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ABE WALLPAPER #FashionRio #3

via @felipeabe

ABE_WALLPAPER_#3

1280×800 | 1440×900 | 1680×1050 | 1920×1200 | 2560×1440 | IPAD | IPHONE

Todos os dias o fotógrafo Felipe Abe presenteia os leitores do FFW com uma imagem do Fashion Rio, em alta resolução e em tamanhos diferentes para seu wallpaper _seja ele desktop, MacBook, iPhone ou iPad!

No terceiro wallpaper desta série, uma homenagem a Lea T., projetada sobre as ondas do mar de Copacabana, linda. Amanhã tem mais!

ABE WALLPAPER #FashionRio #3

A Visionaire de Riccardo Tisci

2011/10/6018_VISIONAIRE

Para quem já leu a entrevista de Giovanna Battaglia na seção de notícias, aqui vai uma prévia da aguardada edição da Visionaire em que ela disse que estava trabalhando, que tem como diretor criativo convidado Riccardo Tisci. A stylist trabalhou na produção da foto em que Lea T. aparece como uma santa. Afinal o tema da edição é religião, um dos favoritos de Tisci. Além de Giovana, Riccardo convidou a dupla Inez & Vinoodh, Karl Lagerfeld, Franca Sozzani (que virou santa também em parceria com Paolo Canevari), Carine Roitfeld, Arizona Muse e o filho, Marina Abramovic que trabalhou em parceria com Helmut Lang e outros. O único conteúdo que não foi fotografado especialmente para essa edição são as imagens nunca antes publicidas de Robert Mapplethorpe. E mais: um dos requisitos de Tisci para aceitar comandar o projeto foi de não usar peças da Givenchy nas produções. Será que ele já estava sendo sondado pela Dior na época? A edição, que poderá ser comprada a partir de junho pela bagatela de 425 dólares, comemora o aniversário da revista criada por Cecilia Dean.

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A Visionaire de Riccardo Tisci

Lea T. na The Room e agenciada no Brasil

Nós falamos aqui essa semana que a Léa T. está caminhando pra virar a primeira supermodelo transexual. Mas pra chegar a esse título, a moça vai ter que trabalhar bastante. Depois de aparecer na masculina Hercules, ao lado do também brasileiro Lucas Mascarini, e ter perfil publicado pela Vogue Paris, Léa agora é destaque em outra publicação que acaba de chegar as bancas. Na nova edição da The Room, que tem a linda Valerija Kelava na capa, ela aparece de novo a lado de modelos masculinos, só que agora em fotos de Emilio Tini. No Brasil, a Way Model cuidará da carreira de Lea.

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Acima, Simon Benoni, Jacob Wiechmann e Lea T

Lea T. na The Room e agenciada no Brasil

Pensata da Palô #19: Um convite ao sexo

por @ErikaPalomino

2011/10/2461_Helmut-Newton_June-NewtonJune, mulher do fotógrafo Helmut Newton, fotografada pelo marido em momento über sexy ©Helmut Newton

Sex sells. Reza a máxima da publicidade. O sexy, entretanto, tornou-se uma armadilha de clichês. Li em algum lugar hoje na Internet (juro não lembrar onde foi) que a palavra agora é “hot” na linguagem corrente da moda.

Talvez porque o sexy comum tenha se esgotado. Modelos de lábios carnudos e entreabertos, bedroom hair, convidando ao… sexo.

Prefiro lidar mais com erotismo do que com o sexy. O que de saída ajudaria, em tese, a escapar do pecadilho tênue da vulgaridade.

Até porque, o que é sexy pra mim pode não ser para você. Há modelos _e mulheres_ que conseguem atingir denominadores quase comuns do sexy, e com isso ganham muito dinheiro em campanhas e telas de cinema. Acho que não precisamos citar aqui já citando Angelina Jolie e Gisele Bündchen. Nem de Scarlett Johansson, que vem tangenciando um interessante sexy contemporâneo, mas que por vezes parece já estar acreditando um pouco demais nesse personagem. Mas tudo bem. E as exceções deliciosas, como Penélope Cruz (que consegue combinar talento, charme e sex appeal), recém-casada com o ultra-sexy Javier Bardem.

E o sexy atemporal, como Rita Hayworth em “Put the Blame on Mame” (acabei revendo essa cena também esses dias no You Tube).

Há fotógrafos que dominam completamente o território da sexualidade. Estou falando de Helmut Newton, a principal referência para este subject na moda, mais atual a cada dia que passa. Minha foto favorita do mestre é a da mulher dele, June, no hotel, seios à mostra, à mesa. A luz, a nonchalance, o clima de intimidade entre fotógrafo e modelo.

A desconcertante pureza da foto de Lea T. publicada na Vogue Paris trouxe o assunto sexo e sexualidade à tona nesta semana. Me lembrou aqueles retratos andróginos de Bettina Rheims nos anos 90. Pessoalmente, acho androginia sexy. Mas ainda há quem se ofenda com isso. Lea, como se sabe, vai além da androginia. Por enquanto. (Outro dia fiquei sabendo da lei que obriga pessoas que mudaram de sexo a “avisar” o futuro cônjuge no momento do casamento civil. Por enquanto.)

Os costumes estão mudando. Ternos e vestidos também. O underwear já mudou. Que bom.

Pensata da Palô #19: Um convite ao sexo