo sobre esse editorial, clique aqui (tem até vídeo!).

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Acima, na primeira foto Callum Wilson em look da Top Man, em foto de Ben Toms e logo em seguida, vestindo alta costura em editorial da revista Candy, em foto de Karim Sadli.

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Backstage da estilista Kate Eary, durante os desfiles do projeto de novos talentos MAN, que acontece paralelamente a London Fashion Week. Robbie cuidou do styling do desfile. Kate, junto com Damir Dona, Jaiden RvA James, James Long e outros novos nomes londrinos, são os preferidos de Robbie.

dazed november david armstrongEditorial da edição de outubro da Dazed, clicado por David Armstrong.

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Foto de um editorial fotografado pelo Richard Burbridge que era pra ter sido publicado na edição de outubro da Dazed mas caiu. É, essas coisas acontecem em revistas importantes também.

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Capa da Vogue Hommes Accessories, da Vogue Hommes Japan, que tem como diretor Nicola Formichetti. Entendeu a ligação?

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Acima, duas fotos do editorial publicado na edição de janeiro de 2010 da Dazed. As fotos são de William Seldem.