Estilo democracia

27/02/2012

por | DESIGN, ECOSTYLE

Bolsas feitas com a fibra do Tururi. Ele envolve e protege os cachos do coco da palmeira amazônica conhecida como Buçu. Produção da comunidade de Muaná, da Ilha de Marajó, no Pará ©Divulgação

O feito à mão é ancestral. A importância de buscar valores tradicionais e usá-los de forma moderna é que é a novidade da vez.

A solução para todo o mal é causar impacto socioambiental do bem. É viver o mesmo capitalismo, só que agora em um formato que inclui, que resgata e motiva; que faz os muitos que têm pouco darem um grande sentido à própria identidade, e os poucos que têm muito assumirem nossas tradições como um valor a ser transformado em renda com qualidade de vida, para todos.

Talentos do Brasil é o nome de um louvável projeto do Governo Federal, criado em 2005, que acontece em doze estados brasileiros e envolve o trabalho de quinze cooperativas. Muito bem fundamentado, já contou com colaboradores ilustres como Ronaldo Fraga, Jum Nakao e Mary Design, e, ao que parece, segue um ótimo caminho.

Durante o Minas Trend Preview, o Projeto apresentou em um desfile impecável a coleção “Flores”. A sua primeira coleção “Passarada – em cada canto, um canto”, de 2010, foi toda inspirada em aves e pássaros brasileiros, e muitíssimo bem construída e argumentada: “Os pássaros têm compromisso com seu lugar de origem, fazem saídas estratégicas sem perder vínculos, vivem em plena integração com o meio ambiente e guardam intimidade com a natureza e suas mudanças. Assim também são as pessoas que fazem parte do programa Talentos do Brasil. Por isso, suas origens e cultura local são tão importantes – elas são sua identidade”.

Conheça em detalhes sobre o que, onde e quem produz para o Projeto e aproveite para também conferir a loja virtual da marca. Trata-se da comprovação de que as mãos, de fato, é que têm a vocação de transformar o mundo.

Cachecol Pena Colorida ©Divulgação

Detalhes do excelente desfile da marca, apresentado no Minas Trend Preview ©Agência Fotosite

Manta Vison, no desfile e em detalhe ©Agência Fotosite / Divulgação

contato@monicahorta.com

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Moda sustentável por Marina Silva

19/10/2011

por | ECOSTYLE

Marina Silva é um ícone sustentável. Uma mulher fascinante, exemplo de superação, sabedoria, atitude, poder, riqueza e honradez.
Apesar da agenda lotada, tendo recém chegado de Nova Iorque, já a caminho de outras capitais do Brasil e devendo ainda seguir para a Europa, ela gentilmente me recebeu para uma entrevista no hotel em que estava hospedada aqui em São Paulo.
Embora o ambiente dessa entrevista não tenha sido o ideal para uma gravação – ao fundo aparecem ruídos externos como de aviões, elevadores e vozes, – a preciosidade de seu conteúdo justifica a minha insistência em colocá-la integralmente no ar, pois uma única frase dessa grande mulher, tem a força de alterar os rumos de uma vida.
Nesse bate papo falamos principalmente de moda e cultura sustentável; mas ela sempre tem muito a dizer. Assista ao vídeo abaixo:

Ecostyle #6: TOP 15 SPFW

20/06/2011

por | ECOSTYLE

Ainda comemorando essa edição histórica de quinze anos, fiz um “Top 15” com o que, pra mim, foi o mais original/bacana do SPFW. Olhaí:

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©Reprodução

2011/10/7492_Ipanema

©Cael Horta

A 2011/10/7492_Ipanema arrasou com seu espaço, oferecendo tudo o que existe de melhor: reproduziu o Zaza Bistrô (já considerado um entre os 100 melhores restaurantes do mundo), com um cardápio 2011/10/7496_elaborado com orgânicos, decoração cult e trilha sonora especial, e uma instalação com fotos e short movies, mostrando o cotidiano do bairro de 2011/10/7492_Ipanema sob diferentes pontos de vista.

Suas promotoras, espalhadas pelos corredores do evento, escolheram fashionistas pra ganhar o kit 2011/10/7492_Ipanema + La Estampa – um par de 2011/10/7492_Ipanema (inspirado no estilo das atuais e eternas garotas de 2011/10/7492_Ipanema), dentro de uma 2011/10/7498_bolsa exclusiva, acompanhado por uma fita e um tag com instruções de como amarrá-la, mostrando as várias possibilidades de customizar a sandália.

Cris Guerra

O trabalho profissionalíssimo da Cris Guerra pra Oi ©Cael Horta

©Cael Horta

A 2011/10/7498_bolsa com origamis usada p2011/10/7496_ela Fernanda Yamamoto ©Cael Horta

Ana Morelli

As peças de Patchwork da designer Ana Morelli, expostas na Pop-up Store ©Reprodução

©Cael Horta

A gentileza - pura e exemplar - da garçonete (me esqueci seu nome) da nossa sala de imprensa, que preparava um prato pra Cael, que não pode comer glúten, e assim, ia muito além da sua função. Coisa rara ©Cael Horta

O encerramento do desfile/evento por Ronaldo Fraga

O encerramento do desfile/evento por Ronaldo Fraga ©Cael Horta

Bolsa handmade vinda do Sul ©Cael Horta

Bolsa handmade vinda do Sul ©Cael Horta

2011/10/7499_Brinde do desfile da Fernanda Yamamoto – adoráveis caixinhas de som estilizadas, que certamente durarão muiiiiito tempo ©Cael Horta

2011/10/7499_Brinde do desfile da Fernanda Yamamoto – adoráveis caixinhas de som estilizadas, que certamente durarão muiiiiito tempo ©Cael Horta

Jum Nakao e Marcelo Rosenbaum prestigiando o evento ©Cael Horta

Jum Nakao e Marcelo Rosenbaum prestigiando o evento ©Cael Horta

Bob Wolfenson e seu miniestúdio ©Cael Horta

Bob Wolfenson e seu miniestúdio ©Cael Horta

Banco de bambu ambientando o segundo andar da Bienal ©Cael Horta

Banco de bambu ambientando a Bienal ©Cael Horta

Ecobag/brinde do Ronaldo Fraga ©Cael Horta

Ecobag/brinde do Ronaldo Fraga ©Cael Horta

Colar de renda rebordada ©Cael Horta

Colar de renda rebordada ©Cael Horta

Exposição de fotos dos holandeses Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin ©reprodução

Exposição de fotos dos holandeses Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin ©reprodução

Cobertura inteligente e divertida dos meninos todo dia um look, pro FFW ©reprodução

Cobertura inteligente e divertida dos meninos do "Todo dia um look", aqui pro FFW ©reprodução

Ecostyle #5

18/06/2011

por | DESIGN, ECOSTYLE

Por Mônica Horta

Continuando minha investigação (como diriam os Campana) por ecorreferências estéticas, encontrei alguns detalhes bacanas nesses lounges bombadíssimos:

Da-C&A,-lustre-(lindo)-com-flores-handmade-de-tecidosDa “C&A”, lustre (lindo) com flores handmade de tecidos ©Cael Horta

Da-Elle,-uma-cadeira-de-madeira-rústica,-com-design-primorosoDa “Elle”, uma cadeira de madeira com design moderno ©Cael Horta

Da-Isto-é,-um-banco-rústicoDa “Isto É”, um banco rústico. Simplesmente funcional ©Cael Horta

Da-Vogue,-uma-parede-feita-com-canos-de-PVCDa “Vogue”, uma parede feita com canos de PVC ©Cael Horta

Do-Glamurama,-um-lustre-com-reaproveitamento-de-materiais-Do “Glamurama”, um lustre com reaproveitamento de materiais

Da "ABIT" puf de tricô ©Cael Horta

Da “ABIT” puf de tricô ©Cael Horta

Ecostyle #4

18/06/2011

por | ECOSTYLE

por Mônica Horta

Se não fosse o SPFW, papear com criadores para lá de especiais como esses não seria possível em menos de 24h… e não com toda essa exclusividade que eu faço questão – como quando me encontrei com Dudu Bertholini e Marina Dias no MUBE, enquanto estavam fazendo um ensaio pro desfile dele, que rolou na sexta-feira (17.06).

2011/10/7419_1-coluna-monica-horta-ffw-spfw-verao-2012©Cael Horta

O multitalentoso Muti Randolph me contou em frente ao lounge da TAM como o trabalho dele está envolvido com sustentabilidade: “Eu me preocupo muito com isso. Inclusive isso começou até a mudar um pouco o meu estilo de trabalho porque quando eu não era tão preocupado com isso, eu usava muito material que não era reaproveitado depois, muita coisa de isopor, de madeira que era difícil de reaproveitar. Porque minha carreira foi assim: primeiro eu fazia cenários virtuais em computador – ilustrações, na verdade. Depois eu comecei a trabalhar com o mundo real de verdade; comecei a construir ilustrações onde as pessoas entravam dentro, e saí do mundo virtual pro mundo real.

A partir de um tempo, por causa dessa preocupação com o ambiente, eu comecei a virtualizar de novo meu cenário pra usar menos materiais. Eles estão menos reais e mais virtuais. Então eu uso muito vídeo, luz e equipamentos que são alugados, ou seja, que são usados muitas vezes, e tenho usado também muito material que é reaproveitado, que não é jogado no lixo. Então isso mudou até… foi uma volta o mundo virtual da minha parte. Quase tudo o que faço hoje em dia tem essa pegada. Meus projetos são temporários, muito embasados em projeção, em vídeo, eu uso painel de LED de tudo quanto é tipo, construo com ferros estruturas tridimensionais que são revestidas com esses painéis, então é tudo reaproveitado, o ferro é reaproveitado sempre, e os painéis são alugados de novo. A maioria dos meus trabalhos, se você for ver, tem essa característica. Eu uso o menos possível de recursos”.

2011/10/7420_2-coluna-monica-horta-ffw-spfw-verao-2012Muti Randolph ©Cael Horta

E depois do seu desfile, Oskar Metsavaht me falou onde a sustentabilidade entrou nessa coleção da Osklen: “A grande parte é seda. Os grandes materiais que nós vimos ali são seda artesanal, seda rústica de origem sustentável; tem o couro de pele de peixe de Dourado e de Pirarucu; os tingimentos são todos de origem orgânica, naturais,  temos seda misturada com PET, temos algodão orgânico. As sandálias, algumas têm esse couro, e elas têm a lona reciclada de algodão”. Os tingimentos do couro também? “Sim, são sustentáveis. Todo o nosso tingimento é. De todos os tecidos não, porque temos sintéticos, essas coisas que não são ainda, mas a maioria é de origem sustentável”.

2011/10/7421_3-coluna-monica-horta-ffw-spfw-verao-2012Oskar Metsavaht ©Cael Horta

Ecostyle #2

15/06/2011

por | DESIGN, ECOSTYLE

Por Monica Horta / Fotos Cael Horta

Até na lixeira Melissa, o pscicodelismo dos 70’sPsicodelismo na lixeira da Melissa

Melissa é um antigo objeto de desejo, e continuará sendo, com certeza. Uma coisa bem legal que merece ser comentada sobre ela, é que em sua produção fabril há resíduo zero. Aqui, quem passa por seu lounge, pode se deliciar com a ambientação inspirada nos anos 70, que se estende até as lindas lixeiras de papelão.

Com cenografia do Estúdio Árvore e do coletivo WAT_WE, as paredes do SPFW também continuam sendo trabalhadas com papel reutilizado de outras edições. São formas geométricas num trabalho primoroso e esteticamente impressionante.

Como não se encantar com esse visual ecoinspiradorComo não se encantar com o visual ecoinspirador da cenografia da SPFW

Desejadas também são as ecobags distribuídas como brindes em momentos especiais, pela empresa Envirosax, apoiadora deste evento. Adorei os modelos funcionais, em tecido totalmente feito com PET.

Um entre os vários modelos de ecobag, oferecidos aos convidados SPFW – Foto divulgaçãoUm dos vários modelos de ecobags oferecidos ao público

Retrofit – o neocool

29/07/2010

por | ECOSTYLE

Para quem quer viver da forma mais confortável, moderna, saudável, e ainda ser [muito] admirado, educar o pensar é a grande dica.
Aos que têm a sorte de lidar com construções antigas, a adesão ao Retrofit é tudo, porque é um processo não de restauração, nem de reforma, mas sim de revitalização de espaços.
Se antes, na hora de decorar ou construir, se optava pela ruptura do velho em favor do novo, com a compreensão desse movimento, os proprietários e profissionais da área, agora usam e abusam das técnicas milenares com inovações, aproveitam ao máximo a luminosidade natural, reaproveitam sobras de construções, implantam novas idéias de bioconstruções [como o telhado vivo], e mais, muito mais, já que no Retrofit tudo o que é sustentável é amplamente considerado: alterações meteorológicas, conhecimento histórico, cultura ambiental, postura social, consumo consciente com baixo custo, harmonia estética, e, obviamente, a conservação da fachada original do imóvel.
Em resumo, o Retrofit é incrível, absolutamente funcional, pois permite a revitalização de projetos arquitetônicos de épocas passadas, com a aplicação de tecnologias avançadas, eficiência e praticidade em instalações elétricas e hidráulicas, o mix de produtos com design não só arrojado como responsável, e ainda, o reuso de materiais. Outra supervantagem dele, é a readequação de prédios em áreas aonde não é mais possível construir, como grandes centros.
Cidades onde estive recentemente, como Ouro Preto e Buenos Aires, são exemplos perfeitos do imenso potencial desse processo essencialmente [e deliciosamente] personalizado. Definitivamente neocool.

@ecostylemonica

Ouro Preto - Minas Gerais

Ouro Preto - Minas Gerais | Foto: Cael Horta

Ouro Preto - Minas Gerais

Ouro Preto - Minas Gerais | Foto: Mônica Horta

Buenos Aires - Argentina

Buenos Aires - Argentina | Foto: Mônica Horta

Buenos Aires - Argentina

Buenos Aires - Argentina | Foto: Mônica Horta

Buenos Aires - Argentina

Buenos Aires - Argentina | Foto: Mônica Horta

Altacultura

29/03/2010

por | ECOSTYLE

Atitude e bons modos definitivamente estão na moda. Mas não é de hoje que fashionistas questionam conceitos e influenciam para o bem.
Em um primeiro momento, a sustentabilidade fashion aparecia esporadicamente, em peças atemporais; depois, ganhou aspectos lúdicos, e de edição limitada, sem amarras com as tendências das passarelas; agora já ganham as ruas em forma de peças superacessíveis, intensamente relacionadas com o que as pessoas gostam de vestir.
Mudanças radicais? Que nada. É só um megaintercâmbio – instantâneo e eterno – de idéias.
Quem se dá melhor no desafio dessa transição, são os grandes criadores, hábeis em desprezar excessos e dosar tradição com inovação. É o caso de Alexandre Herchcovitch que, com feeling apurado, no início de sua carreira nos anos 90, surpreendeu [lógico] criando looks feitos com látex [adorados não só por mim, mas por todos].

Nos anos 90 também, o estilista americano Jean Charles de Castelbajac esteve no Brasil, e apresentou um desfile-protesto memorável, com citação ao Chico Mendes, o qual eu tive o prazer de presenciar. Nessa época, ainda flagrei uma vibe eco de Christian Lacroix, que usou caixotes de madeira comum em uma de suas vitrines, em Paris.

Há pouco tempo, outro ecoflagra delicioso: o da passarela de um desfile de Isabela Capeto, na SPFW, toda forrada com caixas de papelão.
Vivienne Westwood, que afirma que “moda exige personalidade. De quem faz e de quem usa” -, como sempre, saiu na frente, quando apresentou em Londres sua coleção inspirada da Amazônia, – com estampas criadas por 36 crianças -, fazendo um claro convite à revisão de valores.

E porque a moda é uma extensão da personalidade, não se pode mais banalizar o que envolve sustentabilidade; ainda mais por ter “caído na boca” de formadores de opinião bombadíssimos, como o cantor Bono Vox, o ator hollywoodiano Leonardo DiCaprio, e a estilista/celebridade Stella McCartney [respaldada por seu pai, ninguém menos do que um ex-beatle].
O estilo sustentável aliado ao consumo consciente é a nova lei – e vai muito além do clichê “a natureza agradece”; sendo assim, os criadores estão cada vez mais interessados em novas possibilidades em termos de matérias-primas e tecnologia. Os consumidores buscam [e em breve exigirão] qualidade, bom preço e responsabilidade socioambiental.
Quem não se adaptar vai perder tempo. E dinheiro. Alguém duvida?

Ecostyle é tudo!

24/02/2010

por | ECOSTYLE

Ecostyle: um movimento dos bons, que ganhou força e conquistou as ruas em corpos e mentes que bebem na fonte de culturas diversas. Já fazem parte dele pessoas incríveis, com suas ações preciosas e criações desejáveis.

A arquitetura de interiores dos espaços que Marcelo Rosembaum cria, e as ambientações de Daniela Thomas são absurdos. Eles dialogam com excelência entre a nobreza da estética de vanguarda e o uso de materiais comuns, às vezes descartados como lixo. E por falar em arquitetura, supervale comentar sobre o retrofit, que, entre outras coisas, possibilita revitalizar imóveis antigos, preservando integralmente suas estruturas e o meio ambiente.

Os designers Irmãos Campana são desprovidos de qualquer tipo de preconceito; eles exaltam o trabalho manual e servem-se de matérias primas aparentemente banais, para criar peças luxuosas, reconhecidas [e adoradas] pelo mundo afora.


Beatriz Milhazes, então, é só orgulho. Virou celebridade internacional, depois de ter sua obra vendida em leilão internacional por mais de um milhão de dólares. O mais fascinante, é que suas colagens têm como base papéis de balas e de bombons…

“O que é bom para o lixo, é bom para a poesia”. Essa é uma afirmação do Manoel de Barros, considerado o maior poeta brasileiro vivo.

Hermeto Pascoal com seus fabulosos instrumentos de sucata, certamente serve como referência máxima ao métier musical na criação de projetos socioambientais, que geram emprego e renda imediatos em comunidades carentes, e funcionam muitíssimo bem.

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Outros dois profissionais impecáveis, Ronaldo Fraga e Erika Palomino, também são adeptos da ecostyle. Ele deixa bem claro isso em suas coleções e com seu cartão de visita. O convite do evento MelissaEu! [chiquetérrimo], do qual Erika foi diretora de criação, também era de papel reciclado.


Responsabilidade socioambiental é a palavra de ordem entre grandes empresas como a Natura – que produziu um evento exemplar ano passado, o Natura About Us.

Louis Vuitton é uma grife total cool, que tem feito várias ações na linha reciclagem de idéias. Lançou coleção de bolsas estampadas com grafite, e em seu site coloca a questão ambiental como prioridade.

Até a Vogue americana se rendeu integralmente em sua edição de novembro/09; nela, o ecostyle bombou, principalmente nos editoriais de moda.

A genial revista Mag!, precursora no Brasil, é a nossa referência máxima de ecoatitude.

Alexandre Herchcovitch arrasou participando do projeto Moda Reciclada, no MorumbiShopping em São Paulo.

Christian Lacroix passou sua vida encantando a todos, também com seus figurinos para teatro e dança, que são verdadeiras obras de arte, sempre trabalhadas manualmente com antigas técnicas, que podem facilmente ser aplicadas em reaproveitamento de tecidos e fios.
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O jeitinho verde de ser reina mesmo entre poderosos… e entre nós aqui do FFW, que, a partir de agora, vamos megapapear sobre a delícia de ter/ser ecostyle, sem nada de regrinhas ecochatas. Passearemos pelo mundo eco, em busca de sabedoria, para adequar postura sustentável a estilo pessoal, e colaborar seja o quanto e como for. Vem?