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VERDADES DAS MODAS #2 – Tô Bunitah?

2011/10/5054_lais2

via @LaísPattak

#2 – TÔ BUNITAH????

Para ouvir enquanto lê:

Persolinality Crisis – New York Dolls

E  tudo começou  com o assento 1A! (quem senta no 1A gente??) Discriminação no avião?? Magina soul especial querida, pelo menos é o que eu acho e pelo visto, é o que muita gente aqui no Fashion Rio também acha, afinal de contas todas temos que ter uma função e aqui, diz que todo mundo é alguém, mas os próprios cariocas and entendidos de modas dizem que tem muita gente à toa circulando pelo mundo fashion, oi?

Enfim, após conversar com o fofo Ricardo dos Anjos, carioquíssimo e entendido de belezas, chegamos as seguintes conclusões féxon:

Oi querida!! Oi?

No Fashion Rio ninguém se conhece, juro! Tipo, se você não for a Oprah, o Lula ou a Xuxa, ninguém te conhece filinha, aceita! O que chega a ser estranho na minha opinião, uma vez que todas as bonitas estão aqui pela mesma causa, portanto não é bem assim não,  diz que o grande problema aqui são as juradeiras (Juradeira:  pessoa que se diz bafo  mas na verdade não é nada ou seja ela jura que é maravilhosa mas não chega nem a ser bonitinha), mas gente esse equê das juradeiras não é só aqui vai? É uma coisa meio brasilidade mesmo vamo combinar?

Arrasando sem erro!

Chic, enfim pra compensar a cagada do close errado de se achar muito maravilhosa Ricardo aconselha as bunitas que querem tombar tudo no evento de modas que a verdade é uma só, seja rica, e ARRASE  numa bolsa carérrima, mas não esqueça de vir bem fria, nada de achar que você é mais bunita que ele viu? Kkkk brimks!

O fator “Cafonismo”

Um dos temas mais abordados aqui nesse primeiro dia é como unir, moda, Rio de Janeiro, clima exótico (chuva+sol) e não errar na hora de dar o ar da graça. Teve quem jurou que não tem essa de conforto não, sofrer pela moda é primordial e que a montação voltou com tudo, porém teve também quem acredita que a vida é um grande aprendizado fashion, mente aberta é a chave do sucesso, relax take it easy! Tudo muito coerente, quase beirando o boring. Mas enfim, se tem uma coisa que o povo aqui caga de medo é a palavra CAFONA. Menina, eu te juro que aqui as pessoas pensaram 3X antes de titubear a La palabra proibida, mas também depois que soltou…. Falou-se muito de um certo desleixo do povo carioca em relação a moda e o preconceito com as modernas e as fashionistas, blogueiras locais desabafaram que  o Fashion Rio é como uma libertação, e que o negócio é vir pra mostrar a que veio mesmo.  Teve  até quem disse que aqui é o local onde você  pode jogar tudo, o que você tiver na gaveta, já que os cariocas não estão nem aí e sim, são cafonas! Palavras estas da blogueira e It girl carioca Aline, de 24 anos, que freqüenta o evento a anoshhh! haha

TOP 5 CARICÁTICES – DAY #1

5 – A glamourização estranha da moda praia – (muito bikini de paetê a moshtra às 4 da tarde, muita canga exótica, muita sandália gladiadora de swaróviski, muita peladice desnê) #not

4 – Banheiros by Nivea – Todos os banheiros do evento, contam com pencas de produtos Nivea pra usar a vontade depois que vc arrasar akela necessidade fisiológica, hahaha, sabonetes liquidos de vários cheirinhos, desodorantes finíssimos pra Cecília não gritar e creminhos babadeiros pras mãos! Luxo! #win

3 – Pouca montação bafo – Não entendi onde estão as guei dessa cidade, todo mundo muito “tentativa” de praia chic por aqui, uma ou outra doida e nenhum lady gaguismos pra gente rir, faltaram piadas prontas, tirando as celebs classe B. #not

2 – Conversinha franca com o gatissimo e fofo Ricardo dos Anjos, que não teve medo de soltar as verdades e desabafou sem dó nem piedade: “aqui o povo é meio do truque mesmo” chuiquérrimo e super tietado! Eu pegava, aloca! #win

1 – Felipe Dylon, amyga das griffis entrosado comigo e Felipe Abe, e pasmem, LINDO DE MORRER! Magérrimo, sem dread, simpático e da galera! Quase chamei pra ir pra buaty, fiquei chocada com o aproach da bie! a legítima volta do dos que não foram! Felipe, tô contigo e não abro!#intima #win3X

FOTO DO DIA: My New BFF <33

felipe dylon - foto do dia

No Day #2 vamos atrás do glamour das modas e da belezannn, amanhã é dia de VIADICE! Vem comigoannnn (sotaquinho cariocánnnn)

beaj

Teamo<3

VERDADES DAS MODAS #2 – Tô Bunitah?

Pensata da Palô #14: (quase) tudo sobre o Fashion Rio

Algumas coisinhas que eu ainda queria comentar sobre o Fashion Rio verão 2011.

British Colony – Desfile síntese (e o melhor) da estação, elegância tropical e impecável simplicidade. Cartela suave e precisa, aula de combinações. Maxime Perelmuter fez a diferença neste Fashion Rio, mostrando moda comercial de jeito conceitual e provando que é possível ser básico sendo fashion e sem ser boring. Calças surpreendentes, a sensibilidade do bicolor e um emocionante perfume de Georges Henri no ar. O look de bermuda com blazer laranja é um momento inesquecível do desfile, bem como o macacão de máxiestampa tropical. No feminino, o blazer tomara-que-caia em branco é desde já um sonho de verão. Veja tudo aqui.

Lucas Nascimento – Gostoso ver um estilista trazendo suas vontades e verdades à passarela com um olhar tão depurado. Chique, moderno, inesperado. Styling, edição e trilha sonora perfeitos. Veja tudo aqui.

Isabela Capeto – A estilista fez um desfilão, encerrando o evento, apresentando desejadas inovações em seu estilo, sem medo de correr riscos. Moda com DNA de Brasil, num desfile que foi crescendo até chegar ao final, proporcionando belos momentos e emocionando. Veja tudo aqui.

Printing – Sem dúvida entre os melhores desta temporada, com desfile bonito redondo que agradou aos editores. Destaque para os looks em branco, suaves e românticos na medida certa. Veja tudo aqui.

Melk Z-Da – Nome mais experimental do line-up do Fashion Rio, o estilista pernambucano se destaca mais uma vez pelo inesperado de seus materiais _aqui toalhas de mesa e tapetes_, num desfile todo em branco que parte do regional para chegar ao global. Mostra que vale acompanhá-lo por aqui e merece bons patrocinadores e apoiadores. Cada vez melhor. Veja tudo aqui.

Triya – A marca estreia no Fashion Rio mostrando que tem o que dizer. Tribal sauvage com perfume africano, tem bom humor e arrasou na estamparia, que soube misturar cores com criatividade e bom gosto. Nas modelagens, fez de um tudo com a Lycra, com gilets a laser, tricôs e desfiados. Veja tudo aqui.

Salinas – Caliente, otimista, astral, coleção desde já referência, evolução no estilo da marca e aponta para onde o Rio vai andar como capital global do lifestyle de moda. Veja tudo aqui.

Redley – Tem peças legais, mas achei que Juergen está fazendo falta. E achei um desperdício Carol Trentini com os looks que ela usou. E o que era o cabelo feio que fizeram? Deu um pouco a locka nos cabeleireiros nesta temporada carioca. Veja tudo aqui.

TNG – O diretor criativo Mauricio Ianes conseguiu o melhor desfile da história da marca de Tito Bessa Junior, limpando ainda mais os excessos e lapidando as proporções, concentrando-se, entretanto, na verdade comercial da TNG. Poderia ainda se livrar da dependência de globais na passarela, herança de um Fashion Rio que não existe mais. Veja tudo aqui.

Juliana Jabour – Curioso o caso de Ju Jabour nesta temporada. Ela se limpou tanto de seus exageros e extravagâncias que quase não dava para saber que era dela o desfile! Mas no fim foi bom, estava precisando acontecer isso. A coleção mostra uma estilista ainda mais pronta para o mercado, com bons separates e a feminilidade que sua consumidora quer. Veja tudo aqui.

Giulia Borges – Interessante. Os fashionistas gostaram e tem boas ideias na coleção girlie com pegada surfe. Um nome para se acompanhar. Veja tudo aqui.

Andrea Marques – Se solta nas formas e proporções, quase um pouco demais nos megavestidos. Gosto do vestido preto em devorê, das pantalonas e calças mais curtas, e da ideia dos coletes. A estamparia tropical ficou um pouco desgastada, por conta dessa tendência que rolou bem forte durante a semana por aqui. Apoiada pela linda trilha e pela direção eficiente de Alberto Renault (as modelos saíam de uma caixa de luz), o desfile como um todo foi bem bonito. Veja tudo aqui.

Maria Bonita Extra – Alguma coisa parece fora de synch na Maria Bonita Extra de Ana Magalhães. Talvez muita força para ser feminino e fofo; talvez peças que juntas no mesmo look não davam certo; talvez escolha errada da cartela (um azul pouco feliz no vestido-camisola); proporções desencontradas entre si para estarem dentro do mesmo desfile: faltou senso de coleção, como se a marca estivesse atirando para vários lados, o que imprime falta de segurança da equipe de estilo. A marca tem um mix variado, é certo, mas precisa focar mais. Veja tudo aqui.

Walter Rodrigues – Ficou mais leve e mais jovem. Os ventos cariocas estão fazendo bem ao estilista, que trabalhou bem com os tons terrosos e a manufatura pernambucana, e no casting all black, perfeito. Veja tudo aqui.

Blue Man – Não vi e me arrependi muito! Veja tudo aqui.

Pensata da Palô #14: (quase) tudo sobre o Fashion Rio