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#TrendingTopics: corra, fashionista, corra!

Via @felipeabe @betosiqueira

O SPFW está de volta em temporada Inverno 2012 e o #TrendingTopics retorna com tudo. Felipe Abe continua com seu trabalho de traduzir em imagens a movimentação na Bienal. Junto com seu partner in crime Beto Siqueira, ele corre atrás de imagens pautadas diariamente por um tema abstrato: moda, comportamento, sensações e curiosidades aparecem por aqui.

Rampas, corredores, backstages, lounges, etc. Aqui na Bienal o que mais se faz é andar. Andar não, correr! Todos com pressa, circulam rápido por todas as partes, seja com sapatos confortáveis ou grandes saltos, ou ainda nas criações inusitadas que vimos nas salas de desfile. Nosso tema hoje são os sapatos que invadiram a SPFW:

©Foto: Felipe Abe // ©Edição: Pedro Lindenberg
#TrendingTopics: corra, fashionista, corra!

TrendingTopics: prints we love!

Via @felipeabe @betosiqueira

O SPFW está de volta em temporada Inverno 2012 e o #TrendingTopics retorna com tudo. Felipe Abe continua com seu trabalho de traduzir em imagens a movimentação na Bienal. Junto com seu partner in crime Beto Siqueira, ele corre atrás de imagens pautadas diariamente por um tema abstrato: moda, comportamento, sensações e curiosidades aparecem por aqui.

Apesar de estarmos na temporada Inverno 2012 da SPFW, tudo acontece em pleno verão paulistano. Quem circula pela Bienal aposta em cores e estampas. Além de t-shirts, saias e calças, os prints estão presentes em inúmeros momentos do nosso dia; eles podem passar despercebidos por olhos desatentos, mas não pelas nossas lentes:

©Foto: Felipe Abe // ©Edição: Pedro Lindenberg

TrendingTopics: prints we love!

#TrendingTopics: Make up for life

Via @felipeabe @betosiqueira

O SPFW está de volta em temporada Inverno 2012 e o #TrendingTopics volta com tudo. Felipe Abe continua com seu trabalho de traduzir em imagens a movimentação na Bienal. Junto com seu partner in crime Beto Siqueira, ele corre atrás de imagens pautadas diariamente por um tema abstrato: moda, comportamento, sensações e curiosidades aparecem por aqui.

O que mais se vê por aqui, além de modelos, são modelos maquiadas! Elas correm de um desfile para outro, trocam de make 10 vezes ao dia. Entre o público passante do evento, o lounge do O Boticário, que oferece maquiagem, está entre os mais disputados. Inspirados nas paletas de cores dos artistas da beleza, surgem nossas fotos do segundo dia de SPFW:

©Foto: Felipe Abe // ©Edição: Pedro Lindenberg

#TrendingTopics: Make up for life

#TrendingTopics: Kitsch

Via @felipeabe @betosiqueira

Se o kitsch é o termo usado para categorizar objetos de valor estético distorcidos ou exagerados, as imagens deste TrendingTopics  provam que kitsch também pode ser chique: achamos objetos, looks, detalhes e formas desse universo divertido. Confira!

 

#TrendingTopics: Kitsch

#TrendingTopics: Models Models Models

Via @felipeabe @betosiqueira

Em toda semana de moda, sem dúvida, quem rouba todas as atenções e olhares são os modelos. Objetos de curiosidade ou desejo ou inveja, mexem com o inconsciente coletivo. Beto Siqueira e Felipe Abe mostram hoje com quantos modelos se faz um Fashion Rio:

 

#TrendingTopics: Models Models Models

Capas icônicas, por Felipe Venancio

Por Felipe Venancio


Como se já não estivesse com discos ao meu redor por todos os lados me vi cercado, na mídia, por notícias que envolvem capas de discos. Desde a morte de Richard Hamilton, aos 89 anos, que fez a famosa arte do “White Album” dos Beatles, ao poster promocional que foi “gongado” do metrô de Londres por parecer uma pixação. As capas de discos interessam a todos. Quem não tem a sua favorita? Na internet pipocam listas das melhores, das piores, das mais equivocadas e por aí vai.

Capa do novo disco do Metallica com Lou Reed que foi banida do metrô de Londres

Da série: “Como assim?”, as capas com efeitos ópticos, essa do Animal Collective, de 2008

Takashi Murakami para disco de Kanye West, Graduation, em que não precisa gostar de rap para apreciar a sua capa

Capa do album duplo de Charlotte Gainsbourg com Beck, lançamento oficial, só dia 7 de novembro

Dando um “google” descobri que a primeira capa de disco long-play data de 1938, por Alex Steinweiss, na recém criada Columbia Records.

Alex Steinweiss, com apenas 23 anos, dava o “start” à arte de fazer capas

Descobri também que Paulo Brèves, em 1951, desenhou a primeira capa de LP no Brasil para a Sinter, distribuidora da Capitol e que  Elifas Andreato foi nosso maior capista, com 362 artes, entre elas “A Ópera do Malandro”, de Chico Buarque.

Fui conversar com Giovanni Bianco, que tem novas capas para Marisa Monte e Mariana Aydar recém saídas do forno, e que diz não acreditar no hype dos álbuns em formato LP estarem voltando.


Giovanni Bianco em dois momentos de direção de arte para Madonna

 

 

Olha a conversa que a gente teve:

Se o formato CD está com seu futuro incerto, você acredita que ainda compra-se CD pela capa?

Não sei te dizer se hoje ainda existe esse desejo, mas com certeza deve haver no mundo loucos como eu, que ainda compram muitos CDs pelo visual da capa.

Atualmente, para o designer, o espaço diminuiu. Dos 31x 31 cm do LP restaram o 12×12 cm no CD, sem falar no formato encontrado em lojas digitais como a Beatport, que dependendo do tamanho do computador, a arte da capa do álbum não passa de poucos centímetros. Essa redução mudou muito a sua criação?

Sim e não, pois sempre existirá o formato do CD, mas também temos que pensar que os grandes artistas usam as imagens para vários meios de comunicação. Então a frustação fica um pouco menor pois ainda podemos ver a imagem que criamos em alguns formatos que nos deixam felizes.

Esse momento atual, em que se busca tecnologias superadas e a tal “mídia morta”, que abrange máquinas de escrever manuais e fitas cassetes, explica um certo hype na volta do formato em vinil. Chico Buarque, por exemplo, lançou seu novo CD nesse formato. Você acredita nesse hype?

Não acredito, não, apenas acho bacana para ter como um registro daquilo que já foi um dia um grande clássico. Eu amo LP.

Imagino que o sonho de todo designer gráfico, que cresceu com o universo pop ao seu redor, seria fazer uma capa pra Madonna. Você já chegou lá, e agora?

Nunca pensei que a Madonna fosse pra mim o final da reta, tenho ainda muito a fazer, tenho ainda muitos desejos de me expressar com vários artistas, dos grandes ao novos. Eu acabei de fazer a capa da Mariana Aydar e me deu muito tesão ter feito, ficou linda, e também acabo de entregar a capa da Marisa Monte, que acho que vai ser um sucesso, amei ter feito de novo a capa da nossa diva. Por incrível que pareça, ainda falta muito para que eu me sinta realizado, como fazer a capa da Alcione, do Zeca Pagodinho, da Rihanna, da Adele, etc… mas sou mais feliz em ter tido a oportunidade de colaborar muitas vezes com a Madonna, ela é incrível.

Qual seu top art designer e uma grande de capa de disco que te marcou?

São tantos que fica complicado te dizer. Adoro as capas do Caetano Veloso “Lingua” e “Araça Azul”; também  “Sticky Fingers”, dos Rolling Stones e todas as capas da Grace Jones.

 

Felipe Venancio é DJ e produtor musical e sócio da 12” Agência de Música. Ele escreve mensalmente neste espaço

Capas icônicas, por Felipe Venancio

Primal Scream!

2011/10/8476_primalscream_002©Juliana Knobel

Não me lembro da primeira vez que ouvi o som do Primal Scream, mas lembro da primeira vez que me apaixonei pelo vocal Bobby Gillespie e o som viajante que fazia com sua banda. Foi durante um feriado na casa de uma amiga, em Campos de Jordão, em meados dos anos 90, com nossa turma da época. Durante o dia, almoços, passeios, teleférico, colheita de hortênsias, conversas. À noite, momentos lisérgicos, jogados em almofadas e dançando na sala com vista para o jardim. Um vento frio entrava pela janela, mas a gente nem sentia. No som, “Come Together” e “Higher than the Sun”, dois hits do álbum “Screamadelica”, o maior clássico do Primal e um dos melhores da década de 90.

My brightest star’s my inner light let it guide me
Experience and innocence bleed inside me
Hallucinogens can open me or untie me
I drift in inner space, free of time
I find a higher state of grace, in my mind

(Trecho de “Higher than the Sun”)

2011/10/8477_primalscream_001©Juliana Knobel

Essas músicas, assim como todas as outras do álbum, serviram de trilha para muitos momentos da minha vida, tendo como ápice um show deles que vi no teatro de uma universidade em Londres. Devia ter umas cem pessoas no máximo, coisa pequena, pouquíssima divulgação, vi um flyer jogado em qualquer lugar e corri pra lá. Não tinha segurança e nada nos separava daquele pequeno palco. Coloquei minha bolsa lá em cima, aos pés de Bobby, onde eu também fiquei, hipnotizada, higher than the sun.

Quase 20 anos mais tarde, minha alegria ao saber que eles viriam tocar no Brasil mais uma vez foi a mesma dos tempos passados. Em um show realizado pelo projeto Popload Gig, vimos como a banda está com tudo em cima, com energia e carisma. Eles abriram com “Movin on Up”, com o público já na palma da mão, sedentos por ouvir “Screamadelica” na íntegra. E a partir daí foi um hit atrás do outro. E Bobby ainda está… LINDO! Desculpa, mas vai rolar uma tietagem agora. Diferentemente de muitos outros frontmen que também eram reconhecidos por outros talentos além do musical (os hoje botocados Jon Bon Jovi, Axl Rose, Simon Le Bon, Mike Patton e até Bowie), ele ainda tem sex appeal, energia e aquela voz delícia que o consagrou. E está magérrimo, bem alinhado em seu terno skinny, o equilíbrio perfeito entre o clássico, o sexy e o cool. Olha, que a moda faz muito esforço para criar imagens assim…

2011/10/8478_primalscream_003©Juliana Knobel

“Loaded” também foi incrível, mas foi ao final de “Come Together”, com o público cantando a capella, um dos grandes momentos do show, que terminou com a animada “Rocks”.

Nem a vontade de ser Mick Jagger tira o charme de Bobby, mas só uma coisa me incomodou: o telão não me pegou. Poderia ser melhor, assim como a iluminação. Reproduzindo imagens lisérgicas a partir do logo do “Screamadelica”, o visual traduz uma viagem que foi feita há 20 anos e não fala mais com a realidade das pessoas que viveram isso naquela época (a maioria, eu imagino).

Se valeu? Muito. Foi uma noite feliz.

2011/10/8480_primalscream_008©Juliana Knobel

2011/10/8481_primalscream_005©Juliana Knobel

2011/10/8482_primalscream_009©Juliana Knobel

2011/10/8485_primalscream_012©Juliana Knobel

2011/10/8486_primalscream_004©Juliana Knobel

Após o show, o baixista Mani tocou no Alley Club

Primal Scream!

No Blog: wish you were here, hooligans e videotape

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No final dos anos 1970 e até o final dos anos 80, os hooligans dominaram os estádios de futebol ingleses. Para driblar a polícia e entrar facilmente nos jogos, os grupos roubavam peças de grifes conhecidas. Por conta disso, foi criado o movimento football casual, que é tema dessa exposição que acontece em Paris, na Galerie Menouar, a partir do dia 25/06, com imagens de fotógrafos como Nic Jones, Antoine Floch e Romaine Bernardie James. Abaixo, algumas imagens da exposição e um vídeo arte de Mark Leckey, lançado em 1999, chamado “Fiorucci Made Me Hardcore”, onde em 15 minutos ele documenta a noite londrina e a juventude dos anos 70, 80 e 90, incluindo os casuals.


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WISH YOU WERE HERE – PARIS TEASER por TheImaginers

No Blog: wish you were here, hooligans e videotape

500 dias sem Zara

Por Todo Dia um Look

Bom dia, fashionistas. O dia ontem acabou tomando proporções bem maiores que a gente imaginou. Acabamos indo numa festinha no loft do Samuel Cirnansck e, pelo que vimos, aquele clima Sodoma e Gomorra (que, aliás, são os nomes dos dois gatos dele) não se limita apenas à passarela. Achamos que alguém tocou no Gabriel, ele acordou quieto e quase certeza que ouvimos ele chorando no banheiro hoje de manhã. O Vinícius acordou com uma queimadura de marcador-de-gado em forma de pentagrama. Mas bem, não vem ao caso, afinal, como bem sussurrou no nosso ouvido o Ronaldo Ésper enquanto invadíamos um cemitério ao nascer do dia: O que acontece no SPFW, fica no SPFW.

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No desfiles os tons de bege (affff) prevaleceram, transformando o cansativo bored-chic no novo hype do verão (de 2008). Ponto para os fashionistas responsáveis, que estudaram em escolas públicas e sabem que o bege das paredes serve justamente para tirar o sono dos alunos (not!).

O hypadíssimo Herchcovitch  foi nosso desfile mais esperado, afinal ele é um dos estilistas mais bem sucedidos de sua geração (som de caixa registradora). Somado com as catwalk skills de Vanessa Moreira, a coleção ficou perfeita para aquela menina retrô que adora Belle and Sebastian e está sempre vestida a rigor caso o Doc Brown estacione o DeLorean na frente da casa dela e a leve para 1956. Chamaremos o look de Fêmea Rica Indie Gata Intelectual Descendente Alemã, a.k.a F.R.I.G.I.D.A.

Pois é, ela é maluquinha, vintage e te dá um pouco de sono mas, pardon moi, tâmo nessas carnes. Vamos adaptar as roupas da passarela para um look masculino perfeito a fim de conquistar essa gatinha que lê livros.

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O tom sem graça e entediante do bege é perfeito, pois sincroniza perfeitamente com os assuntos que vocês conversarão, como no momento em que você fingir que gosta do Lars Von Trier quando na verdade passa as noites jogando XBOX 360 com o Ânderson, aquele seu primo que compra eletrônicos no Paraguai (vamos chamar de “mochilão pela América Latina”) e revende no Mercado Livre.

Além do glossário cinéfilo avant-garde, a camiseta da banda ruim é fundamental, afinal você sabe que ela chorou no show do Radiohead, não por conseguir fazer uma boa leitura semiótica do comportamento dela, e sim porque ela se gravou e upou no Vimeo. Aliás, pouco sabem, mas o termo em inglês para nude (e tédio, são sinônimos) é “Thom Yorke”.

A calça e camiseta beges tem na cor a capacidade de transparecer tudo aquilo que você quer que ela saiba: sua potencial esquizofrenia e que você sempre irá segurar a bolsa dela  enquanto ela conversa com Pablo, o artista plástico que toca todas canções da Tropicália no violão enquanto a lua e as estrelas voltam todas suas atenções para ele.

Agora que você consolidou seu affair, o ideal é curtir o fim da noite com sua Zooey Deschanel desnutrida e o próprio Alexandre Herchcovitch, que se mostrou um leitor assíduo do blog TDUL ao surgir com uma camiseta do Senac-SP e prestar essa silenciosa porém adorável homenagem.

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O Todo Dia um Look é um site divertidíssimo criado pelos amigos Vinicius Perez, Gabriel Von Doscht e Matias Lucena. Com ironia e muito bom humor, eles montam looks para diversas situações, das mais inusitadas. O blog existe desde abril de 2011 e surgiu quando eles viram o Um Ano Sem Zara e pensaram: “Isso a gente também sabe fazer… até porque estamos há mais de 20 anos sem Zara”. Durante a SPFW, eles irão postar uma matéria por dia, aqui no FFWBlog.

500 dias sem Zara

Baixa a temperatura, baixa o BPM, por Felipe Venancio

Já não vou em quase nada que gostaria de ir. Não digo nem agora, na Era Glacial em que vivemos aqui em SP, mas já faz um tempo que estava meio com preguiça de sair. Fico achando que devia dar uma corrida atrás das coisas, acompanhar o surgimento de algo novo, sei lá, acelerar um pouco. Para minha surpresa, não é que a tendência “slow it down” é que está trazendo alguma novidade? Pensei, desaceleração, ué, mais ainda?

Pegando emprestado o objetivo da Slow Food, a associação do italiano Carlo Petrini, que promove uma melhor apreciação da comida, uma melhora da qualidade das refeições e uma produção que valorize o produto ou seja, tudo contra a Fast Food, fico pensando se toda essa baixada de BPM via “slow it down”, não seria uma boa forma também para melhorar a qualidade do que estamos ouvindo e vendo.

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Já não é de agora que as pistas vem namorando baixas velocidades. Desde a repaginada da disco music, via “nu-disco”, que os beats vêm descendo. A tendência “Slow-Mo”, recém batizada e ainda em fase de aprovação global, traz novos nomes ao cenário musical como Soul Clap, Mark E, Jay Shepheard e The Revenge e eles estão fazendo uma revolução em marcha lenta.

2011/10/6587_Soul-Clap-535Os meninos do Soul Clap ©Reprodução

A boa notícia é que a descida na velocidade possibilitou a entrada também de clássicos, em suas velocidades originais, e com isso subiu a qualidade não só musical como também provocou uma maior riqueza na pesquisa por parte do DJ. Ao procurar e encontrar houses originais bem no estilo “back in the days”, somadas a disco musics de outros tempos, melhorou a qualidade da noite no geral.

2011/10/6584_tornado-wallace_ones-to-watch-1_no-textO produtor Tornado Wallace ©Reprodução

Diria que a idéia seria a busca por ritmos mais lentos, abafados, como se baixos andamentos estivessem circulado pelas cabeças pensantes.

Tudo soa como se estivéssemos olhando para trás em algum momento. E estamos. Essa é a graça inclusive.

Quando o duo de Boston, Soul Clap, remixa a clássica house do Robert Owens, “I’ll be your friend”, provoca uma confusão nos ouvidos, como se o ontem fosse o amanhã, agora. Babado.

Felipe Venancio é DJ e produtor musical e sócio do estúdio 12. Ele escreve mensalmente neste espaço.

Baixa a temperatura, baixa o BPM, por Felipe Venancio